representative, I Love You

11 Capítulo 6 final chocante parte


Notas iniciais
gente! demorei mais ae ta a primeira parte do final.

Me distanciaria de vez de todos, a pior coisa é machucar de quem amo como eu fiz me fazendo uma trairá ainda mais agora que descobri o que desejava a muito tempo.

— desculpa pessoal — levantei.

indo para armário peguei minha mala e joguei minhas poucas nela que coube todas, teve um que me vez lembra do dia que estava no banco, né sabia que tinha trazido. Essa lembrança além de me fazer sorri me trás tristeza por te machucado o nathaniel.

levei um susto quando Armin apareceu.

— o nathaniel... ele me disse — se apoiou na porta de armário cansado —você ta bem?

— sim, muito — menti sorrindo.

— você vai embora? — reparou na mala.

— sim, todos estão sofrendo muito — mexi no quarto guardando tudo que é meu —

— mentira — gritou me espantando em mexendo seu cabelo negro negativamente — ninguém ta, eu não to, você se esqueceu os nosso momentos bons, você sempre me ajudava e ainda me ajuda.

— como eu iria esquecer, mesmo assim eu deixei a melissa mal pelo meu egoísmo de ajudar — falei no mesmo tom um pouco baixo por causa da dor no coração.

— você tentou ajudar, como me ajudou com a mia — apertou seu vídeo game deixando lágrimas caírem.— e eu agradeço muito, eu vivo grudada nela agora.

um sorriso por dentro soo.

—concordo permanente com ele — entrou mia com breve sorriso — eu também tenho que agradecer

— pare! — gritei fechando a mala — obrigada pelo consolo. eu já vou indo não quero me atrasar, meu voo sairá daqui a pouco. tchau mia, tchau alexy.

passei por eles com uma dor emersa, andei o mais rápido possível eu não queria encontra ninguém.

para piora aparece sophie, melhor amiga de ambre.

— estou com pressa — tentei passar mais não consegui,a força que tem não é comparável com a sua aparência.

— hé hé, como dizem....— riu dos seus pensamentos — não se julga o livro pela capa e sim pelo conteúdo.

— eu não sou você,sophie —novamente tentei passar.

— eu sei, eu nunca trairia uma amiga — riu.

— eu vou me atrasar — conseguir passar, mais outro problema venho tona.

— obrigada sophie, vamos levar ela para o esconderijo — riu segurando o meu braço e sophie o outro — mia e samira sumiram do mapa temos que fazer sozinha esse trabalho sujo.

eu senti que merecia o pior, nê tentei falar algo.

em um corredor estranho, era o porão que castiel e lysandre tocava.

— finalmente chegamos! —exclamou ambre — você é muito pesada.

— e daí, você que me trouxe — acabai provocando ambre.

sophia sair rapidamente do porão.

— é pra te dar lição que tu merece — levantou sua mão me lhe dando um tapa — sou eu que posso deixar meu irmão triste, mais você... magoou de verdade de me doer o coração. vejo ele chegar em casa preocupado com você dizendo " queria pode te consolar, eu vejo no seu olhar sua tristeza quando fica sentada naquele banco"

uma hora depois sophie volta com minha mala na mão.

— ambre, trouxe as malas, ninguém suspeitará que fany ainda estar aqui. — avisou largando a mala num canto.

— pode ir embora — mandou apontando para porta.

— tchau— falou em coro sorrindo.

— terminou posso ir? — perguntei, eu não ligaria se sofresse mais.

— Eu amo meu irmão, eu não vou te perdoa — começou a dar tapas.

No terceiro tapa cair no chão, quase chorando.

— eu não preciso do seu perdão e de ninguém — minha coragem em encarar ambre se esgotarão em magoas.

— eu vou dizer uma coisa antes de terminar a sujeira — se ajoelhou na minha frente — eu sou agradecida por me ajudar pela meu machucado, eu só tinha e tenho ciume de você por que amo meu irmão.

— você é aquela garotinha de bicicleta que caiu? — ela afirmou com a cabeça —

— vou me arrepender de ter bate, por te me ajudar mais não pelo nathaniel — levantou a mão, eu fechei meus olhos — como ousa?

abri meus olhos , vi o kentin a segurando. "Agora que eu não vou conseguir ir embora" pensei angustiada.

