até em Meu Trabalho Você Me Persegue!
15 Ser gênio da trabalho...
Notas iniciais
(Mike) : Heeeeeeey you ^w^
(bruna): Yooooooo minaaaaa 8DDD!!!
(Mike) : Yooooooo minaaaaa 8DDD!!!
(bruna): Iai leitores gatos e divos >u!!!!
(Mike) : Iai leitores gatos e divos >u!!!!
(bruna): Cala boka, baka 8DDD!!
(Mike) : Cala boka 8D... ei, perae ò-o...
(bruna): Primeiramente, venho aki esclarecer uma coisa - pq teve algumas pessoas q me perguntaram e tudo u-u... - Pois eh: Não eh o fim da fic 8D!! Tipo, pensaram q o cap anterior era o fim da fic, mas n era n, ta ^w^? Ah, e mais uma coisa 8DDDD.
(Mike) : Obrigada a todos por lerem a fic u-u...
(bruna): Obrigadaaaaaaaaaaa a toooooooooooooooooodos por lerem a >u<... Ei, perae ò-o. Como vc sabia ò-ó?
(Mike) : Sou vidente, lembra ¬u¬?
(bruna): ò-ó! Q seja ù-u.*empurrando Mike e voltando a falar* Gente, vcs me dão mt emoção *--*!! Nyaaaaaaahh, obrigadaaa >u<!!! Nas notas finais eu continuo meus agradecimentos *o*! Bjos bjos o/!!!
“- Eu me demito! – anunciou Sieghart na frente de todos os fregueses, olhando para o gerente com um sorriso sarcástico.
- O-O-O q-q-que? – gaguejou Elesis, de olhos arregalados e queixo caído, perplexa. Nunca esperaria que Sieghart se demitisse, mas sim que fosse o contrário.”
“- Urm berijo, ar flourr our... (Um beijo, a flor ou...) – falou Horlandess Sthwing, sim, aquele gordo, exibido e ricaço que tem um sotaque irritante. Agora ele olhava maliciosamente para o busto de Elesis, que só conseguia segurar seu punho trêmulo porque o gerente a olhava de longe. Horlandess começou a fazer movimentos com as mãos, como se estivesse apalpando duas laranjas maduras no ar – Our seos peirtos? Hisrhisrhirhsirhisr! (Ou seus peitos? *espaço para o riso retardado e “malicioso” que ele dava agora*)Elesis trincou furiosamente os dentes.
Ela não sabia o porquê, mas chegou mais perto, hesitante, fazendo um biquinho com os lábios. Uma rápida ideia de reconsiderar a flor passou pela sua cabeça, mas ela não poderia fazer aquilo. A raiva estava junto ao seu corpo. Aquele gerente maldito!”
“Ela nunca acreditaria o que havia acontecido naquele dia se não presenciasse com seus próprios olhos. Isso estava ficando muito, MUITO estranho...!!!”
No começo daquele dia:
Corri loucamente para o trabalho. Eu tentava ser o mais rápida possível para não dar de cara com Sieghart. Por algum motivo eu não conseguia olhar para seu rosto sem sentir minhas bochechas queimarem de vergonha.
Hoje de manhã eu tive que ser silenciosa e discreta para que ele não acordasse e não desse de cara comigo, mas eu sabia que isso era inútil. Veríamo-nos no trabalho mesmo assim. Mas pelo menos eu consegui um tempo para tentar me preparar mentalmente. Ontem não foi o dia mais normal do mundo. Fechei os olhos fortemente, corando. Eu não estava com ciúmes daquela gata maldita! Aquele idiota... Eu tinha certeza: Ele iria me encher com isso.
Cheguei à conclusão que eu definitivamente estava bêbada ontem! Só pode ser! Como minha boca idiota chegou a falar “fique comigo”. Balancei a cabeça, envergonhada. Droga! Droga! Droga!
Virei no pequeno beco e adentrei-o, correndo por ele até chegar à porta dos fundos, que dava à cozinha, empurrando-a bruscamente.
- Yo, Elesis-chan! – cumprimentou-me Sheldon. Suspirei de alívio. Mesmo que eu tivesse certeza que Sieghart estava lá em casa acordando agora, nunca nada era impossível para ele e eu ainda tinha aquela sensação que o mesmo poderia aparecer de repente em algum lugar totalmente improvável e impossível como sempre fazia, me surpreendendo.
- Iai Sheldon! – sorri para ele.
- Ei, vista isso rápido, o gerente quer que todos os garçons compareçam em cima do palco agora mesmo. – Sheldon sussurrou para mim, entregando-me algo.
