iDoes the problem is me?
1 Capítulo Único
Notas iniciais
( Ponto de Vista Sam Puckett )
''Samatha Puckett''– Ouvi meu nome sendo chamando por uma voz grossa dentro do consultório.
Recepcionista: Venha querida é por aqui, o Dr. Freddie Benson à espera. — Disse, a gentil moça, abrindo a porta e me indicando onde entrar. Assim que entrei na sala vi um moreno, um pouco mais alto que eu, devia ter minha idade, musculoso, cabelos castanhos. Ele estendeu a mão pra me cumprimentar, olhando nos meus olhos e pude perceber que seus olhos eram da mesma cor do cabelo. Oh Deus... ele é extremamente bonito e sexy.
Freddie: Olá... meu nome como você deve saber Freddie, em que posso ajudá-la, senhorita Samantha? — Perguntou dando um sorriso de lado que minhas pernas bambearam.
Sam: Chame-me só de Sam por favor. — Pedi, educadamente. — Bom... vim aqui para fazer alguns exames de rotina.- Disse sorrindo pra não transparecer a vergonha e nervosismo.
Freddie: Ok, qual foi sua última relação sexual?- Ele me perguntou sério, enquanto anotava algo em uma folha.
Sam: Há 6 meses. — Respondi ainda tímida.
Freddie: Sentia dores nas suas relações? Ou dor ao urinar após a relação?
Sam: Não, nada. — Disse sem jeito, afinal o real motivo de estar aqui é outro, porém fico com vergonha de dizer.
Freddie: Alguma dor ou desconforto nos últimos meses?
Sam: Também não.
Freddie: Bom... passarei uns exames de sangue e como você é jovem,o exame do Papanicolau, se você preferir pode fazer com seu ou sua ginecologista ou se quiser pode fazer agora comigo.-Ele sorriu de um modo sedutor que meu deu um frio na barriga e uma pontada na intimidade.
Sam: Er..sabe o que é...- Gaguejei, xingando-me mentalmente por ser tão boba. Afinal, ele é médico.
Freddie: Não precisa ter medo ou vergonha estou acostumado com isso, diga. — Incentivou-me com um sorriso.
Sam: É que, eununcativeumorgasmo .- Cuspi as palavras rapidamente, sentindo minha pele queimar de tanto vergonha. Ele pareceu confuso.
Freddie: Eu...não entedi, fale mais devagar, por favor. — Pediu com seu sorriso de lado, que por incrivel que pareça, não me deixava mais a vontade.
Sam: E..e..eu nunca tive um orgasmo. — Contei com a cabeça baixa, devia estar mais vermelha que um pimentão.
Freddie: Ah bom, isso é normal, às vezes as mulheres ficam com vergonha, mas não é motivo para se envergonhar. E se quer saber, muitas mulheres também nunca sentiram orgasmo mesmo com parceiros diferentes. — Explicou, agora um pouco mais sério.
Sam: Eu nunca tive, não que eu saia transando por aí, mas nunca tive um. — Disse cortando-o, me achando uma boba por nunca ter tido um orgasmo. Quer dizer... será que eu tenho um problema?
Freddie: Vamos fazer o seguinte então, vai ao banheiro ali — Disse apontando para a porta dentro do consultório. — Coloque a roupa que está lá e deite na maca que eu irei te examinar, daí já faço o exame do Papanicolau. — Falou com um sorriso malicioso e um olhar brilhante e sedutor que me fez arfar.
Sam: Ah... tudo bem... ok -Eu disse levantando e indo me trocar. Quando entrei no banheiro e fui tirando a calça e a calcinha que eu estava,fui lembrando do doutor e daquelas mãos grandes e másculas, imaginei-o fazendo o exame em mim. Senti uma onda de calor subir em meu corpo, fazendo-me tremer. É melhor eu parar de pensar nisso, ele é um profissional. Mas aqueles músculos um pouco escondidos pelo jaleco branco, aquele sorriso de lado, aquele olhar penetrante, me fez pensar coisas. Pare Samantha vá até lá e faça os exames.
Sam: Pronto, estou aqui. — Eu disse saindo do banheiro e o encontrando do lado da cadeira de exames.
Freddie: Sente-se aqui, por favor. — Disse apontando pra cadeira — E abra as pernas colocando cada uma de um lado desses apoios. — Pediu. A voz grave e rouca me fez sentir arrepios juntamente com a frase.
Sam: Ok. — Eu me sentei e fiz o que ele pediu,ele colocou uma espécie de manta para cobrir outras partes. Senti um certo olhar de cobiça dele sobre mim, me arrepiei mais ainda.
Freddie: Bom, primeiramente irei fazer o exame, vou introduzir esse aparelho que se chama espéculo na sua intimidade e recolherei amostras do seu útero para os exames de rotina, logo após isso, veremos o motivo dessa moça tão bela não sentir prazer. — Disse ele pegando o aparelho, passando uma espécie e gel pra ajudar a entrada.
Sam: Ah ok. — Respondi, respirando fundo, tentando conter o nervosismo.
Freddie: Não precisa ter medo, não dói, vou fazer com o maior carinho possível. — Disse ele dando um sorriso encantador, colocando as luvas e um gel no aparelho que ele disse. Notei que não havia uma aliança em dedo. Não sei porque fiquei feliz com isso. — Bom esse gel vai ajudar para o aparelho deslizar melhor dentro da sua intimidade.
