Zagarnai
9 Dia de praia
Notas iniciais
Na manha seguinte quando Joao acorda todos já estavam tomando café, ele desce as escadas cansado e todo arranhado.
–O que aconteceu com você, chefe? – Pergunta Maria.
–Bom dia pra todos, também agradeço... — Diz Soushi com sono.
–A Dairana e a Aisha não me deixaram dormir. — Diz Joao quase caindo de sono.
–Eu estava com saudades de você J... — Diz Aisha.
–Você agora tem duas namoradas... ? – Beatriz se afasta um pouco.
–Que tal um dia na praia? — Diz Soushi, “se é que me entende”.
–Soushi... Nós temos uma piscina de 10 metros aqui, para que praia? Podemos ficar aqui em particular. — Diz Hany.
–Bia meu amor oque você acha? – Pergunta Soushi.
–Não me importo, desde que tenha sombra. Não me dou bem com o sol, se eu queimo de mais, a queimadura fica feia. – Responde ela.
–Não estou namorando a Dairana... — Diz Joao.
–Nós vamos a praia... O Joao não. — Diz Dairana.
– O que? Por que eu não?
–Porque monstros não podem sair em público, e suas marcas iriam ficar expostas.
–Todos temos marcas, todos sabem que existem poderes. Não iria fazer diferença. – Beatriz levanta contrariando Dairana. – E se ele não for não tem graça nós irmos.
–Mas... Dai-san... Eu não sei nadar... Eu vou precisar do J... — Diz Aisha.
–Não... Eu fico com você lá. — Diz Dairana.
–Bem não gosto do sol... Mas... Também não me queimo nele. — Diz Soushi, o vampiro que não brilha no sol.
–Bia... Ela tem razão... Minhas marcas não são iguais as de vocês... Vão... Não vou fazer falta lá.
–Eu concordo, o único monstro aqui é você Dairana. — Diz Soushi arrumando briga.
–João, você se influencia de mais. Eu também tenho uma marca. – Diz Beatriz apontando passa suas costas.
–Minhas marcas são marcas de lutas e maldições... E também... A Dairana não é um monstro Soushi... E eu não gosto de praias... Eu vou ficar aqui treinando.
–Pode não ser mas... Tá ficando repetitivo essa filha da mãe fica falando isso. — Diz Soushi já muito nervoso.
–Eu concordo com o Soushi e... Se você quiser assim... Eu vou me trocar. – Diz Beatriz indo para o quarto.
–Joao... Você tem que se divertir um pouco... Qual foi a ultima vez que você saiu por diversão? — Pergunta Raquel.
–A uns 70 anos.
–Caramba chefe! Você vai na praia sim, nem que você fique apenas olhando, e coloque um maiô masculino, assim suas marcas não aparecem... – Diz Maria.
–Espera... Eu acho que sei qual marca esta preocupando ele. — Diz Aisha mostrando o braço direito de Joao que tinha um enorme corte azul. — Eu coloquei essa marca nele pra ele ficar sensível ao gelo... Ele não suporta temperaturas baixas e esse corte vai até a perna esquerda dele. — Aisha então usa seus poderes para remover as marcas. — Pronto J... Agora pode ir. — Siz Aisha sorrindo.
–Eu não vou de qualquer jeito.
–Ah você vai sim. –Diz Beatriz já trocada e com um vestido por cima. – Eu vou te arrastar até o inferno se precisar. – Beatriz empurra ele até a porta. – Deixa de ser isolado, você apenas vai sofrer com isso.
Joao então paralisa o corpo dela e volta para dentro. — EU não vou... Esse lugar não é pra mim. — Diz Joao com a cara triste. Beatriz se desparalisa.
–Isso não vai funcionar comigo, nem seu melodrama nem você me paralisando. Raquel e Maria, me ajudem a carregar ele até a limusine.
–Er... Eu acho melhor não. — Diz Maria com medo.
