nas sombras de Hogwarts
7 Cap. 7- primeira aula
Notas iniciais
Elsa e Rapunzel chegaram na sala de Minerva para ter a primeira aula de transfiguração, Elsa se sentou do lado de Jack e Rapunzel do lado dela então, pegaram o material e esperaram a professora. Corvinal inteira estava na sala quando chegou a casa de Sonserina e sentou-se na outra mesa, teriam aula juntos. Minerva entrou na sala e subiu no pequeno degrau em frente à sua mesa.
Pov. Elsa on
Minerva nos explicou como funcionavam as aulas de transfiguração e nos deu um livro para pesquisar sobre o assunto. Então ela se transformou em um gato e subiu em sua mesa, pude ver que dois alunos Sonserinos estavam rindo e olhando para mim e para Rapunzel.
– quem são? – perguntei à Punzie que olhou e fez uma expressão surpresa.
– Hans e Astrid. Ignore-os.
– por que estão rindo?
– eles são assim mesmo. Zombam de todos que tem oportunidade.
– por que fazem isso?
– são puros-sangues. Bruxos legítimos, então não gostam dos outros alunos de raiz trouxa, principalmente Lufa-Lufas.
– meus pais são bruxos. Mas meu avô era trouxa.
– minha mãe é bruxa, mas meu pai não. Ela se apaixonou pelo rei de Corona e ele sabe sobre Hogwarts.
– todos os Sonserios são sangue-puro. Por isso que são metidos assim. – ela empinou o nariz.
– senhor Westergraad e senhorita Hofferson, têm alguma coisa para compartilhar com a classe? – disse Minerva.
– não senhora, eu e Astrid estávamos falando sobre sua matéria. – mentiroso.
– e precisava rir? Concentrem-se nos seus afazeres!
Não resisti, dessa vez fui eu quem soltou uma risada. Mas foi baixa, então Minerva não escutou, quando eu e Rapunzel terminamos as pesquisas, demos uma ajuda à Jack que estava um pouco enrolado.
– não entendi.
– não entendeu o que?
– como a pessoa pode se transformar em meio-tubarão? – disse Jack apontando para o feitiço do livro.
– eu sei lá, só copia. – eu respondi – não é tão difícil assim.
– ok, mas eu vou só copiar, isso é uma loucura.
– entendo plenamente. – disse Punzie. Então começamos a rir.
Entregamos as atividades e fomos para a aula de feitiços. O professor é Fílius Fitwick e nos sentamos na mesma posição, mas agora nós teríamos aulas com Lufa-Lufa, pude ver Hic e Flynn sentados no mesmo lado.
– bom dia classe, eu sei que ontem foi uma noite difícil, por isso hoje vamos aprender um feitiço para espantar dementadores.
Jack deu um sorriso para mim e eu o retribuí.
– primeiro vamos ver a aparência de um dementador. – ele disse alguma coisa e um dementador falso apareceu na frente da classe, mas muitos não entenderam o truque e ficaram assustados.
– calma, calma, não é de verdade, é uma representação. Então... os dementadores possuem dois metros e meio de altura e usam uma capa que só deixa suas mãos expostas. Eles não possuem face, apenas uma pele esticada em torno do rosto.Sua classificação no Ministério da Magia é XXXXX, ou seja, não é possível domesticar, são invisíveis a trouxas, são usados como guardas da prisão de Azkaban, se uma pessoa foi atacada por um dementador, sem ter sua alma sugada, chocolate é um bom meio para repor as energias.
Eu queria ter comido chocolate, mas nunca é bom ter sua alma sugada por um dementador.
– um tipo de feitiço para espantar dementadores é Expecto Patronum, que conjura uma pantera branco-prateado que pode ser controlada pelo bruxo, mas em alguns casos, sai uma luz forte meio azulada da varinha, mas é muito difícil, esse feitiço só pode ser realizado se o bruxo estiver pensando em algo feliz na sua vida. – ele olhou para Jack.
– mas senhor. – disse Suzanna. – nós só aprenderemos esse tipo de feitiço no quinto ano!
– eu sei, mas estou ensinando para a segurança de vocês. Apenas o que precisam saber. Agora repitam mas sem a varinha, Expectro Patronum!
– Expectro Patronum – todos.
Olhei para Jack, ele não parecia muito concentrado, já que sabe esse feitiço. Uma dúvida surgiu em minha cabeça e resolvi perguntar:
– qual foi sua lembrança feliz? – perguntei cochichando para Jack e senti seu rosto corar.
– eeh... depois eu te conto. – ele falou meio sem jeito.
Então continuamos a repetir até todo mundo conseguir falar aquilo direito. Acabou a aula e tivemos um intervalo antecipado por ser nosso primeiro dia, indo para o intervalo eu encontrei com o Jack e fiz a mesma pergunta:
– e aí? Qual foi sua lembrança feliz, que salvou minha vida? – acho que fui um pouco irônica.
Ele corou de novo e parecia que iria gaguejar.
– hm... eh... sabe aquele dia lá no trem? Em que eu conheci vocês? – ele deu uma ênfase em vocês, eu não entendi, mas se fosse Anna diria que ele está se referindo à mim. – foi essa a lembrança que salvou nossas vidas. – ele deu um sorriso de lado e agora eu que me corei.
– muito obrigada por nos conhecer então. – eu disse e ri. Pensei em abraçá-lo, mas seria estranho no meio de tanta gente.
Continuamos andando até encontrar Anna, Merida e Rapunzel.
– onde está o Kristoff? – perguntei para Anna, ela entendeu a brincadeira mas não compreendeu como eu fiquei tão divertida de repente (senti isso no olhar dela).
– hmm, está com o Hiccup, mas por que a pergunta?
– é que eu vi você desmaiada ontem... aí resolvi perguntar... de curiosidade. – ela me fez perder o jeito, e a graça da piada.
– e você e Jack? O que estavam falando ali no canto... ou é pessoal? – ela olhou para DunBroch e para Punzie, que ambas riram. É, ela sempre teve as melhores piadas.
– hm, nada. Apenas fiz uma pergunta. – olhei para Jack que também riu. – sobre os dementadores.
– uhun, sei. – falou Flynn se aproximando. – vi você espantando aquelas coisas ontem. Como fez aquilo? – ele perguntou para Jack.
– ah, meu tio que me ensinou aquilo, nada de mais.
– nada de mais? Você acabou com eles! – disse Kristoff vindo em nossa direção com Hiccup.
Kristoff deu um pequeno tapa nas costas dele, daqueles de quando se cumprimenta uma pessoa e saiu com Jack, Flynn e Hic. Fiquei sobrando ali e fui até as meninas.
– já voltou? E o Jack?
– foi ali com os... – fiquei quieta quando percebi que era uma piada. E obviamente, todas riram.
Conversamos até dar o horário da próxima aula.
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