Notas iniciais
[HA, como eu não tenho nada melhor pra fazer e acabei de entrar aqui, vou postar o capitulo 2 de brinde! Mas quem me chamar de tia da prenda apanha ¬¬] N/A

-é em nome estranho, dom, né? –bia comentava mordendo um pão. Sim, ela estava comendo DE NOVO.

-Provavelmente é coisa do danny... ele sempre erra o nome das pessoas, tipo: Larry e Jerry, ou pior... Tom e Jerry! Olha, bem que dom pode ser Tom! –Isa comentou espertamente.

-Ou Pom, Lom, Bom, Jom, Vom, Rom, Som, Mom, Nom... –Roo completou não tão espertamente, contando nos dedos.

-tem algo muito errado aqui! –Isa levantou fazendo suspense.

-o que? O que? –Roo sai da sua lista de om’s.

-eu também tenho essa sensação... –bia parou pra pensar. –Primeiro a Luisa se mandou...

-e segundo, ela acordou a gente cedo e é sábado!!!

Momento de silêncio.

-Ahhhhhhhhhhhhhh!!! – bia e Isa gritaram com muito amor no coração.

-me vesti a toa! –Roo voltou pra cama.

É certo, alguém vai morrer. Sangrentamente.

Agora, do outro lado de Londres.

Um garoto esperava em frente de um café. Ele era loiro e suas bochechas pareciam ainda maiores quando bufava impaciente.

Ele olhou o relógio.

-Gosh, onde estão os caras?

Com dificuldade ele tentou rever mentalmente a conversa que tivera com esse danny na tarde de ontem.

Tuuu.

Nada.

Tuuu.

-Aloo!

-Aloo!

-pizzaria, boa tarde! –uma voz de garota falou.

Risadas soaram ao fundo.

-Heee, pizzaria foi ótima, me deu uma fomeeee! –alguém falou no fundo.

Tutututuu.

-Droga, será que eu disquei errado?

Do outro lado da linha.

-Ihh, o cara desligou, eu ia pedir uma pizza pra ele!

-Oi, alguém ligou aqui, to esperando uma ligação importante! –danny entrou na sala.

Silencio culpado.

-ligaram, não?

-Nem.

-Então pede uma pizza pro chá das 5!

RIING.

Danny esquece da pizza e voa pro telefone.

-ALLLOOOOOOOOOOOOOOO!!!

-HOLYSHIT, Daniel! Você gritou mais que não sei o que, matou quem tava na linha!

-tutututuu

-pooxa, desligou! — Danny enfiou o telefone no bolso e se mandou; ele tinha esquecido meesmo da pizza.

Pro lado da linha original.

-ARREEEE, FUUCK!Quem foi o lesado? Acho que perdi meu lado bom de audição, se é que existe isso! –Tom xingou mais um pouco. Será que era o mundo conspirando contra sua nem ainda formada banda?

-ok, respira tom! Vou tentar no celular...

Tuuu.

Tuuu.

Tuuu.

Tuuu.

Tuuu.

Tuuu.

Tuuu.

Tuuu.

Que merda tava acontecendo agora?

Novamente do lado Jones da linha.

Danny dançava pra lá e pra cá no ritmo da musica.

Para tudo, que musica?

Ele começou a procurar insanamente a origem daquela musica bacana dos beatles.

Ahá, o celular. O problema era: onde está o dito cujo?

Jones começa a procurar insanamente numa pilha de roupa suja, voando pelo ar desde meias velhas até toucas fedidas.

Ahá, aqui estava o celular.

-Alooo?

-E o jogo continua empatado, Inglaterra rouba a bola, vai pra cima, FALTAAA!

Danny encara seu “celular” que estava muuito parecido com o controle da tv...

-merda!

No corredor vieram passos.

-Daniel Lesado Jones, como você explica seu celular no meu all star? – Isabela chegou carregando um celular todo esculhambado.

-Nossa, tinha esquecido onde coloquei, valeu!

-err, de nada! Eu acho...

-não tem mais nada ai não?

