Notas iniciais
Bem, demorei uma eternidade para postar.... gomenasai minna ( desculpe galera em japonês kkkkk) Enfim, o motivo da demora é porque eu tenho faculdade aí cheia de provas para fazer, curso técnico cheio de provas também problemas familiares entre outras coisas, mas não se preocupem, eu não vou abandonar a história. Aliás, um outro motivo que eu acabei quase esquecendo de dizer é que, eu estou trabalhando no roteiro da história ( para ficar tudo certinho e não ficar chato a fic e cansativa), além de estar trabalhando em uma fics originais que eu tenho vontade de transformar no futuro em um manga e se possível no futuro.... um ANIME Uhuuuuuuuuuuuuuuu YEAH *w* Ah, eu quero agradecer também a SafSafSuf, Clarissa Elsa Cosmo, Tia Mokkochi, Tropeço Nokkota e muitos outros leitores e escritores por estarem dando forças para eu continuar essa fic. AH, neste capítulo, eu quero deixar um desafio(challenge) para vocês. Tentem adivinhar quem são esse "*****" que vai aparecer no final da fic. São 5 letras a palavra. Boa sorte. Ah, além disso que quero que a Sasafsuf tente achar uma "referência" na fic. Enfim, espero que gostem desse capítulo pequenininho, mas cheio de coisas legais kkkkkkkkkkkkkk. Boa leitura.

Presente

Judy P.O.V

Estar apto ou querer algo grandioso na vida é algo que nos é imposto pelos pais e pela sociedade, inclusive, essa última, quando decide punir alguém por não ter decidido o seu rumo profissional escolhe, escolhe muito bem o castigo a ser aplicado de forma severa.

Eu, Judy Hopps peço desculpas para os meus leitores que estão acompanhando o meu livro, pois agora sou eu quem irei narrar a minha história, todavia fiquem felizes, porque eu não demiti o narrador oficial desta história, até porque ele é um grande amigo meu e do meu....

— Judy, está na hora de irmos. – Disse o garoto que olhava para os meus lindos olhos roxos, entretanto, não tive tempo de falar quem era a outra pessoa. – Vamos, já está quase na hora. – Repetiu de novo.

Quer saber de uma coisa, eu falo quem é a pessoa misteriosa quando eu voltar do ZPD.

Algumas horas depois.

Ufa, consegui voltar de mais uma cena de crime, e finalmente eu consegui entregar toda a papelada para o chefe Bogo, aquele búfalo meio ranzinza, mas que tem um segredinho que eu sei muito bem, digo isso porque foi Garramansa que me contou.

Pois bem, enquanto o meu parceiro está tomando um banho, eu irei levar vocês para o passado ou melhor onde a minha determinação de vida começou.

Passado (Flashback)

Voltamos para o passado onde a minha pessoa era uma simples e corajosa coelhinha, mas por favor, não se acostumem a me chamarem de fofa, até porque só os coelhos podem chamar outros coelhos de fofos, afinal ser chamado ou chamada de fofa (o) por outros animais nos fazem sentir um certo desconforto.

Enfim, vamos parar de papo e vamos para o que realmente interessa. Eu nasci nas Tocas, mesmo a cidade tendo esse nome esquisito, eu me orgulho por ter nascido lá, até porque foi lá que eu obtive conhecimento suficiente em botânica, biologia entre outras matérias que envolvesse plantas, verduras e legumes, não que as outras matérias eu não tenha aprendido, mas as que eu citei eu tive mais facilidade.

Bem, para ser sincera, no começo eu não gostava muito, mas quando eu vi que, para se tornar uma boa policial eu precisava ter um conhecimento razoável naqueles tipos de estudos, eu realmente me agarrei com toda a força que eu tinha para realizar o meu sonho, ou seja, se tornar a melhor policial de Zootopia. E, foi com esse conhecimento que eu pude salvar o meu amigo de uma das maiores enrascadas que nós nos envolvemos.

Finalmente eu disse tudo eu acho, entretanto acredito eu que, se tiver algo faltando na minha explicação, eu volto e coloco anotações para vocês meus futuros e queridos leitores do meu livro que será lançado no mês que vem, e esta obra se chama:

Judy

A Estrela de Zootopia.

