representative, I Love You
15 final chocante parte2
Notas iniciais
Fiquei observando ele até que ele fecha o jornal e me encara, me fazendo surpreender e virei o rosto corado praticamente muito vermelho.
— desculpe-me senhorita, eu te assustei ? — voltei a te olhar.
Um garoto parecido com nathaniel seu olhos verde, e o seu rosto era um pouco menos fino que o do nathaniel e estava de trenó.
— n- não, só fui surpreendida — ele estrelaceu seu dedos em seu cabelo e sorriu.
— sempre adorável ter uma pessoa agradável por perto, fany — olhou profundamente nos meus olhos.
Eu não disse o meu nome, eu decidi pergunta ló como sabia.
— eu não disse o meu nome, como sabe? — perguntei.
— você lembrar isso? — tocou em meu cabelo bagunçando.
O único que fazia isso era um amigo um pouco mais velho que eu e que ele já estava numa faculdade.
— Usui! — sorri como uma criança.
— como você disse: eu não vou te esquecer — seus olhos brilharam. — cadê o nathaniel? E por que estar nesse voô?
— nathaniel? — me desanimei.
— ele me contou que vocês estavam se falando ultimamente, eu estranhei você nesse voô, fany — ele ficou sério — se você ficou assim algo de errado aconteceu entre vocês dois, me conte?
Eu fiquei com receio
— eu não mudei, fany, eu vou te entender — colocou a sua mão por cima da minha como antigamente — me conte.
Ele se mostrou que não mudou e que ele iria-me força até eu contar, ele me conhecia bem nós se encontrávamos sempre na hora da saida que ele passava de bicicleta para falar comigo. E a gente sempre conversava sobre tudo.
Eu contei a historia olhando para a janelinha e vendo o céu azul.
— você decidiu precipitadamente, fany — apoiou seu braço no apoio e sua mão em seu rosto — quando chegamos, nós pegaremos um voô para voltar.
— eu não vou voltar, usui, você sabe muito bem — olhei para ele triste e ele não muda sua feição e as vezes sorrir da minha cara mas eu sei que ele estar preocupado.
— uma teimosa — ele riu se lembrando de algo — eu me lembro que você fugiu de casa, e foi para a minha, sua mãe ficou uma fera quando descobriu.
— eu era muito boba, eu só tinha idade mesmo — lembrei da idade que tinha — eu tinha 13 anos.
— você não mudou nada — riu e mexeu no cabelo — você é ainda é minha fofinha.
— eu não sou mais boba, eu amadureci usui — eu fiquei vermelha quando vi que sorria para mim.
— você comprova que não mudou fany — ele tocou em meu cabelo.
— você também não usui — ele e eu rimos.
— é melhor você ficar na minha casa — ficou sério.
— eu tenho que ficar com minha mãe — ele sentiu minha preocupação.
—o seu estado triste demonstra como sente fany, você pode deixar ela ainda pior — ele virou meu rosto para encarar ló e segurou meu queixo para que não virasse — fany, eu sei que sabe e que estou correto.
— é, eu sei, mas... — ele me interferiu.
— fany, se você sabe, então fique comigo na minha casa — me olhou com aquele profundo olhar.
— você é muito persistente — ele apenas sorriu sabendo que concordei — sempre conseguiu me convencer.
— eu só quero o melhor pra você fany — ele soltou o meu queixo — desculpa, fui muito grosseiro segurando seu queixou.
— você nunca é, você segurou delicadamente — eu estava vermelha de novo e ele como sempre voltava a sorrir.
— doce, simpática e verdadeiras, não mude fany — ele sorriu.
— passageiros chegamos saiam com cuidado — disse a aeromoça no interfone.
Esperamos todos saírem antes de nós dois.
— eu te ajudo a descer, me dê sua mão — ele esticou sua mão —
— eu pensei que acharia algo diferente em você mais não acho — eu ri e dei a minha mão e desci do ultimo degrau da escada — obrigada.
— para te deixa curiosa, tenho algo que guardo e você não sabe — ele tocou no meu queixo e sorriu.
Eu fiquei surpresa na verdade, eu estava preocupada no que ele guardava com ele, do que eu não sabia.
— em que você tá dizendo? — perguntei.
— não darei explicações fany — ele sorriu “ ele adorou ver minha feições mudar” pensei. — logo você saberá.
