coletânea hetalia
10 RoChu
Notas iniciais
RoChu é um dos meus OTPs, e sério, foi um pouco dificil escrever essa one T.T minha falta de criatividade nesses dias está me ajudando bastante.
Na verdade acabou se tornando um PWP T.T enfim, espero que gostem e não me matem T.T
As lagrimas escorriam sem parar, como todos o tratavam daquela forma? Era inaceitável, ele era uma nação assim como todos, mas ninguém parecia se importar, todos queriam apenas seu corpo, malditos ocidentais, europeus estúpidos, ele os odiava, tinha acreditado neles e agora isso, o tratavam como um capacho, como um empregado, “China, pode me fazer um avião?”, “China, me faça isso”, “China faça aquilo”, estava farto de tudo aquilo, daqueles ocidentais que só sabiam irrita-lo e obriga-lo a fazer coisas que não queria, ah como desejava voltar a ser o que era antes, viver com os pandas, sem ocidentais, sem europeus irritantes, nada de França, nada de Inglaterra, nada de América e principalmente nada de Rússia.
China pegou seu panda de pelúcia e o abraçou com força, deixou as lagrimas caírem sobre o bichinho de pelúcia que as recebeu sem reclamar, era uma espécie de consolo silencioso, tudo o que o chinês precisava era ficar só, apenas ele, não queria receber mais ordens daqueles malditos europeus ou do imbecil do América, apenas queria fechar os olhos e acordar como se tudo pelo que passou tivesse sido um sonho.
Mas definitivamente o destino não gostava do chinês, Deus deveria odiá-lo, talvez sequer o considerasse como um filho, talvez o houvesse deserdado, por atos tão desonrosos que até mesmo Deus não pode perdoar, sempre havia de lhe pegar peças de muito mau gosto, ele apenas queria ficar sozinho, o que custava aos céus deixa-lo em paz?
A campainha tocou uma vez e parou, o jovem pensou em ignorar e fingir que não estava em casa, mais uma vez a campainha tocou, China fechou os olhos e respirou fundo, precisava ignorar, e mais um toque, China ignorou, isso ocorreu pelo menos dez vezes até que o chinês irritado foi abrir a porta.
-China-kun, que bom que atendeu, estava começando a ficar preocupado, da~ — Rússia entrou na casa do chinês em estilo oriental e logo se acomodava no sofá, como se a casa fosse dele.
-O que faz aqui, aru? – perguntou China fechando a porta e seguindo o visitante até o sofá, mas não se sentou, permaneceu em pé fitando a outra nação que sorria alegremente, como se houvesse ganhado um presente sem motivos.
-Vim fazer uma visita, afinal somos amigos, né China-kun? – o russo deu leves batidinhas no sofá indicando para que o outro sentasse também.
-Amigos não forçam os outros a fazerem coisas que não querem, aru – comentou o chinês em voz baixa, apenas para si mesmo.
-Disse alguma coisa, China-kun?
-Nada, não disse nada, aru.
-Pensei ter ouvido você dizer que te obrigo a fazer coisas que não quer, mas já que não disse nada, da~, China-kun, será que poderia me fazer um chá? O chá que você prepara é maravilhoso.
O coração do chinês falhou uma batida, nunca ninguém havia lhe dito que gostava de seu chá, tampouco que o achava maravilhoso, sempre diziam que sua culinária era apimentada e alguns até chegavam a dizer que não a apreciavam de forma alguma, o chinês havia ficado muito feliz com o elogio do maior, mas não o externou, pois preferia guardar só para si.
Logo o chinês foi para a cozinha preparar o chá, assim que terminou voltou para a sala com duas xicaras de porcelana e deixou-as sobre a mesa com cuidado.
-Obrigado, China-kun, acho que eu virei te visitar mais vezes, nossas casas são próximas então não tem problema, né? Mas caso não queira que eu venha pode me dizer, China-kun.
-E-eu não me importo que venha, contanto que avise antes.
-Obrigado, China-kun – o russo sorriu e levou a xicara aos lábios sorvendo o chá com calma, saboreando lentamente, provando do delicioso gosto do chá do chinês – adoro o seu chá, China-kun.
-Xièxiè – agradeceu o moreno corando levemente com o elogio.
-Na verdade adoro tudo que envolve você.
O moreno engasgou com o chá e tampou a boca ao tossir, sentiu o incomodo gosto do chá em seu nariz e continuou a tossir durante alguns segundos até poder se recuperar do susto inicial.
-China-kun, você está bem? – o russo perguntou assim que o chinês parou de tossir e respirava levemente ofegante.
-Estou, apenas engasguei, aru – o chinês se recompôs e ajeitou a roupa que usava deixando o chá sobre a mesa – pretende dormir aqui, aru? Não tenho nenhum quarto preparado para recebe-lo – “em outras palavras, de o fora, aru” completou o chinês mentalmente, enquanto tentava parecer confortável com a situação.
-Não tem problema, posso dormir com você, da~ .
