Zombie Invasion
4 Ônibus
Notas iniciais
NATALIE NARRANDO
Estávamos indo pra locadora de ônibus, eu tava no mesmo carro que o Vitor, Justin e Mariana. Tava rolando um clima entre a Mari e o Justin, olhando pro Vitor pude perceber que ele não gostou nada daquilo. Chegamos na locadora, pegamos os ônibus e voltamos pro prédio. Todos passaram a noite fazendo as malas.
Edward e Marcela estavam passando em cada quarto avisando que ia ter reunião
[...]
Edward: Então... Espero que todos já tenham arrumado suas malas, amanhã de manhã vamos ir para o aeroporto e pegar o jatinho para irmos ao Brasil. Não tenho noticias tão boa, o vírus já se espalhou por la também, mas ainda tem muitas pessoas que não pegaram.
Edward: Alguma duvida pessoal?
Enzo: Alguém sabe dirigir um jatinho?
Doug: nossa velho, é mesmo, ninguém aqui sabe.
Logan: Eu sei.
Vitor: Menino tu só tem 17 anos, nem deve saber dirigir um carro.
Lari: Vitor para de ser grosso com ele. Você sabe mesmo dirigir um jatinho Logan?
Marcela: Sim, ele sabe.
Logan: Sim, eu sabe. -os dois falaram junto-
Mari: Quem te ensinou Logan?
Logan: Meu avô, ele era piloto de avião.
Justin: Mas, quem vai ser seu co-piloto?
Logan: A Marcela!
Todos: Marcela?!
Marcela: É gente, o Logan tava me ensinando, não sei muita coisa sobre como pilotar um jatinho, mas posso ajudar o Logan.
Edward: ok, então reunião encerrada.
Marcela: Meninos ajudem eu e Edward a colocar todas as malas no ônibus.
Na manhã seguinte [...]
Todos já tinham acordado, só eu tava dormindo, acordei com o Vitor pulando em cima de mim.
Natalie: Menino para, já acordei.
Vitor: Que bom né dorminhoca, então nosso ultimo dia aqui em Londres, quem sabe quando a gente vai voltar –ele começou a passar a mão pelo meu corpo- vamos aproveitar? – ele beijou meu pescoço-
Natalie: Vitooooooor –gritei-
Vitor: Que foi?
Natalie: Tem alguém chegando. –ele saiu de cima de mim-
Lari: Então Natalie já acordou? – ela disse abrindo a porta-
Natalie: claro.
Lari: Se arruma que daqui a pouco vamos todos tomar café.
Natalie: ok mandona.
Lari: Isso vale pra você também Vitor.
Vitor: Já entendemos, já pode ir.
Lari: Ta me expulsando é garoto, tão aprontando o que?
Vitor&Natalie: Nada ué.
Lari: hum sei –disse saindo e fechando a porta-
Vitor: Vamos continua de onde paramos.
Lari: Melhor não, vou me trocar, a gente continua depois –dei um selinho nele-
Ele saiu e eu fui me arrumar, vesti ~roupa~ . A Mariana não iria gosta de saber que eu e o Vitor somos ‘ficantes’, por mais que ela tenha passado poucos dias aqui, da pra perceber que ela tem uma queda por ele, e ele por ela, mas ainda não se tocou.
MARI NARRANDO
A Larissa foi a primeira a acorda, logo em seguida ela me acordou e acordou a Marcela, ela não quis acorda a Naty porque ela é muito preguiçosa e iria querer dormir mais.
Fomos tomar banho, se arrumar... Eu vesti ~roupa~, a Lari vestiu ~roupa~ e a Marcela vestiu ~roupa~
Eu queria saber onde o Logan tava, e se ele já tinha acordado, então fui procurá-lo. Encontrei ele no quarto dele, que por acaso era o mesmo que o do Justin.
Mari: Oi meninos.
Logan&Justin: E ai Mari.
Mari: Vamos La pra cozinha comer?
Justin: vamos.
Mari: E ai Logan, dormiu bem?
Logan: Um pouco, não consegui dormir muito, ainda to assustado com esse negocio de ‘zombie’ é horrível saber que todos que eu conhecia morreram, principalmente meus pais.
Mari: Pois é, eu ainda também não me acostumei, todos nos aqui perdermos nossos pais.
Justin: Mais agora nos somos uma família!
Fomos para cozinha, todos já estavam la, menos Vitor e Naty, nem passou por minha cabeça que ele podia ta fazendo alguma coisa juntos... Até que eu abri minha maldita boca e disse:
Mari: Pessoal, não ta faltando gente aqui não? Tipo o Vitor e a Naty?
Justin: Eles devem ta se comendo la no quarto.
Mari: Como assim ‘se comendo’. –disse com tom de ciúmes-
Enzo: Se comendo ué.
Lari: Fazendo sexo Mariana, eles tem um lance, são ficantes.