–E por que não? – Pergunta Beatriz levantando João, Raquel a ajudava.
–E se ele se transformar por causa da ativação da água? As células dele podem ficar hiper-ativadas com isso e ele viram aquele monstro sem querer e o sol também pode hiper-ativar ele.
–Eu disse uma vez, eu conheço s poderes dele. Se ele se transformar – Beatriz pega sua adaga com um encanto -, eu destransforo ele.
–Não... Acho que não é por isso que ele não quer ir... Eealmente ele esta estranho, a ultima vez que ele ficou assim foi quando estávamos indo para uma festa... É como se toda a memória do passado dele voltasse nessas horas. — Diz Dairana. Beatriz dá um tapa forte na nuca de João.
–Baka, fale os motivos. Não se isole. Espero vocês na limusine, o mordomo do João vai levar a gente. – Beatriz sai da casa um pouco irritada.
–Até mais gente... Vão lá... Eu estou indo para a biblioteca... Tem uma coisa que preciso fazer. — Diz Joao subindo as escadas.
–ESPERA!! — Grita Hany. — Eu sei das suas lembranças chefe, não precisa ficar triste por causa daquelas coisas. Vamos.
–Sinto muito gente. — Diz Joao fazendo uma barreira na passagem para o andar de cima.
–Deixa aquele tonto, ele vai acabar morrendo sozinho. – Diz Beatriz, encostada na porta do carro.
–Você falou brincando né? Ele é imortal. — Diz Aisha rindo.
–Eu posso matar ele se eu quiser. E sendo imortal ele sofre mais, e... Até imortais morrem, como eu não vou falar. – Responde ela, fechando os olhos e olhando para baixo.
–Vamos logo... Eu quero estrear meu biquíni novo. — Diz Dairana.
–Oferecida... – Provoca Beatriz, entrando no carro.
–O que será que o pai quer na biblioteca? — Pergunta Andrey para Jarbas com a voz bem baixa já que estava do lado dele.
–O SR.Zagarnai tem muito o que fazer lá. — Responde Jarbas. Ao chegar na praia, todos saem e montam os guarda-sóis e ficam em grupos.
–Ah, como andamos tantos quilômetros em tão pouco tempo? Aqui é bem mais quente que em Tóquio. Ah... Doce litoral... – Diz Beatriz já mergulhando.
–Eu vou ficar mais tomando sol... Assim minhas células vegetais podem ativar mais. — Diz Maria.
–Ei Bia... Vamos fazer uma competição de mergulhos? — Pergunta Hany.
–Vamos. Vamos até onde? Só avisando que eu canso muito rápido...
–Hm... — Ela então faz um ponto de luz no meio da água. — Até o ponto de luz.
–Feito. Alguém dá a partida, por favor?
–Eu dou. — Dairana então atira um tipo de bola de veneno para cima. As duas pulam na água, que por mais que estivesse calor, continuava fria. Beatriz não se importou e disparou na frente.
–-Enquanto isso na biblioteca da mansão--
–Sistema I.M.O... Sistema I.M.O... Eu finalmente desvendei o sistema I.M.O... Agora... Só preciso de alguém para usa-lo. — Diz Joao para si mesmo.
–--
–Obrigada por passar protetor solar em mim, Andrey. — Diz Maria enquanto Andrey passa protetor nela.
–Ah... Que isso... Não foi nada.
–Ganhei... – Diz Beatriz, quase morrendo de cansaço. – Preciso... Respirar... Um pouco... – Ela volta até a praia e desaba em baixo de um guarda-sol.
–Quer um pouco de suco? Eu tenho uma garrafa aqui. — Pergunta Raquel.
–Por favor... – Responde Beatriz com a cara enfiada no gelo da bolsa térmica.
–Ei Dairana... Me ensina a nadar? — Pergunta Aisha.
–Tá... Vamos lá. — Diz Dairana entrando na água.
