como eu me tornei a maior heroína do mundo.

13 AIC: assemelhação, irmandade e cooperação


Quando nos saímos haviam outros carros já presentes no local, cada um com uma mesma pessoa completamente preta, e um prédio grande, com uma entrada com vidro e uma porta grande no meio, com a porta aberta e la dentro também havia algumas pessoas acho.

“bem vindos a nossa organização AIC, Associação Imediata de Catástrofes, vocês demoraram um pouco a mais, os nossos agentes e seus colegas já estão lá dentro, devem estar esperando vocês.” A moça que nos trouxe disse, e ela parecia nos insinuar que era para nos entrarmos.

“obrigado por nos trazer até aqui.” Diogo fala, dando uma ré olhada na máscara sem tirar ela.

“não, eu que agradeço, sei que vão contribuir muito para nossa organização” ela fala em um tom mais feliz.

Eu e o Diogo fomos entrando, o local era grande por dentro, mas também parecia uma base, consegui ver da entrada uma sala, e um local que parecia ser uma cozinha, mas o que mais chamou atenção de fato foi que havia duas escada grande, uma que subia e outra que descia, eu e o Diogo nós olhamos, e concordamos em ir na que descia, afinal tanto eu quanto ele tínhamos visto algumas pessoas descendo, no caminho era meio escuro mas não parecia muito de esplendido, diferente da parte de cima. Chegando lá embaixo tinha uma mesa muito grande onde tinham 6 pessoas completamente diferentes uma da outro, cada uma com um agente atras, e havia 2 cadeiras entre uma mulher, eu e o Diogo fomos até lá, era estranho eu me senti a mais nova de todo o grupo, não entendia o que estava acontecendo, só estava tentando entender, na ponta havia 3 cadeiras vazias. A sala estava um silencio desgraçado, e nem eu nem ninguém lá tinha coragem de quebrar o gelo, havia uns meio estranhos, não que eu ou o Diogo fossemos normais, afinal éramos os únicos de máscara.

De trás haviam 1 porta grande, que quando se abriu 3 pessoas saíram da porta, uma mulher que parecia o van Helsing só que versão mulher, carregando 2 rifles e 2 pistolas, e parecia ter uns 27 anos, um deles parecia o homem de ferro de face, mas o corpo e maior e tem próteses tanto nas mãos quanto nas pernas, e parecia ter por volta de 35 anos também, e tinha uma cara bem fechada, o outro tinha cabelo branco, carregava 3 espadas e tinha muito mais corpo que os outros, parecia ter uns 20 anos, mas com certeza era o mais novo dos 3, os 3 sentaram a mesa, no centro ficou o cara com as próteses, ele fez um sinal com a mão e todos os agentes de preto saíram.

“bom início e boa sorte.” A moça que nos trouxe disse para nós antes de colocar novamente uma veste preta por cima e saiu com os outros. Após todos saírem.

“bom... acredito que de formas e motivos diferentes todos sabem o porquê estão aqui, devem pensar que sabem quem eu sou, e devo os dizer que mesmo parecendo obvio, eu não sou o crur, nenhum de nos é, mas então deixe eu me apresentar corretamente então peço que faça o mesmo, me chamo Hayato Chika, para quem sabe sei que e estranho ter um nome masculino e feminino juntos, mas isso não vem ao caso, todos nos 3 somos daqui, após eles peço que se apresentem em nome e pais de vinda, a mais que isso fica a seus critérios e agrados pessoais.” Ele falou de forma serena e extremamente calma, acredito ser o líder do local, além de levantar ao se apresentar, ele não parecia exatamente o normal.

“prazer a todos os rapazes e as duas garotas presentes, eu me chamo Mari Fumiko, não só espero como sei que vamos nos conhecer melhor, e assim eu espero de vocês, chamo os assim, de rapazes, mesmos sabendo que tem alguns aqui com a minha idade.” Foi a vez da moça que estava sentada, ela falou um pouco mais aberta que o primeiro, e parecia mais feliz que ele também, ela tirou o chapéu e seus cabelos eram ruivos, estranho o chapéu esconder tanto.

