—Tá tudo bem meu amor? – sussurrou. – Você me parece nervosa.
—Não é nada... – sorriu o encarando. – Só estou com medo de acordar... – disse no mesmo tom e ele sorriu, beijando a mão dela outra vez.
O padre fechou a bíblia e encarou os convidados.
Padre: Há alguém neste lugar que é contra a união desse casal? – disse e todos fizeram silencio.
Padre: Bem, vamos continuar... As alianças, por favor.
Todos os convidados olharam para a entrada e a orquestra tocou uma suave melodia. Chiara atravessou a entrada segurando uma almofada, andava em sincronia, Aproximou-se do altar e o padre benzeu as alianças.
Padre: Zacarias Santiago... – encarou ele, que o fitava com atenção. – Você aceita Yasmim Régis como sua legitima esposa? Para ama-la e respeitá-la, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, todos os dias da sua vida, até que a morte os separe?
—É claro que eu aceito... – sorriu e viu duas grossas lagrimas caindo dos olhos de Yasmim.
Padre: Yasmim Régis... – sorriu para a morena. – Você aceita Zacarias como seu legitimo esposo? Para ama-lo e respeita-lo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, para todo o sempre, até que a morte os separe?
—Aceito. – ela sorriu, enxugando as lagrimas.
Padre: Podem trocar as alianças. – apontando a almofadinha na mãe da pequena, que olhava os dois com curiosidade.
— Por que você tá chorando cunhada? – perguntou enquanto a morena pegava a aliança.
—De felicidade, príncesa. – mandou um beijinho aos dois pequenos e se voltou para Zac. Estendeu a mão e Zac deslizou a aliança pelo dedo dela. Em seguida ela pôs a aliança nele, que sorria abertamente.
Padre: O que Deus uniu, o homem não separa... Pelo poder a mim consentido, eu vos declaro marido e mulher... – suspirou. – Pode beijar a noiva. – disse por fim fazendo os convidados aplaudirem alvoroçados.
Zac se aproximou dela e lhe deu um beijinho singelo, fazendo-a suspirar. Sentia o rosto dela molhado... Ele mal podia acreditar que por fim estava casado com Yasmim!
A morena o abraçou, cheirando o pescoço dele, não conseguia segurar as lagrimas, estava muito feliz, muito apaixonada, e nada podia tirar sua alegria naquela noite.
—Te amo... – ela sussurrou, mordendo o lábio.
— Não mais que eu. – murmurou, enquanto se viravam para os convidados, que continuavam a aplaudi-los. As amigas dela sorriam aplaudindo, os amigos dele assoviavam, a mãe Néia chorava como um chafariz, e o irmão sorria. Foram caminhando para fora da igreja, seguidos pelo resto dos convidados. Todos felicitaram o novo casal, que agradecia pela presença de cada um, pacientemente.

Teve o casamento na igreja logo após no cartório e o festão que eles curtiam bastante não muito porque Yasmim estava cansada pela grávidez não aguentava mas e o chamou para ir embora saíram de fininho e foram para o areoporto pegarem o voô para viajar para passar a lua de mel no Caribe, vão dormindo no voô e horas chegam lá.
— Nunca pensei que casaria com um barrigão.
— Não está tão grande assim.
— Mas eu nunca imaginei mas valeu a pena, casaria nem que fosse de nove mêses.
— Finalmente casados.(Zac)
— Lua de mel agora.(Yasmim sorrir)
— Não tá cansada amor?
— Descansei no avião para agora está pronta para você.
Pov Zac:
Eu concordei e puxei ela pra um beijo um pouco mais quente, mas ainda carregado de sortimento. Quando o ar faltou tirei ela de costas e comecei a dar leves beijos em seu pescoço, enquanto desabotoava devagar cada botão do vestido. Percebi que ela estava sem sutiã e sorri contra sua pele. Assim que desabotoei o vestido mari me ajudou a tirar ele de seus braços e o mesmo caiu, deixando à mostra uma série de saias que eu rapidamente abaixei. Ajudei a Yasmim a sair dali de dentro e fitei seu corpo por alguns segundos.
— Você é linda demais morena.
— Mesmo gorda?
