Notas iniciais
Bem, eu editei esse capítulo. kkkkk Pessoal, esse capítulo vai ser um pouco curtinho, mas mostra que eu não estou morto e nem esqueci (abandonei) a fic, uma coisa que deve ter aparecido para vocês que me acompanham via "acompanhamento pelo site Nyah. A mensagem deve ter aparecido assim, após os dias que devem ter passado: " A história não é atualizada a mais de dias, talvez o autor desistiu ou excluiu a fic". Fiquem sabendo leitores, que eu..............não exclui nem nada disso... eu apenas tive uma pausa (hiato) para fazer a minha faculdade, técnico e estágio. Eu não terminei a faculdade mito menos o técnico, mas eu finalmente consegui arrumar um tempinho para postar. É meu dever deixar uns esclarecimentos para vocês, afinal, vocês é que estão acompanhando essa fic e me dando suporte para continuar. DESCULPEM PELA FALTA DE INSPIRAÇÃO E FALTA DE TEMPO !!! PS: Alguém sabe me dizer qual jogo de fazer "parkour" eu estou me referindo (referência) e qual filme famoso eu estou me referindo também ?

Ushida P.O.V

Muitos de vocês devem estar confusos com tudo isso, contudo agora e aqui tudo será esclarecido.

Honestamente, eu havia mencionado com vocês a respeito quando eu, Nick e o Finnick nos conhecemos na floresta, porém eu esqueci de dizer que, naquela época eu fazia parte de uma guilda de ladrões. Sim, a situação é irônica, entretanto, eu fazia parte de uma guilda de ladrões bem minuciosa e que reinava em toda a Zootopia.

Quando eu era jovem, as outras espécies sempre me tiravam sarro, não importando o tipo de gozação, porém é sucinto dizer que, todas os animais cuja a infância é dura, sempre o destino reserva algo especial. E não foi o contrário, eu me tornei um Cavaleiro Templário da Igreja.

Continuando a explicação para não perder o foco.

A verdade era que, eu tinha abandonado a escola da Igreja, afinal, os padres viram em mim, um potencial enorme de guerreiro e outras atribuições que agora neste instante não vem ao caso.

Após a minha saída da Igreja, acabei vagando feito uma alma moribunda pelas ruas de Zootopia em busca de migalhas de pão, foi quando mesmo em estado de penúria, eu fui roubado por uma doninha em uma praça pública cheia de animais de diferentes tamanhos e proporções.

O ladrão ou batedor de carteiras era rápido, contudo mesmo cansado e com dores no corpo, eu consegui apanhar o meliante e recuperar a minha carteira ou bolsa de moedas, como vocês preferirem chamar.

O sujeito foi encaminhado para os guardas do castelo, afinal, o senhor feudal matava qualquer um que cometesse algum roubo ou crime em seu território.

A criatura magra e de corpo ligeiramente flexível, conseguiu se livrar dos guardas, porém um ser encapuzado acabou capturando o fugitivo em questão.

No começo achei estranho essa atitude, mas resolvi seguir o suposto "caçador" que acabara salvando a pele de seu irmão de guilda.

Como os sujeitos eram rápidos demais e iam pulando de telhado em telhado, eu acabei me sentindo exausto de toda aquela perseguição frenética, todavia é válido ressaltar que, ao ser encapuzado, após "salvar" a vida de seu comparsa, o cidadão ordenara que o mesmo ficasse de prontidão para fugir, sendo assim, ambos escalaram as paredes das casas e começaram a fugir, visando que ambos estavam fugindo dos guardas do feudo que por ali passavam quando a minha pessoa recuperou o dinheiro e entregou o fugitivo para os supostos defensores do feudo.

Enfim, acabei por não conseguir chegar ao mesmo ritmo de velocidade das duas criaturas, todavia, como eu detinha um faro surpreendente, resultou que, após seguir o rastro de cheiro das figuras, cheguei perto de uma ponte com um rio com suas águas transparentes. Ali perto tinha uma vegetação muito exuberante, capaz de embriagar qualquer amante por natureza, os pássaros cantarolavam em uma sinfonia angelical e o vento batia na pelagem do meu corpo, tendo uma sensação de leveza.

Todo aquele cenário era magnífico, porém eu ainda queria saber o paradeiro dos sujeitos. Vasculhei por todos os lados, em cima, de baixo e por onde eu consegui colocar o meu corpo e focinho. Toda essa confusão me custou oito horas frustradas, ou seja, uma procura sem sucesso nenhum.

Quando resolvi ir embora e colocar uma pedra no assunto, acabei por escutar vozes vindo atrás de umas folhagens cheias de espinhos. Como havia anoitecido no local, era muito fácil se esconder e como havia um arbusto enorme por perto, resolvi espiar e esperar a hora certa de agir.

