Notas iniciais
como podem perceber essa oneshot vai ser do casal USUK
*-* meus lindos *-*
E tem a participação do meu canadense preferido *-*
Tem algumas frases em inglês, mas creio que não é necessario colocar a tradução aqui, pois não é tão dificil de se entender.

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O jovem inglês Athur Kirkland se muda para os Estados Unidos em busca de algo que não poderia conseguir em sua terra natal, distância de sua peculiar família, o inglês preferia a solidão a ficar próximo a sua família que apenas fingia ser uma, fingia ser perfeita enquanto estava em ruinas, não que fosse diferente em sua casa, pois sempre estava sozinho na imensa mansão dos Kirkland.

Arthur entrara em um colégio através de uma bolsa que conseguiu depois de fazer uma prova deveras difícil, mas para ele não havia sido tão difícil assim, afinal era um inglês que frequentou as melhores escolas britânicas, além de falar fluentemente outros idiomas e tocar violino com maestria.

Ao chegar à classe se deparou com alguns garotos conversando animadamente, entre eles estava o americano que mais tarde vai entrar em sua vida sem pedir passagem, Alfred F. Jones, o loiro de olhos azuis, capitão do time de futebol americano da escola e um dos garotos mais desejados do colegial.

Arthur sentou em um lugar qualquer da classe, afastado dos garotos que falavam alto e pareciam gritar de tão barulhentos que eram, ele suspirou e tirou de dentro de sua mochila um de seus livros favoritos abrindo na parte que havia parado.

–Alfred, que tal brincarmos com o inglês? – perguntou um dos garotos diminuindo o tom de voz para que apenas os que estavam próximos ouvissem.

–Vai ser divertido – comentou outro garoto – que tal fazermos uma aposta? Cada um vai fazer uma pegadinha com o inglês e o que for mais divertido ganha, que tal?

–O que vai ganhar? – perguntou Alfred interessado.

–Cada um de nós vai dar 100 dólares pro vencedor e como estamos em 11 o vencedor ganha 1000 dólares – respondeu outro garoto animadamente.

–Parece me justo – concordou Alfred sorrindo como se tivesse acabado de ganhar na loteria – minha pegadinha começa agora – Alfred se afastou de seus amigos e se aproximou do inglês estampando um sorriso simpático e divertido – hi, você é novato aqui certo? Meu nome é Alfred F. Jones e o seu?

Arthur levantou o rosto desviando sua atenção do livro, mas logo voltou sua atenção para o mesmo fingindo não ouvir o que o americano balbuciava.

–Qual o seu nome? – perguntou Alfred puxando o livro das mãos do inglês fazendo com que este o olhasse.

–Pra que quer saber? – Arthur tentou puxar o livro de volta, mas o americano elevou o livro para que o inglês não alcançasse.

–Apenas responda e deixe de fazer tantas perguntas.

–Não sou obrigado a responder suas perguntas – retrucou o inglês se levantando e arrancando o livro das mãos do americano – agora me deixe em paz.

–Está bem então, se não vai me dizer seu nome irei te chamar de browed – disse o americano dando de ombros.

–... – Arthur suspirou e olhou com raiva para o americano – Arthur...

–Ahn?

–Meu nome idiota, Arthur Kirkland.

–Então Artie, vai fazer alguma coisa depois da escola? – perguntou o americano com seu típico sorriso que emanava simpatia e confiança.

–Vou e não me de apelidos, idiota, não te dei tal intimidade.

–O que vai fazer hoje Artie? Posso ir com você?

–Não te interessa, e não, você não pode ir, já te disse para não me chamar assim, idiota, meu nome é Arthur, não Artie.

–Vamos lá Artie, me deixe ir com você, afinal somos amigos.

–Não, não somos, e pare de me chamar de Artie.

Arthur estava tão preocupado em buscar uma explicação para o porquê do americano estar agindo daquela forma consigo que não percebeu a proximidade perigosa que estava do outro, seus rostos estavam próximos, o corpo do americano curvado sobre o do inglês .