Sam:Ok — Respondi e em seguida ele tocou na minha intimidade, abrindo-a um pouco e só com esse pequeno toque já estremeci. Ele introduziu aquele aparelho e senti um pequeno desconforto com um calor no lugar e assim que ele acabou de recolher, retirou o aparelho de mim.
Freddie: Agora mandarei pro laboratório e em 2 dias estará pronto.- Disse sorrindo — Bom... vamos resolver o principal problema né. — Disse com um sorriso malicioso. — Como você disse de todas suas relações sexuais você não sentia nada, nem em outras posições?- Perguntou ele com um sorriso sedutor, cruzando os braços, fazendo seus músculos realçarem no jaleco.
Sam: Em nada. — Disse eu um pouco triste, pois de todas minhas amigas sou a unica que nunca havia experimentando essa sensação.
Freddie: Já tentou se tocar ou descobrir suas áreas sensíveis?
Sam: Sim, já tentei de tudo e nada.
Freddie: Bom... só vejo uma saída, vou te tocar e você vai ver ou sentir os lugares mais sensíveis. — Disse ele com um sorriso malicioso. Seu olhar era de pura cobiça, aquelas palavras me fizeram sentir um arrepio e um fogo só de pensar naquelas mãos me tocando.
Sam: Ahnn... ok então.
Freddie: Ok, vamos lá, vou colocar essa luva com um lubrificante, de inicio será um dedo e conforme você for sentindo prazer aumentarei, tocarei no seu clitóris também, pra ajudar no orgasmo. – Disse ele maliciosamente, passando o lubrificante nos dedos, coberto pelas luvas. Assim que ele introduziu o primeiro dedo, uma onda de prazer invadiu meu corpo e meu coração acelerou. Ele fazia movimentos de vai e vem, começando lentamente e aos poucos aumentando o ritmo, enquanto eu gemia baixinho.
Eu sentia o seu olhar de desejo, seu rosto estava levemente rosado e seus olhos, antes castanhos, agora estavam negros.
Quando ele introduziu mais um dedo, eu quase gritei. Meu Deus... que sensação maravilhosa, nunca senti nada parecido. Me remexia e apertava com força aquela cadeira de consultório, sentindo o suor escorrendo em meu rosto.
Senti seu polegar massagear meu clitóris e eu juro que a minha maior vontade nesse momento, é agarrá-lo e transar loucamente com ele até não restar mais forças em nossos músculos, se só com os dedos ele já está me dando mais prazer do que qualquer outro homem com quem eu tenha trasado, imagina como ele deve ser na cama.
Freddie: Tá gostando?- Perguntou com uma voz rouca e maliciosa.
Sam: Sim... não pára. — Murmurei sem conseguir dizer muito.
Freddie: Como quiser, Sam! — Sussurrou com uma voz totalmente sexy, que me fez estremecer. Seus movimentos continuaram cada vez mais rápidos, me levando ao delírio, eu gemia descontroladamente alto, sem me importar se alguém fosse ouvir ou não.
De repente ele parou e tirou os dedos, me olhando curiosamente. Rosnei como resposta e ele sorriu de lado, retirando a luva e novamente colocou o dedo em minha intimidade.
Senti um calor intenso em meu ventre e meu sangue fervia, fazendo-me arfar.
Não demorou 2 minutos, para que eu sentisse um prazer fora do comum, tomar conta de todo meu ser, meu corpo estremeceu e um grito escapou dos meus lábios, enquanto eu me contorcia com aquela maravilhosa sensação.
O sorriso malicioso e o olhar cobiçador permaneciam em seu rosto e só o que consegui fazer, foi relaxar o corpo e fechar os olhos por um momento, tentando recuperar o fôlego. Freddie: Bom... você teve seu primeiro orgasmo, Sam. — Anunciou com um sorriso safado. Notei que o volume de sua calça era grande e não pude evitar sorrir, ao pensar que era por minha causa. -Olha só como a senhorita me deixou. Vou ter que atrasar minha próxima consulta pra resolver esse probleminha. — Falou com total naturalidade.
Sam: Eu adoraria resolver esse probleminha, principalmente porque foi por culpa minha. — Falei sorrindo, vendo seu sorriso aumentar.
Freddie: Infelizmente, não será possível que me ajude. Pode ir se vestir. — Disse e eu me virei, indo até a pequena sala cambaleando um pouco. Me vesti o mais rápido que pude e quando voltei, ele estava com um papel nas mãos, escrevendo algo. — E pegue o meu cartão e... me ligue quando precisar que eu resolva seu problema novamente, vou adorar ajudar. — Disse sorrindo maliciosamente e em seguida ele se aproximou e me deu um selinho.
Sam: Obrigada... eu vou ligar. — Respondi, sentindo minhas bochechas queimarem. — Tchau, Dr. Benson! Obrigada por me ajudar.
Freddie: Foi um prazer, Senhorita Puckett. — Falou, apertando minha mão. E em seguida, virei as costas e caminhei até a porta, abrindo-a e antes de sair, lancei um ultimo olhar à ele, que ainda me fitava de modo sedutor e enfim sai, sentindo-me nas nuvens.
Olhei o verso do cartão e nele havia o número de seu celular e o endereço de um apartamento no centro da cidade. É, com certeza o Dr. Benson é a solução para o meu problema.
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