Livros e fanfics

Recomendado por NatyMendes

NatyMendes
Oi! Como falar dessa fanfic que me iniciou no mundo yaoi tão lindamente? Isso a alguns anos atrás, mas a algum tempo deu saudade e vontade de reler. Não sei nem o que falar, mescla tão perfeitamente humor e tragédia, em duas vezes que li (até agora) me arrancou lágrimas no final trágico dos protagonistas. Como se não bastasse o enredo tão original que a muito não vemos mais já que os clichês estão dominando infelizmente. A escrita não preciso nem comentar né? KKK Lembra daquela história que o primeiro amor a gente nunca esquece? Então, essa sua fic foi o meu primeiro amor no mundo da leitura e nunca vou esquecer. ♥ Não sei se ainda entra na sua conta, mas se entrar e ler isso, saiba que essa fic sempre terá todo meu amor *-* Não sei se alguém vai achar essa linda obra para ler novamente, mas se forem ler, saibam que Coração De Gelo vai te marcar! Beijos :)
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) COM CERTEZA / (2) CONCERTEZA

(1) Assim se escreve. Ok, perfeito.
(2) WAT? Isso non ecziste!

Recomendado por Rodrigo Caetano

Rodrigo Caetano
Delilah... Você termina essa história pensando nela. E ela fica com você. Eu sei porque ela ficou comigo, por bastante tempo, por sinal. Dizer que me faltam palavras, além de ser insuficiente, é inaceitável, por mais verdade que seja. Essa história desperta em mim algo que... Não. Essa história não. Isso aqui não necessariamente é uma história. Quem desperta alguma coisa em mim é a Gwen. Por que ela é real demais para viver apenas nessas palavras. Ela vive comigo e com todo mundo que lê a sua "não história", mas a sua declaração de amor, à vida principalmente, desperta em mim os meus instintos mais básicos de carinho e proteção. Dá vontade de pegar ela no colo e secar as suas lágrimas, rindo - junto com ela, tenho certeza - do simples fato de ela estar chorando. Quem sabe ela resolva secar as minhas lágrimas também. E, se eu pudesse, eu pagava essa declaração e a entregava em mãos, pessoalmente. Até porque eu não resistiria a tentação de conhecê-la. Eu termino de ler e sei que eu não preciso pensar nela. Sei que essa história vai muito além dela. E que independe da reação dela ao que eu lhe entregar. Eu sei que isso é tudo muito lindo sem ela, e que não é ela que eu quero abraçar. Mas ainda assim, você fica pensando nela. Oh Delilah... Como deve ser lindo te ver dançar...