até em Meu Trabalho Você Me Persegue!
17 Querido diário
Notas iniciais
Ah, e eu quero q vcs me presenteem com seus reviews, ta ;D?? (Dou um pedaço do meu bolo amanhã pra quem me mandar review ù-u). Atéeee ^-^/
Ps: O cap anterior foi betado por Tatha-chan ^-^. Me eskeci de dizer isso antes -.-. Obrigada Tatha-chan ^-^/
- Tudo bem... – concordei, hesitantemente. Apertei meus olhos de modo forte, estendendo a mão para achar o local onde se encontravam os botões de sua camisa. Mas, ao invés disso, meus dedos encontraram outra coisa muito diferente do que a que eu procurava. Senti a pele quente do peito nu de Sieghart roçar as pontas de meus dedos. Enrubesci, puxando minha mão e voltando à almofada rapidamente. Meus cabelos soltos se espalharam pelo sofá. Sieghart riu.
- Ruivinha você é tão kawaii.
- C-Cale-se! – abracei ainda mais a almofada contra meu rosto. – S-Seu hentai!
- Não seja tão má assim comigo, criança.
- Eu não sou criança!
- Não é mesmo. – senti o quase imperceptível tom sarcástico em sua voz sorridente.
- O que você quis dizer com isso?
- Somente que você não é uma criança... Por quê? Você queria ser?
- CLARO QUE NÃO! – ele riu mais uma vez. Sieghart parecia adorar me tirar do sério...
- Pronto, terminei. Só falta a gravata... – disse ele após alguns segundos. Ele havia abotoado a própria blusa, o trabalho o qual ele me mandara fazer, porque aparentemente ele não sabia.
Juntei as sobrancelhas raivosamente. Então ele sabia abotoar!? Por que eu fui tão idiota ao pondo de acreditar que ele não sabia?
- Você não faz ideia do quanto eu te odeio...
- E você não faz ideia do quanto seu modo de mentir é ruim. – ele sorriu ironicamente. – Sei que me ama.
- Ora seu... – eu ainda estava com a cabeça enterrada na almofada.
- Então minha querida ruivinha... – trinquei os dentes – Creio que você ainda tem certa curiosidade de saber o que eu planejei para você hoje à noite...
Permaneci calada, sem querer admitir.
- Não tem...?
Silêncio.
- Fale “tenho” agora e eu te direi o que é.
Fiz um biquinho em cima do pano da almofada, resmungando a contragosto.
- Tenho...
- Gravata.
Juntei as sobrancelhas. Como assim gravata? Ergui meu olhar até o rosto sorridente de Sieghart. Ele apontava maliciosamente para sua gravada desamarrada.
- Você disse que iria me falar se eu dissesse “tenho”.
- É, eu sei. Mas agora eu só vou dizer se você amarrar minha gravata para mim. – Sieghart deu um sorriso torto.
Esse idiota...
- Seu maldito mentiroso... – murmurei enquanto me aproximava do mesmo. Seu sorriso se alargou.
Segurei os dois lados da gravata e parei. Juntei de leve as sobrancelhas, em dúvida. Como é que se fazia isso mesmo? Espera aí. Eu não me lembro de algum dia ter aprendido a dar um nó em uma gravata antes.
- Você não sabe como se faz, ruivinha? – ele riu.
- Cale-se! Mas é claro que eu sei!
- Hai hai, então continue seu magnífico trabalho – e mais outro sorriso sarcástico saiu de seus lábios. Ele colocou as mãos no bolso e olhou para cima, com uma expressão dizendo “quero ver essa”.
- Idiota, acha que eu não sei... – eu resmungava enquanto girava de um lado para outro o pano preto em minhas mãos – dar um simples nó... – espera aí, acho que não era pra esse lado... – em uma simples... – desfiz o giro. Espera aí... opa – gravata...
- Ruivinha... você está apertando demais... – o som da voz de Sieghart era sufocado, mas ele ainda sorria. Olhei para seu rosto levemente arroxeado e arregalei os olhos.
- Si-si-sieghart? – tentei desfazer aquele nó, mas sem querer acabei puxando o seu pescoço com mais força. – Gonmen! – tirei minhas mãos de lá, mas logo depois voltei a segurar a gravata, tentando afrouxá-la. Sieghart gemeu algo que eu não entendi. Ele pôs as mãos em cima das minhas e logo depois fez um sinal de “espere” com as mãos.