–Vamos Artie, por favor – insistiu o americano deitando a cabeça sobre a mesa fitando o rosto do inglês que rapidamente empurrou-o.

–Saia daqui, americano idiota, não me trate como se eu fosse um de seus amigos estúpidos porque eu não sou e nunca serei, agora de o fora e me deixe em paz.

–Ah Artie, não fique bravo, vamos, deixe-me ir com você.

–Me deixe em paz, american idiot.

–Please, Artie, please, i’m a hero, I'll protect you.

–Are you stupid? What will you gain?

–nothing, but you get my presence.

–I don’t need your presence, stupid – ralhou o inglês prestes a bater no Americano, mas seus bons modos não o permitiram – shut up and leave me alone.

Quando o americano foi dizer algo a professora o chamou e pediu para que sentasse em seu devido lugar e deixasse de atrapalhar a aula que já havia começado.

O americano bufou, mas acabou cedendo e voltando para o seu lugar enquanto o inglês o observava e tentava não rir da situação e da cara patética que o americano fazia.

A aula se passou rapidamente e logo todos os alunos estavam guardando seus materiais para voltar para casa e descansar, Arthur não era exceção, enquanto este guardava o material o americano se aproximava com um sorriso no rosto e a mochila já arrumada em seus ombros.

–Artie, para onde você vai depois da escola? – perguntou o americano sentando sobre a carteira do inglês e segurando o livro do outro em suas mãos lendo o titulo e folheando-o.

–Eu vou para a casa, já te disse para não me chamar assim, idiota, agora me devolva isso – falou o inglês pegando o livro das mãos americanas e guardando em sua mochila.

O inglês se levantou sem ouvir o outro responder, saiu da sala com passos apressados e andou até o ponto de ônibus que por sorte, estava parado no ponto, subiu rapidamente no ônibus pagando o cobrador e sentando-se em um dos locais vazios, mas quando olhou para frente viu o americano tirando algumas notas amassadas do bolso e entregando ao cobrador.

–Artie, por que saiu da sala tão rápido? Quase te perdi de vista – comentou o americano colocando a mochila no colo do inglês e se segurando em algum dos ferros sobre sua cabeça.

–Era essa a ideia inicial, o que você pensa que está fazendo...? – nesse momento uma luz se acendeu para o inglês e este segurou a mochila do americano e esperou o momento certo para agir.

Quando estava prestes a descer jogou a mochila do americano em direção ao cobrador, a mochila ultrapassou a catraca, o americano foi busca-la enquanto o inglês se levantou apressado e desceu do ônibus deixando o americano sozinho no ônibus que começou a se movimentar.

O inglês sorriu vitorioso, finalmente havia se livrado do americano, Arthur olhou para trás e percebeu o ônibus parando e abrindo as portas, logo percebeu que o americano estava descendo do mesmo, seu sorriso se desmanchou e logo estava correndo em direção a sua casa que não ficava muito distante do ponto.

Ele olhava constantemente para trás para verificar a distancia que estava do americano, essa distancia diminuía cada vez mais, o corpo inglês não era feito para aquele tipo de exercício físico, já o do americano estava acostumado aquela condição física, logo o americano estava a alguns metros de distancia do inglês, este por sua vez já tirava o molho de chaves do bolso e segurava com firmeza a chave que abriria a porta de sua casa.

Ao chegar a porta de sua casa Arthur colocou a chave na fechadura a girando logo em seguida, mas quando ia entrar sentiu o corpo americano atrás de si girando a maçaneta e empurrando o inglês para dentro e entrando logo em seguida fechando a porta.

–O que pensa que está fazendo idiota? Saia da minha casa, agora – ordenou o britânico tentando empurrar o americano em direção a porta, mas não teve muito efeito sobre este.

–Qual é Artie? Deixe-me ficar um pouco mais, prometo que vou embora depois.

