bellum

1 O inicio da profecia


Notas iniciais
inicio da historia começa com acontecimentos de eras antes Se gostar e quer um mundo em expansão apos ler deixe sua sugestão, e minha primeira historia espero concluir com a ajuda de todos :)

No ano de 308 A.X. Ouve um incidente que mudaria o rumo do continente, Frydurn o acordou a besta de cinco cabeças que já destruirá outras eras, era inacreditavelmente grande sua passada destruía vilas inteiras, sua pele era tão dura que se parecia com muros de muralhas de uma cor azul enegrecido, de olhos amarelos como ouro que causa temor nos mais bravos dos homens,

Cada cabeça tinha uma força que se difere da outra, a cabeça mais a esquerda era a cuspidora de rochas com um rugir as rochas de dez dias a diante de quebravam, a segunda cabeça a cabeça flamejante liberava um calor vermelho arrasando florestas inteiras, a cabeça mais a direita a própria tormenta dizem que os furacões são culpa de seu sopro, a cabeça do mar era extremamente poderosa os mares que hoje separam nossos trinta e nove continentes são culpa dela, e a cabeça do meio a mais misteriosa de todas era uma cabeça calma nunca havia desferido um único golpe contra nada, totalmente diferente das outras que dissipavam sua fúria a todos os cantos do mundo, no meio de sua testa estava oque mais intrigava a todos um corpo de mulher seminua de cabelos vermelhos como lava com uma venda sobre os olhos com a cintura fundida a besta, não se sabia quem era oque fazia ou oque fez pra estar ali.

A besta havia desolado três continentes em apenas quinze anos após acordar de seu sono, varias batalhas foram travadas contra a besta todas foram humilhadas e trucidados e não sobrara um bom soldado vivo para contar oque acontecera.

Os reinos de cima se aliaram com os reinos inferiores para a batalha contra Frydurn, mas isso apenas os levou a ruina antes o maior reino foi rebaixado ao nível de um feudo pobre e sem pessoas as ruas pareciam cidades fantasmas, apenas a tristeza andava nas ruas da capital onde antes havia festas quase sempre agora apenas um cantor triste ao fundo da rua principal toca uma musica lenta e triste. As lanternas antes eram acesas a noite toda agora apenas ilumina o palácio onde os mesmo só ficam acessos ate a meia noite,

O rei morrera em batalha no este contra a besta, sua esposa ficava cada dia mais triste ate se matara um ano após a morte do rei não suportando a vida sem seu amado rei, sobrando apenas seu filho de quatorze anos um menino triste devido as conturbações de sua jovem vida, aos dezessete anos ele decretou a que aquele que conseguisse uma forma de derrotar Frydurn poderia escolher qualquer coisa no mundo.

Pessoas de todo o mundo foram ao reino em busca de conseguir derrotar a besta, todos sucumbiam, durante cinco anos vários e vários tentaram sem nenhum êxito, com o passar dos anos foram diminuindo as tentativas ate acabarem por completo.

Quando o rei triste tinha trinta e cinco anos um ser misterioso veio ao reino a procura do rei, a anos ninguém tentara acabar com o maior medo dos continentes, esse ser vestia uma capa negra por fora e dourada do por dentro um grande capuz que cobria todo o seu rosto de modo quase aterrorizante, não dizia uma única palavra tudo que queria conversar escrevia em um papel e mandava um pequeno corvo que vinha em seu ombro entregar o pequeno papel ao rei.

O rei estava desconfortável com aquele ser em sua frente, já havia visto muitos estranhos em sua frente mas aquele tinha um presença incomparável era uma mistura de medo e fascinação que confundia a todos no grande salão de trinta e duas grandes pilastras de mármore branco de mais de cem metros de altura, com lustres que desciam do teto ate dez metros acima da cabeça do homem mais alto daquele lugar, a guarda real enfileirada desde a porta ate próximo ao rei, eram mil soldados de cada lado, diziam que o rei teria escolhido a dedo cada um deles, armaduras negras faziam contraste com o salão branco, e no centro do salão o ser misterioso esperava a resposta do rei.

Os olhos tristes do rei pareciam não acreditar no que via, o primeiro em anos que desejava enfrentar a besta, ele concordou no mesmo instante, e confirmou as antigas promessas de que caso ele conseguisse ele poderia escolher qualquer coisa no mundo que o rei lhe concederia.

O misterioso se retirou quase de imediato do salão, pegou o navio mais rápido do reino era de uma cor de madeira escura dom detalhes em ouro, velas de um vermelho vivo e o estandarte de um sol negro no meio, era pequeno com quatro mastros uma pequena tripulação de pouco mais de cinquenta marinheiros, partiu para o continente a oeste,

No caminho levariam quatro semanas em alto mar, enfrentaram tempestades, esbarraram em um gigante do mar, viram as raias voando ao lado do navio, na ultima semana em alto mar uma lua de sangue apareceu no céu deixando os já apavorados marinheiros ainda com mais motivos, uma lua de sangue era visto como um mal pressagio.