- Mas o que é isso? – olhei aquele pano colorido dobrado em minha mão. Parecia ser uma fantasia.
- Sinto pena de vocês garçons... – ele balançou a cabeça negativamente, suspirando e voltando para a panela onde ele estava.
- O que? Sheldon, o que é isso? – juntei minhas sobrancelhas. Eu não estava gostando daquilo...
Autora narrando:
- Bom dia mina-san! – a voz do gerente ressoou por todo aquele espaço. Ela estava alta e vinha provavelmente de algum microfone. Ele estava encima do palco, segurando alguns papeis na mão direita enquanto a outra ele usava para segurar o aparelho amplificador de voz. – Gostaria de anunciar que hoje é um dia muito especial!
A atenção de todos foi para ele. Elesis e os garçons estavam ao lado do gerente. A ruiva trincava os dentes tão ferozmente que as pessoas podiam ver o ódio instalado em sua mandíbula enrijecida. Se não estivessem, claro, prestando atenção na roupa que ela usava.
Uma gênia. Era essa sua fantasia vergonhosa que a fazia corar na frente de todos ali. Por algum motivo, ela chamava mais atenção do que as outras garçonetes/gênias ao seu lado, mas isso não era nem de longe uma coisa para se orgulhar. Com sua barriga magra de fora e suas pernas envolvidas por um pano avermelhado transparente, ela cruzava os braços de mau gosto.
- O restaurante está fazendo aniversário de 10 anos. – o gerente ergueu as mãos, sorrindo – E para comemorar vamos ter uma brincadeira especial hoje!
O rosto de Elesis corou mais ainda, tanto, mais tanto, que seu véu ao redor do pescoço esboçava quase o mesmo tom de vermelho. Mas ela não corou pelo que o gerente acabara de dizer. Foi por outra coisa muito pior...
Sieghart havia entrado pela porta.
Ele arregalou imperceptivelmente os olhos para a ruiva, analisando-a dos pés a cabeça. Os músculos dele se enrijeceram. Ela estava linda. Sua mandíbula, como tudo nele estavam rígidos. Uma aura negra começou a percorrer o rapaz, até seus olhos se perderem em uma sombra escura por baixo da franja.
- Gostosinha... mas, eu prefiro a ruiva. – disse um cara para seu amigo, sorrindo maliciosamente. Uma veia pulsou na testa de Sieghart.
- Você tem razão – o outro riu, com pensamentos visivelmente pervertidos – Muito gata, deu vontade de pegar. – ele lambeu os lábios – Quem sabe hoje a noite não role alguma coisa, não é? – eles reiniciaram os risos.
O moreno andou a passos pesados até a mesa mais próxima, puxando uma cadeira e sentando brutalmente. Seus braços estavam cruzados furiosamente em cima do peito. Elesis tentava desviar o olhar do rapaz, ainda com vergonha.
- Cada pedido gera uma conta no final e, a partir de agora, essa conta vai virar um prêmio! – continuou o gerente – Cada cliente terá direito a três desejos, mas os gênios só terão direito de realizar um. – ele piscou para o público, que logo se agitou, com risos levemente maliciosos. – Ah, e somente clientes poderão participar do evento. Obrigado. – ele desligou o microfone e desceu do palco.
- Quero a conta! – anunciou um, que mal terminara de pedir seu suco de laranja.
- Eu também!
- A conta aqui, por favor!
- Conta!
A boca de Sieghart fazia uma linha reta e densa. Quando ele viu algumas mesas chamando Elesis, fuzilou-as com o olhar, mas os homens de lá nem o notaram.
- Eu me demito! – anunciou Sieghart na frente de todos os fregueses, olhando para o gerente com um sorriso sarcástico.
- O-O-O q-q-que? – gaguejou Elesis, de olhos arregalados e queixo caído, perplexa. Nunca esperaria que Sieghart se demitisse, mas sim que alguém demitisse-o.
- Venha aqui, por favor, garçonete – ele sorriu, com seu ar irônico costumeiro, quando olhou para Elesis que apenas corou, juntando as sobrancelhas.
- Euleses! (Elesis!) Veunha aqüi pour favour! (Venha aqui, por favor!) – antes da ruiva olhar de onde vinha a voz, Horlandess a puxou pelo braço, agitando o sininho que sabe-se lá de onde ele tirou, para balançar na frente dela . Outra veia pulsava na cabeça do moreno agora – Cuoenta, pour favour (Conta, por favor) – ele sorriu, fazendo suas bochechas rechonchudas parecerem um bumbum de nenê. A barriga da menina pareceu revirar.