Isa olha desconfiada para o tênis em suas mãos. Resolve sacudir só para garantir, provavelmente não ia doer.

Algo fez barulho.

-Epa, tem algo sim!

Danny fez cara de curiosidade enquanto Isa enfiava a mão dentro do all star, até que...

-AAAARGH! – ela jogou no chão em brinquedo infantil (que eu não sei o nome) que dava choques em quem apertava. –SEU FILHO D* ****!

Danny rolava de tanto rir no chão, se é que aquilo era uma risada. A cena era hilária em si, mas com ele rindo extrapolava o imaginário de hilaridade.

E o celular tocou, os beatles estavam fazendo uma performance e tanto, mas danny foi rápido (OMG!) e atendeu ao telefone se trancando no quarto.

-Hell-oo!

-Danny Jones?

Lado Fletcher agora.

-Danny Jones?

-Em carne e sardas, quem manda?

-HAHAHaAHUAHUAHUA, é deve ser mesmo. Aqui é o Tom Fletcher, o que...

-OPAAA, E AEWW? BELEZA?

-SIIM, pelo jeito você lembra... então, a gravadora gostou da nossa proposta e querem nos apresentar alguns baixistas e bateristas! Mas também querem algum material até o fim do mês!

-OMFL! JURAAA?

-não, não, na verdade é só um trote sem graça... Despediram a gente!

-NOO, assim vou ter que voltar pra casa da mamãe!!!

-SE LIGA! É VERDADE, OS CARAS AMARAM A GENTE, QUEREM CASAMENTO COM PAPELADA, ANEIS DE DIAMANTE E TEQUILLA!!!

-WEEE... pera, tequilla?

-Ehehe, esquece.

-apagado... onde eu tava?

-acho que comemorando sem me escut...

-weeeeee

*CENA: Danny correndo em círculos e gritando, com a mão livre no ar sacudindo. Tudo isso e ainda pulando. *

-ok, mas para de gritar que eu tenho que falar algo importante!

*danny senta e cala a boca*

-sim, senhor.

-claro, nós temos a palavra deles que seremos uma banda...

-VIVAAAA!

-SE...

-droga, a tensão vai me matar!

-claro. SE nós apresentarmos algo para eles até o final do mês, alem de começarmos imediatamente a procurar por um baixista e por um baterista...

-ahh, que legal! Então eu vou...

-os caras da gravadora acharam uns caras ai, mas sei lá... Amanhã eu marquei de me encontrar com eles num café, anota ai o endereço! –cortada linda do tom.

-fala!

-Cornfake street, 43. não é difícil, só pega o metro até a estação cornfake, é bem em frente!

Danny anotava um papelzinho.

“Cornfflacker street, 43. Linha de mesmo nome, bem em frente.”, isso com o desenho de uma cara feliz.

-po’deixar! Estarei lá... Que horas?

-de manhã, umas 10h!

-beleza, te vejo amanhã!

-combinado, rumo a fama, hein?

-opa, a duas passadas! –sorriso colgate.

Eles desligam o telefone.

Danny olha o papel e escreve: 10h, encontro com o Dom.

*volta a pular*

Pois bem, nosso querido Tom se encontra no momento, em CORNFAKE, 43. E nosso querido Danny, em CORNFFLACKER, nº desconhecido.

Tom espera na frente do café, bufando e tomando seu suco de maracujá para os nervos. E danny, pobre danny... Bem...

Danny estava com o violão, mochila e nada mais, parado na frente de absolutamente nada. Ele acabara de descobrir que CORNFFLACKER era, alem de muuuuuuuuito longe, um pedaço de nada junto com nada, que nunca ia nem gastar espaço num mapa. (Cornfake deve ser a três estações da casa do danny... ¬¬).

Tom sentiu acima de sua cabeça uma repentina sombra e olhou para cima. A sua frente estava um cara loiro com unhas pretas e um baixo brilhante nas mãos.

Ele era um tanto alto e parecia mais velho que tom.

-Tom fletcher, right?

-ahh, claro.

