Capítulo 1: O começo de tudo

Petúnia era uma menina rica, que morava em uma esplêndida mansão com os pais e com a irmã mais nova, Lílian.

Ambas eram muito unidas desde quando a ‘sua Lily’ -como ela dizia- havia nascido, seus pais também eram muito carinhosos com elas.

No condomínio em que morava, havia três mansões: a dos Evans, no qual ela e a família moravam com seus empregados; a mansão dos Black, que eram pessoas extremamente metidas e orgulhosas, que não se misturavam com os Evans, pois esses não possuíam o ‘sangue azul’ que a antiga família tanto prezava; e a mansão dos Lestrange, que seguiam fielmente a mesma tradição dos Black, as duas famílias eram muito íntimas, e, claro, também possuíam o ‘sangue azul’, coisa que os Evans não possuíam, por terem sido eles mesmos a fazerem a sua fortuna.

Ao menos era isso que lhe fora explicado para ela e para a irmã pelos seus pais quando tinham idade o suficiente para entenderem e questionarem o porquê de nunca poderem brincar com seus vizinhos.

Um dia, tudo mudou, ela descobriu que era uma bruxa, e que estudaria na melhor escola de bruxos do mundo, a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Por uma inevitável coincidência –outros chama de destino-, ela se encontrou um belo rapaz, com o qual ficou conversando durante quase toda a viagem para a escola.

Ela estava maravilhada com o mundo bruxo.

E ele estava muito feliz em compartilhar com ela a suas experiências.

Somente quando já estavam chegando, ele se lembrou de um detalhe que seus pais sempre o incentivaram a descobrir e a considerar de máxima importância.

-Qual é o seu sobrenome? – perguntou para a garota que estava sentada na sua frente

-Evans, -disse ela sorrindo para ele- e o seu?

-Evans??? – ele parecia chocado- Você mora em Guapi Hill???

-Isso... Você é de lá também?

-Não pode ser... Quer dizer, sim, eu sou de lá também. Rodolfo Lestrange, prazer.

Eles continuaram juntos durante a viagem, porém, ele se distanciou completamente dela na escola.

Não demorou muito e ela foi tirar satisfação com ele.

Mas ela acabou descobrindo muito mais do que pretendia.

Rodolfo considerou a sua “nova amizade” com ela e achou melhor lhe contar a história completa, a história dos bruxos de sangue puro, dos trouxas e dos mestiços.

Ele disse também, que havia sido criado para odiar essas pessoas, mas que não conseguia, pois não via nada de mal nelas.

Ele citou seus irmãos mais novos e os quatro meninos Black que estavam acabando totalmente com essa falsa ideologia, por terem começado a conviver com a irmã da garota, Lílian, coisa que ela já sabia, devido às inúmeras cartas que sua irmã estava lhe mandando durante essas semanas que se passaram.

Eles continuaram amigos, mas ninguém no mundo, seja ele trouxa ou bruxo, imaginaria algum dia que o garoto Lestrange, que havia sido criado para seguir os passos do irmão mais velho e ser o braço direito do então novo vilão do mundo bruxo, era amigo de uma bruxa nascida trouxa.

Petúnia havia sido muito compreensiva e deu a idéia de eles serem “amigos escondidos”, fazendo com que nenhum dos alunos da escola suspeitassem dessa amizade, incluindo os amigos deluaram amigos, mas ninguém ntender isso.warts em alguns dias. eria tambmcaram es.

Mas agora, três anos depois, eles são inseparáveis, estava cada vez mais difícil de ficarem longe um do outro, já estava na cara que eles guardavam algum segredo dos amigos. E eles sabiam que ali já estava nascendo uma coisa muito maior do que simplesmente amizade.

Durante as férias de verão, ele dizia aos pais que iria sair com os irmãos e com os primos (que era como os Lestrange e os Black chamavam uns aos outros) mas eles iam se encontrar com as meninas Evans e saíam para passear, enquanto os mais novos costumavam ficar brincando entre si e com eles, já que tinham a mesma faixa de idade.