-Nem pensar, aru, como pode se auto convidar para dormir comigo, aru? Sei que o que quer é apenas meu corpo, então vou deixar bem claro que não o darei, aru, e quero você fora da minha casa, aru.
-China-kun, você entendeu errado, eu não quero seu corpo, da~, apenas quero passar mais tempo com você.
-E por que iria querer isto, aru? Apenas por sermos “amigos”, aru?
-Não, é porque eu quero me tornar um com o China-kun, porque eu gosto muito de você, China-kun, eu quero você, China-kun, não o seu corpo, e sim você, não como uma nação, mas como uma pessoa, porque mesmo sendo nações temos sentimentos, assim como as pessoas, você acredita em mim, Yao?
-Eu... – chinês parecia atônito, ainda tentava processar tudo o que o russo lhe dissera, ele gostava do chinês? O moreno tinha suas duvidas quanto a isso, o russo sempre fora um grande mistério, um pouco assustador e sempre sorria de uma forma um pouco falsa demais, então não seria aceitável acreditar tão facilmente nele, mas pensando bem o russo nunca fez nada que desagradasse o chinês, sempre se mostrara muito gentil e nunca agiu de maneira a irritá-lo, não propositalmente, nunca lhe deu indiretas maldosas ou qualquer tipo de maus tratos – eu acredito, Ivan, acredito em você.
-Obrigado, Yao – o russo aproximou mais o rosto do moreno e lhe beijou sutilmente os lábios para se afastar e sorrir – eu gosto muito de você, Yao, há muito tempo – o russo voltou a beijar os doces lábios do moreno, mas dessa vez não foi tão sutil, sua língua logo acariciava a do chinês e iniciava uma dança lenta e sensual.
O chinês gemeu com o contato das línguas, seus olhos estavam fechados e seus punhos estavam cerrados sem saber ao certo o que poderiam fazer, se deveriam tocar o russo ou manter-se impassíveis.
As mãos do russo desceram pelas costas do chinês até chegarem às nádegas onde apertaram de forma desejosa a área carnuda do moreno, as mãos seguiram para a parte interna das coxas e apertaram novamente, depois subiram em direção ao membro do moreno que gemeu ao contato das mãos do russo com seu membro semi-desperto.
-Você é tão bonitinho, China-kun – comentou o russo acariciando o membro d moreno por sobre a roupa – quero me tornar um com você, China-kun – dizendo isso o russo tirou a camisa que o chinês estava usando e a deixou deslizar para fora do sofá.
O chinês puxou levemente o cachecol do russo, mas este o impediu, prendendo-lhe as mãos sobre a cabeça.
-Não pretendo tirar meu cachecol, China-kun, tampouco quero que você o tire, ele é importante e sem ele sinto frio, por isso não quero que tire – disse o russo passando os dedos levemente pelo dorso desnudo do chinês que estremeceu ao contato dos dedos gelados contra sua pele quente.
-Mas está calor, aru.
-Não posso, aonde quer que eu esteja, o que quer que eu faça, eu sinto frio, quando uso esse cachecol, sinto que volto aos velhos tempos, quando estava com minha irmã mais velha e com a Bielorrússia, e sinto um pouco de frio.
-Rússia... – o chinês beijou-lhe os lábios sutilmente e acariciou o rosto do russo com a ponta dos dedos – está calor, você não sentirá frio – dizendo isso o moreno deixou que o cachecol deslizasse por sua mão e caísse no chão.
O russo beijou o chinês e o despiu calmamente, lentamente foi descendo os beijos até o queixo, indo para o pescoço e depois para a clavícula dando leve chupões quando lhe convinha, queria marcar o moreno, dizer a todos que este era dele e somente dele.
Lentamente tudo ocorria conforme deveria ser, ou pelo menos era isso que parecia, o russo tocava o chinês com suas mãos gélidas o causando arrepios, passava a língua por todo o tronco do chinês deixando trilhas de saliva, que se tornavam trilhas de fogo para o chinês, pois a cada contato do russo com sua pele parecia queimar, seu corpo estava em brasas, fervendo e prestes a entrar em erupção.
O russo levou dois dedos à boca do chinês e deixou que este os chupasse, lentamente continuou distribuindo beijos leves e saliva pelo corpo do moreno, com a mão desocupada tratava de abrir as próprias calças e estimular seu membro que clamava por atenção, queria poder sentir-se inteiro dentro do chinês.
O chinês chupava os dedos do russo avidamente, os olhos entreabertos deixavam um brilho luxurioso emanar, seus lábios rosados envolviam os dedos do russo como pétalas de rosa, eles eram macios e doces.
Quando sentiu que seus dedos estavam lubrificados o russo tirou-os da boca do chinês, os levando a entrada do menor para em seguida penetrá-lo com um dedo, recebendo um resmungo quase inaudível, começou a mover o dedo dentro do moreno, fazendo movimentos circules e de vai e vem, alargando-o para prepara-lo para o que viria depois.
O chinês mordeu o lábio inferior quando sentiu o segundo dedo se forçando dentro dele e se movendo junto com o primeiro em movimentos circulares, abre e fecha, e de vai e vem, logo movia seu quadril contra os dedos da nação maior, o russo ao notar as atitudes do acompanhante penetrou-o com mais um dedo e prosseguiu com os movimentos dentro do chinês.
