Notas iniciais
Obrigado A Hakuna Matata que me fez voltar a escrever...

UMA SEMANA DEPOIS DO ULTIMO CAPITULO...

Era de manhã, e eu acordei com a linda e doce melodia de Zumbis grunindo ao meu lado, ainda sonolento peguei um revolver e atirei pra cima.

–SAI DESGRAÇA! EU QUERO DORMIR PO*RA!

Matei dois dos quatro que tinha ali.

–Bom dia. Disse Leroy sarcasticamente.

–Eles estão nos observando apenas, isso é estranho.

–Se não me atacarem, podem até me ver no banho.

–Eca, que coisa Gay!

Fui pra pequena cozinha do trailer, lá estava a Bonnie, nem queria chegar perto desde você-sabe-oque, ela se afastou de mim, triste mas nhé.

–Gente rapido! Gritou James.

fomos todos até o volante que tinha um radio.

–Atenção#4&$##$% São francisco ao norte@#%%#*$%&$( Lugar seguro Rapido!.........

–Aconteceu de novo.

–Esse foi chamado?

–Ôbvio.

–Bem...vamos a São Francisco. Se fosse um dia normal eu pularia de alegria, mas como eu estava no apocalipse eu estremeci com a idea.

Algumas horas se passaram, era a vez do Leroy, eu fiquei na minha cama mexendo na minha arma e pensando em alguns elementos para fazer a cura.

–Ácido sulfurico, tugstenio,metâno, AHH NÃO! NÃO VAI DAR CERTO!

Bati com a mão na parede e risquei ela marcando mais uma das tentativas fracassadas da cura, sussurrei.

–Quinquagésima quarta...

–Falando sozinho denovo?

Era a Bonnie, como era bom ouvir ela falando comigo de novo.

–Olha só, ela fala!

–Me desculpa por não ter falado com você antes é que eu voltei a pensar nele...

Ela ainda gostava do "namorado zumbi"? Ninguem é perfeito, mas aquilo realmente doeu profundamente.

–Acho que por hora devemos ser, só amigos.

Abaixei a cabeça e assenti tristemente.

–É...só amigos.

Fiquei realmente magoado, naquela noite eu realmente precisava de um tempo só, o trailer parou em uma colina que se estendia até o penhasco, eu sai e andei até a borda e fiquei olhando o céu, mas ouvi um grunido, me virei um zumbi me surpreendeu.

–AHHH,MORRE.

–NÃO!

Ouvi um grito rouco, o zumbi me encarava com um olhar vazio, ele havia gritado.

–Você falou? Perguntei assustado e apontando a arma pra ele.

–Me desculpe se minha "nova" aparencia te assusta, mas eu estou sã, e controlo isso, mas pode me ofercer comida?

–Eu não tenho humanos.

–Não humanos, chocolate, talvez um sanduiche, como eu sento vomtade de comer um sanduichhe.

Ele lambeu a boca. Eu estiquei um sanduiche de presunto ainda assustado.

–O, ok, toma...

–Hal, E o resto eu não lembro. Ele falhou mas pegou o sanduiche e comeu vorazmente.

–Você que anda a nos espiaonando?

Não, a rainha manda os outros espiarem, saberem seus pontos fracos, seus reflexos ruins tudo. Disse ele calmamente comendo o sanduiche.

–Rainha?

–Isso! Ou também conhecido Paciente Zero, o primeiro infectado, e como foi o primeiro ele viu como quebrar as barreiras entre a vida e a morte ela planeja dominar a humanidade, mas enquanto ainda ouver humanos ela lutara, mas evoluir um vírus não é facil.

–Evoluir?

–Sim fazer seus escravos aprenderem a usarem armas, escalar, correr, voar, ficar assustadores, resistencia a balas, nadar e etc, nós que podemos controlar a Zumbificação somos ameaças, mas ainda evoluimos, e podemos transformar outros em zumbis consientes como nós.

–Meus amigos precisam saber disso.

Ele me encarou, seus olhos me estudaram, e por fim disse.

–Problemas com garotas?

–Sim.

–Calma, eu tenho 46 anos, sei disso, vai passar.

Eu sorri, e vi que ele era meio cego, com uma roupa de professor e um cabelo branco, pouco, mas igual o do Einstein, ele seria um bom amigo de se ter.

–Vem conosco, pode ser util.

–Sério?

–Sim.

–QUE BOM! mas antes, poderia me providenciar um par de óculos?

–Depois Hal, vem vamos.

Levei ele até o trailer, eu não tibha duvida de que ele era bom, apesar de seu maxilar cair um pouco e ele ter de ajusta-lo constantimente.

–Galera! Achei um aliado!

Todos me olharam.

–É guri ou guria!?

–Zumbi. Mostrei a eles o Hal.

–TÁ LOCO, ATIRA NELE!

–NÃO, ELE CONTROLA!

Eles pararam.

–O que?

–Ola?

Eles olharam petrificados.

–Me chamo Hal.

–Ele,ele,ele fala...

Sussurou Bonnie.

–Ele sabe de tudo. Hal explicou a eles e de vez em quando contava uma piada de fisica que fingiamos rir, no fim decidimos, Hal vinha, mas por precaução ficaria amarrado no sofá.

Notas finais
Comenta!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.