coletânea hetalia
13 Spamano
Notas iniciais
Desde a primeira vez que li esse doujin eu me apaixonei *-* enfim, espero que gostem
Essa história ocorreu na guerra anglo-espanhola, entre os anos 1585 e 1604, onde muitos confrontos entre Inglaterra e Espanha ocorreram, aqui contarei um pequeno caso ocorrido entre os dois europeus, que ocorrera em 1587, onde Inglaterra teve uma vitória em Cádiz contra a armada espanhola, mas não pensem que ele jogou limpo, lhes contarei exatamente o porque da perda da armada espanhola, tudo começou em um pequeno conflito na casa do espanhol onde ele e o inglês batiam boca e trocavam xingamentos e até golpes.
-Maldito, vá para o inferno, britânico desgraçado – vociferou o espanhol fechando as mãos em punho.
-Morra, seu espanhol maldito, não permitirei que vença – o britânico tirou sua varinha do uniforme militar e as apontou para o espanhol.
Ambos não sabiam, mas estavam sendo observados por um jovem italiano que tremia de medo e preocupação pelo seu chefe, “isso é assustador” pensou o italiano observando enquanto se esgueirava pela parede para se aproximar mais.
O britânico balançou a varinha e um raio colorido irradiou a sala, mas nada pareceu acontecer, além disso, o espanhol estava inteiro e sem nenhum arranhão.
-CHIGIIIIIII – o grito cortou o ar da sala e o espanhol se virou rapidamente, vendo seu pequeno pupilo em forma de gato.
-ROMAAAA – o espanhol correu até o gato italiano e o pegou no colo, este apenas miou irritado e arranhou o braço do espanhol – Romanito, habla conmigo – pediu o espanhol observando o italiano, mas este nada disse, apenas miou – Dios mío.
~hetalia~
-Señor Kiku, ayúdame – o espanhol entrou na casa do japonês desesperado e com lagrimas nos olhos, estava cansado de tanto correr até a casa do moreno, assim que chegou caiu de joelhos e fixou seu olhar no chão.
Além do japonês também se encontrava lá o francês, um dos melhores amigos do espanhol.
-O-o que aconteceu? – perguntou o japonês observando o estado do espanhol.
-Eu estava lutando com o sobrancelhudo e o Roma... O Roma... O Roma se tornou um gato – o espanhol pegou o gato italiano e mostrou para os dois presentes que olharam maravilhados.
-Que fofo~ — comentou o francês pegando o gato em seus braços e o erguendo.
- Ele jogou uma magia, mas acertou no Roma quando eu desviei – disse o espanhol.
-Hum... Que típico – comentou o japonês lembrando-se dos filmes, mangás e animes que possuíam algo parecido.
-Então vocês dois ainda estão brigando? – zombou o francês sendo empurrado pela pata do gato italiano.
-Não quero ouvir isso de você, e é claro que estamos brigando, não vou desistir até que ele perca – então o que devo fazer?
-Inglaterra-san é o verdadeiro e genuíno tipo fantasia, no mundo da fantasia, qual é a ultima coisa que um personagem enfeitiçado faz? – perguntou o japonês.
-Vencer o vilão? – respondeu o espanhol olhando para o teto enquanto pensava.
-Perto! Depois disso! Em outras palavras... Beijo – disse o japonês convicto.
-Ah~Sério? – o espanhol pegou o gato italiano nos braços e o beijou na ponta do nariz.
Uma fumaça branca tomou conta da sala e os três olharam curiosos para o local onde estava o gato italiano, no local encontraram o italiano com orelhas e rabo de gato e apenas uma blusa cobrindo o corpo.
-Meooow!!!! – o italiano levou as mãos às orelhas e começou a se desesperar, lagrimas já tomavam conta de seus olhos e rosto.
-Ele não consegue falar – comentou o japonês maravilhado, aquilo realmente estava acontecendo, uma cena de mangá ocorria bem em sua frente.
-Por que não damos um olhada para ver se ele tem oito mamilos? – perguntou o francês sorrindo alegremente com a ideia.