–Só faltou o Joao aqui... Ele poderia fazer varias coisas legais com seus poderes. O que será que ele esta fazendo? — Pergunta Raquel pensativa. Enquanto isso Joao treina o sistema I.M.O na mansão.
–Ei gente... O pai falou comigo por telepatia e disse que se ele completar o que esta fazendo ele vira pra cá. — Diz Andrey.
–O João é um tonto, Raquel, você me envenenou? – Beatriz bota a mão na barriga e se encolhe em uma canga estendida no chão.
–Não... Eu não faria isso. — Diz Raquel. — E também quem fez esse suco foi a Maria.
–Maria, o que você colocou nesse suco? – Diz Beatriz quase chorando.
–Esse suco é de melancia fica calma... Isso vai passar rápido... — Diz Maria.
–E o pior é que eu amo suco de melancia... – Diz Beatriz quase morrendo.
–Olha... Nós temos uma base subterrânea aqui na praia... Quer ir lá? — Pergunta Hany.
–Não preciso ir no banheiro, e onde que não temos bases subterrâneas?
–Biaaaa também gosto mas... Posso ir com você se é que me entende. – Diz Soushi.
–Temos base subterrânea em todo lugar... — Diz Hany.
–Eu sei, por isso a pergunta. – Responde Beatriz já um pouco melhor.
–O que estão fazendo aqui? — Pergunta Rafael que aparece do nada.
–Todos estão se divertindo. Quer dizer... Quase todos... – Diz Maria desviando o olhar para Beatriz.
–Entendo. — Diz Rafael.
–E você? O que veio fazer aqui? — Pergunta Dairana.
–Eu estava lutando com o Rikabuto nas montanhas longe daqui... E ele me arremessou para cá, mas eu já estou voltando para luta. — Diz Rafael que sai correndo.
–Bem melhor... – Diz Beatriz comendo uma planta medicinal dada por Maria. – Obrigada...
–Como uma pessoa pode ser arremessada para tão longe assim? — Pergunta Andrey.
–É a força do Rikabuto... Ele exagera. — Diz Dairana.
–Alguém sabotou seu suco. – Diz Beatriz mexendo o suco.
–Ahn? Isso era suco? Achei que fosse uma das minhas poções... Ai eu coloquei veneno. — Diz Dairana.
–Ah... Na boa. — Diz Soushi jogando-a para o mar.
–Ei Soushi... Hoje não era para ser um dia de paz? — Pergunta Joao aparecendo atrás de Soushi com uma roupa de banho bem parecida com o terno, só que sem gravata e o broche.
–Era... — Diz Soushi impaciente. Dairana volta para a praia rindo.
–Você fez de propósito... – Diz Beatriz fazendo uma lâmina de gelo com um de seus braços e pulando em cima de Dairana, a perfurando várias vezes. – Se alguém tentar impedir eu arranco a cabeça! Sua piriguete mal comida, eu vou te matar... !
–Joao! — Diz Aisha correndo para abraçar Joao. — O que são esses cortes? — Pergunta Aisha.
–Esses cortes são cortes... E eu não vou entrar na água, tá Aisha... Baleias transam nessa água. — Diz Joao. Beatriz acaba com Dairana, deixando ela sangrar na beira da água.
–E então João... Eu continuo sendo uma das mais fracas? – Pergunta Beatriz com um sorriso maligno preparada para matar alguém.
–Bom... Faz um tempo que não luto com você... E então Dairana? Ela está forte?
–Está sim. — Diz Dairana se levantando da areia.
–Vocês estão me zoando. – Beatriz desfaz a lâmina de gelo de seu braço. – Eu poderia matar você se eu quisesse. – Beatriz se senta de baixo do guarda-sol e começa a encarar o mar.
–É... Poderia. Ei Vicky sai logo do carro. Você também Marcia. — Então Victoria e Marcia saem do carro de maiô.
–Eu vim porque ele insistiu. — Diz Vicky.
