Livros e fanfics

Recomendado por Lucy

Lucy
É uma das melhores fics que eu já li. Ortografia maravilhosa, enredo intrigante, te deixa mais e mais curiosa a cada capítulo. A personagem principal é bem calculada, a autora toma o cuidado de mostrar os dois lados dela, o frágil, e o guerreiro. É bastante original, realmente me encantou. É fascinante, mas porquê estão aqui lendo essa recomendação? Vão logo ler O Julgamento da Bruxa.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) QUANTO x (2) QUANDO

(1) Significa "que número de", "que quantia". -> Ex: Quanto sobrou?
(2) Sempre lembra o tempo de uma ação. -> Ex: Quando você irá me dizer quanto sobrou?
Obs.: enquando non ecziste, é enquanto.

Recomendado por estela

estela
Eu não sei porque demorei tanto, de verdade, não faço ideia, é uma história maravilhosa, com um enredo fantástico, personagens cativantes e autoras talentosas. Ai eu me pergunto: "Porquê você não recomendou isso antes fofa?" e correndo o risco de ser clichê, eu respondo: "Antes tarde do que nunca" Essa história me levou a todos os extremos, rir e chorar, revirar os olhos ou arregalá-los, fazer novas amizades e repensar as de "confiança", foram muitas coisas, muitos sentimentos, e no final esse é o objetivo de todos os artistas não é? Tocar o coração de quem os ouve/vê/lê. Artistas sim, porquê quem escreve algo desse tipo não pode, nem vai, ser descrito de outra forma. Os livros/histórias/contos sempre devem ser compartilhados com as pessoas a nossa volta, especialmente, quando eles são capazes de trasmitir algo, qualquer coisa, por menor que pareça. Já disse Olavo Bilac: "Os livros não matam a fome, não suprimem a miséria, não acabam com as desigualdades e as injustiças do mundo, mas consolam as almas e fazem-nos sonhar."