- C-Claro... – respondeu ela, imaginando o que aquele garoto irritante pediria para a mesma fazer. Ela deu a conta para ele, hesitante, e, junto à conta, três papeis de cores diferentes.
- O qüe eo fassssço coum issuo? (O que eu faço com isso?)
- É para escrever as três tortu... quero dizer, os três pedidos para eu realizar um. – Elesis terminou a frase em um sorriso forçado, quando um olhar assassino de um certo gerente chicoteou suas costas.
Ela olhou discretamente para o lado. Sim, ele estava realmente chicoteando-a. A menina, com o canto do olho notou um tumulto de garotas ao redor do lugar que Sieghart estava pela ultima vez sentado. Espera, ele ainda estava lá, visivelmente preso. As gênias tentavam arrancar algum pedido dele para ele poder finalmente pedir a conta a mais sortuda delas. Era impressão de Elesis, ou havia mais garçonetes hoje do que de costume?
- Aqüi, meo duoucenho del coucol (Aqui, meu docinho de coco) – os lábios da ruiva franziram. Ela leu o papel em voz alta, ainda sorrindo. (<- sendo minuciosamente vigiada)
- Desejo 1: Um beijo, hehehe... – fora – Desejo 2: Comer uma flor envenenada, a qual eu comprei no lugar mais mortífero do mundo – ele olhou para Elesis e apontou com o queixo uma planta nojenta e esquisita em cima de sua mesa. Tudo bem, dava para perceber a determinação dele pelo pedido 1. – Engraçadinho, hehehe – ela tentou parecer... arg, fofa – Desejo 3: ...
Uma veia furiosamente raivosa pulou da testa da ruiva. Seus dentes trincaram e as mãos formaram um punho brutal e rígido. ESSE GAROTO ESTAVA TENTANDO MORRER?
Ele sorriu com ar pervertido enquanto fechou e abriu as mãos na frente de Elesis, acariciando algo mentalmente. Ela começou a sentir seus músculos tremerem de raiva.
- Urm berijo, ar flourr our... (Um beijo, a flor ou...) – falou Horlandess Sthwing. Agora ele olhava maliciosamente para o busto de Elesis que só conseguia segurar seu punho trêmulo porque o gerente a olhava de longe. Horlandess começou a fazer movimentos com as mãos, como se estivesse apalpando duas laranjas maduras no ar – Our seos peirtos? Hisrhisrhirhsirhisr! (Ou seus peitos? *espaço para o riso retardado e “malicioso” que ele dava agora*). Elesis trincou furiosamente os dentes.
Ela não sabia o porquê, mas chegou mais perto, hesitante, fazendo um biquinho com os lábios. Uma rápida ideia de reconsiderar a flor passou pela sua cabeça, mas ela não poderia fazer aquilo. A raiva estava junto ao seu corpo. Aquele gerente maldito!
Ela jurava, sim, jurava que iria encher aquele aproveitadorzinho nojento de socos no final de seu expediente. Ah, aquilo não ficaria assim, não ficaria mesmo! Mas ela sabia que se não atendesse ao pedido rapidamente, alguém tiraria seu emprego. Elesis enrolou um pouco, demorando-se mais quando Horlandess se aproximava romanticamente [ <-????] de sua boca. Eca!
Eles estavam pertos — Porque a ruiva sentia profundamente que aquela planta feiosa e cheia de fungos era uma boa ideia agora? — Estava mais perto, mais perto e perigosamente muito mais perto, quando...
Horlandess sentiu alguém puxar seu braço e um peito definido encaixar em sua mão. Ele arregalou os olhos, corando, e tentando puxar sua palma dali. Elesis também arregalara os olhos, olhando para o Sieghart perfeito ao lado dela.
Ela nunca acreditaria no que havia acontecido naquele dia se não presenciasse com seus próprios olhos. Isso estava ficando muito, MUITO estranho...!!!
Elesis sabia que de certa forma aquilo não era tão importante, mas se era estranho ver seu namor... ops, quer dizer, inimigo mortal sendo tocado por um outro cara. Sim, isso era estranho.
Depois de olhar tanto a testa espinhenta e oleosa, junto ao corpo gordo de Horlandess, ela quase suspirou por ver aquela imagem linda e esbelta novamente que era a de Sieghart. Ele havia puxado a mão esquerda do garoto para seu próprio peito
- Pronto, seu desejo foi cumprido pelo gênio Sieghart. Volte sempre! – com um sorriso falsamente radiante, Sieghart piscou para Horlandess, que apenas juntou as sobrancelhas, zangado e ainda perturbado por ter tocado em um peito masculino ao invés de um feminino. Suas bochechas estavam coradas de vergonha pela aproximação atrevida de Sieghart. Elesis sentiu certo consolo: Pelo menos ela não era a única a corar quando alguém a tocava.
