— Mas é claro acha que deixei de te amar de um dia para outro.

— Deve está com tanta raiva de mim?

— Senti raiva mas agora me vendo na minha frente até passou, eu te amo de mas, é sei que era difícil para você escolher entre eu é a sua mãe.

— Ela soube me manipular direitinho.

— É contra mim nos separando novamente, da primeira vez por causa da minha família e agora por causa da sua mãe.

— Mas ainda bem que dessa vez não foi por muito tempo.

— É parece que o destino sempre nos afasta será que não é para ficar juntos?

— É quando agente está muito feliz vem algo é acaba com a nossa felicidade.

— É parece que é para agente sofrer.

— Mas estamos aqui juntos novamente, passamos por quatro términos e ainda se amamos.

— É teve esse primeiro que nos separaram colocando drogas na sua casa te fazendo passar dias trancado no internato e eu você sofrendo até ficamos doentes, e depois te encontrei nú com aquela tua quase irmã e pensei que me traía.

— Mas o nosso amor superou isso todas essas armações é brigas de família.

— Verdade.

— Te amo volta comigo?(pergunta ele)

— Você me magoou muito não acreditando em mim, achando que eu era uma vadia é quero o meu filho não fosse teu.(disse magoada)

— Me perdoa? eu estou pedindo de joelhos.(disse ele se ajoelhando em sua frente)

— Não precisa disso eu te perdoô.(disse sorrindo e ele se levanta)

— O nosso casamento está de pé ainda?(pergunta com os olhos brilhando)

— Claro te amo muito.(disse ela entre lágrimas de felicidade)

— Eu nem tinha desmarcado.

— Ótimo vamos nos casar.(disse pulando de felicidade)

— Dessa vez amor não vamos deixar nada é nem ninguém nos separar.(disse certa)

— Não vamos deixar mesmo agora nenhuma armação agente já sofreu demais.

— É a nossa última separação.(disse e a beija um beijo apaixonado e desesperado cheio de saudades bem demorado se separam ofegantes com falta de ar e se olham sorrindo nem acreditavam que estavam juntos novamente, eles se abraçam e ele começa a chorar)

— Porque chora amor? não era para está feliz que estamos juntos.(pergunta ela)

— Quando me lembro de como a minha mãe é.

— Você vai superar vou te ajudar a superar isso, ela não te ama mas eu te amo, o seu pai, seus amigos, as suas fãs, é o nosso filho vai te amar, você é amado por muita gente.

— Filho sabe se é menina ou menina já?

— Não ainda não estou esperando você para fazer já pode com quatro mêses fazer a ultra eu marquei e agente vai junto.

— To ancioso para saber.

— Sinto que é um menino.

— Eu acho que é menina.

— Ficou mas animado ao falar do nosso filho.

— Claro né meu filho ou filha, é eu deixei de acreditar na mãe dos meus filhos pela minha mãe que não presta.

— Não se martilize mas qualquer um no seu lugar acreditaria não se sinta culpado se eu te perdoei porque ainda fala isso.

Ficam ali abraçados e se beijando e se curtindo até que o clima esquenta, mas ele se afasta.

— Não quer transar comigo?(pergunta estranhando)

— Claro que eu quero.

— Então porque não transamos?

— A sua barriga já está grandinha.

— Não tem nada a vê isso as mulheres transam até quase ter o bebê.

— Tenho medo de machuca-lo.

— Não vai machuca-lo deixa de ser bobo, vai machucar sim é eu que vou ficar sem fazer é vou subir pelas paredes estou a quase um mês sem transar e você sabe que mulheres na grávidez ficam com os hormônios a flor da pele.

— Sei então eu vou fazer com cuidado.

— Deve ou não me deseja mas só porque estou gordinha?

— Está linda é claro que eu te desejo é vou te desejar para sempre nem que você vire uma baleia, velhinha cheia de rugas porque eu te amo.

— Acho bom.(disse e se beijam)

Pov Zac:

Tiramos as roupas rapidamente, Yasmim riu e eu desci devagar a calcinha dela enquanto a beijava ferozmente. Assim que a calcinha dela chegou mais ou menos na altura do joelho eu parei e botei meus dedos dentro dela sem aviso.

— pra que botar dedo se pode botar o pau?