Livros e fanfics
Recomendado por Lecter
Lecter
Eu tenho que agradecer a Ryskalla, simplesmente isso. Ela conseguiu proporcionar não só a mim, mas a todos os leitores um novo universo, porque como eu já disse para ela, isso não é só um mundo. O Mistério das Borboletas é tão intrigante, misterioso e fantasioso que quando você percebe já está no último capítulo postado, remoendo-se para ela atualizar logo para não ter de sofrer uma abstinência tão grande.
A forma como ela narra é extremamente envolvente, tanto que você passa a se sentir parte da história, como se estivesse lá, ao lado da autora, enquanto observa tudo acontecer a um palmo de distancia de você. E sobre os personagens? Ah... Suspiros. Apenas isso. Já avisei para todo mundo que eu vou me casar com o Leharuin sim e aí de quem ficar no nosso caminho! Aberta exceções para a... Opa! Spoiler. Nem posso dizer quem é a única pessoa que pode ficar com o Leha além de mim. HEUEHEU
Já disse para a Rys que essa fanfic deveria virar um livro, porque meu Moros, não? A escrita e a formatação dos capítulos são divinas, por mais que ela não admita isso! Saiba que eu não vou me cansar de dizer que ela vai virar um livro sim, certo? Certo.
Eu estava quase me esquecendo. Como eu posso quase me esquecer disso? Me empolguei demais aqui, socorro EHUEH Os seres místicos são um dos inúmeros pontos fortes dessa estória. As sereias, as bonecas, as borboletas, os meio-a-meios... Tudo tem uma própria mitologia por trás tão convincente que você pode até acreditar que é real. E quer saber de uma coisa? É real para mim.
"HOUVERAM" MUITOS ACIDENTES
O verbo "haver", no sentido de existir, é invariável; sendo assim -> Houve muitos acidentes.
"AO MEU VER..."
“Ao meu ver” non ecziste, há apenas “a meu ver”, meu caro ninja.
Recomendado por Gabinos
Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos!
Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político.
E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu.
Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais.
A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la.
É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes.
Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona.
Obrigada, Kori!