Mari: aah sério? –disse meio assustada com essa noticia-
Justin: É sim Mari, por que você tão assustada com isso?
Mari: Ah, seila o Vitor é frio, não tem sentimentos, achei que não pegava ninguém.
Lari: Ele é um ‘bad boy’ Mari, só pega as garotas pro prazer mesmo, nada de ‘sentimentos’.
Logan: Ta com ciúmes Mari? – sussurrou pra mim-
Mari: Não não, por que eu estaria?
Logan: Pelo jeito que você olha pra ele, achei que você estava afim dele. Mas na boa, esquece ele, o Justin gosta de você.
Mari: Não to afim dele não ok, e como assim o Justin gosta de mim? Eu percebo quando um garoto ta afim de mim, e ele não ta, e mesmo se tivesse, isso num é hora pra mim se apaixonar.
Logan: Calma, só to falando, você nunca namoraria um bad boy, então é melhor investir no Justin.
Mari: Oh God, eu sempre tive queda por bad boys, mas eu não to afim dele, que saco.
Logan: Ta bom Mariana. –eu dei um sorriso de vitoria-
Meu sorriso se desmanchou quando vi Naty e Vitor chegando, realmente o Logan tinha razão eu tava gostando do Vitor, eu e essa minha maldita mania de se apaixonar por bad boys.
Naty: E ai meninas
Marcela&Lari: E ai Natalie
Mari: Oi. “ VADIA, FILHA DA PUTA, VACA, PIRANHA, PROSTITUTA, OH GOD, NEM SEI MAIS O QUE TE XINGAR, PORQUE NÃO ME CONTOU QUE ERA ‘FICANTE’ DO VITOR HEIN VAGABUNDA?” –pensei-
O Logan estava do meu lado, e percebeu que me estressei quando a Natalie chegou, ele me segurou, porque si não ia começar a falar um monte pra ela.
Logan: Calma Mari, calma, ninguém aqui sabe que tu gosta do Vitor, se tu batesse nela, ia ficar bem obvio seu ciúmes, e você ia passar vergonha, depois você conversa com ela sobre isso, mas agora tenha calma.
O Logan tava sendo um bom amigo, e eu o abracei.
Logan: Pois é, meninas são difíceis de entender, porque ta me abraçando?
Mari: Obrigada.
Logan: Obrigado por que? Mari você ta me apertando, to ficando sem ar. – eu ri-
Mari: Ah seila, você ta sendo um bom amigo pra mim. –ele rio-
[...]
NATY NARRANDO
Todos estávamos no ônibus a caminho do aeroporto.
Naty: Aff! Vou la pra traz tirar um cochilo não me acordem até chegar idiotas -sai rebolando pro final do ônibus-.
Peguei meu Iphone e coloquei os fones pra escutar musica enquanto não chegamos. Fechei os olhos estava cantarolando baixinho e senti uma movimentação perto de mim abri os olhos procurando alguém ou alguma coisa mas não era nada voltei a fechar os olhos deitei a poltrona continuei a cantar baixinho, derrepente senti uma pressão nos meus lábios eu conhecia aquele toque muito bem e sabia quem era o dono daqueles lábios macios abri os olhos e o vi de olhos fechados empurrei ele.
Naty: Ta maluco Vitor? Perguntei meio brava, mas só estava fingindo porque eu gostei de ser despertada assim por ele.
Vitor: É que eu ia vim me sentar com você, mas se você não quer, to saindo fora.
Naty: Espera! Se já veio até aqui pra ficar, então fique. Ele se sentou e virou pra mim me encarando.
Naty: O que foi? Ta me olhando assim por que? Perdeu alguma coisa? -Ele arqueou uma sobrancelha.-
Vitor: Na verdade eu não perdi.
Ele falou se aproximando do meu rosto e me beijou com calma, mas foi se tornando urgente ele pediu passagem de sua língua que eu prontamente atendi nossas línguas batalhavam em uma luta onde não havia perdedores nos separamos ofegante a procura de ar.
Vitor: Hum... Delicia! -Sorri maliciosa.-
Naty: Você ainda não viu nada.
Sentei no colo dele com as pernas de cada lado ele sorriu e eu o beijei urgente, peguei em seus cabelos puxando ele mais pra mim, me remexi em seu colo, nossos sexos se encontraram gememos alto nos separamos rindo.
Vitor: Ei Gata! Não faz muito barulho vai ter que ficar quietinha porque você vai pro céu ver lindas estrelas. -Ele sorriu malicioso.-
Naty: Quero só ver querido seu eu vou mesmo você vai junto comigo só que pro inferno.
