Livros e fanfics
Recomendado por Cat
Cat
Você já ouviu falar em magia?
Pois, vou te dizer uma coisa. Talvez ela esteja guardada em muitas coisas. Uma delas, é histórias como essa.
Eu não tenho palavras pra dizer o quanto essa história abala meu coração de forma inimaginável. Algo inesplicável, que faz meu coração bater tão forte que, eu penso comigo mesma: god, eu estou viva. A magia que existe em nós é a capacidade de sentir a magia das histórias.
E cara, tenha plena certeza de que essa, é uma delas que desperta isso.
Tão bem escrita e construída, sem pressas, sem atropelamentos, apenas cada ponto da história que revela algo grandioso, e nós nem mesmo estavámos percebendo. Essa história é capaz de nos fazer vibrar, sentir algo lá dentro, algo selvagem, mesmo que de um modo bom. Uma vontade intensa de abrir o peito e revelar toda o amor, toda a raiva, toda a arte que nos constrói por dentro. Porquê,essa história desperta todos os nossos sentidos ao mesmo tempo. Porquê, essa história, nos colore com toda a sua forma de ser narrada.
Nem o céu é seu limite, pois até estrelas sentam-se e observam o poder que tudo isso emana.
Eu tenho um orgulho muito imenso de ser uma filha do lobo, assim como o resto do fandom também. Por isso, se estiver lendo minha recomendação, saiba que você não vai se arrepender.
As vezes, nós encontramos pessoas que revelam algo tão inspirador para nós, que acabamos ficando sem palavras. Meu muito obrigada, apenas.
Atenciosamente,
Catrine, a obcecada por forças inspiradoras como essa.
"AO MEU VER..."
“Ao meu ver” non ecziste, há apenas “a meu ver”, meu caro ninja.
(1) TODO / (2) TODO O
(1) "Todo" ou "toda" (sem artigo) significa “qualquer”. -> Ex:“Todo país deve preservar a natureza”. (= qualquer país, todos os países)
(2) "Todo o" ou "toda a" (com artigo) significa “inteiro”. -> Ex: “Neste domingo, haverá vacinação em todo o país”. (= no país inteiro)
Recomendado por sabrinavilanova
sabrinavilanova
Confesso que pensei muito em fazer essa recomendação, não no ato em si, mas no modo como fazê-lo. Cavalos Selvagens é uma história maravilhosa por si só. A escrita que a acompanha é tão leve e calma. A narrativa, mesmo sendo em terceira pessoa, te dá espaço para entrar na cabeça dos personagens e imaginar cada cena em sua mente. É uma história doce e leve, para ser lida de uma tacada só.
Não posso deixar, nunca, de elogiar a escrita da Miriã que é certamente maravilhosa. Cavalos Selvagens te leva a fazenda, te faz ter a sensação de paz em seu coração e faz com que qualquer um fique com um sorrisinho no rosto. Não estou dizendo que tudo por aqui é cor-de-rosa, não, não é isso, os momentos de tensão são muito bem feitos e te pegam desprevenido, não há avisos prévios para o sofrimento, exatamente como na vida real.
Os personagens são envolventes e apaixonantes. Você se vê suspirando por eles a cada passagem. Além de querer colocá-los num potinho bem resistente para que ninguém no mundo os machuque. O tom leve e bem-humorado da história te prende de uma forma singular, tão singular que você não percebe que está sendo preso pela narrativa. Narrativa essa que é bastante sinuosa, dividindo-se entre várias histórias que, em primeiro momento, você pode achar que tem a possibilidade de se perder, mas logo depois percebe que é tudo tão bem encaixado que, nem que estivesse em um labirinto, isso poderia acontecer.
"Eu aprendi, que tudo o que precisamos, é de uma mão para segurar e um coração para nos entender." E nessas palavras de William Shakespeare, vejo um caminho para cada um dos que compõem essa história, que todos eles aceitem as mãos oferecidas e ouçam seus corações para tudo o que pode acontecer.
Espero ver mais e mais recomendações para essa história, ela merece muito.