Notas iniciais
leiam, esse ta muito legal.


olhei para trás e castiel, um garotos de cabelos vermelhos com aquele sorriso que encanta todos, menos eu que sei como ele é.
— melissa, eu acho que ele veio te ver. — apontei o dedo para ele atrás de mim.
— sempre gentil, garota — sorriu.
— eu não vou atrapalhar — me levantei — sentar, aí.
somos amigos um pouco antes de conhecer melissa minha amiga e a namorada dele.
— eu também vou — akemi se levantou.
lysandre chegou com seu cabelo praticamente brancos e seus olhos bicolor verde e mel abraçou akemi gentilmente.
— ola pra você também lysandre — brinquei — há há hoje não vou ficar como vela.
— não vai fica conosco ? — perguntou lysandre.
— eu vou na rua, como aqui não tem o biscoito que gosto...sabem que sou teimosa — ri dando até logo.
como hoje é sábado a rua ficar deserta cheio de becos sem saída( lá é onde ficar portas de fundos dos apartamentos e lixeiras)
— enfim cheguei — parei em frente a um mercadinho.
parecia mais mercadinho de posto de gasolina que tinha poucas prateireiras de doces e biscoitos, mais bebida alcoolica do que refrigerante. fui em direção a bebidas, peguei a coca mais gelada e um biscoito doritos, o problema é que minha mão ficar um pimentão laranja(se é que existir).paguei, em dois segundo sentir alguém me seguindo tentei apressar os passos, ele fez o mesmo. de repente uma mão quente agarrou meu braços, me puxou para um beco pouco escuro, dava para ver a forma masculina, nem tanto.
assustada tentei dar um grito, porém sua mão estava tapando minha boca.
— desculpe — tirou sua mão — estar segura agora.
— se...segura? com...com um estranho? — gaguejei com medo.
— eu não sou um estranho — discordou da palavra estranho, em direção a luz mostrou sua face.
— nathaniel — falei surpresa.
— veio a mim e abraçou — desculpe por ter fazer sentir medo.eu queria te proteger daquele cara.
— como soube que estava sendo perseguida? — perguntei um pouco aliviada.
— eu soube por que a biblioteca que leio livro é em frente o mercado, vi o seu reflexo no vidro, então quando saiu um minuto depois o cara foi atrás, eu sabia que tinha algo errado e fui atrás por sorte aquele beco tinha saída, então entrei la e pensei em te puxar para te esconder.— deu uma pausa com um abraço forte — fico aliviado conseguido ter salvar.
— obrigada, nathaniel — retribui aquele abraço. começou a sair gotas dos meus olhos.
ele se afastou um pouco para colocar sua mão em meu rosto secando com seu dedo suave.
— eu posso te levar? — perguntou.
" vamos, amiga. essa é sua chance!" se alegrou meus pensamentos.
— não se incomode, nathaniel — me virei para ir embora, nessa hora nathaniel segurou minha mão — o que foi
— é muito perigoso, é melhor eu te acompanhar — opiniou.
— você quer mesmo ? — perguntei contento a minha alegria.
— sim,por favor — voltou a sorri — eu sou seu amigo, não é?
— eu também acho que sou sua amiga — sorri — vamos.
no caminho da escola, não dissemos nada, além dos meus pensamento quase explodindo de alegria.
paramos em frente ao colégio e começamos a rir.
— se esquecemos — nathaniel riu — que iramos para o mesmo caminho de qualquer jeito.
— é mesmo, deve ter sido pelo nervosismo da gente — me corrigir — o meu.
— eu também! eu ainda estou nervoso — afirmou ficando envergonhado percebo pelo seu olhar olhando para o lado.
sem dizer mais nada vamos separados pelos dormitórios.

no outro dia viz o mesmo, desse vez preparada
"spray de pimenta, arma da mamãe."pensei sorrindo.
sentir um mão fria me puxa, dessa vez não era nathaniel, só podia ser homem da mesma forma masculina.
" que azar, meu spray caiu no chão' pensei logo depois de pegar o spray e deixa lo cair.
— se lembra de mim, gatinha? — perguntou com uma mão no meu queixo e ao outra emparelhando minha passada de fugir.
— não!quem é você? por que me segue? — uma perguntar atrás da outra.
— sou dake — ficou vermelho — você sabe que na praia, eu gostei de você, então me mudei para mora com meu tio bóris e só te conheço.
— ata, o pervertido da praia, que susto — ainda com pouco com medo, ele é meio...que...abusado.
— gatinha, eu quero que você me acompanhe na entrada da escola — pegou no fio do meu cabelo — por favor me espere na entrada amanha as sete horas.
— você vai estudar na sweet amoris?— perguntei em duvida.
— é — afirmou com um sorriso.
— esta bem! — suspirei — agora preciso ir, tchau.
me afastando, ele me puxou e me deu um abraço.
na manhã, sair da quarto devagar as seis e quarenta minutos não passinho de pena. claro, que me arrumei mais cedo, eu praticamente prometi para o dake.
as sete hora em ponto ele chegou, parecia um rockeiro e formal com calça preta parecida com do castiel e a blusa com gravata parecida com o do nathaniel, mas sem manga.
— agora sim, parece um aluno — brinquei.
— feliz por te gostado, gatinha — segurou meu queixo com uma e a outra mão na minha mão.
— por que estar segurando a minha mão — perguntei.
— eu ficarei segurando sua mão, gatinha — sorriu — se lembra quando se afogou e eu te salvei.
— você ta dizendo que segura a sua mão é a minha gratidão? — perguntei indignada.
— sim gatinha.— respondeu me virando em direção a frente da escola e sussurrou no meu ouvido — preparada,gatinha.
— esta bem — respirei fundo e avisei — não diz que sou sua namorada.
— vou pensar... — respondeu com um sorriso.
nós entramos e todos encararão a gente.

Notas finais
comenta ae, vai !!!não vai tirar pedaços .só vai deixar autora muito feliz