E era assim que se desenvolvia a amizade incontrolável, inevitável e inquebrável de Petúnia Evans e Rodolfo Lestrange, e de Lílian Evans com Sirius, Mellany, Narcisa e Régulos Black, com Hilary e Jonath Lestrange.

Estava na hora, ou melhor, estava na época de voltarem para a escola.

Agora, Petúnia, Rodolfo, e a amiga “nojenta, arrogante, metida, idiota, retardada” (segundo ela) dele, Bellatrix “EU-ME-ACHO-SEM-PODER-ME-ACHAR” Black, começariam o terceiro ano.

Os irmãos dele, Hilary e Jonath entrariam na escola nesse ano, assim como os gêmeos Black: Mellany e Sirius.

E Black caçula, Régulos, só poderia entrar no próximo ano.

Mas Túnia era filha de trouxas, por isso, Lílian ainda não sabia se poderia ou não freqüentar a escola bruxa.

Então enfim chegou o dia pelo qual Lílian esperava há três anos.

Petúnia estava prendendo o cabelo quando uma coruja desconhecida apareceu e entrou em seu quarto pela janela.

Ela sorriu lindamente e foi até a bela coruja, e pegou sua carta da escola, passou o olho por ela, e notou que a única diferença foi à esperada carta de autorização para visitar a Hogsmead, a vila dos bruxos.

Rodolfo já havia lhe falado nessa vila, e ela estava extremamente ansiosa para passear por lá com ele.

Ela colocou carta em cima da cama, e continuou a arrumar seu cabelo, mas foi interrompida depois de menos de cinco minutos, dessa vez por uma coruja negra que ela conhecia muito bem.

Sorrindo de orelha a orelha, ela largou o cabelo e abriu a carta.

“Querida Petzinha,

Bom diaa!!! Como está você? A família vai bem? Sua irmã? E seu cachorro, papagaio, gato, galinha? (risadas altas) Ahhh... Pet, ao menos você não liga para essas brincadeiras, acho que nós já estamos acostumados um com o outro, não? Novidade. (‘humpf...’) Eu estou completamente feliz, quer saber por quê? Mesmo não querendo, é o seguinte: meus pais concordaram em deixar a Lary ir para Hogwarts!!! Iupiiii... tá, empolguei. Enquanto eu estou escrevendo, chegou uma carta da Mell pro Jony, e ela e o Six também podem ir!!! Não é ótimo? Mas e a Lily??? Ela vai? A gente ‘tá torcendo para ela também receber a carta... Ah!!! Seus pais já liberaram a visita a Hogsmead? Os meus já. A chata da Bella disse que já está na hora de nós começarmos a agir. (‘argh...’) Sinceramente, dá vontade de pular no pescoço dela quando ela começa com esse papo ‘pró-trevas’... (risadas) Viu que legal? Minha criatividade está ficando inacreditável. Tenho que ir antes que meus pais percebam. Beijos e vê se acorda para me responder logo. Rodolfo...”

Sorrindo de orelha a orelha, ela pegou um pergaminho e escreveu a resposta.

“Amado Rodolfo,

Sabia que algumas pessoas usam uma pena normal para escrever ao invés de ficarem de preguiça e usarem uma pena de repetição rápida???

Essas penas não costumam saber o que é parágrafo, sabia???

Siiiiiiim, minha família vai muito bem, obrigada...

Espero nunca ter um papagaio ou uma galinha... Merlin me livre!!!

Quanto à Bella, eu morro de vontade de pular no pescoço dela todos os dias, então não é novidade para mim.

Faz o seguinte, mata ela você mesmo.

Assim você faz um favor para mim e para todo o mundo bruxo e trouxa...

Mas a sua criatividade continua péssima como sempre.

Hahahahahahaha....

Você é muito apressado quando se trata da escola.

Acabei de receber a carta da escola, mas sim, meus pais já deixaram eu visitar Hogsmead, também você fala tanto lá que me deixou curiosa.

Que bom que a Lary, e Mell e o Six vão poder ir para Hogwarts...

Ahhhhh!!!

Pelo grito histérico da Lily, ela acabou de perceber a carta dela.

Então nós devemos ir ao Beco hoje, você vem???

Aproveita e avisa aos outros...