— Ambre chega, olhe para ela já estar bastante machucada — seu olhar raivoso lançou para ambre.

— me soltar, eu só dei o que merecia — se levantou soltando seu braço de kentin.

— ele me obrigou a contar — mentiu dando uma risadinha —

— sempre cair no olhar que ele faz — brigou ambre.

— há há — riu nervosa, sabendo que ambre estava correta.

— foi pura sorte de sophie me contar o que estava rolando aqui — kentin segurou meu braço me levantando para cima.— você está bem?

— não, não estar — não conseguia mentir para o kentin, meu amigo do fundamental.— esses tapas não melhoraram minha dor no coração.

andando em tropeços por causa do tombo da dor do rosto e apoiando na parede peguei minha mala para ir embora chega melissa me olhando com tristeza em seu olhar em seguida a samira, armin, alexy, mia e o lysandre.

percebi que a reação de lysandre estava diferente do normal, seus olhos estavam quase transbordando de lágrimas.

"todos estão assim por minha causa, eu vou ser uma covarde e sair dessa escola, pelo menos ninguém sofrerá por minha causa" pensei antes de dizer algo.

— estou farta de todos vocês — " me perdoem pessoal" — eu sou uma pessoa cruel por que se importaria comigo... eu não preciso de apoio por causa daquele beijo.

mostrei meu olhar de raiva e odío por fora escondendo meu olhar de tristeza por dentro.

me recompus a postura fingindo que tava bem e sair dali, olhei para trás e vi todos abraçando quem estava ao seu lado, fechei meu olhos rapidamente e virei subindo rápido os degráus do porão.

" por favor Deus não deixem que o nathaniel nem o castiel ou a akemi me vejam." pedi indo ao corredor principal.

reparei que olhares lançaram para mim. No pátio pude ligar para minha mãe.

— alo — a voz da minha mãe estava roca — filha é você?

— sim, mamãe, você ta bem? —minha mãe tossiu.

—só estou gripada, por que me ligou? — estranhou por que só mando email .

— mãe, eu vou voltar para casa — respondi.

— por que essa mudança repentina ? — ficou surpresa.

— mamãe, me cansei dessa escola, não gosto do pessoal — mentir tentando conseguir autorização.

— riu entre tosses — que mentira cabeluda, filha.

— mãe...— me interrompeu.

— eu vou deixar mais na próxima...— autorizou.

— eu sei mãe, vou pegar o voo e te aviso quando chegar — desliguei depois de ela dizer até logo.

por sorte em frente ao colégio o senhor parou o táxi para ver o pnêu.

— senhor, pode me levar até o aeroporto — com a mala na mão sorrir.

— sim,senhorita — o senhor de cabelo grisalhos e olhos preto guardou minha mala no porta mala.

— obrigada senhor — me sentei em frente a janela.

" espero que alegria rodei pelo colégio, felicidades pessoal" dei esperança para que eles esqueçam o que fiz e sejam felizes.

o senhor me olhou estranhando minha feição, tirei meu rosto apoiado no meu punho.

— senhorita, você quer volta? — perguntou e apontou — tem um retorno ali na frente.

— não precisa, eu só caminho para frente.— respondi com um sorriso.

sorriu e voltou a presta atenção atenciosamente ao transito. em uma hora chegamos, paguei o preço que me comprara e agradeci.

realmente o distino queria me longe dali, já que o primeiro voô era a minha partida. faltava dois segundo tinha que me apressa em pagar a passagem e entra no avião.

"hoje é meu dia de sorte" olhei para fila e estava completamente vazia.

— senhorita — me chamava a moça do balcão

— desculpa! o avião estar lotado? — perguntei ao me virá novamente para fila.

— sim muito, só no final de semana que não, a maioria escolhe esse estado — respondeu com riso no rosto. — aqui estar,boa viagem.

— obrigada, boas vendas.— sorrir.

— senhores passageiros, o avião 152,falta dez minutos para decolar — ouvir o comunicado no auto falantes.

ao ouvir me apressei.não esperara que o avião estivesse cheio.

sentei perto da janela na ultima fileira no lado de um adolescente olhando para o jornal que tapava seu rosto por completo única coisa a ser vista era seu cabelo que me lembrava o do nathaniel.

Notas finais
os proximos capitulos são especiais como chamo grande especial.