Pegamos as malas e vamos para o estacionamento.
— fany te apresento o meu carro — ele abriu a porta para mim.
— uau, que bom que aprendeu a dirigir usui — entrei no carro.
Ele entrou no carro e ficamos em silêncio, eu percebia que as vezes me olhava e sorria.
Paramos em frente ao um portão. Entramos no meio do quintal tinha uma pedra com o nome bem vindos. A passagem para o carro passar era feita de pedra.
O casarão era toda branca decorada em pedras até porta e as janelas.
— bem vindo de volta — uma senhora de cabelos pretos e soltou venho a mim — bem vinda, senhorita fany.
— fany, essa é a ala, a senhora que pedia para cuida de você as vezes quando não podia ter ver — respondeu quando viu a minha feição no rosto.
— desculpe, ala já faz tempo mim perdoe me, como a senhora esta? — sorrir meio tímida.
— eu vou bem, você mudou, esta ainda mais bonita — sorriu.
— viu? Só você que achar que eu não mudei — virei para ele e sorri de novo como uma criança.
— ala, eu vou levar a fany ao quarto — ele pegou minha mala. E virou para mim — deixe que levem suas malas.
Quando entramos era um salão nas paredes era feita de espelhos no meio a escada que levava para os quartos.
— fany, você não gostaria de morar comigo? — colocou a mala em frente ao um quarto.
— eu quando eu ficar melhor vou morar com minha mãe — ele me encarou.
— eu sei, vai descansar — abriu a porta.
— eu tenho que ver minha mãe primeiro — avisei.
— eu vou ligar para ela e avisar que você estar comigo — ele avisou.
— minha mãe não vai gosta disso — nós rimos juntos.
— ela gosta de mim, sou como seu irmão mais velho — mexeu no meu cabelo.
— eu sei disso, boa sorte com minha mamãe — entrei no quarto.
A cama era em frente a porta que na frente dela tinha um banco. Tinha armário embutido num dos lados, no outro uma mesa e cadeira onde madames sentam para tomar chã, tinha um tapete do tamanho do chão fazia ficar fofo. Em frente a janela tinha um sofá. Era realmente um quarto programado para garota.
— sua mãe disse que quer a gente amanhã lá sem falta para almoçar com ela — se apoiou na parede do “meu” quarto.
— ok, eu vou tomar um banho para dormi. — estava abrindo minha mala em cima da cama.
— quando o jantar estiver pronto eu te chamo. — sorriu e saiu do meu quarto.
Peguei um short e uma camiseta. Tomei um banho e fui dormi.
—fany — Acordei com ele sussurrando em meu ouvido.
— obrigada por me acorda — me levantei e deparo com ele com uma bandeja com algumas coisas para comer — eu poderia ter descido, eu só vou te atrapalhar.
— estar muito enganada — ele colocou a bandeja de lado — você é especial, eu só estou cuidando de você. agora come, eu vou comer com você.
A gente comeu e relembramos quando conversamos.
Ele me deu boa noite e saiu do quarto, eu mesmo rindo com o usui não esquecia do que fiz. Eu estava realmente abalada.
É o segundo dia que estava na casa de usui acordei, eu já fui ao banheiro escovar os dentes e tomar um banho para descer e tomar café. Chegando na sala de jantar que era uma mesa que cabia
Pessoas e a parede em volta de uma cortina marrom. Eu vi a ala e olhei para o relógio perto da porta numa pequena mesa num canto. Era sete horas da manhã.
—bom dia ala — sorri. — onde estar o usui?
— bom dia, fany. Ele já foi ao seu trabalho — ajeitou a mesa — pode sentar-se.
— ala, a quanto tempo ele estava na cidade? — perguntei.
— ele só foi para te rever senhorita — me virei para ela — a senhorita não sabia.
— não — virei para beber um gole de café — ele não me visitou. A quanto tempo ele estava lá?
— uma semana — ela se virou para sair da sala — senhorita, tenha um bom apetite.
Se ele foi me rever por que não me disse, o que ele esconde de mim, cada fez tenho mais problemas, eu estou com muita saudade do nathaniel.
Como deve estar a melissa, akemi e os outros, o que eu penso agora é que eles me esqueçam. Eu vou sair para andar um pouco, eu quero muito refletir a besteira que fiz.
