Notas iniciais
Yo pessoas fofas! Hoje não vou enrolar muito porque aqui em Portugal já é um pouco tarde e eu estou morrendo de sono e sinto como se meus olhos tivessem decidido coçar a usar vestidos com babados! kkkk -.- Bem... que posso dizer...? Este cap foi rápido, porque, como disse a alguns nos comentários, tentarei postar, durante este fim de semana, toda a dupla, mas talvez só consiga postar este... Bom... Boa leitura! o.~

Clã Morpheus – “Os amaldiçoados pelo Incompleto”

– Tens certeza disto, Cameron...?

– Absoluta! – responde o homem ao volante do carro, num sussurro decidido – Se o nosso Mestre não se decide então decidimos nós!

O rapaz ao seu lado estremece só de olhar para a casa enorme e magnificamente postada a alguns poucos metros do carro onde se encontram atualmente.

– Não é como se estivesse a duvidar do teu plano mas sabes que aquele lá tem poderes e nós não, certo? Além do que, mesmo tendo sido expulso, ele ainda é filho do nosso Mestre e se o matarmos... a seguir podemos ir nós – argumenta o mais novo, tentando trazer alguma razão ao outro.

– Calado, Louis! – resmunga o condutor entre dentes, com a visão fixa na casa monocromática, enquanto tenta perceber algum movimento através das janelas abertas do primeiro andar.

O outro apenas suspira cansado por não poder contestar muito mais sobre as ações do seu superior e escorrega pela assento escuro do carro até ficar meio deitado no banco.

Uou, uou, uou! Mas o que é que se passa aqui?! Acabamos de voltar do Hawaii e já temos um herdeiro prestes a ser morto?! Mas que raio de história é esta?! Sei que pedi mais ação e drama mas matar uma das personagens principais vai totalmente contra o meu conceito de diversão!

– Vamos até lá! – murmura o “chefe”, decidido, saindo do veiculo e sendo prontamente seguido pelos outros quatro.

– Ainda tenho um pressentimento de que isto vai dar mal... E para o nosso lado – resmunga Louis, baixinho, com um olhar entediado.

O grupo avança calma e simplesmente até à casa pretendida como se estivessem apenas de visita a um familiar ou amigo. No entanto acho que o facto de três deles usarem ternos negros iguais e fechados com óculos de sol num dia nublado possa ser algo um pouco suspeito. Para não falar do aspeto de “armário” dos mesmos e das várias cicatrizes que o “chefe” do grupo conseguia mostrar, mesmo que vestido de modo formal.

Ao alcançar o local pretendido, os três “armários” e o homem das cicatrizes escondem-se junto às paredes de modo a serem ocultados pela porta quando esta abrisse. O pobre coitado do tal Louis foi obrigado a fazer de isco e bater à porta já que, segundo a lógica cronológica dos acontecimentos nos últimos tempos (N/A: Que complicação...), o alvo do grupo ainda não o conhecia.

E assim foi feito. Tal como planeado, Louis bate à porta com uma roupa de entregador de pizza e esta abre-se passado pouco tempo. O que não foi nada planeado foi o facto de que o jovem é puxados para dentro por alguma coisa que o faz gritar à primeira vista. Depois disso... silêncio.

– Estão a brincar, só pode! Isto não é uma casa assombrada! – resmunga Cameron, irritado por não receber resposta ao chamar pelo “abduzido” pela casa.

Nesse momento a porta volta a abrir calmamente mas nada nem ninguém dá as caras. Os restantes decidem então entrar com cautela mas assim que o último o faz, tal como num filme de terror, a porta tranca-se atrás deles.

E então as luzes acendem-se.

A primeira coisa que vêem é Louis, completamente atado, e pendurado de cabeça para baixo num enorme candelabro de cristais mesmo ao centro do espaço, e prestes e cair levando consigo o lustre pesado e os vidros aguçados. Num reflexo rápido, o chefe ordena a um dos “armários” que acertasse uma bala na corda grossa que prendia o jovem e assim que ele começa a cair consegue apanhá-lo a tempo de fugir do enorme candelabro que caíra com o peso e o balanço. No entanto Louis não parecia feliz por ser salvo, pelo contrário, esta ainda mais assustado, se possível. Assim que a sua boca é desamarrada ele nem dá tempo para ouvir a questão do seu superior.

– Um monstro...! – exclama em choque.

– Monstro...?

Com isto ouve-se um ruído vindo de um dos corredores próximos, como um rugido ou um latido forte e que revibra pelas paredes até alcançar aquele local. Então a primeira coisa que aparece é, sim, um cão. Na verdade, um Boxer babado e de pelo num tom de descafeinado, por isso algo não muito assustador à primeira vista já que Boxers são ótimos com crianças, porque seria diferente com eles? Mas é aí, quando o grupo relaxa depois da expressão pacifica do cão, que se esquecem que a raça também é conhecida pela extrema inteligência e lealdade.

Bastam uns poucos latidos e mais de uma dúzia de cães iguais ao primeiro aparecem vindos de todos os lados e com rosnados ameaçadores.

– Ora, ora! Temos visitas, então? – exclama uma voz cínica vinda das escadas.

Finalmente(!) alguém importante aparece neste capitulo!

