Notas iniciais
(bruna) : quer fazer esse cap? ^^ ( Mike) : Não ^^ (bruna) : Você é bem imprestavel, sabia? ^^ ( Mike) : He ^^


Três galos enormes foram as únicas coisas predominantes na cabeça daquelas coisas. Nós estávamos na sala.

– Ai! Doeu! Que saco namorada do Onii-chan! Buaaa! — diziam elas.

– Ha ha! Ninguém brinca com Elesis! — falei colocando as mãos no quadril. Sieghart ria atrás de mim. — Peraí! Eu não sou namorada del...

– Ruivinha... Tenho uma surpresinha para você! — disse ele se recuperando do riso. Com aquela voz irritante de superior. — Preciso que você faça umas coisinhas para mim...

Ele balançou o celular e eu me lembrei.

– Você não apagou, não é? — falei entre dentes.

– Talvez sim... Talvez não... Mas preciso que... — antes que seu sorriso malicioso tomasse conta de seu rosto, eu corri rapidamente para sua direção. Precisava pegar aquela maldita filmagem de eu... bêbada? Sei lá qual era meu problema naquela noite!

– Nós fizemos um trato! — gritei correndo atrás dele enquanto ele facilmente escapava de mim.

– É... Acho que fizemos...

– E então?

– Mas eu ainda não estou totalmente lembrado de isso ter acontecido... — falou ele cinicamente.

– Idiota! Você vai... — pulei — VER!

Isso! Eu consegui cair exatamente em suas costas! Tentei derrubá-lo no chão, mas de alguma forma ele se jogou em sua cama, se divertindo. Como nós já estávamos em seu quarto?

– ME DÁ!

– Não. — eu estava encima dele e tentando pegar o celular que ele balançava de um lado pro outro.

– EU VOU LHE MATAR!

– Me matar? Você já está me matando, ruivinha... de amor... — seu sorriso irônico me fez corar.

– ORA... CALE-SE! — ele virou nossos corpos e eu fiquei em baixo. Droga! Assim ficava mais fácil pra ele! — ME DÊ!

– Pegue. Se for capaz. — ele riu maliciosamente e se levantou.

Meu coração bateu mais rapidamente quando eu vi o que tinha feito nele. Sua blusa de botões estava quase toda aberta — só faltavam dois botões lá em baixo para ela mostrar tudo completamente — mostrando seu peito atraente nu e sua barriga perfeitamente delineada. Nunca imaginei que seu corpo fosse tão... tão... lindo e atraente...Perfeito aos meus olhos. Eu sentia um estranho desejo de... Corei com meus pensamentos.

Havia algumas marcas vermelhas de arranhões nele, que suspeito terem sido feitas a momentos atrás por mim. Será que eu o machucara...? Tomara!

Ele riu com meu rosto provavelmente fascinado. Balancei a cabeça para tentar tirar esses pensamentos de lá.

– Isso tudo é só para você. Você quer? — disse ele esboçando um sorriso superior e abrindo os braços.

– VOCÊ É IDIOTA? — virei meu rosto certamente corado — Já vi caras melhores... — menti cruzando os braços.

– Ah já? — ele se aproximou. — Você sabe que sou muito ciumento, não é ruivinha...? — ele sorriu se aproximando mais. Corei mais ainda.

Sieghart estava com seu peitoral perfeito a centímetros de mim!!!! Mas que droga!!! Eu, por alguma droga de motivo estava nervosa!!! Meu santinho, o que eu faço agora???

– Fique aí, seu hentai! – tentei me afastar, mas não deu muito certo. Mudei de assunto rapidamente – ME DE O CELULAR SIEGHART! SEI QUE VOCÊ SÓ ESTÁ TENTANDO ME DISTRAIR!

– Eu não estou fazendo nada ruivinha... – ele levantou as mãos em um sinal de inocência — Você por si só estar distraída. – ele sorriu maliciosamente.

Eu o fuzilei com os olhos fazendo-o rir.

– Tudo bem... Vamos fazer um joguinho. – ele se afastou vagarosamente. – Quem pegar primeiro vence.

– Você é mesmo um trapaceiro, não é?

– Eu? Não seja cruel, ruivinha... – um sorriso cínico saiu dos seus lábios.

– Espera aí! O que você vai...? – ele jogou o celular pela janela. – Você é louco?

– Sim, por você. – ele sorriu — Mas não pense que eu vou pegar leve com você, viu? – ele piscou para mim.

– SIEGHART! – ele já havia pulado da janela. – SIEGHART!!!

Corri rapidamente para a janela. Mas o que será que aquele idiota tinha na cabeça? Ele quer morrer? Procurei com os olhos algum sinal dele, e não foi muito difícil achar...

– MALDITO! EU FIQUEI PREOCUPADA IDIOTA! – gritei furiosamente para ele quando o vi boiando suavemente de pernas cruzadas e as mãos apoiando a cabeça na piscina que se encontrava a quase um andar de distancia. Ele estava descalço e suas roupas enrugadas em seu corpo. Sua blusa estava tentadoramente aberta agora...

Não tinha percebido que chovia, mas o frio envolveu meu corpo quase instantaneamente.