Mordi o lábio, preocupada. Não que eu estivesse preocupada com ele, lógico, até parece que eu iria me preocupar com alguém feito aquele idiota. Eu só estava... preocupada... Não era com ele, ressaltando, mas estava preocupada. E definitivamente não era com ele.
Sieghart levou os dedos ágeis até o pedaço de pano que envolvia-lhe o pescoço e desfez o nó em poucos segundos.
- Você... é realmente perigosa... – ele tossiu um pouco e massageou o pescoço. – Adorei a sua técnica, me ensina?
Cruzei os braços e virei, irritada. Trinquei os dentes.
- A culpa é sua, idiota!
- Sim, claro que a culpa é minha. Sem dúvidas. – ele girou a cabeça negativamente em reprovação para si mesmo. Ainda em seu tom irritantemente irônico.
- Idiota... – murmurei. Sieghart sorriu. Ele segurou meu pulso e me virou novamente de frente para si. Com rapidez, logo agarrou o outro pulso também, deslizando as palmas até as costas de minhas mãos. Ele encurtara nossa distancia drasticamente de propósito. – O que está fazendo? – falei, girando o rosto para que ele não visse minhas bochechas se enrubescerem levemente com a mudança repentina de proximidade.
- Ensinando a minha ruivinha o modo correto de se amarrar uma gravata.
- Maldito! Eu já disse que eu já sei!
- É, eu vi. – senti seu hálito quente de hortelã de encontro com minha pele enquanto ele ria. Isso me fez relembrar o frio constante que percorria aquele local. Baixei de leve meus olhos, corando quando percebi que suas mãos esquentavam as minhas carinhosamente. – Hm, então quer dizer que você agora responde como “minha ruivinha”...
Arregalei os olhos, envergonhada. Droga! Ele dizia tanto “minha ruivinha, minha ruivinha” que eu acabara me acostumando e nem me preocupara em me irritar quando ele o fez desta vez. Seu sorriso ficou provocante e superior. Senti meu rosto esquentar enquanto eu baixava o olhar.
- Seu maldito irritante... – resmunguei.
- Olhe, você não pode dá um nó de qualquer jeito. Você precisa primeiramente girar a gravata assim...
Sieghart guiou minhas mãos a fazer todas as voltas diferentes e confusas que precisavam ser feitas para amarrar aquele troço.
- E aí você gira assim, viu? – falou ele, quase em um murmuro. Eu sabia que ele sabia que eu não estava prestando atenção. E eu também sabia que sua maior intenção ali não era amarrar aquela gravata. E sim, me provocar com seu toque suave. Olhei para baixo, juntando as sobrancelhas. Meu rosto estava quente.
— Kyaaaaaaah! – pulei de susto quando um barulho ensurdecedor de pessoas espancando a porta soou repentinamente pela sala.
- Malditos... – murmurou Sieghart, provavelmente irritado com o autor do ato. Uma veia pulsou em sua testa. Ele foi até a porta, a abrindo e sussurrando raivosamente – O que vocês querem seus bando de...?
- Você acha que o sistema solar inteiro está te esperando, é? – disse uma voz feminina e infantil, bastante autoritária.
- Fale baixo, garota! – repreendeu outra voz infantil, mas agora masculina.
- Certo, certo. Obrigado pelo aviso, garotos. – agradeceu Sieghart, prestes a fechar a porta. – Espere aí! Onde está sua gravata, moleque?
- Eu não sei botar...
- Ora seu... Ajude a colocar esse negocio nele.
- Porque eu? – respondeu uma terceira voz masculina. Também vinda de uma criança.
- Porque você sabe colocar! – respondeu Sieghart, ainda em sussurros – Por favor! Ajudem-me pelo menos por hoje... – houve um silêncio, mas logo depois as vozes assentiram. – Obrigado – murmurou, logo fechando a porta atrás de si. Eu tive a impressão de já ter ouvido aquelas crianças antes.
Ele virou para mim, sorrindo e me analisou por alguns segundos, me olhando inteiramente. Suspirou.
- Você está realmente linda.
Virei o olhar, sem jeito. Ele sorriu mais uma vez, agora de meu ato envergonhado.
