Livros e fanfics

Recomendado por S reader

S reader
Sei lá o que escrever com 250 caracteres sem mandar spoilers, por que eu quero que todos saibam de cada minimo detalhe dessa história mega intrigante que está a 3 capítulos de acabar, e eu estou triste por isso por que eu simplesmente A-D-O-R-E-I essa fic e recomendo até pro papagaio do vizinho da ria da amiga da prima da amiga da minha amiga que se chama "sarinho" (pas-SARINHO). Mais vamos falar da fic é um romance/drama muito bom onde você vai ficar na curiosidade até os 44 do 2º tempo onde você descobre tudo. Eu queria dar os parabéns para a Balii pela brilhante história!! -Stella Xx
(1) COMPRIMENTO / (2) CUMPRIMENTO

(1) É a extensão de algo. -> Ex: o comprimento do seu cabelo é espantoso! Parece a Rapunzel!
(2) É o ato de cumprir ou é o nome dado a uma saudação. -> Ex: ele fez um pequeno cumprimento com a mão.

(1) À VONTADE / (2) AVONTADE / (3) A VONTADE

(1) "À vontade" demonstra a maneira da ação, mostra que ela foi feita comodamente. -> Ex: Podem ficar à vontade.
(2) WAT? "Avontade" non ecziste!
(3) "A vontade" pode ocorrer nos demais casos. Ocorre quando NÃO se demonstra o modo da ação. -> Ex: A sua vontade sempre era mais forte que a sua razão.
Obs.: "à-vontade" também existe, e é um substantivo masculino. Ou seja, quase sempre, estará precedido por um artigo masculino (o, um) e é o nome que se dá ao sentimento de se sentir à vontade. -> Ex: O à-vontade dele me deixava perplexo.

Recomendado por Miss Chelly

Miss Chelly
Gostei dessa historia desde o primeiro parágrafo que li. No fim do prólogo eu sabia que essa historia merecia uma recomendação, mas fui forte (até agora) e resolvi ler mais capítulos simplesmente para ver se eu encontrava algum furo na historia, uma incoerência...qualquer coisa. Bem, se você considera uma falha a historia te emocionar mais do que deveria, então encontrei um defeito, afinal. O Chris está num sanatório e eu gostaria de dizer que por um engano, mas sim, ele tem um distúrbio psicológico. Só que eu ainda acho que é um engano todos os outros estarem fora da clinica onde Chris está. Porque, na verdade, Chris pensa o que todo mundo pensa, mas finge que não. Vê o que todos veem, mas acham melhor esquecer. A diferença é que Chris analisa muito, se preocupa muito e está mais do que claro que ele passou por muita coisa antes de chegar na clinica onde ele está. Mas Chris não é o único personagem que merece estar nessa recomendação. Na verdade, todos os outros personagens merecem. Acho que se me perguntassem por que eu gosto tanto dessa historia e por que eu acho que essa autora está acima da capacidade de muitos outros autores, eu diria que -Dentre tantos motivos- são os personagens que ela cria; Para mim esses personagem são as pessoas que eu conheço, são as pessoas que passam por mim na rua, e mais importante: esses personagens sou eu! E criar personagens assim em historias é ser um Dr. Frankenstein e construir um novo humano a partir de outros. É difícil, genial e quem vê a obra fica sem palavras (a diferença é que nesse caso a admiração é boa). Eu tenho que dizer que adoro o fato de a dona Alasca pesquisar sobre os distúrbios que ela fala e de ela fazer esse distúrbios não serem apenas um acessório como a cor da blusa, mas serem uma característica. Os distúrbios estão misturados ás personalidades e interferem nas ações de cada um dos personagens. Outro ponto positivo na historia é que ela é bem cuidada. Ela não é escrita e jogada de qualquer jeito. Logo se vê que é uma historia bem revisada e sei que a autora revisa mais de uma vez. Acho que esse cuidado (perigosamente perto do perfeccionismo) é um esforço que muitos não fazem, mas que faz uma diferença enorme e mostra que a autora se importa com o que vamos ler. De fato, ela se certifica de que vamos perder o ar em cada capitulo, que vamos querer comentar mesmo ficando sem palavras em cada um deles e que vamos ter milhares de perguntas e teorias apenas esperando para ver como a historia vai se desenrolar.