Ok, vamos voltar onde nós paramos. Quando eu era criança, eu tinha muitos sonhos, um deles era ser uma policial, para melhor definir isso, devo acrescentar que a minha humilde visão de mundo era e ainda é ser alguém que inove e mude a forma que as pessoas vivem e se comportam, afinal o meu lema é: “Em Zootopia, você pode ser o que quiser”, devo fazer essa frase valer a pena, não acha ?

Na escola eu era uma aluna exemplar, tirava boas notas, entregava todos os trabalhos da escola, enquanto o malandro e metido do Gideon Gray não estudava, não entregava alguns trabalhos escolares e por assim em diante. É correto afirmar que, o Gideon era filho de um antigo fazendeiro que existia aqui nas redondezas das Tocas, isto é, um antigo senhor feudal que existia aqui.

Honestamente, tenho que anotar aqui que, as condições de vida de cada espécie de mamífero que existe em Zootopia, influencia e muito nos seus anos de vida, isto é, a quantidade de anos que tal pessoa pode chegar. Um exemplo simples é a idade que uma raposa pode alcançar em relação a um coelho, para ser mais exato, as idades são entre 90 e 100 anos e 45 a 95 respectivamente.

Na atual situação, devo dizer que, eu estou beirando agora uns 180 anos, todavia essa explicação maluca eu vou deixar para o meu amigo Ichida fazer quando ele voltar ou melhor dizendo, quando ele estiver dando uns toques finais nessa biografia.

Nossa, eu estou tão empolgada com o lançamento de meu livro, que eu acabo desviando o foco e saindo do assunto principal que é a minha infância.

Pois bem, sem mais desvios, prometo.

Na cidade das Tocas, eu era a única coelha que tinha um sonho grande, digo isso porque a maioria das pessoas que viviam ali, desistiram de seus sonhos ou até pior, nunca tiveram simplesmente um sonho sequer para seguir.

Nossa, ser mentirosa no livro é uma coisa que não se faz, afinal, havia sim, mais alguém que tinha sonhos para se cumprir, mas deixarei para dizer quem é essa pessoa depois.

Na escola, todos os alunos se empenhavam em estudar e tirar boas notas, até porque lá era um recinto de aprendizado e não para fazer brincadeirinhas bestas como fazia Gideon, entretanto eu também tinha amigos legais. No meu grupo de amigos tinha uma ovelha de pêlos cinza que se chamava Liara, uma outra ovelha de pêlos branco que se chamava Tommy e por último a menor do grupo, uma coelhinha igualzinha a mim que se chamava Clara, enfim todos nós éramos muito amigos na escola e fora dela.

Quando eu era pequena, tivemos que fazer uma apresentação para os dias dos pais, sendo que, na verdade aquele dia dos pais era para ser apenas uma festinha da escola, mas na verdade a festividade foi marcada para ser realizada na feirinha que teria na cidade, e não no dia dos pais.

A feirinha seria onde todos iriam comer e beber a vontade, para ter uma noção, aquilo tudo era uma bagunça, pois havia vários coelhos pulando em tudo qualquer lugar, afinal, naquele lugar, a maioria dos habitantes eram coelhos, enquanto a minoria representava os predadores.

Houve muito ensaio antes de fazermos a nossa apresentação na feira, todos os alunos estavam empolgados, pois eles iriam representar a evolução das espécies na sociedade, mostrando a mudança de comportamento e etc, entretanto, quando me perguntavam a respeito o que eu seria quando crescesse, eu respondia que eu iria ser uma policial, fazendo assim muitas pessoas olharem com um olhar de desânimo para mim, sendo que os outros estudantes falavam que seriam detetives, procuradores da justiça, astronautas e muitas outras coisas, e ninguém falava nada, isto é, ninguém encarava aquilo como loucura ou insanidade mental, mas quando era a minha vez de falar, todos debochavam de mim.

O dia da apresentação chegou, e como não podia faltar, todos estavam nervosos, mas a professora dizia para todos: Boa sorte e façam o que vocês ensaiaram.

Aquilo tudo era fácil de se falar, até porque não era ela quem iria ficar na frente daquele grande público. A cortina se abriu e como de costume colocaram a aluna mais destacada da escola para ser a narradora e a atriz principal, ou seja, eu.