- Vamos. Ah, pegue a varinha para mim, por favor. – pediu. Ele falou tão normalmente que eu não desconfiei. Peguei a varinha que estava em cima do sofá.
- Tome – ergui a ele.
- Segure para mim por um tempo, por favor, obrigado – Sieghart pegou meu pulso e me puxou rapidamente. Ele abriu a porta e nos enfiou para fora da sala fria, correndo.
- Espere aí, idiota! Para onde você está me levando? – exigi saber. Ele virou rapidamente para mim, só a tempo de dizer:
- Para sua surpresa, ruivinha.
Nós corríamos loucamente pelo corredor vazio. Logo depois, de um segundo para outro, uma multidão de corpos já estava por toda parte. Sieghart nos metera no meio de um aglomerado de pessoas e agora corria rapidamente entre elas. O lugar, mesmo estando lotado, era, do mesmo modo que a salinha anterior, bem luxuoso. Pude ver o carpete vermelho em baixo de meus pés. O teto, em um branco perfeito, continha um gigantesco lustre de cristais brilhantes, iluminando luxuosamente o local. Nós subíamos por uma rampa erguida em espiral que pela extensão de sua parede dourada continham belas, e muitas outras estranhas, obras de artes. As peças de vidro cristalino que eram espalhadas pelo local enfeitavam belamente tudo.
- Sieghart, seu idiota! Eu estou de salto!
Ele não me ouviu. Nós chegamos ao fim da rampa, entrando em outro cômodo do enorme e desconhecido lugar. A porta era de vidro e mostrava inteiramente o local. Parecia com um restaurante de alta qualidade, mas nós não ficamos lá por muito tempo. Meu rosto corou quando algumas pessoas me olharam estranho por causa da varinha em minhas mãos. Senti vontade de esganar Sieghart. Ele atravessou as mesas e adentrou em outra porta de vidro, do outro lado daquele restaurante, que dava em uma varanda.
- Chegamos? – perguntei ofegante. Pelo menos lá estava vazio.
- Só mais um pouquinho – ele me puxou para um elevador ao nosso lado, que até agora eu não tinha visto. Enfiou-nos lá dentro e apertou no botão do último andar. Olhei-o fixamente, esperando que ele me explicasse alguma coisa, mas, ao invés disso, ele apenas terminou de amarrar sua gravata.
- O que está acontecendo, idiota? – exigi, por fim. Ele olhou para mim, sorrindo.
- Você sabe a neko-chan, ruivinha...? – juntei as sobrancelhas. O que aquela gata maldita tinha haver com tudo isso? Esperei-o continuar – No dia que eu fui a sua casa ela estava bagunçando seu guarda-roupa e sua cama enquanto você dormia... – AQUELA....! – E, sem querer, ela pegou algo interessante... – ele sorriu maliciosamente, me fazendo corar.
- Algo interessante? – eu não fazia ideia do que era, mas eu não estava gostando daquilo...
- E, com este objeto interessante, consegui descobrir coisas secretas sobre você. – ele tentou prender um sorriso, endireitando-se e fitando a porta do elevador como quem não quer nada.
- VÁ LOGO AO ASSUNTO, BAKA! – gritei com minhas bochechas avermelhadas.
- Então, como seu namorado...
- Se-se ponha no seu lugar! – ele tentou prender outro sorriso.
-... Decidi que eu tinha, não, devia te dar o que você desejava.
Juntei as sobrancelhas. Eu não me lembro de ter desejado nada que tenha haver com... isso. Olhei para mim mesma, para o vestido, para o sapato e finalmente para a varinha. A porta do elevador abriu. Esse lugar só podia ser muito alto, porque essa subida foi longa. Sieghart me pegou pela cintura de forma ousada e me puxou para fora do elevador. Era um terraço ao ar livre. O céu estava escuro e só havia uma fina lua no céu. Nós éramos os únicos lá.
- Tome – Sieghart sorriu, entregando-me um pequeno livrinho. Nele continha um pônei rosa saltando de um arco-íris colorido. Logo percebi que era um diário infantil vagamente familiar.
- O que é?
- Abra na data do dia de hoje. – respondeu somente, pondo as mãos no bolso e fitando o céu.