-Pare com isso, barbudo pervertido – repreendeu o espanhol abraçando o italiano – por que só deu metade certo?
-Talvez a magia do Inglaterra-san seja realmente forte. Bem... Um beijo teve efeito, talvez se cure com mais – comentou o japonês observando o italiano que miou melancólico.
-Não se preocupe, Roma~, o patrão vai curar você – o espanhol abraçou mais o italiano – vamos dar muitos beijos.
-MEOW! – o italiano se virou para o espanhol e deu-lhe uma cabeçada forte.
O espanhol cambaleou um pouco devido ao impacto do golpe e levou uma das mãos ao local golpeado o massageando.
-Eu quero curar o Romano também – disse o francês sorrindo maliciosamente.
-Fique longe – o espanhol chutou a canela do francês e saiu porta afora carregando o italiano nos ombros.
~hetalia~
O italiano estava deitado na cama do espanhol abraçado com o travesseiro enquanto lagrimas escorriam pelo seu rosto alvo, ele estava pensando se realmente poderia voltar a ser como era, não queria continuar daquela forma, era horrível não conseguir falar com as outras nações e principalmente com Espanha.
O espanhol apenas observava o italiano, este suspirou e pulou sobre o mais novo.
-Roma~ — o italiano se assustou e seus pelos se erriçaram – não se preocupe, vai ficar tudo bem – o espanhol beijou a bochecha do italiano – o patrão com certeza vai curá-lo.
O italiano se virou para encarar o espanhol e o beijou nos lábios.
-Meow – “se vai me beijar, me beije nos lábios” pensou o italiano corado.
-Eu consigo entender perfeitamente o que está dizendo – o espanhol riu – Esse é o poder do amor – o espanhol se jogou por cima do italiano e o derrubou na cama.
Logo tomou os lábios do menor, seus lábios se moviam lentamente, em uma dança sensual e lenta, as mãos do espanhol acariciavam as orelhas do menor, as línguas se acariciavam dentro das bocas, o menor gemeu entre o beijo, ambos se afastaram por falta de ar, mas um fio de saliva ainda ligava a boca de ambos.
O espanhol voltou a beijar o italiano, dessa vez com mais força e intensidade, deixando o menor sem folego, mas não se afastou, agarrou os pulsos do jovem e os prendeu ao lado do corpo.
Ao se afastarem o menor deu uma cabeçada no espanhol para afastá-lo enquanto miava em tom irritadiço.
-Lo siento, você é tão fofo que não pude resistir – desculpou-se o espanhol massageando a área atingida – Como é que o seu rabo funciona? – o espanhol virou o italiano de costas e puxou o rabo do italiano o fazendo gemer – você se sente bem aqui? – o espanhol tornou a puxar o rabo do italiano escutando gemidos do menor.
O mais novo agarrou o travesseiro e gemeu deixando o ar escapar pela boca entre aberta, os olhos já deixavam as lagrimas escorrerem, o espanhol puxou o mais novo para seu colo e sorriu largamente.
-Nós podemos muito bem fazer o trabalho todo, não é? – perguntou o espanhol passando o nariz pela bochecha do italiano que ronronou em resposta – nós podemos dar muitos beijos também.
O italiano passou a cauda ao redor do corpo do espanhol e apoiou a testa no peito do maior, o jovem estava com o rosto avermelhado, o tom mais forte de vermelho que já se apossara de sua face em toda sua vida.
-Você é tão fofo~- o espanhol voltou a beijar o italiano e o deitou na cama, logo começou a despi-lo de forma lenta e torturante, deixando os dedos roçarem a pele do menor e arranharem suavemente o abdômen do italiano.
Os lábios do espanhol começaram a deixar trilhas de beijos pelo dorso do italiano até chegar à virilha, ele lambeu o falo do jovem e sorriu ao ouvir o gemido que este soltou.
O espanhol retirou a própria roupa e a jogou no chão, logo levou os dedos até a entrada do menor o invadindo delicadamente e massageando o interior do mais novo.