–Está bem, mas quero você fora daqui até às três horas da tarde – comentou o britânico se dando por vencido e indo para a cozinha preparar um chá para si.

O americano assentiu e seguiu o britânico até a cozinha, o observou enquanto este colocava a agua para ferver e preparava o chá como se fosse algo precioso e único, algo que requeresse muito amor e cuidado, algo que deveria ser apreciado.

Alfred observava Arthur com um olhar diferente, achava o britânico extremamente irritante, mas ao mesmo tempo fofo, um ser único e frágil que tenta se mostrar forte perante aqueles que são maiores.

–Toma – falou o britânico colocando a xicara com chá nas mãos americanas tirando esse de seus devaneios sobre o britânico de olhos verdes tempestuosos.

–Valeu – agradeceu o americano levando a beirada da xicara até os lábios entornando um pouco do liquido e o saboreando, o gosto não era ruim, mas não era do agrado do americano que preferia um bom café açucarado ou uma lata de coca-cola, mas não iria dizer ao britânico para não ferir aquele orgulho que parecia sempre andar ao redor do inglês.

–Então... Por que me seguiu até aqui? – perguntou o britânico quebrando o gelo que havia se formado entre eles.

–Por nada, apenas queria me tornar seu amigo – respondeu o americano dando de ombros, não estava mentindo ao todo, mas grande parte era mentira, não que não quisesse tornar-se amigo do britânico, queria ganhar a aposta que fizera com os amigos, descobrir algo sobre o inglês e depois espalhar por ai, mas algo do seu subconsciente parecia dizer-lhe para desistir da aposta e tornar-se alguém importante para o inglês.

O britânico corou levemente com a resposta do americano, mas logo virou o rosto e bufou, fingindo desdém.

Ambos ficaram em silencio por um bom tempo, quando o americano ia dizer algo o celular em seu bolso começou a tocar e este prontamente o atendeu.

–Alo?

–Alf... Onde você está? As aulas terminaram a duas horas e você ainda não chegou em casa – falou a voz calma do canadense do outro lado da linha.

–Mattie... Estou na casa de um amigo, daqui a pouco estarei em casa — respondeu o americano empurrando os óculos levemente para cima.

–Eh... Bem... Tudo bem... Desde que não chegue muito tarde está tudo bem – disse o canadense com um tom aliviado – da próxima vez avise quando for para a casa de um amigo, fiquei preocupado.

–Não se preocupe, Mattie, heróis sabem se cuidar – falou o americano estufando levemente o peito e sorrindo.

–Está bem... Vou desligar, tenho que fazer o almoço, você pretende almoçar ai?

–Sim, então não se preocupe com o herói aqui.

–Certo, até mais tarde... – o canadense desligou e o americano guardou o celular no lugar onde estava para em seguida voltar sua atenção para o britânico que tentava cozinhar algo, ou talvez um monstro, em uma panela.

–O que está fazendo, Artie?

–Meu almoço – respondeu o inglês sem tirar os olhos da panela onde algo fervia e borbulhava, dando a leve impressão de que explodiria a qualquer momento, ou talvez estivesse prestes a explodir mesmo.

–Você realmente chama isso de almoço? – perguntou o americano apontando para a massa gosmenta que se formava na panela.

–Não enche, idiota, se acha que isso não é bom apenas faça algo melhor então.

–Está bem – o americano pegou o celular e digitou alguns números levando este ao ouvido e pedindo três tipos de lanches diferentes para a tendente do outro lado da linha que perguntou o endereço – Hey, Artie, qual o endereço daqui?

Arthur olhou para o americano um pouco receoso, mas acabou dizendo o endereço que rapidamente foi passado para a atendente.

–Pronto, agora é só esperar pelo almoço – comentou o americano sentando no sofá e deitando sobre o mesmo.

–Você não come outra coisa além desses lanches que parecem mais bombas calóricas?