Monte de beijos,

Pet...”

A garota enrolou rapidamente a carta e a prendeu nos pés da coruja.

Assim que a mesma partiu, ela se virou para a porta, no exato instante em que Lílian apareceu ali.

-Tava escrevendo pro Rodolfo? – disse a ruiva

-Sim, disse a ele que iríamos ao Beco hoje, e falei para ele chamar os meninos também. –respondeu a mais velha sorrindo e ansiosamente.

E foi nesse momento em que Lily correu e se jogou nos baços da irmã gritando de felicidade.

-Eu vou!!! Eu vou!!! – a pequena não cabia em si de felicidade

-Eu sei maninha!!! – Petúnia não estava muito diferente da irmã. – Eu sei!!! Você é uma bruxa!!! E vai pra Hogwarts comigo!!!

-Isso!!! – ela parou de repente- Mas será que os meninos vão poder ir também??? – a mais velha sorriu

-Bem, o Rodolfo disse que a Lary, o Six e a Mell estavam liberados para irem...

-Séééério??? Ebaaaaaa... –disse a ruiva fazendo a irmã gargalhar

-Sim, Lily, sério... Mas vamos descer que o papai e a mamãe devem estar esperando a gente para tomarem café da manhã.

As duas irmãs desceram as escadas da casa e se depararam com seus pais sentados tomado o café. Eles já imaginavam que a filha caçula havia recebido a carta de Hogwarts, e ficaram extremamente felizes ao saberem que agora eles tinham duas bruxas na família.

Lílian não conseguia esconder a imensa alegria que sentia, e Petúnia nunca estivera tão feliz. Sua irmã também era uma bruxa, e ambas iriam para Hogwarts em alguns dias. Estava tudo muito bem.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~* Algum tempo antes...

Rodolfo estava senado em sua cama, havia acabado de ser acordado pelo irmão mais novo, que havia se jogado em cima dele para contar a novidade.

-Que é JonyJony? — perguntou ele sonolento

-Eles deixaram!!!Eles deixaram!!! — o garoto pulava na cama

-Quem deixou o que? — Jonath fechou a cara

-Ai meu Merlin, Rodolfo. Nossos pais deixaram a Lary ir para Hogwarts!!! -o sorriso de Rodolfo se iluminou completamente

-A Lary vai para Hogwarts???

-Rodolfo... -Jonath parecia estar segurando para não gritar com o irmão, mas estava se segurando para não rir. — É exatamente isso que eu estou tentando te explicar. A LARY VAI PRA HOGWARTS!!! — eles disseram a última frase juntos. Ou melhor, gritaram a última frase juntos. E foi nessa hora que uma magnífica morena apareceu na porta.

-Morgana que me proteja... — ela revirava os olhos- Como vocês são discretos.

-Quais são as regras, Lary?- perguntou Rodolfo, agora completamente acordado

-Nenhuma novidade, só tenho que não envergonhar o nome da família. — ela sorriu travessa- Como se isso fosse possível. -os três explodiram na gargalhada

-Vem, — Jonath puxou Rodolfo- vamos tomar o café da manhã que eu estou faminto!

-Tá bom... Calma. — respondeu ele- Você vem, Lary?

-Não, Rodolfo, — ela sorria. acho que já abusei de mais da minha rara sorte por hoje. Mande o Ferny me levar o café na cama, por favor.

-Você que sabe Laryzita. Vai na frente Jonyjony, que eu vou mandar uma carta para a Pét.

Ele pegou um pedaço de pergaminho e a pena de repetição-rápida. Enquanto escrevia, a carta de Mell chegou.

Depois de enviada a carta, ele e Jonath foram tomar café da manhã.

Na opinião dos dois garotos Lestrange, a notícia de que Hilary poderia ir para Hogwarts era a melhor coisa do mundo.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~* Algum tempo antes...

Sirius Black e sua irmã, Mellany Black, estavam conversando seriamente com seus pais.

Eles finalmente haviam deixado os gêmeos irem para Hogwarts.

E a regra principal era simples. Eles não deviam envergonhar a família.