- Oura seour malidiurto! (Ora seu maldito!) Coumo é qüe eustá realizaundo deseujos pour air? (Como é que está realizando desejos por aí?) Voucêr pediuo demisssssção aindargora! (Você pediu demissão ainda agora!)
- É... Pedi. Mas ela ainda não foi tecnicamente documentada, ou seja, ainda sou um geniozinho capaz de realizar desejos por onde quero. – ele sorriu, virando-se sem cerimônia. – Tchau, tchau.
Sieghart puxou Elesis pela cintura, até outra mesa, a qual ele se sentou. Ela ainda ficava sem jeito com suas aproximações e tentar sair delas ainda era um hábito que seria difícil para a ruiva largar.
- Um sorvete de morango, por favor, ruivinha. – pediu ele. A ruiva o olhou com um olhar confuso. Ele não era um garçom?
- O que você pensa que está fazendo? – ela ergueu uma sobrancelha.
- Er uissuo o qüe eo quierro sabier! (É isso o que eu quero saber!) – as banhas gordurosas de Horlandess balançavam para todos os lados naquela roupinha de grife apertada, enquanto ele “corria” em nossa direção. – Voucêr non erra um garrçom? (Você não era um garçom?) Soua deumissão non estauva teuqüinicamente non douclumentada? (Sua demissão não estava tecnicamente não documentada?) – Horlandess arqueou uma sobrancelha, querendo dizer que havia posto Sieghart contra parede. Afinal, se ele fosse mesmo um garçom, não poderia participar do evento. E não participando do evento, não poderia fazer desejo nenhum para certa gênia.
- Ops, eu disse não documentada? – Sieghart encenou ficar surpreso, como se tivesse cometido um erro terrível. Ele começou a tirar um papel de seu bolso – Eu quis dizer não assinada. Perdoe-me, por favor. – a gentileza excessiva em sua voz fez algumas meninas ao redor suspirarem. Com um movimento rápido, ele pôs o papel na mesa e o assinou em uma só rabiscada. Um sorriso vitorioso esboçava-se em seus lábios enquanto ele guardava novamente o papel. – Parece que agora eu sou um cliente, não é?
- Idiuouta... (Idiota...) – Horlandess deu as costas a Sieghart, indo de volta a sua mesa.
- Voltando, um sorvete de morango e a conta, por favor. – ele sorriu para a ruiva.
- Ha-hay... – o que será que esse destino guardava para Elesis agora?
Ela entrou na cozinha, indo rapidamente na direção de um dos cozinheiros. Ele colocou, com experiência, sorvete em uma casquinha e deu nas mãos dela. Agradeceu com um sorriso, indo novamente para as mesas. O restaurante estava lotado e o público feminino se concentrava mais para a direita do salão, onde rapazes atendiam em maior número. Agora dava para entender a quantidade excessiva de homens ao redor da garota.
Elesis sentiu sua calça transparente ser puxada e olhou furiosamente para o autor do ato, mas nenhum dos garotos da mesa a suas costas a encarava. Brincadeira de criança, pensou ela. No segundo seguinte a ruiva foi surpreendida por alguém beijando sua mão do outro lado. Ela virou.
- Você está linda neste traje, madame. – falou educadamente um garoto loiro nas costas de sua mão. A pequena gênia puxou seu braço delicadamente de lá, tentando não ser rude e provocar ainda mais frustração no frustrado gerente.
- Obrigada. – ela sorriu forçadamente. O menino prendeu ainda mais a mão da garota contra seus lábios.
- Se me permite dizer, você é a dama mais cativante deste ambiente.
- Ah... é, que bom, né? – ela tentou puxar de novo, levemente mais forte do que da primeira vez.
- Porque tentas fugir, minha jovem? – ele sorriu em sua pele, ao perceber.
- “Porque tentas fugir, minha jovem” – repetiu alguém em um resmungo irritado, tentando imitar, de forma zangada, o tom de voz do original.
Quando Elesis percebeu, um certo moreno já estava puxando-a rapidamente para sua mesa. Uma veia pulsava em sua cabeça e a ruiva podia jurar que estava vendo uma fumaça esquisita saindo de seu ouvido.
- Ei! O que você está fazendo? – dizia ela enquanto tentava desviar das pessoas que tumultuavam o lugar. A garota já conseguia sentir o sorvete em sua mão pingar por entre seus dedos. – Sieghart!