–Do que está falando? O lanche do mcDonald’s não é uma bomba calórica.

–É sim, seu idiota, tomara que você morra com suas veias entupidas de gordura saturada por comer essas porcarias – resmungou o inglês se aproximando do sofá – e tire os seus pés imundos do sofá, aqui não é sua casa, idiota.

–Ah Artie, assim você até parece um velho falando – comentou o americano jogando suas pernas para fora do sofá e voltando a se sentar.

–Realmente... Você é pior que uma criança.

O inglês começou a falar dos problemas que comer muita porcaria poderiam trazer para o americano, enquanto este apenas fingia escutar, mas estava apenas olhando as expressões do outro, a forma como os cabelos desalinhados davam um belo contraste com aquelas orbes verdes, as sobrancelhas grossas e engraçadas que o faziam parecer mais fofo, as bochechas vermelhas de raiva, os lábios finos e rosados se movendo rapidamente enquanto sua doce voz escapava por entre eles.

–Hey, idiota, está me ouvindo? Seus lanches gordurosos chegaram – gritou o inglês sacudindo o americano que saiu de seus devaneios.

–Desculpa Artie, não estava prestando atenção, vou ir busca-los agora mesmo – comentou o americano saltando do sofá e correndo até a porta.

O americano abriu a porta, pegou os lanches e entregou o dinheiro que estava no seu bolso para o rapaz que os havia trazido, logo estava fechando a porta e colocando os lanches em cima da mesa.

–Qual você vai querer Artie? Tem um big mac, um quarteirão e chicken bacon.

–Eu... – Artie olhou para os lanches fazendo uma careta, mas depois pegou a caixa onde estava o quarteirão – vou ficar com esse.

–Okay – Alfred pegou o big mac e deu uma enorme mordida no lanche, devorou o lanche rapidamente e logo estava saboreando o chicken bacon.

Arthur observou o maior comer ferozmente os lanches e ficou assustado com a velocidade que este os devorava, mas não deu muita atenção, pois seu estomago logo roncou o fazendo voltar sua atenção para o lanche em suas mãos.

~hetalia~

Depois desse dia muitos outros vieram, aos poucos o americano conquistava mais e mais a confiança do inglês, se tornando mais próximo do mesmo e começando a nutrir por estes um sentimento a mais, um sentimento que o fez desistir da aposta com seus amigos e dar a cada um deles 100 dólares para que estes não fizessem nada com Arthur.

Passara-se quatro semanas que havia conhecido Arthur, Alfred pensou muito sobre contar para o britânico o motivo inicial de ter se aproximado dele, imaginou varias cenas em que contava a verdade, vendo as reações do outro, mas o que aconteceu na realidade foi algo que ele não tinha imaginado.

–E então...? – perguntou o americano olhando fixamente para o britânico após ter contado toda a verdade, este por sua vez demonstrava-se calmo.

–Eu já sabia – respondeu o inglês mantendo suas feições serias, enquanto as feições do americano se tornavam de surpresa.

–Como?

–Simples, ninguém como você se aproximaria de alguém como eu sem motivo, é apenas uma conclusão obvia.

–E se eu disser que te amo, isso vai ser uma conclusão obvia também? – o americano se aproximou do inglês que estava sentado no sofá ficando por cima do mesmo.

–O que pensa que está fazendo, idiota? Saia de cima de mim.

–Responda-me – ordenou o americano descendo seu rosto até que sua boca ficasse próxima da orelha do outro – então... Você acredita que apesar de tudo eu me apaixonei por você? – sussurrou o americano lambendo o lóbulo da orelha britânica.

–Saia de cima de mim... ahn... – gemeu o inglês assim que sentiu as mãos americanas percorrerem seu corpo e massageá-lo, ao perceber o que havia feito o britânico levou as mãos à boca se punindo mentalmente por deixar algo como um gemido escapar por seus lábios.