–Eu vim porque quero participar mais da família. — Diz Marcia.
–Por que elas estão aqui... ? – Pergunta Beatriz com um tom deprimido. – Existe um jeito de reviver a Laah?
–Talvez... Mas acho difícil... E elas estão aqui porque também são da família... Eu só não consegui trazer o Antonny e o Rafa... Eles estão treinando.
–Ei Joao... O que podemos fazer para nos divertir? — Pergunta Aisha.
–Não sei vocês... Mas eu vou resolver uns problemas da máfia aqui.
–Não me importo se é difícil, eu só quero aquelas meninas longe. – Diz Beatriz pulando na água novamente.
–Ela não tem jeito né? — Pergunta Maria.
–Não mesmo... Mas ela deve estar muito triste mesmo pra chegar a esse ponto. — Diz Joao fazendo uma bola de trevas em sua volta. — Não quero que a água caia em mim.
–Concordo com Bia... – Diz Soushi. Vicky estoura a bola de trevas de Joao.
–O... O que tá fazendo, Vicky? — Pergunta Joao. Vicky, Raquel e Marcia pegam Joao pelas pernas e braços. — Parem com isso! — Diz Joao tentando se soltar.
–Larga de ser fresco. — Siz Vicky que joga Joao na água.
–Lá vou eu! — Diz Aisha que se joga em Joao.
–Isso foi a melhor cena que eu vi hoje! – Diz Maria rindo.
–Eu não vou entrar... Não gosto muito de água. — Diz Marcia.
–Fresca... – Ri Beatriz boiando na água. Soushi Gruda no pescoço da Bia com fome.
–Não sou fresca! — Marcia pula na água. — Ei... A água está boa.
–Você não fez comida hoje... — Diz Soushi já chupando seu sangue.
–Não sou eu que cozinho, e trouxemos bolsas de sangue. Não me morda, vai deixar cicatriz.
–Ei Bia... Não é assim que se deve tratar seu namorado. — Diz Aisha.
–Ah... Eu sei que você gosta. — Diz Soushi tirando suas presas de Beatriz.
–Isso machuca... – Beatriz coloca a mão no pescoço. – E fica na sua, Aisha, se não vou fazer com você o que fiz com Dairana.
–Ta... Me desculpa. — Diz Aisha triste.
–Calma Aisha... Não fica assim. — Diz Joao beijando Aisha.
–Não é assim... Olha. — Diz Soushi Abraçando Beatriz. -É assim.
–Ei mestre... Eu estava pensando... Qual é sua história de vida que o povo tanto fala? Por que não conta? — Pergunta Maria.
–Não conto porque ninguém se interessa por isso.
–Eu me interesso. — Diz Beatriz saindo da água.
–Bom... Você, mas o resto não. — Diz Joao.
–NOS INTERESSAMOS SIM!! — Dizem todos em uníssono.
–Eu não... — Diz Soushi só de curtição.
–Bom... Se vocês quiserem a gente se reúne na sombra e eu conto.
–Eu faço a sombra. — Diz Vicky fazendo um grande guarda-sol.
–Querem ouvir?
–Dormir ou Dormir? Eis a questão. -Diz Soushi ouvindo.
–Nunca ouvi muito a história do pai... Só sei umas partes. — Diz Andrey.
–Tipo a de você ser um bastardo? – Pergunta Beatriz, rindo e ironizando.
–Eu não sou um bastardo... — Diz Andrey.
–Gente, eu não quero saber de brigas aqui... – Diz Joao. — Sentem-se, deitem... Façam como quiser.
–Tipo a dele ainda não ter morrido? — Diz Soushi dormindo no colo de Bia.
–OK ok... Hm... Por onde eu começo essa merda de história... ? — Pergunta Joao retoricamente.
–Eu sei! Eu sei! -Diz Aisha levantando a mão. — Pela a época que você entrou na escola.
