Notas iniciais
Bem, quem realmente fez essa fanfic foi a Sayuri, eu apenas postei a fic para ela e estou trabalhando como Beta-Power-Ranger ;P
Tenham uma boa leitura!

Prólogo, parte 1– Sozinha, nunca mais!

A macia sola de seus sapatos pisava suavemente a curta grama dos campos de Payon. Seus longos cabelos grisalhos flutuavam com a leve corrente de vento que se fazia presente naquela tarde de sol. Seus belos olhos, negros como a noite, entravam em contraste com seus cabelos exóticos, deixando-a com uma beleza rara. A pequena gatuna já havia abatido muitos poring, drops ou qualquer outra criatura de corpo gelatinoso com olhos. Mas, ela queria algo diferente, porem apenas o que via era aquilo. Logo um par de criaturinhas gelatinosas entrou em seu campo de visão. Ela se concentrou e, num movimento rápido atacou as pobres criaturinhas que nem viram o que os atacaram. Porém, com a rapidez do ataque, seus corpos explodiram na cara da gatuna, realizando uma vingança à aquela ‘perversa’ moça.

*Plumft Plouc*

- AAAAAAAAAAAAAAA! Que nojo, é sempre a mesma coisa, só muda a cor de um pro outro!– Fala a gatuna um pouco desapontada e enojada, analisando seu corpo coberto por gosma rosa e laranja. Definitivamente ela queria algo diferente.

Andando pelo que muitos chamam de Poringlândia, ela atravessou por uma passagem de rochas foscas, lapidadas pela ação do vento. A baixa relva dá espaço para uma relva mais densa e alta, onde a luz astro-mor bate nos bambuzais e faz uma bela e refrescante sombra.

Andando, encanta com toda a paisagem, ela nota um monstro diferente. Aparentemente um cogumelo desenvolvido, onde seu topo era roxo e tronco de um beje morto. Até então a criatura não havia percebido a presença dela. A mesma pára e fica admirando a exótica criatura, até que ela pisa em um galho seco. Rapidamente a criatura se vira, se tratava de um esporo venenoso, o mesmo não estava surpreso com sua presença e sua face estranha mostrava que iria atacar. Mal notou isso e a criatura parte pra cima dela. Ela também não fica pra trás, saca sua adaga e parte pro ataque. Após alguns golpes a gatuna disse:

- Argh! Você é um bichinho forte, hein? – e é derrubada por um ataque do monstrengo. Ela se levanta e limpa um filete de sangue que escorre de sua boca. –Mas, você vai morrer agor... – a gatuna nem termina sua frase, o esporo havia mordido ela bem em sua coxa. – AH! – Gritou de dor.

Envenenada, a gatuna tenta se manter em pé, o esporo venenoso também mal se agüentava devido à fatalidade de tantos ataques duplos desferidos por ela. Ambos partem para o ataque que, pode-se dizer, o final para quem errar. Por sorte, o golpe foi dado pela gatuna, que mata o estranho esporo venenoso, mas cai graças ao veneno. Sua visão estava ficando um pouco turva, ela não conseguia mexer seus braços nem pernas. Antes de fechar seus olhos, sua ultima visão foi de um mercador de cabelos loiros e olhos verde-mar se ajoelhando e pegando algo de sua mochila.

- Quem é você? – indaga a gatuna com muita dificuldade e quase de olhos fechados

- Shhh. Evite falar! – Replica o mercador tirando uma poção verde e uma vermelha de sua bolsa. – Tome essa verde para curar esse veneno... – fala calmamente enquanto segura a gatuna em seu colo e dá a poção para ela beber. – Essa vermelha é para os ferimentos. – Continuou. Sua voz soava distante na cabeça dela, seu corpo inerte mal sentia os braços do mercador tocando-a. – A propósito meu nome é Alister, Alister Mardwar.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.