Os Sr. Black e Lestrange, os mais velhos, tinham chegado ao um consenso, seria melhor deixarem que Hilary, Sirius e Mellany fossem para Hogwarts.

Caso ao contrário, eles teriam que responder a muitas perguntas embaraçosas.

E, quem sabe, eles não percebiam o quanto os 'sangue-ruim' eram horríveis.

Mal sabiam eles que ocorreria exatamente o oposto.

Assim que foram liberados pelos pais, Sirius e Mellany foram correndo para o quarto deles. Onde Régulos já o esperavam.

Eles comemoraram juntos a novidade. E Mell logo escreveu uma carta para Jonath, contando a novidade.

“Jonyjony,

ELES DEIXARAM!!!

EU E SIRIUS VAMOS PARA HOGWARTS!!!

É verdade que Régulos não está muito feliz de ter que ficar sozinho com aquelas 'coisas'.

Mas ele é um “bom-filho-exemplar” e vai agüentar.

Ano que vem ele também vai, aí vai estar tudo certo.

E a Laryzinha? Eles liberaram?

Você teve notícias da Lily?

Por Merlin, assim que você souber de alguma coisa me avisa, tá bom?

Beijos,

Mell.”

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~* Algumas horas depois no Beco Diagonal...

Os Evans estavam comprando os materiais novos para a filha mais velha, e tudo que um primeiranista precisaria para Lily.

A Sra.Black, muito a contragosto, comprava os materiais para os gêmeos, ao mesmo tempo em que elogiava as sobrinhas, Narcisa e Bellatrix, em tudo o que vinha na cabeça.

Já no clã dos Lestrange, Rodolfo era o responsável pelos irmãos mais novos, e aquilo era definitivamente uma ótima idéia.

Não demorou muito para eles se encontrarem.

Rodolfo fingiu não conhecer Petúnia, e se dirigiu para uma loja de roupas que havia no beco, Madame Mallkin.

Mellany alegou que precisava de vestes novas, no que Sirius e Narcisa concordaram, e a Sra. Black segui com Bellatrix para a Floreios e Borrões.

Petúnia e Lílian disseram aos pais que iriam se encontrar com alguns amigos, o que foi permitido assim que especificaram quem eram esse tais amigos.

Madame Mallkin já havia conhecido Petúnia e Rodolfo no ano anterior, e simpatizara muito com eles. Já que ele estava arriscando a vida, praticamente ou exatamente isso, pela amizade com ela.

No ano anterior, ela havia visto os dois conversando escondido na sua loja. Por isso, ela ofereceu a sua loja para eles se encontrarem para conversar quando estivessem no Beco.

Mas ela não imaginava que eles iriam transformar a loja em um local de encontro entre os Black, os Lestrange, os Evans e mais outras pessoas que (com toda certeza) acabariam se juntando á eles.

Alguns minutos foi o suficiente para que Hilary, Jonath, Rodolfo, Sirius, Mellany, Narcisa, Lílian e Petúnia se divertirem juntos.

Mesmo que tenha durado só um pouco, esses minutos serviram para eles rirem bastante, antecipando a viagem para Hogwarts, já que eles combinaram de viajarem juntos.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~* Alguns dias atrás...

Um garoto de cabelos negros e brilhantes surgiu na lareira de uma casa magnífica no norte da Inglaterra.

Uma garota estava deitada na sua poltrona favorita da sala quando um garoto muito conhecido apareceu na lareira.

-Bom dia, Annie! – disse ele animado

-Ah! Dia Sev. – ela era o oposto.

-Xi... Qual o motivo para o desânimo agora? Seu pai outra vez? – ela lhe lançou um olhar mortal – Hey, só falei a verdade. – ele se sentou no chão na frente dela – Diga.

-Não é da sua conta.

-Se não fosse, eu já teria ido embora. –ele olhava fixamente para ela

-Tanto faz.

Ele simplesmente esperou, sabia que ela iria acabar falando alguma hora.

-Eu não quero ir.

-Você tem medo de ser igual ele.

-Não tenho não! –ela se irritou. – Nós somos muito diferentes.

-Eu sei. E é por isso que você tem medo. Se fossem parecidos, você iria adorar ser ele. Mas não é.

