Livros e fanfics
Recomendado por kalliope
kalliope
É uma pena que seja somente um capítulo. Realmente foi uma Despedida desses parágrafos que tem potencial para dizer mais um milhão de palavras, traduzir um turbilhão de sentimentos. Fui envolvida desde a primeira linha até a última. A autora sabe trabalhar perfeitamente com as palavras e as metáforas, o que embelezaram de um jeito incrível todo o enredo. Essa é uma das poucas One-Shots que vale mesmo a pena, porque é daquelas que te faz viajar com a mente mesmo dentro de um capítulo só. Meus sinceros parabéns à autora, que com sua alma sensível e talento na escrita, foi capaz de me fazer sentir.
(1) DECENTE / (2) DESCENTE
(1) É algo conveniente ou honesto. -> Ex: Ela era uma moça decente.
(2) Descente, com "S", é algo que desce ou é uma descida. -> Ex: Foi encontrado na descente do rio.
(1) APTO / (2) APITO
(1) Alguém apto é alguém que é bom para algo ou que possui uma tendência ou uma capacidade legal. Algo apto é algo que é conveniente ou característico para aquilo. -> Ex: Ele é apto para o cargo. (No sentido de ser bom para o cargo)
(2) É um pequeno instrumento de sopro para apitar ou assobiar. Também pode vir do verbo "apitar", que é "tocar o apito". Em jogos de futebol, pode haver a colocação de "apitar o jogo" no sentido de conduzi-lo. -> Ex: Não sei, eu não apito o jogo! Esse é o trabalho do juiz!
Recomendado por Gabriela Viana
Gabriela Viana
Bom, são 03h10 da manhã e eu estou aqui para recomendar uma fic. Autora, favor se sentir especial.
Ok, já parei.
Então, eu comecei a ler essa estória por volta das 21h de ~ontem~ e li sem parar. Completamente cativante! No começo cheguei a pensar que seria mais uma daquelas estórias em que a protagonista vive um mar de rosas, se apaixona por quem odeia e, no final, se casa com a pessoa "odiada", compra uma casa enorme, tem cinco filhos e um cachorro chamado Bob.
Não é exatamente assim.
Tudo bem que a personagem tem um pato chamado assim, mas não vem ao caso agora.
Como na vida de qualquer adolescente normal, ela passa por altos e baixos, vive o que se pode chamar de triângulo amoroso (pode?) (deixando bem claro que eu odiei o Brown desde o momento em que ele entrou pela porta da classe por já pressentir que ele ia fazer merda e atrapalhar tudo) e no final, se sai bem, sai feliz. Como acontece com todos, pode acreditar. Nenhum sofrimento é eterno (lembrando que essa frase é bem clichê, porém estamos numa fic que fala sobre isso, não é?) e não foi diferente. O sofrimento da protagonista passou.
Até porque, se não tivesse um final feliz, eu daria uns belos tapas na autora (eu no meu momento de violência, mas vamos relevar).
Enfim! Você não passa um capitulo sem rir das confusões da Amy. Embora meu caso seja bastante crítico: meus pais estão dormindo e não podem nem sonhar que eu ainda estou acordada.
Garanto que se você ler "Querido Diário... Coisa mais clichê!", não vai se arrepender e vai se divertir muito!
Caso se arrependa, me contate, pois tenho o telefone de um ótimo psicólogo.
Mentira, não tenho não.
A história já foi encerrada e eu mandando recomendação... Sou muito fofa.
Ok, não.
E é isso!
03h26 e eu encerro.
Beijos à autora maravilhosa e super talentosa!