Quando chegaram a oeste os marinheiros estavam amedrontados em seus lugares nenhuma voz se escutava, apenas o leve balanço das ondas e o acariciar do vento, mas o vento tinha um carinho amargo era como se a morte estivesse lhes observando.

Apresaram-se soltaram a ancora caiu com um barulho choco sobre a agua correram e colocaram um bote ao mar, o misterioso se virou ao capitão fez uma breve referencia, logo entrando no pequeno bote solitário e partiu ao encontro do antigo porto, como se o medo não existisse em seu mundo.

Desceu do bote, à frente apenas a ruina do que um dia foi uma cidade vassala do reino de cima, hoje não passa de um monde de pedras amontoadas, com esqueletos pelas esquinas e olhos a espreita, o misterioso caminhou pela antiga rua principal, onde antes havia um belo tapete de pedras todas cuidadosamente colocadas agora a apenas musgo, mato, e raízes brotando do chão.

Após passar pela cidade, seguiu caminho pelo trio que antes será uma movimentada estrada usada por mercadores rumo ao centro do continente, seriam vários dias de caminhada ate o centro junto às montanhas gêmeas, no caminho apenas o silencio absoluto ali não existiam mais animais, apenas as arvores eram rainhas naquele continente era uma sensação de paz e ao mesmo tempo de terror, a presença de Frydurn naquele continente tinha expulsado todas as formas de vida daquele vasto continente.

Após quatro semanas andando em direção as gêmeas finamente pôs a ver elas no horizonte as três montanhas, a da esquerda Energós, a da direita Íremi, e a grande montanha do meio Oudetero,

Energós e um vulcão que nunca secou suas aguas de fogo nada ali vivia nem mesmo antes de Frydurn, Íremi uma montanha de antigos templos dos deuses baixos que ainda tinham seu poder sobre o reino inferior, e Oudetero a montanha mais alta daquele continente e também a mais tranquila de todas, ao pé da montanha a antiga cidade de Abís capital do antigo reino inferior de Arfuga, era enorme no seu auge ali viviam mais de milhão de pessoas de todas as raças, mais durante a guerra dos reinos inferiores contra os reinos das ilhas superiores os reinos inferiores foram destruídos e rebaixada a vassalos, mais não durara muito trezentos anos após a guerra a cidade foi evacuada a força e agora esta assim, uma cidade em perfeito estada de abandono.

O misterioso iniciou a subida da montanha seria mais três semanas de caminhada ate o topo, era alta, mas e de uma subida tranquila poucos momentos ela tinha subidas íngremes, de arvores coloridas azuis, vermelhas, rosas, roxas, amarelas e todas as cores possíveis ali era o único lugar onde o vento era realmente doce diferente do lado de fora da montanha onde a preção que Frydurn exercia era sentida a todo o momento.

Após a longa jornada ate a montanha o misterioso se sentou na bancada mais alta do único templo da montanha, observava ao longe era possível ver duas semanas de caminhada de planícies infinitas ao redor das montanhas.

Abrindo um pouco seu manto retirou uma pequena tabua e um punho de espada quebrada, colocou as no chão levantou-se, voltou a observar o horizonte em um ponto fixo, sussurrou algo em uma língua mais antiga que a idade dos homens, naquele instante os três sois escureceram , o mundo entrara em uma penumbra horripilante, trovoes soavam ao redor do mundo inteiro.

Ao sul as cidades vermelhas estavam barulhentas pelos animais em total agitação as crianças choravam em desespero perante aos furações de fogo, ao norte as ilhas superiores tremiam como nunca antes as fontes de agua límpida jorravam uma agua negra que quase não refletia a luz, a leste os desertos dos eremitas estavam se encharcando em tempestades de agua, vento, e fogo, e a leste Frydurn se levantara.

Olhara fixamente a Frydurn, para o misterioso eram três meses de caminhada ate Frydurn mas para a besta nada mais do que alguns minutos de caminhada, e não se fez mas que se esperava partiu de encontro as montanas gêmeas com fúria imensurável,

Antes de chegar as montanhas runas antigas brilharam no solo, as florestas coloridas das montanhas e de todo o continente secaram quase de imediato, o lugar colorido de antes agora já se tornara um lugar cinza e sem vida, Frydurn se transformara em uma montanha de vidro, o ser que invocara aquela magia estará no chão já sem vida, era um selo de morte. Selara Frydurn pelo próximo milênio.

Uma esfera de luz surgiu no salão do rei, se transformando em um pequeno bilhete:

“A besta foi selada, mas não extinguida, o prometido vira quebrara o selo e reinara sobre o mundo!”

Notas finais
Bom esse ainda e um teste, se possível deixe ideias para poder melhorar o desenvolvimento da historia!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.