Zombie - Interativa

22 Trabalho, romance e sexo.


Notas iniciais
Eai meu povo lindo, tem apenas três pessoas que comentaram o anterior :c E por isso decidi fazer Zombie 2... Aeeeeee o/ kkkk Fiquem ligados que assim que eu fizer a Zombie 2 irei logo abrir as vagas e terá uma coisa de diferente... Terá o grupo 1 que será do bem e o 2 que será do mal, então é isso... E ah, estou escrevendo uma nova fanfic "Imperfeição - Um recomeço", é de romance, então quem gosta pode dar uma passadinha para ler... É isso então, beijos e boa leitura...

POV — Bryan Juntle.

Estava o dia todo reforçando os muros da fazendo, em resumo: Eu estava morto, assim como os outros homens, todos os homens tinham uma mulher para auxiliar, e o meu era a Deppy, eu raramente falava com ela, trocava muitas poucos palavras com ela, mas ficar naquele silêncio estava fazendo o tempo passar lentamente.

– Quando tudo aconteceu... — Falei dando um pausa e me virando para ela. — Onde você estava? — Me sentei no chão, de frente para onde ela estava sentada.

– Eu estava em meu quarto, na minha casa. — Ela pareceu puxar todas as lembranças novamente. — Notei uma movimentação estranha e então veio o estrondo, pelo susto eu saí do quarto para ver o que era e então eu vi... — Ela fez uma careta ao lembrar da cena. — Eu vi um errante em cima da minha mãe, eu ia gritar, mas algo me disse para não fazer isso e então eu voltei para o meu quarto e fugi. — Ela finalizou com um suspiro, parecia que tinha sido a primeira vez que ela contava aquilo para alguem.

– E como você conseguiu fugir? — Perguntei curioso.

– Eu fugia todas as noites de casa, a unica diferença era que eu tinha que desviar dos errantes. — Ela disse em um sussurro e eu concordei, não perguntando mais nada. — E você, onde estava? — Ela olhou em meus olhos e eu dei um sorriso de lado.

– No batalhão, eu estava treinando, eu, James, Carlos e Jonny éramos inseparáveis lá dentro e quando tudo começou, nos mandaram buscar as pessoas em suas casas e leva-las para os abrigos, e depois disso foi uma correria e quando notei, estávamos encurralados em um dos abrigos e assim começaram as mortes, uma atrás da outra. — Falei perdido nas lembranças, lembrando da morte de Carlos, na morte de Jonny.

– Sinto muito. — Ela disse em um sussurro.

– Todos perdemos pessoas especiais. — Eu falei me levantando e voltando ao trabalho, não ia poder deixar isso me abalar, não agora.

POV — James Castler.

– Não acredito que me colocaram com você! — Georgia disse bufando, o que me fez rir.

– Para de reclamar e me passa a cerveja. — Ela me passou a cerveja em silêncio e ficou me olhando sem piscar, parecia que ela queria perguntar algo, por isso me arrumei e fiquei de frente para ela. — Pode perguntar. — Ela olhou para o chão e mordeu o canto do lábio.

– Como é ser pai? Quer dizer... — Ela engoliu em seco. — Ter um família? — Seus olhos tinham um brilho encantador, eu sorri de lado lembrando de quando eu brincava com meu filho.

– Bom... — Eu parei para escolher as palavras, era difícil de explicar. — É uma sensação incrível. — Ela me olhou com esperança de que eu retratasse tudo e eu suspirei. — Não sei como explicar, você se sente completo. — Eu sabia que ela não podia ter filhos, por isso não queria tortura-la.

– Tudo bem, isso deve machuca-lo ainda. — Ela disse em um sorriso e eu concordei, não querendo estender mais aquela conversa. Acabei de tomar minha cerveja e joguei a garrafa em qualquer lugar.

– Vamos almoçar. — Falei largando as coisas no chão e logo em seguida passando a mão pela minha testa, que começava a soar um pouco.

