Livros e fanfics
Recomendado por Maomao
Maomao
O que dizer sobre FOL... Maravilhosa? Envolvente? Tocante? Chocante? Fofa? Perfeita? Escrita com muito carinho e amor, com esmero? Sim, FOL é tudo isso e muito, muito mais.
Às vezes penso em como alguns escritores conseguem nos prender tanto já no primeiro capítulo, nas primeiras linhas, em como escrevem algo tão envolvente que quando acaba um capítulo você quer ler mais, ficamos insassíaveis, ficamos dependente e esperando ansiosamente o dia que é postado um novo capítulo.
FOL foi/é amor a primeira vista pra mim.
Okay escreve com tanto amor, tão bem, que sentimos a paixão dela pelos personagens, pela história e escrita e isso me comove.
Recomendo não só porque a fic é tuuudo isso que falei, mas sim, porque ela retrata a realidade, a verdade de como é esconder algo que muitas vezes queremos falar mais não conseguimos, ou o como nos apaixonamos rápido pelas pessoas, ou o quão dependente ficamos quando amamos. Enfim... Super recomendo! Fora que a autora é uma graça u.u
(1 ) DESPERCEBIDO / (2) DESAPERCEBIDO
(1) Despercebido é sem atenção, imperceptível. -> Ex: isso passou despercebido.
(2) Desapercebido é igual a desprevenido ou desprovido de algo. -> Ex: ele estava desapercebido quando foi abordado por ladrões.
(1) DECENTE / (2) DESCENTE
(1) É algo conveniente ou honesto. -> Ex: Ela era uma moça decente.
(2) Descente, com "S", é algo que desce ou é uma descida. -> Ex: Foi encontrado na descente do rio.
Recomendado por antarctic
antarctic
Essa é aquela história que te faz parar pra pensar, não só pensar, mas refletir de verdade. Faz você querer ser mais você e t traz vontades que você nem lembrava-se mais de ter, coisas como agradecer a Deus pela mãe e pelos tempos evoluídos, agradecer a medicina, agradecer a si mesmo por se aceitar e aceitar a negação dos outros. Delilah não é apenas uma one-shot sobre uma jovem sendo oprimida por sua orientação sexual, a carta de Gwen não precisa ser descrita porque todos nós já escrevemos uma carta para Delilah, nem sempre com papel e caneta e sim com pensamentos, com palavras orais, com gestos exasperados, algumas vezes Delilah possui um nome diferente, mas continua sendo nossa melhor amiga. Algumas vezes nós somos Gwen e Delilah e algumas vezes ela é aquela pessoa que o julga constantemente e que o repudia, as vezes ele pode ser até mesmo seus pais, avós, amigos distantes com quem tu não tem contato íntimo. A carta de Gwen são todas as vezes em que você se sentiu intimidado por ser você mesmo não apenas por ser homossexual, mas também por ser negro, por ser judeu, por ser mulher. É sobre o medo de uma sociedade preconceituosa e obre aceitar quem você é, eu aceitei, eu entendi quem eu sou, descobri a mim mesma refletida na Gwen preocupada com a reação dos pais e os comentários dos estranhos na rua.
Todos nós já fomos uma Gwen e já nos apaixonamos por uma Delilah, tudo o que essa fic me passou foi que, independentemente do que os outros digam, no fim das contas nós apenas temos de nos soltar, soltar nosso verdadeiro eu, apenas para que uma carta como essa não fique entalada na sua garganta e o mate sufocado por uma corda, de overdose ou com os pulsos cortados. palavras são palavras, ditas, escritas ou cantadas e, essa fic, fez com que eu pensasse sobre todas as palavras que eu devo dizer agora e direi futuramente pelo simples prazer de ter o direito de dizê-las.