Olhei desconfiadamente para ele, esperando mais informações, mas, vendo que não iriam vir, fiz o que ele mandou. Folheei o diário, passando por diversos desenhos engraçados — feitos provavelmente por uma criança — e abri no dia de hoje. Uma frase escrita em giz de cera tomava conta da folha.
- “Quando eu crescer vou dominar o mundo” – li em voz alta, logo juntando as sobrancelhas – O que é isso, Sieghart? Você ta querendo brincar com minha cara?– mostrei a ele, mas confusa do que antes.
- Ruivinha – ele sorriu – Hoje é dia 15.
Parei, analizando.
- Ah ta, foi mal. – voltei ao diário e folheei novamente, mas congelei logo em seguida. Meus olhos se arregalaram.
Hoje era dia 15 de dezembro? N-Não pode ser... Engoli em seco, sentindo o aperto em meu coração. Passei as páginas com mais força e achei. Sim, eu lembrava daquilo. A página do dia 15 de dezembro continha um vestido preto que eu desenhara no passado. Igual ao que eu usava agora. Senti meus olhos arderem e meu nariz esquentar. Minha garganta pareceu se fechar. Mordi os lábios, tentando fazer minha mandíbula parar de tremer.
15/12/02
Um dia, diário, eu vou ver as luzes brilhantes que sempre passam no céu no dia do meu aniversário. Mamãe sempre me diz que o nome dessas luzes são estrelas... Mas não estrelas normais! São estrelas cadentes! Isso não é legal? Eu decidi que a coisa que eu mais amo em minha vida, depois de minha mãe e de meu pai, são estrelas cadentes! Eu as amo muito, porque elas sempre estão presentes em meu aniversário. E como só as pessoas que eu amo lembram o meu aniversário, então as estrelas cadentes vão ser minhas irmãs! Eu amo vocês Onee-chans! E amo à minha mãe. E ao meu pai também. Obrigada por eu nunca precisar lembrá-los a data do meu nascimento!
Eu desejo olhar vocês, Onee-chans, com minha família em todos os meus aniversários. Para sempre! Por favor, sempre estejam comigo. Ah, e também quero que no dia que eu fizer 16 anos eu esteja com esse vestido que eu desenhei. Eu sempre quis usar um vestido assim, mas papai diz que é coisa de gente grande, então eu vou esperar. A minha família poderia usar roupas formais, que nem eu? Seria tão divertido! Eu gostaria muito! Eu também queria usar uma coroa! Ia ser tão legal! E uma varinha! Hihihi. Desculpe se eu estou pedindo demais Onee-chan, é que mamãe me disse que vocês podem realizar desejos... Eu gostaria tanto que você realizasse o meu! Mas só para que vocês me dêem um aviso de que foram vocês mesmas quem realizaram meu desejo: Vocês podem me dar um bolo enorme de morango? Eu ia adorar! Hehehe...
Até amanhã Onee-chans!
Ass: Elesis
Eu olhava fixamente para o papel, minha mente recebendo um choque de lembranças. Minhas lágrimas caíram sem meu conhecimento. Sieghart sorriu de forma doce. Ele limpou meu rosto molhado e me envolveu, apertando-me contra si. Chorei em silêncio em seu terno.
- Como nós estamos quase casados – ele riu – Nós fazemos parte da mesma família agora. – enterrei meu rosto rubro em seu peito, sem consegui dizer nada. – Não chore ruivinha... – ele parecia preocupado agora.
- I-idiota... – minha voz saiu abafada – N-nós não so-somos casa...
- Cinco, quatro, três, dois – murmurou, me interrompendo. O céu se iluminou depois de um segundo. As estrelas estavam atravessando o céu.
- Parabéns Elesis-chan! – virei ao ouvir a voz feminina e infantil novamente. Era a irmã mais nova de Sieghart.
- Parabéns ruivinha-chan! – os irmãos dele vinham logo em seguida, arrastando uma mesa de rodinhas. Um bolo enorme de morango pousava na mesa.
- E-Ele t-tem... c-cinco andares... – balbuciei, arregalando meus olhos para o maior bolo que eu já vira em minha vida, surpresa.
- Idiotas, somente eu, Sieghart-sama, repetindo, somente, posso chamar a ruivinha de ruivinha!
- Mentira! – os irmãos de Sieghart começaram uma briga de “quem tinha mais direito de me chamar de ruivinha”
- Coroa legal – minha atenção foi tomada por ela. A garotinha de cabelos negros. Juntei as sobrancelhas, confusa. Coroa?