— ala, eu vou sair um pouco — abri a porta quando ouvi ela afirma que ouviu meu aviso — até mais tarde.
Eu andei e andei, encontrei um banco que parecia com o que eu encontrava com o nathaniel, eu revi a imagem de nós dois eu no banco e ele na árvore. Eu sorri, era uma lembrança boa. A gente não estava infeliz. Era quase 11:00 da manhã e eu deveria voltar para me reencontrar com minha mamãe.
Cheguei e o carro do usui já estava novamente. Com certeza ele tinha voltado. Eu entrei já sorrindo e que estava presente era um cara com óculos e terno: um segurança.
— ele veio ao lugar de usui, senhorita fany — avisou a ala.
— sou o motorista e segurança de você hoje em diante—explicou se— o senhor usui é muito ocupado e não poderá estar presente.
— obrigada, eu posso pegar um taxi e o senhor poderia cuidar dele novamente. — sorrir.
— senhorita, o usui deu uma ordem, eu tenho que cumprir. — discordou.
Eu apenas concordei, eu não queria que ele se sentisse mal se eu recusasse.
A caminho da casa da minha mamãe pensei em como ficar animada, ela me entendia mais com o seu estado de saúde não estar boa ultimamente eu não poderia deixa minha mágoa te magoar também.
Olhei para frente e já podia ver minha mãe sorrindo para mim. Ela tem cabelo preto curto, seus olhos castanhos e usava um vestido leve de floral.
— mamãe! — exclamei quando o carro parou e eu sair ao seus braços
— como você estar bonita — me abraçou.
— você estar mais — retribuir.
— estarei de voltar as 15:00 — avisou.
Entramos numa casa médio toda branca.
A sala tinha dois sofás pretos, um tapete branco e uma estante com uma teve.
No corredor dava a escada para os quartos.
— usui me ligou alguns dias me dizendo que você estava bem — se sentou no sofá. — e ontem me disse que você dormiria lá.
— obrigada por deixa — agradeci nervosa com o que ela poderia dizer.
— sempre o achei como irmão mais velho — sorriu — pode ficar lá mais venha me visitar.
— eu sei mamãe — abracei.
Agente almoçou, quando deu umas três horas da tarde alguém bate na porta.
— deixa que eu abro — fui em direção a porta e segurei na maçaneta e abri.
— olá, eu tive tempo de te buscar — sorriu e olhou para minha mãe — como vai, senhora.
— eu vou bem e o jovem? — respondeu sorrindo — entre.
— desculpe, eu só vim buscar a fany — falou mexendo em seu cabelo.
— eu nem fiquei muito com minha filha.
— eu trago ela amanhã — ele se virou e foi direção ao carro — até amanhã.
— não esquece usui — avisou de perto da porta e virou para mim e sussurrou — tome cuidado.
— vou tomar — abracei — eu te amo mamãe.
Fui para o carro.
Dentro do carro eu não quis que continuasse o silêncio.
— como foi o trabalho? — perguntei.
— eu ainda estou no horário de trabalho — ele sorriu forcado.
— você trabalha muito, nem? Que horas você vai voltar?
— em volta da 1:00 da manhã — respondeu sem tira os olhos da pista.
— eu vou te esperar — avisei pensando em algo — e como eu sei cozinhar um pouco, vou fazer a janta.
— você tem que dormi cedo fany — descordou. — é muito tarde uma moça ir dormi.
— eu já dormi muito tarde se quer sabe, usui — descordei também — eu já sou quase uma adulta, usui.
— eu sei — ficou calado.
Ele não entrou mais se despediu, eu fiquei no meu quarto descansando para eu fica acordada na madrugada, eu queria jantar com ele.
Acordei umas dez horas da noite, eu fiquei até meia noite na cozinha preparando tudo, arrumei a mesa e fui tomar um banho.
Eu coloquei um vestido roxo com lacinho preto no meio. Quando eu vi já era uma hora da manhã e ele chegou na hora que eu apareci na escada descendo.
— você estar tão linda para um jantar na nossa casa — me elogiou.
— e você estar muito elegante — retribuir.
— eu estou com fome, vou adorar experimentar a sua comida — esticou a mão para mim.
— obrigada senhor, usui.
Sentamos e comemos. Depois vamos dormi.