–Vou aceitar isso como um convite – falou o americano se aproximando e colando seus lábios aos do inglês, os lábios britânicos eram doces e macios como seda, ao sentir a língua americana pedir passagem negou com todas as forças que tinha, mas acabou cedendo e entrando no ritmo americano, tentando ter o controle sobre o beijo.

–Americano idiota... – o inglês virou o rosto – como eu poderia não acreditar depois que você desistiu da aposta e ainda deu dinheiro para seus amigos desistirem também?

–Então você sabia que eu tinha dado dinheiro a eles para desistirem?

–É claro, idiota, você foi fazer isso logo no banheiro, nem cogitou a ideia de que eu estava lá?

–Isso nem me passou pela cabeça.

–Você realmente é um grande idiota – comentou o inglês envolvendo a cintura do americano com as pernas e o puxando para mais perto – espero que esteja disposto a sofrer com as consequências de deixar um inglês excitado.

–Estou disposto a tudo – disse o americano beijando o pescoço imaculado do britânico, lambendo e chupando, às vezes dando fortes mordidas que tiravam suspiros e gemidos do menor – está gostando?

O menor tremeu embaixo do corpo americano que o prensava contra o sofá verde musgo, soltou um gemido baixo e sôfrego cerrando os olhos e agarrando-se a camisa do americano sobre si.

–you are so cute – falou o americano beijando o rosto britânico e descendo os beijos até o pescoço, tirou a blusa do inglês a jogando em qualquer canto da sala depois fazendo uma trilha de saliva até o umbigo do menor, onde enfiou sua língua simulando uma penetração, ouviu gemidos contidos do menor e levou uma de suas mãos ao mamilo esquerdo onde apertou e massageou levemente.

O inglês passou os dedos pelo cabelo do americano os emaranhando e o puxando para cima depositando em seus lábios um beijo cheio de desejo e luxuria.

O americano sorriu, desceu o rosto pelo tronco do inglês lambendo e chupando cada parte da pele alva e imaculada, provavelmente ficariam marcas, mas e dai? Apenas queria deixar evidencias de que o britânico agora era seu e de mais ninguém.

–Arthur... Você é tão fofo – comentou o americano mordendo o lóbulo da orelha do britânico para em seguida lamber e assoprar fazendo o inglês se arrepiar e se contorcer abaixo de si.

–Shut up, stupid american – esbravejou o inglês passando os braços pelo pescoço do americano o puxando para um beijo.

As línguas brigavam pela dominância, se enroscavam de todos os jeitos, os lábios eram sugados e mordidos a todo o instante.

O americano tirou as calças e a peça intima do britânico com uma velocidade assustadora, em um segundo o britânico as vestia e no outro já estavam em algum canto da sala.

–W-what? – perguntou o britânico olhando para seu corpo desnudo, em seguida olhando para a direção em que o americano havia jogado suas roupas.

–Shut up British, Now I'll fuck you – sussurrou o Americano com a voz rouca e suave, o que fez o britânico corar e virar o rosto.

Alfred rapidamente tirou suas próprias roupas jogando-as em algum canto ficando totalmente desnudo, sorrindo abertamente e de forma maliciosa passando os dedos sobre o corpo do britânico.

–Pare de me torturar – pediu o britânico passando as pernas em volta da cintura do americano e o puxando para si.

–O seu desejo é uma ordem – Alfred segurou na base do membro do britânico e começou a massageá-lo fazendo movimentos de vai e vem.

Com a mão livre o americano colocou três dedos dentro da boca do britânico, a língua inglesa brincava com os dedos americanos que eram sugados com luxuria e desejo.

O britânico gemia e chupava os dedos do americano, Alfred era mais habilidoso do que ele havia imaginado, aquelas mãos grandes envolvendo seu membro com força e carinho, movendo-se em um ritmo frenético.

Quando achou que seus dedos estavam bem úmidos e lubrificados retirou-os da boca do britânico levando-os até a entrada do inglês.