Levei minha mão até minha cabeça. Havia uma coroa. Mas quando? Onde? Como ele havia colocado? Logo uma imagem veio à minha cabeça.
“Ergui meu rosto vagarosamente, apenas com um olho de fora. Sieghart usava uma calça formal preta e ajeitava os sapatos. A blusa branca usada por dentro do terno era a única em seu corpo, ela estava aberta e sua gravata pendia no pescoço, desamarrada. Seu peito estava praticamente todo nu.
- Idiota! Não confio mais em você! – gritei, corando. Ouvi seu riso, ele estava vindo até mim. Sieghart afagou minha cabeça carinhosamente, como se eu fosse uma criança que precisasse de carinho, fazendo-me senti mais constrangida que o normal.”
FOI AÍ! Quando eu menos esperava! Aquele...
Quando meu corpo estava começando a entrar em modo “fúria”, meus lábios esboçaram um sorriso. Ele havia feito tudo isso por mim. Eu não estava percebendo quantas lágrimas estavam caindo de meus olhos até que uma delas pingou em minha mão. Olhei para a mesma. A varinha estava entrelaçada em meus dedos. Olhei para o céu e para a chuva de estrelas, que acontecia somente uma vez ao ano e, que por coincidência, era em meu aniversário.
- Sieghart – ele olhou para mim, dando aquele sorriso que só ele sabia dar. – Obrigada... – minha voz estava chorosa.
- Que isso, ruivinha... – ele me abraçou. Olhei por cima de seu ombro seus irmãos, que davam risinhos escondidos. Os dois meninos estavam usando terno enquanto a garotinha usava um vestido fofo e branco. Enfiei novamente meu rosto no terno de Sieghart, tentando esconder o rosto daquelas crianças que eu tinha certeza que estavam rindo de mim.
A vergonha rondou meu corpo. Os risos deles aumentaram.
- Sieghart nii-chan disse que por hoje nós poderíamos ser os filhos de vocês, para a gente ser uma família completa. – disse a garotinha, prendendo um sorriso enquanto olhava para o céu, com segundas intenções. Ela balançava seu corpo para frente e para trás.
Meus olhos se arregalaram bruscamente enquanto meu rosto tomou um rubor violento. Empurrei Sieghart rapidamente enquanto ele ria.
- Ma-ma-maldito! Seu hen-hentai! Ba-baka! – olhei o sorriso torto e provocante de Sieghart tomar seus lábios. Ele me puxou novamente para si e, com delicadeza, segurou meu queixo. Nossas bocas estavam muito próximas.
- Feliz aniversário, minha ruivinha. – murmurou maliciosamente. Meu rosto enrubesceu mais ainda. Ele estava se aproximando. Se aproximando lentamente. Minha cintura foi envolvida com firmeza e de forma possessiva, enquanto sua outra mão deslizava por minha face, roçando de leve nossas peles, e chegava à minha nuca. Quando dei por mim meus olhos já estavam fechados.
Balancei minha cabeça rapidamente e empurrei-o, envergonhada.
- Não na frente das crianças, idiota! – falei, virando novamente para o céu e as estralas. Ele cruzou os braços e arqueou uma sobrancelha. Arregalei meus olhos. Minhas palavras soaram como as de uma mulher casada. Olhei para baixo, sem jeito. O olhar de Sieghart em mim não melhorava a situação. – Maldito...
Ele balançou a cabeça negativamente, rindo, e segurou minha mão. Ele olhava o céu enquanto meus olhos não saiam do chão.
- Espero que tenha gostado. – Sieghart deu um sorriso torto.
Mordi meu lábio inferior. Meu coração estava acelerado, mas eu sabia que o motivo não era aquela corrida anterior. Engoli em seco, corando. Será que eu estava... apaixonada?
Notas finais
Até a proxima >u<!!!
Ah é, e como eu vou fazer 15, vou viajar pra inglaterra em janeiro *-----------*!! Ou seja, a fic vai ficar parada por um mês .-., entooon, tipo, talvez saia + um cap antes de eu viajar >///<. Depende de vcs *0*!!! Se eu ganhar reviews, sabe u-u (<- desesperada por reviews) ahuuhasuh xD
Bjos bjos o/!!!
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