Ele só parou quando estava sentado em sua mesa. O rapaz puxou a ruiva delicadamente, fazendo-a sentar-se na cadeira ao lado do mesmo e envolvendo-a em um abraço de forma possessiva. A ruiva arregalou minimamente os olhos. O que ele estava fazendo?
- Me desculpe. – murmurou ele no ouvido da menor.
- Q-Qual é o seu problema? – ela tentou sair do abraço. Sem sucesso. – Tome logo seu sorvete e a... – ela fez um biquinho irritado, corando um pouco – conta... — Sieghart sorriu vendo a vermelhidão de suas bochechas.
Ele tirou um dos braços de volta da ruiva e segurou sua mão que continha o sorvete de morango.
- É para você, ruivinha. – ele levou a mão da menor até seus lábios e beijou seus dedos, limpando de leve as gotas de sorvete que escorriam por lá.
- Ma-maldito! Pa-pare de lamber minha mão! – o rosto da garota corou violentamente. Sieghart riu.
- Só se você prometer casar-se comigo. – ele a olhou, de forma profunda e possessiva, mas ainda com um sorriso malicioso nos lábios, pressionando mais os “beijos” pela sua pele. Os olhos da menina se escancararam e uma vergonha constrangedora tomou conta de seu ser.
- Ba-baka! – ela puxou a mão e enfiou o sorvete na boca, visivelmente vermelha. O sorriso de Sieghart alargou-se e a satisfação preencheu seu corpo.
- Isso foi um “vou pensar em seu caso”? – ele ergueu a sobrancelha. Ela o olhou quase desesperada, constrangida.
- N-não!
- Então foi um “sim”? – ele fez uma voz sexy, fazendo o constrangimento da menor crescer drasticamente.
- N-N-Não, seu idi-diota! – a menina virou o rosto, não aguentando o olhar irônico e malicioso de Sieghart.
Ele pegou os pedaços de papel colorido em cima da mesa e escreveu alguns pedidos nele. A ruiva, ao perceber, engasgou-se com o sorvete que ela enfiara dentro da boca.
Case-se comigo, case-se comigo e case-se comigo. Nos três papeis.
- Vo-você é idi-diota!?
- Não era agora que você tinha que falar “seu desejo é uma ordem”? – ele riu.
- E-eu não vou fazer isso! – ela se lembrou rapidamente da coruja maldita. Olhou para os lados a procura do olhar assassino do gerente, que neste momento estava direcionado a uma garota que se recusava a fazer carinho em um cara. Elesis suspirou, aliviada.
- Não, é? – o moreno apoiou sua cabeça em sua mão. Ele ainda a encarava. Por que será que ela sentia uma certa ameaça em sua voz?
Ah não! Será que ele chamaria o gerente? , pensou a ruiva, Ele não poderia fazer isso, não é? Por favor, que ele não faça! Por favor, que ele não faça! Por favor! Por favor!
E neste momento Elesis foi surpreendida. Não, ele não havia chamado o gerente e também não. Ele não havia derramado o sorvete em lugar nenhum.
— Então realize outro desejo meu... – Sieghart envolveu a ruiva com seus braços fortes e perfeitos, trazendo-a para mais perto enquanto enterrava o rosto em seu pescoço. O murmuro do rapaz era grave e quente, fazendo os pelos da menor se eriçarem – Seja minha e somente minha para sempre...
Notas finais
Rebi-chaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaannn 8DDDDDDDDDDDDDDD!!!!!!!!!! Nyaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhh, OBRIGADA POR RECOMENDAR A FIC *-----------------------*!!!!!!! Vc eh tão kawaii >u<!!!! Nyaaaaaaaah, obrigada!!!!! Vc n sabe o quanto eu gritei depois de ver sua recomendação linda e perfeita lá *----*!! E olha q eu gritei msm, viu ù-u? vc eh tão lecal *--*!! Esse cap vai para vc ;3!!!! E mais uma vez OBRIGADAAAAAAAAAAAAAA 8DDDDDDDDDD!!! Nyaaaaaaaaaaaaahhh >u<!!!!!! Como sempre, minha mente limitada n tem palavras para agradecer sua IMENÇA (<- n sei se escrevi "imença" certo auhssuhauh xD) generosidade *w*!!!!! Obrigadaaa ^///^!!
Amo todos vcs q estão lendo isso agora T^T *chora de emoção* obrigada por serem tão gentis TuT!!!!! Bjos bjos o/!! Espero q tenham gostado desse cap >///<!!!
Fale com o autor