Yusuke ao Resgate

1 Capítulo 1 - Cidade Sem Nome.


Cidade Sem Nome, ano de 2007.


Era noite, e todos na cidade já estavam dormindo, menos um casal que ficara até tarde namorando de baixo de uma árvore.


"Ai Yusuke, por favor, não coloca a mão ai..." Dizia uma voz feminina.


"Ah qual foi gatinha, só um pouquinho..." Disse uma voz masculina.


"Não amor, não pode." Disse a garota.


"Ah vai amor, deixa, prometo que não vai doer..." Disse o rapaz num tom maléfico.


"Não amor, para..." Resistia à garota.


"Olha só que macio... Que gostoso..." Dizia o rapaz.


"Yusuke... Não!" Repreendia a garota.


"Para com isso amor, já disse que está tudo bem..." Insistia o rapaz.


"Não... Yusuke... PARA!" Gritou a garota e logo em seguida se ouviu um som de tapa.


O rapaz estava com uma das mãos no rosto e a outra segurando uma manga.


"Porque me bateu?!" Murmurou o rapaz.


"Eu te disse pra parar!" Disse a garota.


"Mas eu to com fome, e essa manga esta tão macia..." Disse o rapaz.


"Acontece que essa manga é do seu Adalberto e ele disse que ia matar qualquer um que tentasse roubar uma manga se quer!" Repreendeu a garota.


"E desde quando eu tenho medo daquele gordo barbudo?" Disse o rapaz.


"Aff, você se acha só porque é o mais forte da cidade." Disse a jovem.


"Sou mesmo, ninguém é pareô pra mim!" Disse o rapaz.


"Pena que é uma cidade que só tem três casas... ¬¬" Disse a jovem.


"Ah não enche!" Disse o jovem.


"Seu bobinho. Adoro esse seu gênio forte." Disse a garota dando um beijo na boca dele.


"Saori... Tem algo que eu queria te dizer a muito tempo." Disse o rapaz branco de cabelos escuros e curtos, olhos castanhos e roupa de colegial verde.


"Sim Yusuke..." Respondeu a garota alta de longos cabelos roxos, olhos castanhos e um vestido branco enorme.


"Você é muito gostosa, quando que vamos, você sabe..." Perguntou o descarado namorado.


"Ai Yusuke você é um tarado mesmo! Já conversamos sobre isso!" Respondeu Saori.


"Ah amor, porra, mas isso vai demorar pra caralho!" Disse Yusuke.


"Não começa!" Disse Saori.


"Ah Saori..." Insistiu o rapaz.


Os dois começaram a prolongar a conversa e um pouco longe dali alguém os observava atentamente.


"Aquela mulher... É perfeita!" Disse aquele que os observava.


No dia seguinte em sua casa, Yusuke acorda e se levanta da cama, ainda com as roupas do outro dia.


"Uaaaaaaa! Eita soninho bom." Disse Yusuke. Ele então se dirige até o espelho e se espanta. “Quem é esse cara? Vou chamar a polícia, tem um homem forte, bonito e alto que invadiu minha casa... ops... pera, sou eu me olhando no espelho." E ele então sorri enquanto penteava seu cabelo. "Vamos ver o que tem pra comer hoje." E Yusuke sai do seu quarto.


A mãe de Yusuke estava do lado de fora do quarto, alta, cabelos longos lilás e olhos da mesma cor do cabelo, usa roupa curta, é uma mulher que exagera na maquiagem. Ela estava furiosa com Yusuke, que parou para ouvir o que sua mãe tinha pra dizer.


"Yusuke seu vagabundo, isso são horas de acordar?" Perguntou a mãe. "Como pode ficar dormindo numa hora dessas? Não sabia que a vadia da tua namorada foi sequestrada?"


"O QUE?! A SAORI? SEQUESTRADA?!" Perguntou Yusuke em choque.


"Eu não sei, eu só sei que quem a sequestrou foi um tal de PRETOHORN." Disse a mãe dele.


"PRETOHORN?!! PRETOHORN?!!NÃO TINHA UM NOME MAIS FEIO NÃO TIPO COCUM, NORDING, LULA..." Indagou Yusuke.


"O pior é que ele disse que ia estuprar a Saori, depois da última badalada das 4:25." Disse a mãe de Yusuke.


"Estuprar??? A Saori???" Disse Yusuke com um olhar de desespero. "NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO" De repente ele sente uma vontade de espirrar. "ATCHIM!"


"Saúde ¬¬" Disse a mãe.


"ONDE EU ESTAVA? AH SIM.NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO" Gritava Yusuke.


"Cala boca porra!!!!!! Por que tu não vai atrás dele seu merda?!" Gritou sua mãe.


"Tem razão mãe, eu vou procurar, achar e matar esse tal de Pretohorn! Ele me paga!" Disse Yusuke pegando dinheiro no quarto e se preparando pra partir em uma jornada. "A propósito, nenhum sino da badaladas as 04h25min. Você por acaso não ouviu mal?"


"Ta me chamando de surda, seu filho da puta? Não acredita em mim? Eu ouvi tudo com meus próprios olhos!!!" Gritou sua mãe puta da vida.


"Ta ta ta me erra vai." Disse Yusuke saindo de casa. "Hunf, que velha burra, acabou de se xingar de puta." Pensou o rapaz.


"devia ter abandonado ele, quando eu o achei na lata de lixo, mas nãããooo, fiquei com pena por ele ser filho de uma prostituta..." Pensou a mãe.


"Não sei por onde começar..." Yusuke saiu de casa e tinha um rapaz simpático de cabelo curto azul perto da saída da cidade.


O jovem avistou Yusuke e abriu um sorriso enorme e quando Yusuke se aproximou dele para perguntar qual a cidade mais próxima.


"Escuta amigo..." Yusuke ia perguntar, mas foi interrompido.


"Ei cara, sabe por que essa cidade se chama Cidade Sem Nome?" Perguntou o jovem de cabelos azuis.


"Ah... Não..." Disse Yusuke sério.


"É porque ela só tem três casas, então não é considerada uma cidade, mas o povo daqui gosta de chama-la de cidade então ficou com o nome de Cidade Sem Nome. Não é legal?" Perguntou o jovem sorrindo.


Yusuke logo em seguida sorriu. "Puxa... É mesmo?"


"Sim, minha mãe me contou tudo!" Disse o jovem feliz.


Yusuke logo em seguida emburrou a cara e gritou. "FODA-SE!" E foi resmungando pra fora da cidade.


"Cara mal humorado..."