Livros e fanfics

Recomendado por Shimeji

Shimeji
Uma eletrizante continuação de República de Leões. Antes de você começar a ler, especula: " Será que vai ser bom mesmo? Sei la, pode ser enjoativa, sem graça, a continuação nem sempre é tão boa quanto a primeira." Depois que você começar a ler, chega a conclusão: A historia é incrível e envolvente! Personagens novos, confusões novas, shipps novos, tudo isso e muito mais sem deixar os antigos de lado. Super recomendo a estória, muito bem escrita e elaborada, sem contar que o autor é maravilhoso. Tenho certeza que vocês não vão se arrepender!
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

"_ VAMOS EMBORA! _ DISSE ELE."

Epa, epa! Para indicar a fala de um personagem, use aspas ( " " ) ou travessão ( — ). -> Ex. CORRETO: "Vou escrever uma nova fic" disse a autora. (Observação: Não escreva com as duas ao mesmo tempo, ou alternando entre uma e outra. Escolha um desses sinais e o use durante toda a fic. E não se esqueça de que são usados para marcar o começo e o final da fala!)
Logo, não use underline ( _ ) ou asterisco ( * ) para indicar uma fala ou ação. -> Ex. ERRADO: _Vou escrever uma nova fic_ disse a autora.
Também pode-se usar o discurso indireto. -> Ex. CORRETO: A autora disse que iria escrever uma nova fic.
Não misture em um só parágrafo discurso direto e indireto.

Recomendado por Joshua de Vine

Joshua de Vine
Thomas costuma dizer que não tem jeito para fantasia ou magia, mas ele guia essa história de um jeito igual. Ela fala sobre reviravoltas do destino e almas ligadas por algo maior que si mesmas, amarrando-se em uma trama gigante cheia de núcleos e personagens narrados pelo tom novelesco do autor que, pouco a pouco, conquista até quem não está acostumado ao formato, ergo, Eu. Os personagens e as situações por eles vividas são bem críveis e possíveis, as reações, muitas delas, genuínas. A Teoria das Cores segue um enredo curioso que nos leva a cenários emocionantes que compensam a espera. Altamente recomendado.