– Ficou preocupada comigo, ruivinha? – ele deu um sorriso radiante. O encarei furiosamente. – Eu vou ganhar de você. Lá lá lá. – brincou ele cantarolando.

– Você é muito irritante, sabia?

– Se você perder eu prometo olhar todas as noites a sua linda declaração pra mim que tem guardada no meu celular.

O celular dele tinha caído – quero dizer: foi jogado – na grama. Se ele saísse da piscina poderia pegá-lo facilmente.

Não pensei duas vezes e joguei meus pés para fora da janela pulando na piscina. Sieghart sorriu.Um frio na barriga tomou conta de mim. Meu corpo bateu na água morna e eu abri os olhos. Quando comecei a nadar para as bordas pude sentir as gotas grossas e frias em minha pele quando ficava exposta.

Sieghart estava nadando ao meu lado, mas eu ia ganhar de qualquer jeito. Saí primeiramente da piscina disparando para onde o celular estava, mas me deparei com as mãos de Sieghart já o pegando.

– Como você faz essas coisas? – minhas sobrancelhas se uniram. Mas eu comecei a pular tentando pegar o objeto que Sieghart levantava com as mãos.

– Depende... De que coisas que você fala?

Desisti de pular e fechei minhas mãos em um punho. Levando-o até sua barriga. Ele defendera.

– Tipo esse tipo de coisa. – ele riu.

– Algum dia Sieghart-sensei te ensina. – um sorriso superior apareceu em seus lábios.

– Droga! Me da essa porcaria logo! – cruzei os braços e estendi uma mão para ele.

– Peça: ”por favor,”.

– Não! – comecei a pular novamente.

– Agora eu só aceito se você se ajoelhar também. – ele sorriu.

– Vai sonhando. – murmurei.

– Você gosta de internet, ruivinha? – pude sentir a ameaça em sua voz.

Parei por um tempo e o encarei. Meu corpo estava com pura raiva. DROGA! Vou ter que fazer! Me ajoelhei de muita má vontade e tentei fazer saírem as palavras.

– Por...favor... – falei entre dentes.

– Vamos ruivinha! Ponha mais animo nisso aí!

– Maldito! – murmurei para mim mesma.

– Eu ouvi. – maldição!

– Por favor. – dessa vez eu fui melhor, mas minhas palavras não saiam com entonação nenhuma. Já era difícil demais tirar a raiva das palavras, agora, botar uma felicidade falsa nisso aí... É ruim, hein.

– Você não está sendo verdadeira... Assim vai demorar mais, ruivinha... – por que aquelas palavras saiam com tanta diversão? Como eu odeio Sieghart...!

Respirei fundo. Eu precisava fazer aquilo de qualquer jeito.

– Sieghart... – me assustei com a melodia de minha voz – Por favor... Me de o celular... Por favor... – minha voz estava melosa. Era nojento... Mas eu consegui!

Pude ver a surpresa nos olhos de Sieghart. Senti que poderia o obrigar a fazer qualquer coisa só com isso. Ele voltou ao normal depois de alguns segundos.

– Aqui está. Você é muito fofinha quando quer, viu, ruivinha. – ele estendeu o celular para mim e colocou uma das mãos em minha cabeça.

Peguei-o rapidamente e me distanciei dele. Dando uma risada do mal.

– Muahahahaha! Eu consegui! Finalmente! – eu ri e ele riu de mim. Analisei o celular por um momento corando.

MALDIÇÃO! COMO SE MECHE NISSO MESMO? Comecei a clicar nos botões para ver se dava sorte. Mas ele percebeu.

– Quer ajuda? – falou ele prendendo um sorriso.

– To bem! – rebati clicando mais fortemente nos botões.

– Sabe... Eu sou um ótimo sensei...

– Você está me atrapalhando! – ele riu e se aproximou de mim.

– Primeiro clica em menu e depois... – ele viu meu rosto de desinformada e foi para atrás de mim. Pegando o celular e como conseguencia me abraçando por trás. Ele fez de propósito! – Assim,viu?

– E cadê o vídeo? – falei um pouco corada.

– Eu o apaguei quando desci na chaminé – ele deu de ombros.

– VOCÊ... APAGOU...? – gritei entre dentes explodindo.

– Sou um cara de palavra. – ele piscou pra mim.

– E EU FIZ ESSA PORCARIA TODA PRA QUE? – gritei.

– Por que você quis. – ele sorriu – Nunca disse que não tinha apagado o vídeo... Só dei falsos sinais de que ele ainda existia... – seu sorriso se alargou.

– Já chega! Você não tem amor pela vida, não é mesmo? – andei bruscamente em sua direção.

– Ruivinha, está muito frio. Você quer banhar comigo? – ele andou lentamente em minha direção – Só há um banheiro nessa casa e... – ele quase me fez acreditar nele com aquele olhar, mesmo parecendo impossível só haver um banheiro naquela casa inteira.

– Não Onii-chan. Há vários banheiros aqui em casa. – gritou alguém da janela. – Elesis pode...

– Cala boca garota... — murmurou Sieghart.

Os irmãos dele começaram a rir e eu comecei a correr atrás dele.

– Agora é sua vez Sieghart! – gritaram eles.

– Você realmente está morto!

Notas finais
(bruna): Mandem reviews pf >w