-I-Ivan... Ahn... – gemeu o chinês contorcendo o corpo de prazer e cravando as unhas nas costas do russo que abaixava as calças e as retirava, sem deixar de penetrar o moreno com os dedos, logo o russo estava apenas de cueca – Ahn... – o chinês fechou os olhos e corou ao olhar o volume que se formava na cueca do maior.
-China-kun... Acho que você já está preparado – o russo retirou os dedos de dentro do chinês, este por sua vez resmungou em desagrado movendo o quadril tentando ter mais contato, mas não conseguiu.
O russo abaixou a cueca e a retirou juntamente com a calça a largando ao lado do sofá junto com o resto das roupas do chinês, se posicionou entre as pernas do chinês as colocando em seus ombros, ajeitou-se e começou a penetrar o moreno lentamente.
Este por sua vez se contorcia de dor e deixava lágrimas escorrerem pela sua face pálida, as unhas cravadas nas costas do russo agora o arranhavam tentando inutilmente dissipar a dor quase insuportável de ser rasgado ao meio.
O chinês gemeu de dor, um gemido alto e sôfrego que cortou o silêncio da casa do moreno, o peito deste subia e descia rapidamente, sua respiração estava ofegante e o suor já se formava em seu corpo.
O russo não se moveu, apenas manteve-se dentro do chinês até que este se acostumasse, o que não demorou muito, pois em alguns segundo o moreno já movia o quadril sutilmente em direção ao membro do russo.
As estocadas começaram lentas e fortes, assim como o inverno russo, de forma que fizera a nação maior se lembrar da Sibéria e de seu cachecol caído no chão, naquele momento não sentia frio algum, apenas calor, os dois corpos se unindo, a respiração quente do chinês indo contra sua pele, apenas os batimentos e as respirações eram audíveis naquele recinto.
O russo acariciou o corpo do moreno e levou uma das mãos até o membro deste o acariciando e massageando, ouvindo gemidos roucos do chinês, que não segurava mais os gemidos.
O russo manteve as estocadas na mesma velocidade em que masturbava o menor, de forma torturante e excitante, cheio de luxuria, o maior tomava o moreno com uma volúpia impiedosa, ambos sentiam dor e prazer em unir os dois corpos, agora ambos eram um só, o chinês e o russo, não eram mais duas nações distintas, agora faziam parte de uma mesma coisa, que ambos criaram entre si ao longo dos anos, eles estavam unidos por um tênue fio vermelho que poderia partir e, portanto deveria ser conservado e protegido.
O russo aumentou a intensidade das estocadas e se apoiou no sofá, mantendo uma mão de cada lado do corpo do chinês para que seu peso não caísse por cima deste, tomou todo cuidado para não usar muita força e não machuca-lo.
-Ahn... Ivan... Isso é tão bom, aru – comentou o chinês envolvendo o pescoço do russo com os braços e beijando delicadamente os lábios deste – mais forte, Ivan.
O russo obedeceu ao pedido do menor e aumentou a força das estocadas, o sofá rangia com a força dos movimentos, se ambos fossem humanos comuns certamente poderiam ter se quebrado com a força sobre humana que era exercida naquele ato libidinoso.
As estocadas prosseguiram fortes e ritmadas, os dois gemiam sem pudor, a temperatura da sala havia aumentado muitos graus, parecia até uma sauna ou a boca de um vulcão em erupção devido à temperatura, mas nenhum dos dois ligou para isso no momento, o que importava para eles era o outro, o prazer e a dor que lhes era proporcionado.
O chinês arranhava as costas largas do russo e este mordia o pescoço alvo do outro com força, deixando marcas visíveis para qualquer um, os corpos colidiam e o suor grudava alguns fios de cabelo contra a pele quente, as respirações e batimentos estavam acelerados, os lábios do chinês estavam avermelhados assim como seu rosto.
As estocadas continuaram até que o russo tocou na próstata do menor o fazendo arquear as costas e gemer alto, o maior continuou estocando e estimulando hora ou outra a próstata do moreno recebendo altos gemidos em troca.
Ambos já estavam exaustos quando chegaram ao ápice gemendo juntos e derramando os prazeres e se deleitando com os espasmos musculares que vieram depois do tão esperado orgasmo, o primeiro orgasmo daquele dia, pois não terminariam só com isso, fariam muitas e muitas vezes até seus corpos exaustos pedirem um bom e merecido descanso, pois não se pode desunir aquilo que foi unido de uma forma incontestavelmente voluptuosa.
Notas finais
hahahahaha brincadeira, já tem duas one desse couple então não vou postar outra one desse couple, pelo menos não nessa coletanea hahahahaha
Tava pensando em escrever um GiriPan (Grécia e Japão) ou um TurEgy (Turquia e Egito, mas to com a criatividade em baixa, enfim, qual vocês preferem? E se tiverem algum desafio podem fazer, fiquem a vontade
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