“fala rapaziada, to bem agradecido de ter mais compatriotas ao meu lado, seja aqui ou lá fora, desde já agradeço como meu irmão e irmã de vida aqui a presença de todos vocês, me chamo Katsuo Ren, e sei que na aparência devem ter notado sou o mais novo dos 3 aqui, e acho que dependendo ate que alguns de vocês, mas e ai... quem são vocês, para não ficar desconfortável, façamos assim dessa fileira para aquela, assim ninguém fica sendo o especial por ser o primeiro.” Ele falou extrovertidamente aberto, quase achei que fosse algum colega meu falando de tão aberto que ele falou, ele realmente parecia o mais jovem dos 3.

“olá a todos, eu me chamo Raika Brigitte Heinrike, tenho 20 anos, e pelo nome sabem que eu não sou daqui, vim da Alemanha e... não tenho nada mais de lá.” Ela usa roupas meio extravagantes, mas não no sentido de chique, mas elas não têm exatamente a personalidade daquelas roupas, mas não posso negar que era bonita de fato.

“bom dia a todos, desculpe minha cara de sono eu não dormi muito bem, horário maldito da desgrama, me chamo Issac calebe, e eu vim lá da puta que pariu, mais conhecido como brasil, carai até rimou, tenho 22 anos, e por hora quero...descobrir o que eu quero.” Ele usa algumas coisas mais comuns, acho que era um policial por ter um boné, mas ele ate que era alto, e sua pele e bem mais escura, parecida com a do Diogo, mas sem as manchas.

“dia a todos, me chamo Logan Brian, vim dos Estados Unidos, tenho 18 anos, e nada mais a acrescentar.” Ele falou de forma rápida e seca, mas ele não parecia estar sentindo nada a algum tempo, e mais alto que o anterior, seus olhos eram um tanto quanto diferentes, pareciam de repteis porem azuis, acho que por causa do quirk, ele usava tudo preto, e me lembrava um pouco eu, por sempre estar com o corpo todo encoberto por algo.

“bom dia a todos, nossa ta quente, bom... eu me chamo Konstantin kazimir kliment, pelo nome podem linkar que é russo, minha terra natal, tenho 20 anos e eu pessoalmente estou com pressa, por motivos pessoais.” Esse era ainda mais alto, eu me senti uma anã, não mais que a menina que se apresentou primeiro pois era mais baixa que eu, ele não parecia ter muito corpo, mas era difícil de ver por uma camisa de esquimó por cima, realmente não sei como ele estaria usando aquilo na cidade.

“bom dia a todos, me chamo antonie denis, tenho 19 anos, e vim de uma local bem famoso, França, acredito todos conhecerem um pouco de lá, vim para tentar algo grande, e agradeço se me ajudarem.” Ele e um pouco mais alto que eu, mas se fosse só pela cara, eu chutaria que ele fosse mais velho, ele parecia ter uns 25 anos, mas acho que e pela barba, que lembra muito a do tony stark, talvez fosse fá dele, de todos era o mais normal junto ao policial.

“bom dia a todos os senhores e moças presentes, me chamo Yan tang sou de origem humilde no Butão, um pais próximo a china, tenho 21 anos e venho que em busca de aprimoramento em mim em totalidade, acredito poder aprender muito aqui.” Ele falou bem formal, parecia realmente estar fazendo uma entrevista, era um pouco mais alto que eu e era com a vestimenta mais diferente de todos, parecia estar com um quimono, talvez fosse de algum monastério ou coisa parecida.

“bom dia boa tarde a todos, me chamo Diogo Ernani Garcia, estou aqui no Japão a algumas semanas, mas sou originado da terra dos mortos, da pimenta e das festas, se não entenderam sou mexicano, vim de lá com o intuído de fazer a diferença no mundo, a minha maneira e cheguei ate aqui ajudando essa pequena adolescente com alguns problemas que ela possui, e espero poder ajudar vocês, afinal vejo daqui que temos pessoas não muito mentalmente saudáveis aqui nesta mesa, e nem me refiro aos prováveis lideres dessa organização, um prazer estar aqui com vocês.” Não consigo compreender como ele pode ser tão aberto, provavelmente e de personalidade, mas ainda sim para mim e um mistério, e finalmente, infelizmente, chegou minha vez.