Mordi seu pescoço, suas mãos vieram para minha cintura e me pressionou contra seu membro já rígido, sufoquei meu gemido o beijando de novo, sua mão foi para a barra da minha blusa e se infiltrou dentro dela ele fez seu caminho até minha barriga e chegou no vão dos meus seios, me separei dele e olhei em seus olhos brilhantes ele fazia círculos no vão dos meus seios sua outra mão que estava na minha cintura foi pra dentro da minha blusa e se infiltrou embaixo do meu sutiã ele pegou meu seio esquerdo e o massageou gemi em sua boca, sua mão que estava fazendo círculos adentrou o sutiã indo pro outro seio o apertando e beliscando os bicos que estavam duros de tesão me esfreguei contra ele.
Vitor: Nossa Naty seus seios são perfeitos e foi feitos sobe medida pra mim, cabem certinhos em minhas mãos.
Ele sussurrou rouco no meu ouvido e apertou meus seios enquanto gemia meu nome me deixando sedenta por ele, mordi o lóbulo da sua orelha e assoprei dentro dela ele estremeceu fui descendo com minha língua lambendo seu pescoço mordi seu ombro e rebolei contra ele, suas mãos desceram pro feixo da minha calça desabotôo o botão desceu o zíper e sua mão sumiu dentro da minha calça, ele dois pela extensão da minha intimidade por cima da calcinha me fazendo arfar e molhar a calcinha.
Vitor: Uau! Molhadinha já pra mim! Imagina quando meus dedos, ou melhor, meu pau dentro de você.
Meu clitóris pulsou em seus dedos e molhei mais ainda se isso era possível e o desgramado ainda sorriu.
Vitor: Você gosta né safada, até senti seu botaozinho pulsando. -Corei e ri-
Me separei dele tirando sua mão da minha calça me sentei nas suas pernas e coloquei minhas pernas na outra poltrona como se ele estivesse me ninando, sorri sacana e o beijei,logo suas mãos voltaram pra dentro da minha calça e ficou tramboliando os dedos por cima da calcinha, desci minha mãos até chegar ao feixo da sua calça desabotoei desci o zíper e vi sua evidente ereção, e aquela box preta não ocultava nada daquela delicia, lambi prontamente os lábios minha mão adentrou sua cueca e segurei seu membro, tão quente, tão duro, minha intimidade latejou ele percebeu sorriu puxou minha calcinha pro lado e meteu dois dedos em mim, gememos um o nome do outro, seu polegar veio pro meu clitóris, fazendo pressão eu o beijei pra abafar o grito preso na minha garganta, ele estocou seus dedos dentro de mim e eu fazia movimentos de vai e vem em seu membro. Nossa como o Vitor é bom com as mãos, ele movia seus dedos nos quatros cantos das paredes do meu interior me dando prazer.
Eu senti que estava perto, pois eu sentia meu interior apertar seus dedos e ele também estava perto, pois seu membro pulsava em minha mão, então acelerei o movimento.
Naty: Mais rápido, mais forte! -Falei sussurrando em seu ouvido e mordisquei seu lóbulo, ele rosnou.-
Vitor: Quer me matar é vadia? -Falou baixinho e aumento o ritmo das estocadas me fazendo arfar, senti meu corpo ter espasmos violentos.-
Vitor: Vem comigo amor! -Ele sussurrou no meu ouvido -
Pensamento on “PQP pra que ele foi me chamar de amor?” Pensamento Off. Derreti-me todinha em suas mãos.
Naty: Oh Vitor! -Falei alto ele gemeu meu nome alto também e gozamos juntos.-
Nos beijamos de novo esperando nossas respirações se acalmarem e pararmos de tremer, sai do seu colo voltei pro meu assento.
Vitor: Eu vou no Banheiro.
Assenti-o me deu um selinho e foi pro Banheiro. Fechei o feixo da minha calça, ajeitei minha blusa. Peguei minha bolsa e tirei um espelho e olhei meu reflexo, eu estava corada, meu cabelo tava uma bagunça se é que ainda poderia ser chamado de cabelo, peguei um pente e tentei dar um jeito no ninho que meu cabelo estava. Escutei a porta do Banheiro abrindo e logo ele se sentou. Ele sorriu pra mim, retribui, não era necessárias palavras naquele momento, ele deitou no meu colo e fiz carinho em seus cabelos ele fechou os olhos seu rosto estava tranqüilo. Escutei um pigarro me virei e vi a Larissa com uma cara e sorrindo maliciosa olhando pra gente.
Naty: O que você quer aqui o estraga prazer? A Lari fechou a cara e deu língua pra mim.
Naty: Nossa muito madura você hein! Ela fez bico e sorri, mas se desmanchou logo em seguida com suas palavras.
Lari: Então senhores não conseguem segurar o tesão até chegarem em um quarto? Gente isso aqui — girou os dedos ao redor apontado o ônibus — não é Motel ta?! Estreitei os olhos pra ela que sorria largamente pra mim.
Lari: Vim avisar que daqui a uns 10 minutos estamos chegando. -E saiu rebolando lá pra frente.-
Notas finais
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