“ – mãe eu sou gay! ’’
10 Capitulo 8 E aquela coisa continuou I
Notas iniciais
Liguei para o Ming e pedi para ele vir me buscar, dentro de meio hora ele chegou numa Kawasaki preta.
– Oi – Diz ele tentando me beijar.
–O que você tá fazendo?- digo afastando meu rosto do dele- alguém pode ver, minha mãe tá em casa.
Ele me olha sério, franze o rosto.
– Quando é que você vai me assumi hein? Eu tô cansado de me esconder da sua família, quero ter um namorado pra sair em publico, beijar sem me importar com os outros, não quero um namorado que tem vergonha de mim, que tem medo do que os outros vão pensar! — diz olhando nos meus olhos.
– E- eu... me desculpe– falo olhando para o chão.
–Sobe!- diz ele me entregando o capacete.
– Onde nós vamos?- pergunto segurando em sua cintura.
– Espere e verá!– diz me lançando um sorriso safado.
Paramos em frente á um parque enorme, tinha um jardim todo florido, o caminho era iluminado por lanternas de papeis, quando chagamos no centro Ming tirou sua mochila das costas tirou uma toalha, estendeu no chão.
–Teremos um piquenique!- digo sorrindo
Ele estendeu a toalha no chão, tirou algumas fruta, sucos, queijo e uma garrafa de vinho, olhou-me bem dentro de meus olhos, meu coração disparou, me puxou pelas mãos e colou nossos lábios, foi um beijo calmo, exploramos cada pedaço da boca um do outro.
Paramos de nos beijar e ficamos com as nossas testas coladas.
–Desculpe por ter me irritado mais cedo.
–Tudo bem. – digo – Prometo que nas férias contarei aos meus pais.
Sentamos, ele abriu o pote de morangos, deu uma mordida e nos beijamos de novo, fomos comendo cada coisinha devagar, deixamos o queijo e o vinho por último.
Estava na segunda taça de vinho e já estava tonto. Deitamos sobre a toalha, minha cabeça sobre o braço dele, começamos a trocar carícias, Ming se inclinou para cima de mim, beijava meu pescoço, mordiscava minha boca, de repente sua mão vai por debaixo da minha camisa, ele começa a apertar meus mamilos.
–Ahh– gemo sem conseguir me controlar.
Suas mão descem entram em minhas calças, quando penso em protestar, Ming aperta meu ‘falo’.
–E-e-espera– digo já perdendo a compostura – não vamos fazer isso aqui em lugar aberto, vamos pra sua casa; ele assenti levantamos arrumamos nossas coisas, e fomos pra casa dele.
Quando chegamos, mal descemos da moto e Ming começou a me agarrar, pegou a chave abriu a porta e fomos subindo as escadas entre beijos, entramos em seu quarto, começamos a nos despir, fui jogado na cama com certa brutalidade, ele sentou sobre minhas pernas.
Botou as mão dentro da minha cueca e começou a me massagear.
–Ahh– gemia – vai mais rápido.
–Menino apressado- ria ele de mim.
Ele enfiou meu falo -que era menor do que o dele com toda certeza- na boca começou chupar, o prazer era tanto que me contorcia, já nem pensava direito, falava coisas desconexas.
– Ming p-para e-eu vou...- gozei em sua boca.
–Minha vez – disse enquanto trocávamos de posição.
Massageei seu falo de vagar, torturando-o um pouco, enquanto isso mordiscava seu pescoço, subindo até encontrar seus lábios, fui descendo até encontrar seu ‘‘bebê’’, lambi toda sua extensão beijei a ponta e depois enfiei tudo na boca.
–Mais forte!- dizia ele- você é bom nisso bebê!
Então ele agarra meu cabelos e força mais minha cabeça, até eu engasgar, mais algumas chupadas e ele se derrama em minha boca.
Ming me põe debaixo dele afasta minhas pernas, beija minhas coxas, ele se afasta um pouco abre uma gaveta e tira lubrificante e um pacote de camisinha.
Congelei na hora, nunca tinha feito sexo na vida, claro que já vi muito pornô, e fanficts yaoi.
–E-eu sou virgem– digo escondendo meu rosto entre as mãos.
–Eu sei prometo que serei cuidadoso.
–V-vai doer?
– Não vou mentir vai doer sim mas prometo que depois melhora, confia em mim ok!
Ele afasta mais as minhas pernas pega o lubrificante e espalha um pouco sobre meu orifício, logo depois introduz um dedo, me senti um pouco desconfortável, e assim segui dois três dedos, depois que eu já estava preparado– na mente dele é claro, põe a camisinha e começa a entrar em mim.
–P-p-para!.. dói muito!- já tinha um pouco de lágrimas nos olhos.
–Só confie em mim– e introduziu mais e mais até estar todo dentro de mim.
Já estava chorando de dor, ele permaneceu parado, me beijando, tentando me distrair.
–Posso me mexer?
Assinto e então ele começa a se mover de inicio devagar, depois foi acelerando, a dor já era mínima e o prazer foi se intensificando..
Nossos corações batiam acelerados, estávamos ligados, naquela hora éramos um só.
[...]
Na manhã seguinte acordei com muitas dores no corpo, dores na cabeça.
– Ming, acorda.- Chamei, tomando o seu cobertor.
– Droga, Rafa, tá cedo ainda.- Ele disse, encolhendo-se na cama pondo o travesseiro em sua face.
– Levanta! Eu não tô de brincadeira..
–Se meu pai soubesse o que nós fizemos, ele me mataria com certeza.
– Ele terá que aceitar um dia pois pretendo me casar com você!.- Falava enquanto se sentava na cama, pondo a mão na cabeça, evitando olhar para a janela.
Levantamos e fomos tomar banho juntos. Depois Ming me deixou em casa, precisava me preparar para as férias, de como contar pra eles que sou gay e que namoro meu melhor amigo.
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