Livros e fanfics

Recomendado por Faith

Faith
Nossa! Esses dias no desespero de ler uma fanfic boa, e não consigo acreditar na sorte grande da qual tirei ao deparar-me com cavalos selvagens! Tem algum tempo em que estou relendo fanfics que eu costumava ler nesse site, e a procura de novas e essa me chamou muito a atenção. Preciso deixar claro o quão dedicada a autora parece a história, de modo que é impecável a cada capítulo. A escrita extremamente deliciosa, bem como todos os personagens bem construídos e cativantes. Me senti viciada ao ponto de ler tudo com rapidez e perder horas de sono durante a noite repleta em ansiedade com os próximos acontecimentos. Jackie me encanta e sua relação com Victor também. Sem dúvidas foi um dos poucos love e hates, que por acaso eu amo, em que um dos dois não é um babaca e isso me cativou mais ainda. Digo, eu quero um Jackie em minha vida! E certamente um Victor também. A relação deles é saudável e desde o princípio sensual e adorável, me senti tão envolvidas e repleta em diversão quanto aos dois que me arrancaram inúmeros sorrisos, risadas é claro, suspiros em todos os seus momentos. Seus diálogos bem construídos e humorados, os flertes de tirar o fôlego. Estou completamente apaixonada por Cavalos Selvagens e afirmo que essa autora conquistou meu coração, vai ser impossível não reler inúmeras vezes e procurar as outras histórias!
(1) VIR-ME-EI / (2) VIREI-ME

(1) Do verbo “vir”, está conjugado no futuro. -> Ex: vir-me-ei até ti.
(2) Do verbo “virar”, está conjugado no passado. -> Ex: eu virei-me para ela.
Na dúvida, use a informalidade de colocar o pronome antes do verbo (= me virei).

(1) AFIM / (2) A FIM

(1) "Afim" indica afinidade. -> Ex: sentimentos afins.
(2) "A fim" é um conectivo que indica finalidade (= para). -> Ex: Estudava muito a fim de ser aprovado (para ser aprovado).

Recomendado por Layla Glêz

Layla Glêz
Penso que devo escrever em sangue, para que as palavras assim pareçam mais vivas, ou viscerais. Essa história tem algo de um certo conde Drácula, uma dose do Lestat, o divertimento dos melhores vampiros que já ousaram passear nas páginas, pintando-as com o sangue das vítimas em histórias obscuras e únicas. É daquelas que se é compelido a ler da primeira linha até a última, quando as sombras são tantas e tão palpáveis que é necessário ser uma criatura da noite para compreendê-las. Simplesmente não sei como hei de me apaixonar mais pelas tramas de Vladimir, ou pelos percalços que a Anna suporta. Apenas sei que vou e que, como eu, todos deveriam fazê-lo. Leio e super recomendo!