Livros e fanfics
Recomendado por Costa
Costa
Não pense que "Hugo" é apenas outra história comum e clichê de um romance incestuoso entre dois irmãos. Não, "Hugo" é uma história que aborda muito mais que isso, é uma história permeada com detalhes que nos faz entrar exatamente na mente do protagonista e nos faz perceber tudo aquilo que o protagonista está sentindo, suas angústias, medos e alegrias. Essa é uma história que merece ser lida e relida de tão boa que é. É uma obra que aborda temas tidos como tabu com uma sensibilidade tocante e nos faz compreender o lado humano de cada personagem. Deem uma chance para essa obra incrível e irão se surpreender como eu me surpreendi.
(1) VIR-ME-EI / (2) VIREI-ME
(1) Do verbo “vir”, está conjugado no futuro. -> Ex: vir-me-ei até ti.
(2) Do verbo “virar”, está conjugado no passado. -> Ex: eu virei-me para ela.
Na dúvida, use a informalidade de colocar o pronome antes do verbo (= me virei).
(1) DISCRIÇÃO / (2) DESCRIÇÃO
(1) É a qualidade de ser discreto. -> Ex: a sua discrição era digna de comparação a um ninja.
(2) É o ato de descrever algo. -> Ex: talvez você devesse melhorar a sua descrição do ambiente.
Recomendado por Gabinos
Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos!
Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político.
E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu.
Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais.
A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la.
É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes.
Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona.
Obrigada, Kori!