Um pouco mais longe estavam, Sanji, Nami, Robin, Franky e Mikael, ele segurava uma arma que possuía pequenos Dials de cada lado, parecia desparar e não fazer barulho nenhum, mas a maioria dos marinheiros que o atacará caiam inconscientes no chão como moscas, ele apenas colocara o óculo que mais parecia aquele de Digimon do que de um construtor. Nami que estava perto começou a falar.

Nami: você é de Skypiea não é, tem asas que nem as pessoas de lá – ela usava o Perfect Clima Tact, ele logo parara de lutar e se aproximara dela olhando a arma que ela usava para olhar melhor.

Mika: Sim sou –falou meio murmurando dando um tiro em um marinheiro que se aproximava pelas costas dele – sua arma, ela possui Dials – ele erguera as duas as mãos em direção dela uma tocou o seio de nami apalpando que nem um tarado e a outra segurou a arma para ele olhar melhor – muito bem feito até o trabalho, uma arma que controla o clima, que interessan... – não pudera acabar, levou um soco de Nami o fazendo largar da arma e voar em direção aos marinheiros que nem uma bola de boliche.

Nami: PEVERTIDO DESGRAÇADO DE O FORA DAQUI – ela bufava em quanto batia em todos, a raiva a fortalecia.

Sanji: A Nami-Swan fica uma gracinha brava – seus olhos pareciam em forma de coração e ele parecia uma gelatina de tão mole que estava.

Nami: VA LUTAR SEU IDIOTA – dera um soco em Sanji e esse voara que nem o Mika, fazendo um segundo Strike nos marinheiros.

Logo os dois levantaram. Mikael apenas limpara a roupa e olhara a volta, vira que o alto de cabelo azul, perninhas finas e tatuagens de estrela tinha o corpo meio que de ferro, lembrava um nadador daqueles que só possuem braços fortes, mas perceberá pelos golpes desse mesmo que ele não era um humano comum, um Cyborg.

Robin: Anjo – ela mau fazia esforço para atacar o grande grupo de marinheiros que estavam perto – o que o fez descer de Skypiea.

Todos do grupo do chapel de palha que estavam perto tiveram o mesmo pensamento “QUE DIRETA”.

Mika: Pelo que parece vocês foram para Skypiea – ele respirou fundo pegando a própria arma do chão e olhando a volta atirando nos inimigos – desci pois para o povo de Skypiea e o Deus corrupto eu sou um problema – ele sorrira – eu quis matar o Deus Enel, mas eu tive que descer, fugindo que nem um covarde para não matarem a mim e minha família, meu barco da decida foi quebrado em mil pedaços, asas de um povo de anjos que não sabem voar mesmo vivendo no céu, indica que se um anjo cair, ele nunca mais volta.

Nami: Por que um anjo seria expulso? Por ser um pervertido? – ela lutava até tranqüilamente meio afastada mas ainda conseguia ouvir o que todos diziam, usava sua arma para criar uma de suas nuvens de raio poderosas o suficiente para deixar meio fritos aqueles que a tentasse atacar.

Mika: Não, por construir armas que machuquem pessoas e que se algum dia criar algo forte para machucar o Deus corrupto deles – parecia com raiva em quanto falava isso – deixei para trás todos da minha família, Conis e Pagaya, fico imaginando se estão bem, quando eu os deixei, não me despedi, não vi se estavam bem, não vi nada apenas fui com meu barco ensangüentado, cai no mar de baixo e lá boi pela Grand Line por uns dias até chegar em uma pequena ilha aonde uma moça enterrava o corpo de seus inimigos em quanto estava coberta de sangue e seu bote quebrado – ele respirara fundo – droga falei de mais >__> sou um idiota, tentando fazer uma menina dragão e seu grupo ir para lá para enfrentar um deus em quanto ainda nem temos um barco que saiba voar.

Sanji: Conis... Nós a conhecemos – ele falará pegando um novo cigarro – ela estava feliz junto de seu pai, Sr. Pagaya, uma pessoa que sabia bastante dessas conchas estranhas que vocês usam.

Franky: Mas do que vocês estão falando? – ele coçava a cabeça e tirava a “luva” mostrando o punho de ferro que batia e atirava contra o grupo de marinheiros.

Nico: Fomos a uma ilha do céu antes de ir a Water 7, Conis e o pai dela nos encontraram e nos deram as boas vindas – ela ia voltando para o barco calma – Lá o Ruffy derrotou Enel a pouco tempo. Eles estavam bem da ultima vez que os vimos.

Mika: Estão bem....Enel derrotado – ele virara de costas e apenas abaixara a cabeça e começara a chorar silenciosamente – que bom agora eu já posso voltar sem ter que ser para lutar... – sorrira para o grupo do chapel de palha – sei que vocês ajudaram seu capitão. OBRIGADA – gritara e correu para o meio dos marinheiros para lutar, logo atrás dele Franky fora para ajudar o Anjo.