Faz 5 meses que estou aqui e a nossa rotina não mudou, ele trabalhava muito e só via quando ele me buscava na minha mãe.
Uns dois minutos a ala venho me dizer que o meu celular tocou e não respondeu quem era, me passou que poderia ser o nathaniel.
“ logo hoje, eu esqueci meu celular” pensei.
Eu tentava ligar mais dava fora de área, então eu sair a procurar de um sinal, eu não devia tentar ligar para ele mais eu não sabia o que ele queria me dizer, mais eu estava com vontade de escuta ló.
Vi um banco e me sentei.
Meu celular voltou a tocar
*atendi a ligação*
— fany — chamou a pessoa da voz conhecida — fany, sou nathaniel.
Eu fiquei muda por causa da surpresa de escuta ló, isso me deixava feliz e tranquila.
— fany eu vou te buscar, eu não quero você longe de mim — a ligação ficava mais fraca — fany, eu vou...
Ele não conseguiu terminar, a ligação caiu antes.
Eu comecei a chorar, ali mesmo capaz de alguém me ver, mas naquele momento eu não ligava para timidez ou em outra coisa além de quem deixei para trás, e preocupada dele vir atrás de mim.
— fany, por que estar chorando? — ele se pós a minha frente e se ajoelhou, sua mão encostou em meu rosto.
— eu não devia te fugindo para que eles não sofram — respondi ao abraça ló e deixar o meu celular cair. — eles estão sofrendo mesmo assim.
— você não teve culpa — ele me afastou para encara lo — eu sei que não, você foi impulsiva em tentar ajudar o castiel. Eles entendem isso, só que a melissa estava surpresa.
— ela me odeia agora, eu sou uma covarde — eu comecei a lacrimejar novamente.
— fany, essa ligação que você teve com nathaniel diz que ele te ama, e que todos querem você por perto — ele limpou minhas lágrimas com seu polegar.
Eu percebia que o usui estava se sentindo mal por minha causa, então disfarcei mudando de assunto.
— aqui parece o lugar que nós encontrávamos — sorrir.
— era meus melhores dias — ele também não quis tocar no assunto.
Eu iria responde mais ele sentou no meu lado e deitou colocando sua cabeça na minha perna.
— eu estou cansado, você me assustou fany. — ele sorriu.
Ele acabou dormindo antes que dissesse algo, ele sempre me dizia “eu vou dormi um pouco me acorde assim que for a hora” ele sempre apoiava a cabeça na minha perna quando agente conversava no banco da minha escola.
Uns minutos depois ele despertou.
— eu sempre fazia isso — sorriu e eu dei carinho tocando em seu cabelo — podíamos voltar de novo ao tempo.
— eu vou voltar — disse inesperadamente — eu recebi um telefonema do nathaniel.
Ele se levantou para me encarar.
— eu te amo, era isso que guardava — se confessou. — eu te amo deste quando você começou a se abrir comigo, mas no dia que eu iria te confessar mais eu era quase um adulto e desistir.
—por que eu era jovem?!— perguntei afirmativamente. — e que você achava errado?
— é, e depois disse eu tentei me afastar indo atrás da minha carreira — ele suspirou — mais eu sempre voltava para ver como você estava, e eu percebia que nathaniel estava sempre perto de você, fany.
Foi nessa época, quando tinha 15 anos, comecei a me apaixonar pelo nathaniel, eu ficava lá me lembrando de usui mais depois comecei a ficar por causa de nathaniel. “Eu quero voltar mais eu não posso deixar o usui” pensei.
— vem comigo — falei propondo a vir junto.
— eu iria mesmo, eu quero te dar forças — ele concordou que iria.
— vamos voltar para arrumar as malas — sorrir.
— Ele se levantou e esticou a mão — só por hoje.
Eu aceitei e dei a mão para ele, a gente voltou com mãos dadas, ele mesmo me amando eu gostava dele como um irmão, eu não se era por que amava o nathaniel ou por que usui cuidava de mim.
Na mansão dele, eu fui para o meu quarto e ao dele, guardei a minhas coisas na minha única mala e desci esperando ele na porta.
— vamos — disse descendo sem as malas.
— estar sem as malas — reparei.
— eu não preciso — disse e avisou — vamos passar na sua mãe para despedir-se dela.