–Bom... Era uma segunda quando eu cheguei na escola... Parecia tudo normal... Mas as garotas sempre ficavam olhando pra mim e tudo mais, eu ia almoçar sozinho... E chegou o dia da luta dos novatos... Eu perdi porque minha luz e fogo eram fracas... Todos riam de mim... Ai um dia eu voltei pra escola com trevas e vento ai tudo mudou... Eu era um deus... Eu mandava lá, e foi ai que conheci os Tutori... Eles eram nove em uma mesa... No refeitório... E me chamaram pra sentar com eles.
–Ai ele sentou do meu lado... Foi o contato mais próximo que eu tive com um homem... E ele tinha cheiro de morango. — Diz Aisha — Ai... Eu coloquei a comida na boca dele... Porque eu estava amando ele.
–E ai... Eu contei para a Aisha que aquele garoto era um monstro... E eu pedi pra ela testar ele. — Diz Dairana.
–E no mesmo dia a noite, que fazia um ano que eu estava na escola... Eu e a Aisha dormimos juntos, e eu falei que amava ela, ela disse que me amava também... Dó que no outro dia... Ela e as outras garotas Tutori que pegaram e me levaram para a cama... E a Aisha falou que a noite anterior era só um teste... Aquilo doeu muito em mim... Mas eu fingi que não senti nada... E eu não percebi que naquele momento a minha vida só estava começando. Ai eu virei um monstro destrutivo e descobri que eu finalmente seria herdeiro de uma geração dos Z... Eu comecei a treinar e foi ai que fui conhecendo todo mundo que hoje faz parte dos Z. Eu não acreditava que eu poderia ser tão bom no que eu fazia... Mas eu era... Eu matei minha mãe... Eu praticamente perdi meus sentimentos... E eu fui muito humilhado... Já derramaram muito sangue de mim... Por muitas razões... Eu descobri sobre as pallas e aprimorei aquilo... Eu virei um lider Tutori... E um brinquedo... Eu me odiava... E eu estava preso numa prisão chamada vida eterna... E nunca iria acabar... Eu queria me matar... Mas eu não conseguia... Eu conheci muita gente legal... Mas aquilo não era para mim, pois eu sou muito burro e um grande merda... Eu falo sem pensar... E nada que eu faço parece certo, todo os dias eu me cortava e atirava flechas em mim, depois de ter que prender a Aisha... Isso só piorou... Eu nunca achei um significado da minha existência... E eu ainda quero muito morrer. Essa é minha história... Ou melhor... Apenas os detalhes importantes dela.
–Que interessante... Alguém tem outra história pra contar? – Pergunta Dairana entediada.
–Dairana... Você viveu esta história... Cala a boca. — Diz Joao.
–Se não vai fazer o que? — Pergunta Dairana.
–Te matar, estuprar você arrancar sua cabeça e colocar na minha estante. — Diz Joao.
–Bom... Já que vocês já sabem... Vamos embora né? Já esta escurecendo.
–Vamos, a comida aqui acabou. – Responde Beatriz se levantando e arrumando as coisas. E então rapidamente eles voltam para casa.
–Eu realmente não acredito que elas me jogaram na água. — Diz Joao. — Eu odeio água do mar.
–Calma Joao... Pense que essa noite vamos curtir bastante. — Diz Aisha pulando em Joao.
–Ei pai... É impressão ou o número de moradores dessa casa aumentou?
–Era para eu ser hóspede, mas... – Diz Beatriz se sentando no sofá.
–Que isso Bia... Você é um membro da nossa família. — Diz Andrey.
–Ele tem razão... Bom... Acho melhor nos irmos jantar e depois ir dormir. — Então a campainha toca. — Eu atendo.
–E ai Joao. — Diz Antonny. -Só passei pra dizer que amanhã eu vou vir pra aquela luta que você falou, tá.
–Tá bom... Até amanha. — Diz Joao fechando a porta. — Então... Vamos jantar?
–Vamos.
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