Dois sujeitos segurando um baú pesado estavam vindo em direção a ponte, na qual deveria ser a suposta entrada para o covil dos batedores de carteira.

Enquanto eu me escondia, escutei um dos carregadores exclamar:

— Nossa, esse baú deve valer muito, pois o chefe ficou enfurecido com a doninha, pois ela não completou a missão de identificação!

— Missão de identificação? Como assim?

— Ora seu tolo, "missão de identificação" é a mesma coisa de "reconhecimento"! — Explicou o leopardo que com a sua chegada perto da luz da lua, fora possível ver a sua fisionomia.

—. Obrigado pela sua gentileza e a sua modéstia em explicar tal coisa. — Disse um lobo de pelagem branca e com um tampão de pirata em seu olho esquerdo.

O que fez com que o outro animal semelhante a mim não me notasse, foi simplesmente o seu faro que não era lá grande coisa, até porque, aquele sujeito aparentava ter uns quatorze anos, e ter essa idade não é brincadeira. Além de ter ficado velho e perdido a seu faro, o indivíduo aparentava ser forte, mesmo sendo tão velho.

Chegando perto de onde eu estava, as duas figuras sinistras, começaram a levantar o grande baú e arremessaram todo o seu conteúdo para dentro de um grande poço que ali existia que, por sinal, eu não havia visto o dia inteiro.

Sinceramente, a atitude de ambos me estranhava um pouco, afinal de contas, por que alguém iria jogar as joias e as pedras preciosas dentro de um poço?

A resposta é bem simples. O poço era apenas um enfeite de fachada para os bandidos, pois a entrada da guilda estava debaixo de umas pedras que escoravam alguns troncos de árvores que disfarçavam a abertura do covil. Atrás desses disfarces, havia uma porta com uma caveira e nela estava escrito: "Diga amigo e entre"

Após alguns segundos ali parados, um dos sujeitos diz: "przyjaciel" que em polonês significa amigo. Nisso, a grande porta de pedra se abre revelando a entrada para o esconderijo.

Sem demorar muito, ambos adentraram no recinto fazendo com que a enorme porta se fechasse atrás deles. Como eu estava escondido e não podia me aproximar muito, acabei chegando tarde perto da entrada que acabara retornando a sua forma inicial, em outras palavras, fechando a passagem para o outro lado.

As palavras desferidas por mim não tinham efeito, pois a minha pronúncia não chegava a ser idêntica aos frequentadores daquele local.

Ao cair da noite por fim, consegui pronunciar a frase " przyjaciel" em polonês, com muito custo consegui pronunciar tal palavra difícil e fora de meus vocábulos.

Sem hesitar, adentrei ao enorme recinto que se iluminara quando a porta se fechara novamente. No começo do caminho, havia uma tocha acesa e por precaução, para não pisar em falso, acabei por me guiar com a luz daquela tocha por toda aquela escuridão que se alastrava diante de mim. As paredes estavam todas desenhadas com tinta branca e as estruturas daquele local se remetiam as grandes escavações e perfurações que ali tiveram algum tempo atrás naquele lugar.

Após andar muito, cheguei em um hall enorme cheio de tapetes vermelhos e joias e que por mais estranho que parecesse, do lado esquerdo estava uma porta que estava escrito: "poço"

De imediato estranhei a placa na porta e decidi investigar. Abrindo a porta, deparei com um local não muito fundo de profundidade, na verdade a água batia nos meus pés, ou seja, as pedras preciosas eram jogadas naquele poço de mentira para que os outros comparsas pudessem pegar ali e colocarem em outro lugar. E, como eu havia dito, as pedras raras já tinham sido removidas da água e como eu não podia faltar... eis que, com a minha investigação estúpida, acabei sendo capturado por um dos membros da irmandade dos ladrões.

Aparentemente, eu fui surpreendido quando alguém colocou uma sacola grossa de pano na minha cabeça e começou a me sufocar, tirando o meu oxigênio. Por fim, acabei ficando sem ar e acabei desmaiando, sendo que, acordei atordoado dentro de uma cela.

E, como não bastasse... o próprio mentor da irmandade me dá as boas-vindas dizendo: Bem-Vindo a Guilda dos Ladrões seu bisbilhoteiro !!!!

Notas finais
Enfim.............. gostaram do meu retorno e do novo capítulo ??????? Espero que sim. Espero pelos seus lindos reviews meus queridos leitores e leitoras. Até em breve e se deliciem com a história. Conseguiram acertar, adivinhar e acertar as minhas referências ? Se sim, diga nos comentários !!!! Sayounara