-saiba que eu sou um cara sério, pode não parecer, mas sou. Não gosto de brincadeirinhas à toa e quero tocar carreira musical, porque minha paixão é perfeição das vibrações que chamamos de música.

-bacana, cara, realmente. Isso é...

-E não gosto de doces, não falo isso por nada, é que na ficha que me mandaram sobre você e o outro membro, o... –momento checando um papel –Jones, vocês fizeram questão de anunciar *caham* marcas favoritas, revistas em quadrinho favoritas, comidas nojentas que já comeu, melhor comida do mundo e outras coisas, sendo que o Jones fez questão de sublinhar que repolho deixa-o com mais fome e que sua habilidade especial é enfiar 157 mm’s de amendoim na boca de uma...vez? –o baixista parou por causa da cena na sua frente.

O loiro em sua frente, que deveria estar escutando, primeiro pareceu babar um pouco, mas agora morria de rir.

-qual é o problema? O que é tão hilário? –o loiro estava confuso.

-é que, hã, sr...?

-senhor Timothy Wilbour, mas pode chamar de Timmy.

-err, claro. Nossa como ri!

-de fato.

-pois bem, isso me lembrou quando eu li a ficha do danny, ou Jones, whatever... daquela vez eu ri, quer dizer, 157 mm’s?

-Sim! Ainda de amendoim!

-EU SEI! Quer dizer, olha o tamanho do bagulho, na boca dele... –tom morre de rir – ele deve ficar hilário, isso se for humanamente possível, tudo isso... Ele deve ter perdido as contas!!!

-Qual é a graça? Isso é nojento!

-nem, dude! Bem, essa é a sua ficha, certo? Eu te ligo aew!

-oh, sim sim.

Eles apertam as mãos. Tom com alivio, timmy (wth?) seriamente. O primeiro fingiu se mandar apressado na direção oposta ao segundo, mas quando este ficou longe de vista, tom voltou pro café e pediu algo bem forte.

-tem certeza que quer o mais forte?

-sim.

-de que ressaca você quer sair? Porque isso levanta morto.

-eu não sei. Mas eu to frito, minha banda mal começou e eu já tomei bolo de um membro e o outro quase... Bem, se eu levasse uma enciclopédia capa dura na cabeça, teria sido mais agradável do que ver um baixo nas mãos de um cara tão... Blergh! –tom começou a bater com a cabeça na mesa. –traga-me o que tiver de mais forte.

-wow, uma banda!!! –os olhos azuis do garçom brilhavam.

-sim.

-uma banda com vagas em aberto.

-sim.

-pra baixista.

-sim, droga!

-hehe, vou te trazer um shake por conta da casa.

-ahn?

O garçom se foi, ele se foi saltitando.

O nosso azarado fletcher reparou na figura que o atendera, não tinha reparado, mas desde que chegara no café, esse cara era seu garçom. Nem tinha olhado pro rosto dele, mas com certeza deveria ter notado. Ele tinha um cabelo loiro e cara de criança, devia ser uns três anos mais novo que tom. Ok, estavam na Inglaterra, quase todos eram loiros, mas não com o cabelo espetado e jeito largado. Opa, ele estava voltando com um milk shake tamanho família.

-dude, considere seus problemas detonados. Teu milk shake.

Ele colocou a bebida na mesa e sentou-se na cadeira vaga.

-valeu, mas não acho que açúcar vai resolver minha banda sem nome e sem integrantes.

-bem, a gata que eu sai semana passada falou que açúcar resolve qualquer drama, mas não quis dizer o milky aí não! EU sou sei salvador! –pose heróica.

Tom olha para o loiro maluco sentado ao seu lado com pose de Peter Pan.

-Meu salvador? Que gay... Qual seria seu nome, oh, salvador?

-Dougie Poynter, ok? Guarde esse nome, amiga, porque ele estará no nosso cd!

-auahuahauah, e você toca?

-Lógico, se não tocasse não seria seu salvador, duh? Toco baixo, dude!

Hora do tom abrir um sorriso mega-colgate.