Alfred olhou para o britânico prestando atenção a cada reação do outro, penetrou-o com um dedo e viu as feições do inglês se transformando em uma expressão de incomodo, moveu o dedo dentro do britânico em movimentos circulares e de vai e vem, quando percebeu que o inglês já não estava tão incomodado com o invasor penetrou-o com mais um dedo, dessa vez fazendo movimentos de abre e fecha com os dedos e circulares massageando o interior do outro.

–Alfred... ahn... – gemeu o britânico movendo os quadris em direção aos dedos do americano.

–Artie, diga meu nome, chame por mim – pediu o americano penetrando com mais um dedo o que fez o britânico se contorcer de dor, mas aos poucos já se entregava para o prazer que lhe era proporcionado.

–Alfred... Ahn... Alfred... – gemeu o inglês fincando as unhas nas costas largas do americano que não se importavam com a dor que aquilo lhe causava.

O americano retirou os dedos recebendo um gemido de desagrado, mas que logo foi ignorado pelo americano.

O americano se posicionou na entrada do britânico penetrando-o logo em seguida com o seu membro pulsante, gemeu com vontade a se ver por inteiro dentro do inglês.

O britânico gemeu de dor se contorcendo embaixo do corpo americano que estava colado ao seu, para acalma-lo o americano distribuiu beijos em todo o seu rosto e começou a masturba-lo em um ritmo lento.

Alfred começou a estocar o britânico no mesmo ritmo que o masturbava, num ritmo lento, enlouquecedor e insano.

–Ahn... Alfred... More... Please – pediu o britânico entre gemidos arranhando as costas do americano.

Assim que ouviu o pedido do britânico, Alfred perdeu a sanidade, começou a estoca-lo com força e velocidade segurando com força a cintura do menor, os corpos se esfregavam freneticamente, o membro do britânico era friccionado entre os corpos suados, as respirações aceleradas e ofegantes deixavam escapar os gemidos lânguidos e sem controle do britânico e do americano.

–Ah, Alfred, fuck me hard – gemeu o britânico movendo os quadris em direção ao americano tentando acompanhar o ritmo frenético que este impunha.

–You’re so sexy – o americano segurou o britânico sentando no sofá e colocando o menor em seu colo com uma perna em cada lado de seu corpo, ajudou-o a subir e descer em seu colo, mantendo sempre o ritmo quase insano, ou talvez totalmente, das estocadas.

–Alfred... It feels so good – sussurrou o britânico mordendo o lóbulo da orelha Americana antes de soltar um gemido extasiado próximo a esta causando um leve tremor no americano que sorriu apertando levemente a cintura do britânico em resposta.

–Arthur... You’re so hot – comentou o Americano estocando o britânico com força e velocidade, mordendo e chupando o pescoço a sua frente.

–Alfred... I can’t take it anymore – falou o britânico passando os braços ao redor do pescoço do americano o beijando e gemendo na boca do mesmo ao fazê-lo.

–I also, Arthur – Alfred estocou o britanico mais algumas vezes antes que esse derramasse seu prazer entre os dois contraindo os músculos e apertando o membro do americano que gozou logo em seguida – Arthur... I love you, Darling.

–I love... I love you too, stupid american – declarou o britânico encostando o rosto na curva entre o pescoço e o ombro do americano sentindo o cheiro do mesmo.

O americano saiu de dentro do britanico o pegando no colo, em seguida subindo as escadas andando até o quarto do inglês o deitando delicadamente sobre a cama e se deitando ao lado do menor o abraçando.

–You’re so cute – comentou o americano assim que o britânico fechou os olhos e se aconchegou em seu peito, ficou observando o menor dormir calmamente até que caísse no sono também.


Notas finais
mereço reviews?
O proximo casal vai ser.......
Franada, é isso ai, o proximo casal vai ser o amado Francis e o ser invisivel mais lindo e fofo que existe nesse mundo, Matthew *-*