Sem mais conversar, parecíamos que nós dois estavam muito pensativos.
como sempre minha mãe me esperava na porta e hoje não era diferente.
— mamãe, eu vou voltar — meus olhos começaram a lagrimejar.
— o usui, me disse — ela estava com olhas lagrimejando.
— mãe, eu vou sentir muita sua falta — nós se abraçamos. — se cuida.
— sim e você também.
Voltamos para o carro depois de usui se despedir da minha mãe.
O silêncio voltou a ficar entre nós dois, em frente ao aeroporto ele decidiu dizer o que pensava.
— eu estava indeciso em perguntar — ele ficou queto por um minuto — você tem certeza? Quer dizer estar preparada?
— eu estou — respondi e segurei a mão dele.
Dentro do avião ficamos de mãos dadas e estava tenso que não conversamos sobre nada.
Eu estava muito nervosa e com muito medo mais eu estava preparada para rever todos.
Enfim chegamos, vamos direto para a escola sweet amoris, não a via ninguém presente no pátio e nos corredores apenas a diretora que nos viu e venha a nós.
— como vai, fany , como vai usui? — sorriu — o que faz te rever aqui?
— eu vou voltar a estudar aqui, senhora diretora — respondi.
— eu estava esperando por isso fany, seja bem vinda novamente — mexeu no cabelo e virando — só falta assinar novamente.
— sim, obrigada — me virei ao usui — deixe comigo, usui. Pode ir.
Ele não disse nada, ele me compreendeu e saiu.
Assinei e fui para o quarto que já foi meu e voltou a ser. Nem akemi e melissa estavam presentes. O silêncio nunca ficava na stweet amoris, sempre havia algo fazendo barulho.
Fui para o pátio a onde todos se encontrava na hora do recreio. Tocou o sinal do recreio e eu fiquei parada esperando eles aparecerem.
Vi a sombra de todos perto da árvore vinda a mim, eu respirei fundo.
Apareceu todos até a Sophie, mia, ambre e Samira. Estavam meio desanimados até me verem e ficarem surpreso. Único que não estava presente era o nathaniel.
— FANY — disseram juntos surpreso.
— desculpem, eu fugir de vocês — meus olhos começaram a lagrimejar — eu fui uma idiota, me deixei levar achando que poderiam ser felizes e fugir como uma covarde. E eu teria ter ficado, eu não deveria ter escondido da melissa isso.
— você ficou enganada fany, todos não se separamos, únicas pessoas que ficamos conversando foi com os nossos namorados — gritou a akemi .
— a gente se separou por que sentimos sua falta e se ficaríamos juntos iria ficar pior — disse alexy e samira.
— eu não fiquei chateada por causa que beijou o castiel — melissa venho a minha frente — mais sim por que você tinha essa culpa te pesando dentro de você te fazendo sofre. Eu sei que você só faz as coisas para ajudar.
— você me ajudou — mia e armin disseram.
— nós não tariamos juntos — lysandre e akemi disseram.
— você me deu coragem para me confessar — Sophie e kentin.
Todos vieram me abraçar.
— fany percebe que ninguém te odeia ? — venho o nathaniel.
Todos saíram deixando eu e o nathaniel sozinhos.
— todos os dias fiquei te esperando aparecer na sala dos representantes ou abrir a porta da sala de aula sorrindo, vindo a mim me abraçar e beijar — ele me abraçou — sussurra no meu ouvido que me ama, fazendo o homem mais feliz.
— nathaniel... — ele me interrompeu.
— única que quero agora é ficar ao seu lado, fany — ele se afastou — não me deixe.
— estou vendo, que o amor de vocês não mudaram — sorriu.
— obrigado usui — virou se o nathaniel.
— ela é como minha irmã mais nova — sorriu novamente e me olhou — mais se você deixa lá escapar de novo, eu vou fazer ela vai ser minha.
Ele se virou indo embora sem deixar eu dizer algo para agradecer. O nathaniel virou novamente para mim e Ele colou seus lábios contra o meu e me deu um beijo mais profundo que parecia ser magico, o beijo que era para ser inesquecível, um beijo que não quero esquecer.
— não deixarei escapar de mim novamente, fany — voltou a me beijar.
Esse era o meu recomeço juntos com meus amigos e meu namorado.
Fim?
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