—Mesmo se você fosse gorda, seria linda. É mais linda ainda carregando nosso menino no ventre.
Yasmim sorriu e eu a beijei. Ela começou a tirar meu terno e a desabotoar minha camisa. Ajudei ela e quando tirei a calça também foi a vez dela me olhar. Mari mordeu os lábios e me olhou.
— Essa carinha.
— O que tem essa carinha?
— Deixa qualquer um maluco.
Ela riu e eu a puxei com firmeza pra um beijo super quente. Eu não podia apertar muito o corpo dela no meu por causa do bebê, mas mesmo assim o beijo era quente, ela voraz, era apaixonado. Fui caminhando devagar até a cama e a deitei na mesma, ficando por cima dela. Eu tentava ao máximo não deixar meu peso em cima dela enquanto descia beijos pelo seu pescoço e colo. Quando cheguei nos seios dei um chupão marcado em cada um deles e depois comecei a chupar com força, enquanto brincava com o mamilo, passando a linda nele. Mari gemia baixo e arfava, passando a mão no meu cabelo de uma forma extremamente excitante. Mudei de seio e comecei a fazer mesmo enquanto minha mão trabalhava no que eu tinha acabado de soltar. Quando a Yasmim arqueou o corpo pela primeira vez eu soltei e voltei pra sua boca, tomando ela em um beijo super quente e demorado. Meu pau já tava sinal de vida dentro da cueca.
Durante o beijo, levei minha mão até a barra de sua calcinha e fiquei brincando com a mesma, enquanto nossas linguas brincavam em nossas bocas. Passei minha minha mão pra dentro da calcinha e senti ela molhadinha. Não consegui não sorrir.
— Molhadinha do jeito que eu gosto.
Ela sorriu e eu voltei a beija-la, enquanto massageava seu clitóris, deixando ela mais molhada ainda. Yasmim gemeu na minha boca e eu fui obrigado a soltar dela, descendo pro pescoço e pra orelha. Comecei a dar mordidas e chupões ali enquanto meus dedos trabalhavam rápido, fazendo ela gemer de um jeito super excitante no meu ouvido. Meu pau tava pulsando já. Continuei fazendo isso até sentir ela gozar, e isso porque nem coloquei a boca ainda.
— Já Linda?
— Eu disse que tava...doidinha.
Eu ri e sai de cima dela, tirando sua calcinha em seguida. Abri um pouco as pernas dela e me encaixei ali, passando a língua devagar na intimidade dela. Comecei a chupar ela com certa força, ja sentindo o gostinho delicioso dela. Mari se contorcia e eu amava ver as caras de prazer que ela fazia. Dei algumas mordidas e mais chupadas, fazendo els gozar de novo rapidamente. Voltei pra cima dela e ri.
— Ah não linda. Segura um pouco kkkk.
— Cala a boca Zac.
Ela me puxou pela nuca e me deu um beijo quente. Ela nos virou na cama e sentou em cima do meu pau, rebolando sobre ele enquanto me beijava. Segurei firme a bunda dela e ajudei ela a rebolar mais rápido porque eu gosto de ser torturado. Quando o ar faltou ela desceu pro meu pescoço e deu vários chupões ali, ainda rebolando. A minha cueca já tava molhada com o liquido dela e isso fez meu pau pulsar mais forte.
— Linda ta doendo...
— O que?
— Meu pau.
Ela riu e desceu até a barra da minha cueca. Como ela gosta de provocar, ela colocou a mão pra dentro da cueca e masturbou meu pau. Eu tava quase gozando ja de tanto tesão que sentia.
— Linda.
— Oi?
— Chupa logo essa porra.
Ela riu e finalmente tirou minha cueca, abocanhando meu pau em seguida.
Ela chupou de uma vez, me fazendo gemer alto. Ela é gostosa até assim, puta que pariu. Yasmim chupava forte e o que não cabia na boca ela fazia com as mãos. Botei minha mão na cabeça dela e acaricei seu cabelo, puxando vez ou outra. Ela era tão perfeita que não precisava de ajuda nisso, o ritmo dela ela o melhor, perfeito. Não demorou pra eu gozar também, tava explodindo de prazer.
— Já amor?