Zoera do Destino.

2 Não se meta comigo.


Notas iniciais
Yoo ◕ω◕ Consegui postar sem atrasos! Obrigada aos comentários, eu adorei todos ♥ (e não respondi nenhum heuheuh sorry ;-; .. eu os responderei mais tarde :) Esse capitulo não ta muito zuero, mais é só pra mostrar como começou a rivalidade entre a Mari e o Sieg.. Ah só pra avisar o modo da narrativa vai ser diferente, sem aqueles "Pov" ou " Sieg on"... Como eu vou usar só dois personagens principais nesse capitulo, vou só mostrar o símbolo de cada um.. ♣ - Sieghart, ♠ - Mari. Esse capitulo eu escrevi pelo meio, mas os seguintes serão escritos pela lateral.. Enfim, espero que gostem. ♥

Limpei o filete de sangue que escorria pelo canto de minha boca com as costas da mão.

Pulei algumas vezes e por fim balancei a cabeça, na tentativa de ter algum motivo para não acabar com a raça daquele inseto.

– Seu verme. – Grunhiu.

– Vem me pegar chifrudo. – Provoquei. Ele veio correndo até mim, me preparei para soquear o seu rosto, porém, uma garota se meteu na frente parando o meu movimento.

– Eu não fiquei nada surpresa por saber que você estava brigando Dio. – Ela falou sem desviar sua atenção de mim. – E você é...

– Ercnard Sieghart. – Ela largou minha mão e se virou para Dio.

– Saia daqui agora, antes que eu acabe com você! – O chifrudo bufou, gargalhei.

– E você novato, não se meta onde não foi chamado. – Me encarou brevemente, começando a andar.

– E porque eu deveria receber ordens de uma pirralha? – Desafiei a azulada. Ela se virou rapidamente chutando minha canela. Cai de joelhos em sua frente.

– Pirralha é o caralho. – Arregalei os olhos com a mudança de humor da menina. – Eu sou filha da diretora e você tem que me obedecer.

– Que eu saiba eu tenho que obedecer a diretora, não o projeto de Avatar dela. – Ela puxou minha gravata para baixo me fazendo bater com o rosto no chão.

Tenho pena dele. – Ouvi uma garota dizer antes de levar um chute nas costelas.

A azulada se abaixou ao meu lado e puxou minha gravata novamente.

– Não se meta comigo, idiota. –Pressionou minha cabeça contra o piso. – Já está avisado. – Largou meu cabelo e foi em direção a mais duas pirralhas.

Me sentei com dificuldade sentindo uma dor insuportável invadir minha costela.

– Cara, aquela mina acabou com você. – Gargalhou

– Ela te deu mó surra. – O ruivo se abaixou ao meu lado. – Você nem conseguiu encostar nela. – Riu.

Eu não bato em mulheres. – Falei com dificuldade.

– Nem em mulheres, nem em homens e nem em ninguém. – Deixei escapar uma risada com o comentário do velhinho.

– Vão se foder seus viados. – Revirei os olhos. – Me ajudem aqui.

Mari e Dio.

Revirei os olhos mentalmente.

– Quero vocês na minha sala agora. – Fuzilei Dio com os olhos. – Agora!

“Ferrou tudo.” Pensei enquanto passava pela porta juntamente com Dio e a Diretora Ming.

“Mamãe vai comer meu pâncreas.”

O moreno que eu havia batido estava sentando em uma das cadeiras a frente da mesa da diretora.

Pelos Deuses o que há de errado com vocês? – Mamãe se sentou na cadeira observando Sieghart. – Você está bem?

– Tirando o fato de que sua filhinha pode ter quebrado uma costela minha... Eu to de boas.

Mamãe massageou as têmporas.

– O que eu faço com você Mari? – Cruzei os braços.

– Eu estava impedindo que os dois se matassem. – Expliquei.

– Estava impedindo que os dois se matassem, quase matando um? – Tirou os óculos e encarou Dio. – Afinal porque os dois estavam brigando?

– Esse idiota me provocou! – Ambos falaram, fazendo mamãe revirar os olhos.

– Sieghart porque você bateu em Dio? – Encarei o moreno, eu também não sabia o motivo da briga.

Dio agarrou uma menina a força.

– Rey é minha namorada idiota.

– Escola não é lugar de ficar de beijinhos.

Beijinhos mãe? Até brincou agora... Esses dois praticamente se comem quando estão juntos.

– Mari! – Me repreendeu.

– Não estou brincando, é só você sair dessa sala durante o intervalo, procurar pelo casalzinho e ver o show acontecer. – Sorri me sentando ao lado do moreno.

– Porque você bateu em Sieghart? – Me espreguicei.

– Estava faltando um pouquinho de cor nessa cara. – Brinquei. Mamãe me olhou. – Ok sem brincadeirinhas. Ele me provocou.

– Você que começou. – Se defendeu.

– Não mesmo. – Rebati.

– Calados!

– Sim senhora. – Falei juntamente com o moreno.

– Qual é a sua turma Ercnard? – Mamãe abriu um sorriso assim que Sieghart lhe entregou o papel.

– 309.

Ele vai ficar na minha turma? – Encarei a azulada a minha frente.

– Pelo o que eu vejo aqui, — Virou seus olhos para o computador. – Não só ele como mais dois alunos.

Lass Isolet e Jin Kaien. – O moreno sorriu.

– Você os conhece?

Eles são meus amigos.

“E quando a gente acha que não pode piorar”

– Mari, como punição por ter batido em Sieghart. – Lá vem bomba. – Você terá que mostrar a escola para ele e para os seus amigos hoje.

– Mãe eu não...

– Mari!

– Tudo bem. – Bufei. – Eu posso pelo menos levar Arme e Amy junto?

– Pode. E mande Arme se controlar.

– Pode deixar. – Sorri. Arme não era do tipo paciente.

– Estão liberados. – Nós três fomos em direção à porta.

– Dio, você fica.

“Se fode ai otário”

Sai da sala acompanhada apenas pelo moreno.

– Irei mostrar a escola para vocês na hora do intervalo.

Como você quiser marrentinha. – Sorriu.

“Talvez eu também não fosse do tipo paciente.”

Notas finais
Eu revisei bem o capitulo, mas sempre haverá algum erro ;-; O próximo capitulo pode demorar um pouco, já que eu volto as aulas amanhã ;-; ;-; mas eu tento postar o mais rápido possível ●ω● Mereço comentários? Mereço vai ♥ (Cara, esses corações são tão broxa e-e ushauhsa) Até o próximo. Beijos *O*