Livros e fanfics

Recomendado por Gabrielle Reis

Gabrielle Reis
Bem, vamos lá. Essa não é a primeira fanfic que recomendo desta autora maravilhosa. O que vocês precisam entender de fato, é que essa história é fantástica! Tipo, tudo. Pacote completo. Personagens, enredo, escrita... Isso é difícil de se encontrar. E quando digo que alguém tem talento, é porque realmente tem! Sou uma pessoa ultra mega power difícil de se agradar. Então é uma questão de obrigação recomendar a história, porque é uma tragédia não divulgá-la ao mundo (ou ao menos as pessoas do Nyah!), que é o que estou disposta a fazer. Então aproveitem, meus amores, aproveitem. Um grande "parabéns" a esta autora diva... ;)
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

ASSISTO "A" TV

Pode-se assistir ALGO no sentido de ajudar. -> Ex: O médico assistiu o paciente. (Prestou ajuda ao paciente, atendeu-o.)
Ou assistir A ALGO no sentido de presenciar algo, ver, observar. -> Ex 2: Eles assistiam à televisão. (Olhavam a televisão.)

Recomendado por Kanon

Kanon
Poderia te falar da narrativa excelente e extremamente visual que nos dá a oportunidade de imaginar em nossa telas mentais cada acontecimento. Sentimos e vivemos junto com os acontecimentos de sua narração. Mas isso é pouco sobre tudo que a Menta faz. "Amor Fati" mostra um contexto de caos social, a obscuridade do abismo da sociedade criado na inflexibilidade e ortodoxia que ainda regem a atualidade. A autora com domínio e eficiência aborda múltiplos impasses (éticos, sociais). Com fluidez e leveza leva reflexões, suspiros e risadas com sua história. Cabe também pontuar a complexidade do enredo na relação age gap, que por si só já traz seus estigmas, que alimentam a história e acrescentam consistência e essência no escrito. Os personagens tem essência, você se encanta com a espontaneidade e personalidade de Cecília, se apaixona pelo misterioso e envolvente Bento, além se cativar com Daniel e todos os outros. A única coisa que posso dizer é que, sem dúvida alguma, “Amor Fati!”, de Menta, merece um lugar de destaque entre suas leituras.