“bom dia a todos, eu me chamo Ritohi de Kirai, sou daqui mesmo, do Japão, e acredito estar fazendo o que faço como estar aqui por causa da tentativa de provar um ponto para uma infeliz pessoa, duvido mas espero que conseguimos nos dar certo, por mais das diferenças pessoais e de países” consegui perceber que quando eu e o Diogo falamos as pessoas tanto os chefes quanto as da mesa nos olharam com por mais tempo, pode ser só impressão minha por sempre problematizar tudo.

“ótimo, bom após essa prevê apresentação, irei mostrar não só a base, como alguns dos seus integrantes, cada um deles havia sito mandado para ir atrás de cada um de vocês, irei sozinho com vocês, pois meus parceiros tem muitas responsabilidades, por favor me sigam.” Hayato disse já levantando da mesa e seguindo para a escada, ambos de seus parceiros foram para a mesmo porta atrás, e eu e o Diogo fomos seguindo todos eles.

Hayato nos mostrou toda a base, que tinha por uma área de treino físico, que mais parecia um galpão vazio, lá haviam alguns agentes, mas sem as roupas pretas.
“aqui será a área de treino do corpo, seus quirks são variados e aqui temos algumas formas de os testar em suas forças, alguns máxima, outros não, amanha iremos fazer um teste em cada, para termos certeza de o que precisa melhorar e o que precisa ser modificado em cada um dentro e fora de vocês.”

Ele nos levou para uma sala de enfermagem, que havia alguns agentes, mas mais feridos dessa vez.

“esse por razoes obvias e a sala de enfermagem e farmácia, serão mandados aqui caso tenham, e infelizmente devem deter, algumas complicações maiores, mas os alerto que por organismos diferentes, não esperem achar todo tipo e remédio, estamos atrás de mais pesquisas, já que nossa organização não e publica.”

“e como não sendo publica, mantem tanto agentes quanto operações fora e dentro do país, nos trazer não foi barato.” Disse a Raika, a única outra garota do grupo, me pergunto o por que não trouxeram outras garotas

“somos mantidos por fundos anônimos privados, mas temos contatos espalhados por todos os lugares do globo, são profissionais de vidas comuns que nos fazem favores no campo, são pessoas que desistiram da vida de herói, mas que nos ajudam com favores e ações, exemplo tanto viagem de aviões quanto algumas informações, mas ai irei explicar melhor quando estiverem melhor integrados a nossa associação.”

Ele nos levou a sala de informática, com um computador gigantesco, mas que possuía somente uma mulher lá dentro

“essa sala e gerenciada por nossa agente mais antiga, vocês a devem chamar de oraculo, não por prever o futuro, mas por que ela gosta muito de histórias do Batman, for a nossa primeira e mais importante agente, qualquer coisa que quiserem perguntar que já tenha sequer passado perto da internet, podem perguntar para ela.” Eu percebi que ela estava com fones de ouvido, ela parecia estar pesquisando um milhão de coisas ao mesmo tempo, mas também parecia muito relaxada.

Ele nos levou para uma sala de dormitório, meio que no caminho percebi o quanto de tempo havia passado, era no final da tarde.
“todos vocês estão com quartos separados, e irão dormir individualmente, a menos que futuramente tenhamos casais aqui, aqui para vocês será um novo lar e vida, se assim quiserem, mas há dois de vocês que não estão aqui para ficar, ou ao menos não vieram com essa pretensão, Ritohi e Diogo, vocês dois desçam ate a sala de reunião novamente, só vou explicar algo para os outros e irei falar algo para vocês dois.” Ele disse e já chamou as outras pessoas para mais próximo. Eu e o Diogo tivemos um troca de olhares e fomos descendo até a área de reunião, que estava completamente vazia, só com a grande mesa oval no centro dela.

“será que iremos poder ficar aqui, aquelas pessoas parecem bem legais, e seria muito top se pudéssemos já ser heróis de verdade e não ficar só estudando matérias chatas.” O Diogo parecia muito feliz, eu não tenho esse mesmo tipo de visão.
“não sei se podemos, e poderia ser ruim se perdêssemos aulas por causa disso, e aquelas pessoas, não sei onde as vê como legais.”