Kennedy Di Ângelo! De certa forma não posso classificar este jovem como puro herdeiro do Anjo Geminis uma vez que os poderes de “anjo” influenciaram a gravidez de Helena Di Ângelo e esta veio a dar à luz gémeos, rapazes. No entanto posso claramente afirmar que temos aqui mais um salvador com cabelos invulgares!

Brancos!

A figura masculina que se encontra, neste momento, a descer a escadaria brilhante com um ar majestoso e extremamente sarcástico possui uma pele clara e cabelos brancos como nuvens de tempestade, juntamente aos olhos num tom de cinza arroxeado e quase semi cerrados pelo sorriso trocista ao ver as expressões assustadas dos “bárbaros” na base da escadaria.

– Nem acredita o quanto fico feliz em saber que se lembrou de mim, Cameron! – exclama o jovem com um sorriso quase simpático.

– Vais ficar ainda mais feliz com a prenda que te trouxe... – responde, igualmente irónico, retirando de dentro do casaco escuro uma arma reluzente — ...pirralho!

Kennedy parece divertir-se com o ato quase desesperado do mais velho e com um sibilar praticamente imperceptível pela maioria, um dos numerosos cães ali presentes salta em direção ao homem das cicatrizes e abocanha-lhe o braço fazendo com que este soltasse a arma com um urro de dor. Logo imediatamente aparece um outro cão idêntico aos restantes mas com uma coleira posta que desce as escadas com delicadeza para depois trincar a arma e levá-la para o albino no topo destas.

Assim que os olhos de prata se voltam a erguer já todos os traidores estão presos contra o piso macio com os cães quase que preguiçosamente deitados sobre eles. E isto inclui, claro, os três armários-nada-valentões.

– Adorei a prenda! – exclama o jovem com um claro sorriso de lado numa expressão de desagrado; depois aponta a arma para Cameron e solta um “bang!” – Achas que devo usá-la agora...?

Ninguém se atreve a falar. Apenas um suspiro e Kennedy poderia começar a aparecer em todos os cantos da sala! Seria demasiado arriscado... principalmente com o dom para aprender coisas rapidamente que o jovem possui! Daria em loucos antes de sequer puderem perceber quem é quem.

– Hum... – Ken encolhe os ombros e solta um suspiro melancólico – Talvez não... É que, sabes...? – deixa a pergunta em suspenso para abanar a outra mão que segura um livro de capa grossa – Eu estava a tentar ler antes da... visita inesperada. É muito difícil um jovem emancipado conseguir um pouco de sossego... – termina o desabafo como se realmente tal coisa fosse preocupante para ele.

Ao aperceber-se de que, por alguma razão, por medo ou per receio, ninguém pareceu querer retrucar a brincadeira, sentiu-se irritado.

– Uma pessoa já não pode ser maquiavélica à vontade? – pergunta, erguendo os braços para o céu como se em desespero.

Nisto Ken deixa o seu corpo cair para trás, como se fosse algo extremamente normal uma pessoa estar prestes a cair das escadas, mas um dos cães que permanecia a rosnar para os “mauzões” rapidamente “voa” até ao dono e ampara a queda do mesmo. De alguma forma o animal parece maior... Kennedy não parece realmente preocupado com a sua quase queda ou com o facto de estar prestas a ser morto à um tempinho atrás; apenas relaxa e abre o livro na página onde ficara.

– Para o quarto, Nº 27 – resmunga sem prestar atenção nos homens no andar de baixo.

Bastou apenas esta frase para que o cão tomasse uma forma côncava no grande dorso na zona onde Ken está sentado, parecendo quase com uma poltrona, e para depois caminhar calmamente até ao destino ordenado.

– Robôs...?! – sussurra Louis pasmado com tanta perfeição.

– Ah! Podem tratar deles, boys! E Brutus, vem! – ordena o albino tomando um pequeno sorriso de lado ao ver o cão começar a segui-lo – Esperemos que não sejas tu a trair-me também...

Notas finais
Então? Então? Muito bom? Muito mau? Muito mais ou menos? Mais para o mais ou mais para o menos? kkk Comentem please! O que acharam deste herdeiro diferente? Temos aqui, ironicamente, um anjo negro e vejam bem que o verdadeiro "problema" ainda nem chegou! kkk Isto vai ser bem agitado, não? Bom... como disse estou a morrer de sono por isso vou só deixar aqui as imagens das últimas personagens já que me esqueci disso completamente: Caroline Moorou (Anjo Cancêr) - https://yt3.ggpht.com/-jwJUjmBOh3A/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/ycXwxAoDkhU/s900-c-k-no/photo.jpg Coralina de Sabidors (Anjo Libra) - https://lh4.googleusercontent.com/-6UaO3Gnj7J4/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/F_7F9HWy4N4/photo.jpg Rosaliya Valltines (Anjo Pisces) - http://images.forwallpaper.com/files/thumbs/preview/12/126706__anime-girl_p.jpg Kennedy Di Ângelo (Anjo Geminis) - http://4.bp.blogspot.com/-_6B8jHUrwqk/TyaeBJ8tDVI/AAAAAAAAAU8/qIMJAGeSrRk/s1600/tumblr_lyhc42oFpS1qkdwxso1_500.gif Hum... Então é isto! Obrigada por comentarem! Adoro todos vocês! Choco kissus!