Notas iniciais
Realmente eu acho que essa sinopse não está fazendo nenhum sentido com a história, então se alguém tiver uma ideia de uma, por favor, fiquem á vontade para mandar. Bem, desculpem pela demora estou sem tempo. No mais, boa leitura.

Sam acordou se sentindo bastante cansada, ao se mover na cama sentiu uma forte dor, vinda de seu abdômen, novamente pensou que deveria ter sido da queda do dia anterior. Levantou um pouco sua camisa olhando a região, porém não havia nenhuma pancada ou algo do tipo. Seguiu caminho até o banheiro, porém foi interrompida por seu celular. Caminhou devagar e encontrou o aparelho, olhando no visor viu que era sua irmã.

" Sam! " — Disse Melanie com um gritinho, fazendo a loira retirar o aparelho um pouco do ouvido.

Sam: Hey Mel. — Disse a loira desinteressada.

" O Tyler me pediu em casamento! " — Disse a loira com outro gritinho de felicidade.

Sam: Parabéns. — Disse a loira.

" Nós vamos nos casar em Seattle, o Tyler já fez reservas em um hotel próximo do Bushwell, e você, Freddie, Carly e Gibby serão meus padrinhos e madrinhas. "

Sam: Isso meio que... não vai dar certo, Mel. — Disse a loira.

" Porquê ?! " — Perguntou a loira.

Sam: Eu e o nerd não estamos em um bom momento. — Disse com um tom fraco.

" O que houve, Sammy ? " — Perguntou a gêmea.

Sam: Primeiramente não precisa ficar com pena de mim e me chamar de " Sammy ". A louca da mãe do nerd chegou lá e resolveu ficar. E daí você já pode ter uma ideia do que aconteceu. — Disse.

" Onde você está ? " — Perguntou.

Por um momento, Sam pensou em não dar o endereço pra sua irmã, porém acabou cedendo. Melanie afirmou que chegaria no máximo ás 21:00h porém Tyler só viria no próximo dia devido a assuntos de trabalho. Continuou o caminho até o toalete e tomou um rápido banho evitando que a água molhasse o machucado. Terminou de vestir uma roupa, e enquanto secava seu cabelo com uma toalha, a campainha tocou, e ao abrir se deparou com Brad carregando uma sacola na mão.

Brad: Bom dia, blondie. — O loiro deu uma pequena balançada na sacola e Sam percebeu pelo logo do saco que era da farmácia.

Sam: Sério ? Você veio até aqui apenas pra fazer um curativo ? — Disse a loira.

Brad: Também pensei que você quisesse uma carona. — Ele disse apontando pra mão da loira. — Não deve ser fácil pilotar com a mão cortada. — Ele continuou dando um sorriso.

Sam: Tudo bem, você venceu. — Ela disse se afastando da porta em uma posição de rendição soltando uma pequena risada e liberando passagem para Brad entrar.

O loiro passou diretamente para cozinha enquanto a loira terminava de arrumar seu cabelo. Depois que cortou a gaze e o esparadrapo, Sam chegou na cozinha e apenas estendeu sua mão. O loiro decidiu seguir o conselho do farmacêutico, e deixar os dois lados do corte juntos passando o esparadrapo por trás da mão em volta do polegar, deixando assim a fita mais fixa. Apesar de estar com a mão praticamente sem movimento, Sam não falou nada a respeito.

A loira fechou o apartamento e ambos caminharam para fora do apartamento, apostando uma corrida de quem chegaria primeiro ao estacionamento pelas escadas. Chegaram ao estacionamento ofegantes, e entraram no veículo dirigindo-se ao restaurante. Enquanto Brad dirigia o loiro notou que Sam não parava de mexer no curativo que ele havia feito.

Brad: Pare de mexer nisso. — Disse o loiro.

Sam: Qual o problema, garoto dos chocolates ? — Disse a loira sarcasticamente.

Brad: O problema é que isso provavelmente deveria ter levado pontos, e já que a senhorita fez o favor de enrolar uma camisa suja no corte, talvez se você continuar a mexer isso irá infeccionar. — Disse o rapaz, porém a loira continuava a mexer. Mesmo dirigindo o loiro levou a mão até o guarda objetos do carro e puxou um saquinho de bacon importado entregando-o a Sam que rapidamente tirou a atenção do curativo.

Ao chegarem no restaurante, a loira sentiu uma pequena tontura ao descer do carro, porém se apoiou um pouco na porta e fechou um poucos os olhos. Brad que estava fechando a porta do motorista, caminhou até a loira, preocupado. Ele observou o rosto de Sam e viu que a loira estava mais branca que o normal, seu rosto estava pálido. Abriu um pouco mais a porta no qual Sam estava recostada e indicou o banco para a loira sentar um pouco.

Correu até o restaurante avisando a Gibby que Sam não estava muito bem e que iria levá-la para casa. Pensou que poderia ter sido a pressão baixa, porém não ia concluir nada até medir sua pressão. Voltou até o carro, onde encontrou Sam coberta com a sua jaqueta. Achou aquilo um pouco estranho — Seattle era extremamente quente no período da manhã — porém continuou o caminho para o apartamento da loira fazendo questão de que em cada sinal que parou, colocar a mão na sua testa. Talvez tivesse sido o bacon, pensou o rapaz.