A cortina se abriu e a professora colocou o gravador de voz para tocar. Na realidade, um dia antes, eu tinha gravado a minha voz naquele gravador para começar o espetáculo, afinal, o narrador que faria a apresentação do teatrinho, sofreu uma dor de barriga por comer cenouras demais, e infelizmente, este acabou ficando de plateia no dia do show. Desde pequena já comecei a me familiarizar com gravadores de áudio.

Continuando, a professora colocou aquele pequeno trecho de áudio que dizia:

Há milhares de anos, medo, traição e sede de sangue, essas eram as forças que dominavam o nosso mundo, as presas viviam com medo dos predadores e os mesmos tinham uma vontade incontrolável, biológica de caçarem e aniquilarem as pobres presas indefesas.

Dito isso, o meu colega Erick, um tigre, pulou do cenário de vegetação do palco e encenou um tipo de ataque contra uma vítima, no caso, seria eu a presa a ser devorada.

No momento da encenação eu gritara: Sangue, sangue. Para representar um ataque violento que eu sofrera de um predador, havia dentro da minha roupa, uma sacolinha de ketchup escondida para representar o falso sangue, no entanto, aquela sacolinha não fora o suficiente, e para deixar aquela cena mais dramática, eu optei por pegar emprestado uma garrafinha de ketchup ali atrás do falso mato do cenário, e resolvi esparramar todo o conteúdo do vidrinho em mim.

No momento em que a minha encenação eu acabei por esquecer uma parte da minha fala final, e para resolver aquele problema, houve que, em milésimos de segundos, eis que me veio essa ideia:

“Vamos derramar todos o conteúdo do vidro em mim e dizer: É o fim, finalizando mostrando a língua para os telespectadores. Fazendo assim com que ninguém percebesse a ausência da minha última fala.

Tudo ocorreu conforme o planejado, entretanto, a minha mãe colocou a mão na testa percebendo o exagero que eu fizera naquela hora fazendo aquilo, isso enquanto o meu pai gravava a apresentação e os meus irmãos e irmãs me assistiam com tamanha euforia.

Mick que era o sonoplasta da apresentação, ficou responsável pelos efeitos de música da história, já que, ele era ótimo nisso.

Honestamente, houve algumas pessoas que, mesmo estando ali assistindo tal peça, não conseguiram conter a sua reação de pavor, choque e alegria vendo aquilo. Foi uma chuva de emoções, pessoas alegres assistindo e outras chocadas por presenciarem tal show.

Um detalhe importante era na hora de todas as falas, onde Mick colocava um efeito de som diferente, ou seja, para o astronauta, ele colocava um efeito meio que fantasmagórico, para procurador da justiça, o garoto colocava um efeito meio de ação e euforia, para o meu caso, aquele leopardo cinzento fez um som de ação, aventura e euforia juntos, sendo que ele tivera que tocar vários instrumentos ao mesmo tempo.

“Naquela época, o mundo era dividido em dois: Os predadores ferozes e as presas fáceis”.

O engraçado dessa parte era que, ao invés de tocar uma música normal, o sonoplasta resolveu bater os seus pauzinhos nas teclas do piano, fazendo assim, sair um som meio amedrontador daquele instrumento.

Nesse momento, Liara aparece e joga algumas flores e confetes em algumas caixas em que eu e meu colega entramos para nos trocarmos de roupa, se bem que, tivemos que ser rápidos para fazer isso.

“Mas, com o tempo, desenvolvemos e superamos as nossas indiferenças e agora predadores e presas vivem em harmonia”. Agora todo jovem mamífero tem múltiplas oportunidades.

A metade da minha fala, eu tive que fazer dentro da caixa enquanto trocávamos de roupa, uma coelha multitarefas, sendo sensata, e o final da fala, terminei fora da caixa. As nossas roupas eram brancas, cor dos anjinhos do céu.

Por alguns minutos, senti uma batida de estouro de confetes por de trás da minha cabeça, aliás, Liara soltara esse “rojão” bem atrás de mim, fazendo eu sentir um breve arrepio.

— É, agora eu não preciso me esconder no rebanho, eu agora vou ser uma astronáutica. – Disse a minha amiga retirando a sua roupa branca e vestindo o seu uniforme de astronauta, enquanto Mick fazia um som de espaço sideral com aquele assobio de palhaço.

