Livros e fanfics

Recomendado por Aylla

Aylla
Sabe aquela história que você lê e sente uma vontade de imprimir e emoldurar? Claro que não daria, e teria que recortar algumas partes mais marcantes, mas essa foi a vontade que tive ao ler essa história. É uma carta. Uma carta de despedida. Uma carta de despedida para um personagem. Quem é escritor sabe como é trabalhar com um personagem, como é começar a molda-lo e de repente perceber que ele ganhou vida própria e muitas vezes você não tem nenhum controle sobre ele, um escritor sabe o que é conhecer seu personagem tão minimamente, como se ele fosse uma extensão de si mesmo, como é responder uma pergunta já imaginando a resposta de seu personagem para aquela indagação e saber das respostas antes mesmo das dúvidas surgirem. Um autor sabe o quão difícil é conhecer seus personagens, aprender sobre cada nuances dele, cada detalhe e se existe uma coisa mais complicada do que conhecer seu personagem, é ter que dizer adeus a ele. Dizer adeus a alguém, que passou junto contigo momentos tão marcantes é difícil e doloroso, e essa carta mostra isso e muito mais, mostra a dor, a alegria, o aprendizado, o caminho que levou. Enfim, simplesmente posso dizer que foi uma das melhores histórias que já li. Espero que apreciem a leitura tanto quanto eu ♥
(1) DISSE / (2) DISSER

(1) Verbo no passado -> Ex.: Ele disse que estava com fome.
(2) Verbo no futuro do subjuntivo, ou seja, NO FUTURO -> Ex.: Quando ele disser que me quer de volta, pensarei no caso dele.
A partir de agora, estou deserdando quem escrever “Ele disser que estava com fome”.

A GENTE É AGENTE SECRETO?

Quando se refere a “nós”, é separado, resultando em “a gente”. -> Ex: a gente foi ontem à festa (= nós fomos).
Já “agente” é derivado do verbo “agir”, sendo aquele que AGE, então é tudo junto. -> Ex: o agente pesquisava, mas nada descobria.

Recomendado por Someone

Someone
Eu tinha colocado sua fic como acompanhamento, mas nunca tive a chance de lê-la até agora. Segundo maior erro da minha vida. Essa história quebra totalmente o pré-conceito que, para ser um bom jogador, a pessoa tem que viver em um bolha, um mundo só seu em que ninguém é bem vindo. Karollin, que fic perfeita é essa minha querida? Originalidade e criatividade transbordam por aqui! Além disso, a sua escrita é uma das coisas mais perfeitas que já vi em todo meu tempo no Nyah. Vamos à trama: O tema é completamente incomum e absurdamente difícil de ser trabalhado ( já tentei uma vez fazer uma fic de jogos, mas ficou tão ruim que quase botei fogo no computador). Mas mesmo assim, a leitura é leve, as explicações, plausíveis e parece que tudo se desenrola na nossa frente, como se estivéssemos vendo um filme. Eu quase choro quando acaba o capítulo! Além disso, a história - pasmem! - se passa no BRASIL! E não é um Brasil americanizado, é um Brasil com o nosso jeito mesmo! Tenho que dedicar um parágrafo inteiro à diva da Marcela ♥ Simplesmente a melhor protagonista do gênero! Desculpe-me fãs de Kirito e Sora, mas aprendam com a rainha, porque sim, Marcela Bicard é ótima. Amei essa menina! Ela é competitiva, engraçada, extrovertida e corajosa! A personalidade dela é esplêndida e o melhor de tudo ela parece real. É como se, ao sair na rua, você pudesse encontrá-la tomando um café na padaria. Ela não tem surtos de heroísmo e tem maus momentos também. (Além de não parecer que está sempre produzida sem um fio de cabelo fora do lugar) A Marcela e suas referências à jogos e séries me conquistaram completamente ♥ Aviso: Essa história é completamente viciante. Ao lê-la você vai querer entrar dentro da cabeça da Karollin só para vê-la desenvolver a história de camarote com um balde de pipoca na mão e óculos 3D na cara. Acho que todos que gostam do gênero - e até os que não gostam também - deveriam ler esta obra-prima digna de já virar livro antes mesmo de ter cinco capítulos.