nas sombras de Hogwarts
5 Cap. 5- conhecendo Corvinal
Notas iniciais
A turma de Elsa, Rapunzel e Jack foi acompanhada por um veterano da mesma casa chamado Grimbord Rexter, um garoto alto de cabelos castanhos e olhos verdes com algumas sardas, subiram as escadas e viram que algumas se mexiam. Assustada, Bonnie Polister, uma aluna da Corvinal, perguntou à Grimbord se aquilo era comum.
– é sim, isso é normal aqui em Hogwarts. Vai ter de se acostumar.
Seguiram então até uma torre do lado oeste da escola em direção á uma porta no topo de uma alta escada em espiral, nessa porta havia uma aldavra de broze encantada com o formato de uma águia e ao lado, a estátua de mármore de Rowena Ravenclaw. Grimbord bateu na porta e a águia disse:
– mantém sempre o mesmo tamanho, não importa o peso?
– uma balança.
A porta se abriu e pôde-se ver o lugar, que todos acharam muito bonito, O teto é ornamentado com estrelas, as janelas são em forma de arco e apresentam uma bela vista para as montanhas, bem como o terreno da escola: o lago, a Floresta Proibida, o campo de Quadribol e as estufas de Herbologia. No tocante aos dormitórios, localizam-se em torres fora da torre principal. As camas de dossel são cobertas em edredons de seda azul céu.
– o dormitório masculino fica à esquerda e o feminino à direita, suas coisas já foram levadas à seus quartos. Se precisarem de mais alguma coisa, falem com o diretor da Corvinal Fílius Fitwick. Tenham uma boa noite.
Pov. Elsa on
Subimos até nossos dormitórios onde nossas coisas já estavam do lado de nossas camas, haviam cinco camas é claro, para cinco pessoas. No nosso quarto ficamos eu, Punzie, Bonnie, Suzanna e Catherine. Bonnie era uma garota alta de cabelos loiros, olhos castanhos e usava um óculos preto muito bonito. Suzanna era um pouco mais baixa com um longo cabelo castanho e olhos verdes bem claros, também tinha algumas sardas no rosto, era irmã de Grimbord. Já Catherine era ruiva com cabelos lisos e olhos azuis como os de Jack.
De baixo do edredom de Rapunzel saiu um pequeno camaleão verde que parecia ter sido acordado de um longo sono, o nome dele era Pascal e era muito fofinho, minha coruja, Olaf, estava acordada em sua gaiola. Catherine tinha um gato branco chamado Dusty, ela adimitiu que tinha uma paixão por gatos então Punzie a deu o apelido de Cat.
– awn! Que fofo! Qual o nome dele? – Punzie.
– Dusty. É o mais fofo que já vi! – Catherine.
– tem razão. É uma gracinha. – Suzanna.
– uma fofura. Mas agora vamos falar de vocês. De onde vêm? Eu sou de Londres. – Bonnie.
– eu sou de Corona. Na verdade... princesa de Corona, na Alemanha – Rapunzel.
– tenho que admitir... também sou uma princesa. Princesa Elsa de Arendelle, na Noruega – eu.
– hm... eu não sou uma princesa, eu e meu irmão somos de Weselton, também na Noruega – Suzanna.
– todas vocês são da Europa pelo jeito. Eu sou de Seatle, nos Estados Unidos. – Catherine.
– gente, pelo horário já são 11:16 horas! Nós temos aulas amanhã cedo, se nos atrasarmos Minerva vai nos transformar em penas para seu chapéu.
Nos deitamos em nossas camas, e pelo silêncio, percebi que todas haviam dormido. Eu ainda estava acordada olhando para a janela, observando o céu, estava maravilhoso com um tom de azul acinzentado e com muitas estrelas e... sombras? Me levantei da cama e fui até a janela, deu para notar uma grande fumaça negra vindo da floresta proibida, encostei o rosto na janela que estava um pouco gelada, forcei a vista para poder ver melhor aquela nuvem negra... MAS O QUE? Aquela sombra preta agora tinha tomado várias formas como algo encapuzado que flutuava por ali, um deles bateu na minha janela, não resisti e gritei.
– AAAAAAAAH!!
Todas as meninas acordaram, Suzanna olhou pela janela e não demorou muito para tirar uma conclusão:
– dementadores!
Descemos as escadas dos dormitórios até o Salão Comunal onde pude ver que haviam outros alunos, a Dama Cinzenta e o diretor Fílius tentando acalmar os alunos. Punzie e as outras me acompanharam até onde ele estava, eu tremia e gemia, estava gelada mesmo sem sentir frio. Um pouco mais longe pude ver Jack ajudando Grimbord e Rodrick que quase tinham sofrido o ‘beijo do dementador’, me deitei no sofá da sala pois já estava gelada em proporções extremas, olhei para cima e reparei que estava começando à nevar por dentro do local, eu já sabia o que estava acontecendo. Então tornei a observar o Jack e vi que ele não estava assustado, estava olhando em volta do salão como se soubesse que aquilo estava sendo causado por alguém.
– o que é isso? – perguntou Fílius – não conheço esse feitiço.
Então me encarou por alguns segundos e viu que eu estava chorando, me deu a mão e perguntou:
– o que foi querida?
– essa nevasca – apontei para cima – sou eu.
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