– Estou sem fome. — Geogia disse se sentando no chão, olhei para ela e estreitei os olhos. — Sério, pode ir... — Ela disparou as palavras ao notar que eu tinha ficado desconfiado.

– Você está mal. — Falei me sentando ao lado dela. — E não vou deixa-la aqui sozinha. — Ela me olhou e sorrio, parecia feliz por eu ter notado e não te-la deixado sozinha, as mulheres sempre gostaram disso.

– Eu queria poder sentir a sensação de ter um filho. — Ela falou sonhando com seus pensamentos. — Poder abraçar uma coisa e poder chama-lo de meu pequeno. — Seus olhos se encheram de lagrima e quando a primeira quis escapar, eu fui mais rápido e a sequei.

– Sabe, pensando bem, eu agradeço pelo meu filho não está vivo. — Suspirei e pela cara de surpresa que ela fez, eu teria que explicar melhor. — Colocar ele no meio de toda essa confusão não seria uma coisa que me deixaria contente. — Ela olhou para o chão e concordou. — Talvez ele ter morrido foi melhor. — Eu suspirei, estava tentando convencer a mim mesmo quanto a isso.

– Eu não sei mais de nada. — Georgia disse cabisbaixa e por impulso eu segurei o seu rosto, fazendo-a olhar em meus olhos.

– No fim tudo vai ficar bem. — Colei nossos lábios e ela fechou os seus olhos, apreciando aquele momento, nossos lábios se envolveram com certa delicadeza, eu não sabia o motivo de estar fazendo aquilo, mas algo dentro de mim pedia para cuidar dela, protege-la.

POV — Jack Harper.

– Sempre desconfiei que ia rolar algo entre esses dois. — Luna disse observando James e Georgia de longe, eu olhei para ela e ri.

– Virou vidente agora? — Levantei uma sobrancelha pra ela e ela bufou.

– Há há! — Ela falou sem um pingo de graça. — Você enche muito o saco, Jack! — Ela se virou entrando na casa.

– Anda muito estressada, Luna Lunática. — Segui ela para dentro de casa. — Acho que ta de TPM. — Ela se virou para mim franzindo a testa.

– Se eu estou ou não o problema não é seu. — Ela subiu as escadas e eu fui atrás, no meio do caminho me veio uma ideia em mente e eu comecei a gargalhar. — Endoido? — Ela olhou para mim e isso fez com que eu risse mais ainda.

– Eu sei o que é! — Falei recuperando o folego. — É falta de sexo. — Falei mais para mim do que para ela, sua boca abriu em um "o" perfeito, o que me fez rir mais.

– Seu idiota! — E assim alguma coisa voou em minha direção, o que eu consegui desviar por pouco. — Claro que não é isso! — Ela falou rapidamente.

– Ah claro, e você fez com quem? James? Bryan? — Revirei os olhos. — Oh não, foi com o Greg, certo? — Acabando de falar, mais um coisa veio em minha direção, só que essa acertou em cheio a minha cabeça.

– Não seja idiota! — Ela estava soltando fogo pela boca, eu estava cutucando a cobra com vara curta! — Quer saber? Não vou discutir com você. — Ela entrou no quarto e quando ia fechar a porta eu me meti lá dentro também.

– Desculpa, Luna Lunática. — Disse o mais meigo que conseguir e ela fez uma cara de quem descobriu alguma coisa.

– Já sei! — Ela deu um gritinho. — Você estava falando tudo aquilo para ver se eu fazia sexo com você! — Ao longo de suas palavras ela ia franzindo a testa e eu fiz uma careta. — Se você quisesse tanto isso, não faz mal, posso tentar fazer algo por você, mas agora saí que eu quero tomar banho! — Ela me empurrou para fora do quarto antes que eu pudesse descordar e falar alguma coisa sobre aquela descoberta errada dela.

Notas finais
Mais um capítulo e eu encerro a Zombie - Interativa e vou para a segunda temporada... Então é isso... Beijos e até o próximo ^^