Franky: Garoto percebi algo, você disse que sua capitã estava em uma pequena ilha com um barco quebrado. Como você se juntou a ela? – ele lutava as vezes disviando o olhar para o anjo.

Mika: Ela não é uma capitã, ela é apenas uma pessoa que disse que iria me ajudar se eu a levasse para o céu – ele tirara os óculos para secar logo em seguida – ela é uma idiota, hiper estressada, orgulhosa, tarada por sorvete, que quer ajudar todos a qual quer custo, ela pode até sorrir muito, mas é triste ainda, nunca vimos ela chorar – ele virara para Franky – mesmo sendo triste, pois aprendeu em sua curta vida que a recompensa dela como uma guerreira só seria a morto em quanto lutasse apenas contra o governo mundial, mas hoje ela após ter fugido dos ideais do pai e do avô ela fala diferente, que a maior recompensa que existe para ela é um sorriso após de um obrigado de alguém que ela ajudou. Ela já viu muita gente morrer mesmo tendo 15 anos, ela já matou muita gente sem motivo próprio também, ela roubou uma Akuma no Mi de seu pai e fugiu matando aqueles que a impedisse, quando eu a conheci, ela era fria, não falava comigo, tentou me matar a principio, mas por algum motivo não o fez, apenas dissera “se você é um anjo, então por que não voa para fugir da morte que eu posso fazer contra você?” eu falei que as assas de meu povo não são para voar, são apenas uma parte do nosso corpo que cresceu assim após longo tempo, ela não falara mais nada, apenas espreguiçara e dera uma longa risada, em pouco tempo pareceu ter virado para mim uma pequena irmã, logo nós conhecemos o Sai, ele estava para se suicidar e ela o fez ficar melhor, ele se juntou a gente e nós conseguimos um barco pouco maior após ter roubado de alguns piratas, logo fomos a uma linda ilha, o povo acolhia a todos, eram gentis pessoas, íamos ficar lá apenas para abastecer, jazia uma lenda daquela ilha que um povo ancestral que morara a muito tempo lá havia posto uma grande item poderoso que afastava monstros do mar e pessoas que comeram uma Akuma no Mi. – Usopp se aproximara com as pernas tremendo e se escondendo atrás dos dois, logo ele ficara ouvindo a conversa atento – claro Yuko ficara realmente mais fraca ao passar uns dias na ilha, mas não achamos que era verdade a lenda, mas tudo foi rápido de mais ela passeava, viram um grupo de marinheiros e um cara de cabelo azul discutir com esses, ele também era da marinha, seus próprios colegas o golpearam e foram a direção do bosque no final da cidade portuária, ela os seguiu e mandou agente cuidar do tal cara, fui junto dela por precaução, seguimos até um lugar estranho, parecia um templo velho cheio de musgo e plantas encima, eles entraram e quando saíram levavam uma espada, toda azul, feita de Kairouseki, ela ouvira os comentários deles, iam roubar o item que protegia a ilha para a marinha, tantas vidas inocentes iam ser sacrificadas por um comandante da marinha que usava uma roupa roxa purpurina, ela tinha atacado sem pensar, mas seu golpe perdera a força, os marinheiros a machucaram e me surraram e falaram como se fosse algo bom: “Essa é a Portgas D. Yuko aquela revolucionaria demônio, vai ser divertido, será bom para a imagem para o resto do mundo, se colocarmos a culpa nessa revolucionariazinha de merda” nos deixaram para trás e fugiram alguns ficaram e espalharam pela cidade que havíamos roubado uma relíquia, logo em poucas horas a cidade começara a ser atingida por grandes ondas e por um poderoso Rei do Mar, fugimos com uma cidade inteira atrás de nós – Respirara fundo já haviam detonado todos que estavam ali o resto mais à frente os outros já estavam cuidando – ela veio aqui apenas para pegar a espada de volta para salvar aquelas pessoas.

Usopp: Aquele que ela chamou de Ex-marinheiro, o Kahil, é a mesma pessoa que foi contra o grupo de marinheiros? – ele saíra de trás do Franky em pose triunfante como se falasse “Eu que derrubei todos”.

Mika: Sim é... Ei topete azul – ele olhara para Franky – você está chorando?

Franky: AHHHH – chorava como um bebe, com o nariz escorrendo e com os óculos escuros embaçados sobre os olhos e as lagrimas caindo pelo queixo tiplo – EU AMO VOCÊS E ESSA GAROTA – ele gritava em quanto chorava – EU NÃO TO CHORANDO! AHHHH! EU NÃO TO CHORANDO! DROGA!!!.

Notas finais
--- XD a historia do Mika eh uma das maiores e o Franky chorando eh muito massa!

XD poxa...fans de One Piece...comentem minha fic i__i'...biii *faz bico*...