-Meow – gemeu o italiano enrolando o rabo no braço do espanhol e mexendo o quadril contra os dedos do moreno, este por sua vez forçou mais um dedo na abertura e começou a movê-los lentamente, alargando o orifício e o preparando para recebê-lo.
O espanhol retirou os dedos de dentro do menor e se posicionou entre as pernas do italiano, ao sentir algo se forçando para penetra-lo o menor agarrou os braços do espanhol e deixou o ar escapar rapidamente, estava ansioso e ao mesmo tempo com medo do que sentira quando fosse preenchido pelo membro do espanhol.
As pernas do italiano envolveram o quadril do moreno e este beijou o menor com volúpia, sua língua deslizava pela boca do italiano e vasculhava aquela cavidade quente, as salivas misturadas escorriam pela boca do menor e ele tremia por sob o corpo do moreno.
O rabo do italiano se envolveu no corpo do espanhol e sua mão acariciou a lateral do corpo moreno indo para as costas deste.
-Antô... Nio! – chamou o italiano envolvendo o pescoço do espanhol com os braços, o moreno estranhou, mas tornou a beijar o italiano.
“Ele quase nunca me chama pelo nome” pensou o espanhol enquanto segurava a cintura do menor e o puxava contra seu corpo, penetrando-o quase por inteiro.
“Eu estou sufocando, não consigo respirar...” o italiano soltou um gemido alto quando o moreno o invadiu por inteiro e começou a se mover com intensidade, as bocas já haviam se separado e ambos podiam respirar, mesmo que com dificuldade.
-Ah... – o italiano gritou e se agarrou no espanhol arranhando-o e deixando marcas avermelhadas nas costas do moreno.
O italiano gemia sofregamente e agarrava o moreno para mais perto, os corpos estavam colados e se chocavam com força.
As estocadas se tornaram mais intensas, o suor já escorria pelo corpo de ambos os deixando melecados, a saliva escorria dos lábios do italiano que respirava com dificuldade, o ar se tornava escasso, tornando ainda mais difícil o ato de respirar.
O espanhol aumentou o ritmo das estocadas e passou a acariciar o corpo do pequeno italiano, seus dedos longos e finos deslizavam pelo dorso do menor, descendo e subindo lentamente o que enlouquecia o italiano.
Os gemidos se tornaram mais altos, mais sôfregos e intensos, o rosto do italiano estava molhado pelas lagrimas e pela saliva que escorria, os dois tornaram a beijar-se com força e paixão, os beijos só eram interrompidos para que os dois respirassem e para o italiano gemer.
Ambos sentiam espasmos musculares percorrerem o corpo, choques de prazer deixavam os espasmos mais intensos, tão intensos quanto às estocadas do espanhol, ambos estavam no limite, estavam sem folego, respirando com dificuldade, a falta de ar tornava tudo mais excitante.
Logo os dois chegaram ao ápice derramando seus prazeres e desabando na cama, o italiano estava acabado, o corpo melecado pelo sêmen e pelo suor, ao atingir o orgasmo o menor desmaiou na cama.
-Gozar com falta de ar é incrível, eu poderia me viciar – comentou o espanhol saindo de dentro do italiano – Roma desmaiou.
As orelhas ainda estavam na cabeça do italiano, o espanhol acariciou-as e observou o menor.
-Talvez elas desapareçam quando ele acordar – disse deitando-se ao lado do menor.
O italiano se aconchegou no peito do espanhol e o moreno fechou os olhos por alguns segundos, quando os abriu notou que as orelhas haviam desaparecido, ele acariciou o cabelo avermelhado do jovem e o viu se aconchegar mais, o espanhol deixou seus braços rodearem o menor e sorriu.
Romano era seu, naquele momento o jovem italiano era dele, assim como sempre desejara, e ele era feliz, muitos não o compreendiam porque gostava tanto do italiano, já que este possuía uma personalidade rude e um tanto questionável, mas o italiano possuía um lado fofo, um lado que apenas o espanhol conhecia, mas não era só esse lado que encantava o espanhol, tudo no menor o atraia e era por seus defeitos e qualidades que ele o amava.
Notas finais
Gerita e NorIce
Fale com o autor