-Mas ele é meu pai!

-Concordo, mas isso não tem nada a ver!

-Eu tenho o sangue dele!

-Ótimo para você, descendente de um dois maiores bruxos do mundo!

-Um bruxo das Trevas!

-Mas um ótimo bruxo! – a garota bufou irritada e ele continuou. – Você é uma pessoa maravilhosa Annie, e sangue nenhum pode mudar isso.

-Mas eu tenho a mesma personalidade dele.

-Não tem mesmo! Você tem o mesmo temperamento, a mesma genialidade, a mesma capacidade de persuasão. Mas nunca a mesma personalidade!

-Mas são muitas coisas em comum! – ele deu um sorriso e citou uma das frases preferidas da mãe e da madrinha.

-“Não são as semelhanças que nos tornam semelhantes ou não...

-...são as diferenças.” – completou ela, sorrindo. -Mas e se eu sentir vontade, e se eu cair na mesma casa que ele?

-Aí eu tenho certeza de que a Grifinólia não irá ganhar mais nenhum Campeonato de Quadribol. – Letícia Colt apareceu na sala sorrindo para a filha, o seu maior presente, ainda que tenha vindo de alguém como ele.

Annie bufou. Severo jogou uma almofada na cara da amiga. E as gargalhadas começaram...

-É incrível o quanto você é chato, Severo. – ela fingia estar extremamente magoada enquanto ia se sentar na sua poltrona preferida outra vez.

-Sabe, Anizita, a convivência com você influencia bastante no humor das pessoas ao seu redor.

-Ei Severo. – disse Letícia rindo – Onde está a sua mãe?

-Ah... ela deve estar vindo já. Ela estava acabando de discutir com o Tobias.

-Ahhh... – a bruxa deu um sorriso de compreensão. Nesse momento, Lene apareceu na lareira, cumprimentou a afilhada e passou a mão na cabeça do filho.

-Lety...

-Lene...

As duas se abraçaram e foram para a cozinha conversarem.

-Ninguém as merece. –resmungou ela- Já tomou café? – o moreno confirmou.- Então vamos fazer alguma coisa de útil. – o sorriso dela se iluminou, e eles ficaram pensando.

-Vamos duelar! – sugeriu ele

-Não... –disse ela sorrindo marotamente – Vamos lutar!

-Nossa! Que diferença. – resmungou ele enquanto era arrastado pela amiga para os jardins, onde eles costumavam brincar quando eram menores.

Annie Colt e Severo Snape cresceram juntos, devido à forte amizade entre suas mães.

Ambos eram marcados pelo ódio e desprezo que sentiam pelos pais, já que eles eram as piores pessoas do mundo.

O pai dela era um bruxo extremamente horrível, e eles ainda teriam que enfrentá-lo um dia.

O pai dele era um trouxa que sentia ódio por magia, e não suportou saber que sua mulher era uma bruxa.

Eles sabiam mais feitiços do que a maioria dos estudantes de Hogwarts, mas começariam seu primeiro ano na escola em alguns dias.

Foram treinados para vencer e lutar contra qualquer bruxo das trevas.

Mas não sabiam se estavam preparados para o que teriam que enfrentar o que estava por vir.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Nove garotas e nove garotos teriam suas vidas entrelaçadas dentro de alguns dias.

Uns se conhecem, outros são da mesma família, mas alguns nem faziam idéia de que os outros sequer existiam.

Agora, muitos deles terão que se prepararem para enfrentar seus piores pesadelos, em uma única pessoa, uma única história.

Mas, nenhum deles, jamais poderia imaginar a dimensão que a amizade entre eles tomaria.

Jamais poderiam imaginar até que ponto eles iriam, só para fazer o outro feliz, só para salvar a vida do outro, só para ver o outro seguro.

A história começa agora, mas está muito longe de acabar.

Eles terão que sofrer muito.

Terão que aprender que, ás vezes, é necessário abrir mão de tudo que eles possuem, para salvar o que pode ser mais importante do que eles mesmos.

Notas finais
Espero que gostem... comentem, viu? eu amo reviews *--*
beijinhoz