— Eu não tenho mais que ser um caçador solitário, agora eu posso caçar sonegações fiscais, agora eu posso ser um grande auditor. – Falou Erick retirando a sua fantasia e colocando a sua roupa de auditor e levantando uma caneta nas mãos.

— E, eu farei do mundo um lugar melhor, eu quero ser uma policial coelha! –Falei em voz alta e com muita empolgação.

O som de missão impossível fora posto para tocar enquanto eu estivesse encenando. A plateia, pelo menos uma boa parte dela, reagiu com uma enorme alegria e aplausos para o que eu disse, contudo tinha uma pessoa que fez com que eu desse uma “tirada”.

— Hahahaha, uma policial coelha, essa é uma piada mais ridícula que eu já ouvi. – Respondeu aquela raposa trapaceira e arrogante.

— Isso pode ser ridículo para algumas mentes pequenas, igual você Gideon Gray. – Após a minha resposta, aquele sujeito engolira em seco o seu sorriso, fazendo aquela cara de mau. – Não muito longe dali, existe uma cidade chamada Zootopia, onde nossos ancestrais viviam em paz, e lá, você pode ser o que quiser.... Obrigada e boa noite. – Continuei mesmo percebendo o meu engano em dizer boa noite ao invés de boa tarde.

Saímos todos do cenário e agradecemos a todos que estavam presentes no espetáculo. No final de tudo, os meus pais me diziam que eu deveria era abandonar os meus sonhos e ser uma plantadora de cenouras. Enquanto eles diziam isso, eu andava com eles de mãos dadas e saltitando feito uma coelha boba.

— Judy, sabe por que eu e a sua mãe somos tão felizes ? – Perguntou o meu pai.

— Não.

— Porque nós relaxamos, não é Bonnie querida.

— Sim, Stu, nós relaxamos, desistimos de nossos sonhos. – Opinou a minha mãe olhando para o meu pai.

— Sim, e com isso temos tranquilidade. Sem não tentarmos nada, nós temos essa paz e tranquilidade.

— Mas, eu gosto de tentar.

— Filha, o que seu pai está querendo dizer é que, é muito difícil e impossível você se tornar uma policial coelha.

— Então, eu tenho que ser a primeira a tentar e me tornar uma. – Retruquei os meus pais em um tom motivado e alegre, enquanto eles me levaram a uma barraquinha que vendia cenouras churros.

Por um momento, enquanto eles diziam para eu desistir dos meus sonhos, ser igual aos meus 275 (duzentos e setenta e cincos) irmãos e irmãs e ser uma plantadora de cenouras iguais aos meus avós e eles, algo me chamara a minha peculiar atenção.

Gideon Gray estava agindo estranho, indo atrás de umas das muitas barracas com o seu colega Travis. A princípio, eu os segui e os espiei, esperando para ver o que iria acontecer. No entanto, a dupla de bullys estavam ameaçando os meus amigos, dizendo para eles entregarem os tickets para a dupla ou então eles sofreriam as consequências.

Infelizmente, Gideon tomou os tickets a força, porém como eu era uma policial e estaria ali para defender as pessoas, eu não poderia deixar aquilo passar despercebido. Foi quando eu entrei na briga ordenando que aquele cidadão entregasse os tickets para os meus amigos.

— Desde quando uma coelha boba pode se tornar um policial. — Exclamara o garoto em um tom zombeteiro.

— Você não ouviu, devolva os tickets para ela! – Respondi com um tom imperativo.

— Venha aqui pegar sua coelha boba. Nesse seu teatrinho, ser uma policial não vai te ajudar agora, sua coelha estúpida. Lembre se, no passado, nós os predadores caçávamos vocês e matávamos todas as presas, isso está em nosso D.A.N. – Tentou retrucar o sujeito com um tom imperativo e amedrontador.

No entanto, na tentativa de se parecer uma pessoa perigosa, Gideon perdera toda a moral quando Travis o corrigira dizendo que, não era D.A.N, e sim, D.N.A.

— Você não me assusta, Gideon!

Antes que eu pudesse pronunciar mais algumas palavras, eu fui lançada no chão, enquanto Gideon já colocara as suas garras para fora.