“eu já te falei para deixar de preconceitos, e além do mas eu preferiria viver aqui, eu quero ajudar as pessoas e sei que quer o mesmo, só não está segura da situação ainda, mas te falo como amigo, se não quiser ficar, eu não fico também, estou aqui por sua causa, não sua cabeça mas suas ações.” Ele me reconfortou um pouco com isso, por mais estranho e novo que pareça o local ter um conhecido ajuda muito.

“não estou pronta para ajudar as pessoas, eu sou insegura e minha cabeça e muito ruim ainda mais com tal responsabilidade.”

“está se menosprezando de novo, meu deus, se anime, não acha que o melhor lugar para se estar e onde ao menos os anfitriões a querem bem, lembra o que a moça nos disse, eles nos querem por motivos específicos, não pegaria um inútil que nem eu se fosse poder um desses.” Ele se menospreza, mas fica convicto ao mesmo tempo, e meio estranho.

“você não é inútil, sem você eu não faço nada direito, e nem me refiro durante o torneio e...”

“fico feliz de ver que para vocês já e mais fácil se interagirem um com outro, os outros lá de cima são totalmente estranhos um para o outro, e devem demorar para entrosar, mas vocês assim, já facilita muita coisa.” Era o Hayato, que parecia estar cansado, ele chegou pegou uma cadeira e sentou do nosso lado

“olha, eu não quero que fiquem aqui contra a sua vontade, mas isso ate o final do estágio, os pre requisitos são “secreto” a todos, menos aos líderes, e vocês os bateram a muito tempo, eu vi o que fizeram no torneio, sei de suas capacidades mentais, e seus problemas, mas o que a incomoda ficar aqui? Seu amigo parece querer muito ficar.” Ele fala olhando diretamente para mim, o Diogo também.

“sendo sincera, não gosto de estar com muitas pessoas, me incomoda o fato de muitos deles eu não ter a escolha e ser quase que obrigada a interagir, eu não faço nada certo sozinha, a única vez que eu fiz algo certo foi na invasão do UA, em que eu usei remédios pesados para poder me controlar, e nem foi tudo, além de sair toda fudida do local, eu não me dou bem com pessoas, sou cabisbaixa depressiva e passo essa energia, não sei o por que o Diogo fica andando comigo, e não vejo nenhuma forma de que você pode me ajudar com meus problemas, eu não falo no campo, mas tudo que envolve o de fora dele, por isso eu não acho que valha a pena ficar aqui, estamos de estagio, não de profissionalização real, somos novos nesse ramo, e mal sabemos o que acontece nele de verdade.” Nossa, depois disso foi como se de descarregasse uma tonelada que estava carregando.

“eu entendo tudo que está passando, e sabemos mais do que pensa em como ajudar as pessoas como você, irei mostrar isso mais a frente se tudo ocorrer bem, mas saiba que, mesmo não tendo opção, interagiu com um entranho.” Ele aponta para o Diogo “e acredito hoje ter um, se não o melhor amigo que já teve, afinal, ele te ajudou muito no torneio, e nem ideia dele foi.” Ele falou coisas como se soubesse mais do que eu saberia, não teria como ele saber que não foi eu que dei a ideia, muito menos que eu fui obrigada a interagir com o Diogo.

“como sabe tanto de coisas que não foram faladas?” o Diogo pergunta ao Hayato.

“como acham que sabíamos que estaria em uma parte da enfermaria? Como acha que chamamos todos os outros? Tudo tem ouvidos, respeitamos a privacidade, mas pegamos coisas mais confidenciais para nos ajudar a ajudar o outro, e digo a vocês, se ficarem conosco, não prometo os ajudar, mas prometo os fazer se ajudarem com o que vier daqui para frente, basta pensar, mas de qualquer forma, temos que ir, já esta tarde e temos que descansar, seus quartos estão um do lado do outros, e estão com coisas básicas, nada de muito importante, descansem bem, pois o treinamento começa amanhã.

Notas finais
daqui para frente teremos a introdução de novos personagens "autorias", ele fora ideias de amigos meus e quem quiser saber dou todo o crédito as ideias deles, e talvez deixe de ser uma fanfic de fato, para ser algo mais original, desde já agradeço por ler, e se puder compartilhe com algum conhecido que goste de BNH eu agradeceria muito, tenham um bom dia e saiba, a historia não esta perto nem da metade
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.