Ao chegar no apartamento da loira, Brad abriu a porta pra que Sam saísse, colocando o braço da loira por trás da sua cabeça, a apoiando. Caminharam até o elevador do prédio, e chegaram ao apartamento da loira. Após Sam ficar sentada no sofá da sala, devidamente coberta com uma colcha que Brad havia pego, o loiro chegou a geladeira da loira, em busca de algum alimento saudável, porém não achou nada.

Depois de inúmeras discussões, Brad concordou em sair do apartamento da loira pois teria de voltar ao restaurante, porém afirmou que no horário do almoço voltaria, trazendo consigo uma comida saudável. O rapaz se despediu da loira, selando seus lábios na testa de Sam. Que mesmo sentindo dores retribuiu o gesto do loiro com um pequeno sorriso. A loira voltou ao sofá se deitando e sentindo-se extremamente cansada, porém um toque vindo do seu celular a interrompeu.

" Espero que continue do modo em que está. " – Disse a voz que parecia ser modificada por algum computador, e que novamente voltou.

Sam: Quem é ?! — Perguntou a loira rapidamente. Porém o único som que escutou em seguida foi o som da ligação encerrada. Sam sentiu raiva por estar imponente, sem poder fazer nada. Caminhou até o seu quarto e abriu uma cômoda que havia de lado da cama. Abriu o arquivo que mais parecia um dossiê, sobre o cado de Spencer. Tentou relembrar todos os detalhes daquela noite, porém sua dor de cabeça latejante, a impediu.

Ligou seu computador novamente averiguando todas as informações em que pudesse conectar os fatos desde Meião, envenenamento de Buckett e as estranhas ligações. O que havia entre Meião e Spencer, que desencadeasse a morte do seu — praticamente — irmão, e melhor amigo ? Pensou em alguma briga que tivesse acontecido com os dois, ou até mesmo vingança. Voltou ao seu computador entrando no email de Freddie e procurando em algumas pastas da conta do moreno.

Finalmente em algumas delas, havia pedidos de materiais tecnológicos da empresa de Meião para Freddie. No final dos email's sempre havia o logotipo da empresa, e prestando atenção, mesmo que por muito pequeno, dava para ler o endereço do local. Aumentou um pouco o zoom da página facilitando a leitura e anotou em uma folha de papel ao seu lado. Continuou checando alguns email's entre o moreno e Meião, porém eram sempre sobre a mesma finalidade.

Localizou o endereço do local em um site de buscas, e notou que a empresa ficava próxima ao cemitério de Spencer, o local era próprio para aquilo. Havia pequenas fazendas e uma única empresa, que naquele momento surgiu na lembrança da loira. Olhou para cima na esperança de relembrar o local, porém não obteve sucesso. Olhou em alguns sites e finalmente conseguiu a imagem. Flashs se passaram na sua cabeça, o que aumentou ainda mais a dor que a loira estava sentindo.

Apesar de Meião estar de viagem a loira decidiu ir até a empresa pra que, de algum modo, conseguisse o telefone de Michael Oliver. Retocou o esparadrapo na sua mão, apertando-o com mais intensidade do que Brad, e fechou o apartamento dirigindo-se para o estacionamento do prédio. Apesar de estar com uma pequena na dor na mão machucada enquanto pilotava a V-ROD, Sam continuou o caminho, ignorando totalmente o corte.

Ao chegar no local, estacionou sua moto, e entrou na empresa. Ao adentrar no local fora recebida com alguns olhares de desgosto de funcionárias, talvez fosse a roupa que trajava, mas também recebeu vários olhares maliciosos de funcionários. Continuou o caminho até a sala de Meião. Ao se deparar com a sala do padastro de Freddie, Sam procurou qual outra sala fica mais próxima de Oliver. Chegou em algumas das plaquinhas, onde estava escrito: " Annabeth Pirabo " . Talvez fosse sua secretária.

Abriu a porta, antes batendo e aguardando um pouco, depois entrando no pequeno cubículo, totalmente organizado por uns dos mais renomados arquitetos de Seattle. A mulher ainda observava seu computador enquanto Sam entrava na pequena sala. Quando seu olhar encontrou-se com o da loira, a mulher analisou mais um pouco reconhecendo Sam e deu um olhar surpreso, pensando o motivo pelo qual a loira estaria ali.

" Senhorita Puckett ? " — Perguntou.

Sam: Yo. — Respondeu a loira.

" Em que posso ajudar ?" — Perguntou a assistente.

Sam: Qual o telefone pessoal do Meião ? — Perguntou a loira.

" Como a senhorita mesmo disse, é pessoal, e apenas ele decide para quem dar. Mas, qual seria o assunto ? " — A loira pensou um pouco mas logo respondeu.

Sam: É um assunto de família, nós estávamos pensando em fazer uma festa surpresa para Marissa, e queria conversar sobre o assunto com ele. — Disse a loira sorrindo ironicamente, vangloriando-se da sua mentira. A funcionária ainda pensou um pouco e finalmente entregou a Sam um papel com o número de Michael.

Notas finais
Próximo capítulo será realmente um total conflito. Até o próximo.