— Agora ela está com medo, vejo que está com o seu focinho chacoalhando sem parar. – Observara Travis, gozando da minha cara de medo por não saber o que poderia acontecer naquele momento em diante.

— Chora, chora coelhinha boba chora!

Nesse momento eu acabei acertando um falcon kick na cara daquela raposa, porém ele me mostrou as suas garras e me arranhou no rosto, deixando uma cicatriz na minha bochecha.

— Você nunca desiste, não é?! – Exclamara o agressor da minha bochecha. – Eu quero que você se lembre muito bem deste momento, você é apenas uma tampinha e plantadora de cenouras, enquanto eu sou herdeiro de uma família nobre aqui da região, sua coelha tola. – Disse segurando o meu rosto com força contra o chão, enquanto eu me sentia indefesa naquele momento, pois o meu agressor era muito forte e muito alto.

— Tadinha dela. – Expressou Tommy ao me ver levantando do chão.

— Judy, você está bem ? – Indagou Liara se ajoelhando perto de mim.

— Eu estou bem, e a propósito isto daqui é seu. – Respondi dando os tickets roubados.

— Nossa, você pegou os tickets, você é demais Judy! – Exclamou Tommy, enquanto Clara e Liara me ajudavam a me levantar e me recompor.

— Pessoal, bom de uma coisa ele acertou, eu não sou de desistir!

Fim do FlashBack e a viagem no tempo

Finalmente, consegui terminar de escrever a última anotação que faltava no livro, agora eu poderei levar a obra para a editora Zoobril para pública – la.

Espero que os meus leitores se divirtam enquanto leem essa minha biografia. Enfim, está na hora de buscar o casal de adolescentes.

Nick já terminara de tomar o seu banho, e enquanto eu escrevia essa anotação, ele estava sentado no sofá digitando alguma coisa em celular. A minha vontade era de jogar aquele negócio pela janela, mas se eu o fizesse, eu me sentiria triste por magoar o único divertimento de meu humilde parceiro policial e querido....

Antes de tudo, de novo, eu fui interrompida por ele para buscar o casal de adolescentes que estavam ligando para o celular do vendedor de patoles.

E, infelizmente, terei que explicar tudo depois que eu voltar.

— Vamos buscar aqueles dois, Judy?

— Vamos.

Dentro da viatura de polícia

Tenho que dizer que, vida é igual a um pozinho mágico. No saf você joga o pó e o tempo começa a parar para você, no outro saf você é tomado pela motivação e o sonho de voar pelos céus de Zootopia e no suf, eu sigo o meu coração de coelha boba e vou trilhando o meu caminho sendo quem eu quiser ser, independente das opiniões negativas da sociedade.

Safsafsuf eram as palavras mágicas que mamãe ensinou para mim e os meus 275 irmãos para dizer antes de dormir, ou seja, isso representava a palavrinha que iria nos conduzir para o lindo mundo dos sonhos antes de dormir e que se a gente tivesse um desejo puro de coração e pronunciasse tais palavras, o nosso desejo iria se concretizar.

O tempo passou desde então, e agora, eu já sou uma coelha adolescente, boba e com um parceiro gentil e brincalhão, mas que agora está sempre ao meu lado.

Meu nome é Judy Hopps, e eu sou uma policial coelha de Zootopia.

Notas finais
Conseguiram adivinhar a palavra de 5 letras ? Ah, quer saber, a palavra é: CASAL. Enfim, conseguiram pelo menos imaginar quem são esse casal ? E, SAFSAFSUF, conseguiu pegar a "referência" ? Mas, sendo sério agora, vocês todos gostaram do capítulo ? Por favor, não deixem de comentar,pois os comentários de vocês me inspiram e me motivam e muito a continuar essa história, sério. São os comentários (reviews) que me dão informações necessárias para continuar, ver a margem de aprovação do capítulo do público e ver e os mesmos estão gostando. Por favor mesmo, não esqueçam dos reviews. Enfim, espero que tenham gostado desse capítulo. Pode parecer chato esse,mas espero, ainda as coisas vão esquentar, apenas estão engatinhando até chegar no seu clímax ou ápice do momento. Sayounara minna, vejo vocês no próximo capítulo que vai se chamar: Última canção.