Yu-gi-oh! Enter The Shade
5 Capítulo 5: Folk e Rock
Notas iniciais
Po, gente, cadê os Reviews?
Obrigado aew, Bakura-Chan por sempre postar um review!
Eu sei, eu sei. . . Esse capítulo está muito grande. E se me perguntarem pq que agora eu pus um cego na fic, eu só respondo isso: Pq todos são iguais mais todos são diferentes.
Flws ;)
Capitulo 5: Folk e Rock
Em uma manhã qualquer, Rosa caminhava pela costa da ilha. Aquele solo fofo misturado com o gostoso sol morno da manhã deixava-na feliz. A garota gostava de gozar de todo o prazer que a natureza oferecia ao homem. Afinal, quem não gosta?
A jovem continuou a caminhar e caminhar, até, sem querer, bater de frente com alguém. O garoto parecia totalmente desequilibrado, e segurava uma grande vara metálica em suas mãos. Tinha cabelos espetados, de cor castanha escura. Com a pele bem branca, ficou parecendo um zumbi com o susto que levou.
- Oh, perdoe-me... — disse Rosa, que parou, ao olhar nos olhos do rapaz
Seus olhos eram totalmente brancos, e não tinham uma direção fixa. Vestia uma roupa branca e uma jaqueta jeans bem solta, e parecia que ia cair perante o vento. Usava uma bermuda, ao invés das tradicionais calças, além de sapatos especiais, feitos para qualquer tipo de solo.
- Ah, Beg! — falou Rosa — O que faz aqui na costa? Não sabe que aqui é perigoso?
- Hã? — perguntou Beg, sem saber o que se passava — Aqui não é o caminho para o meu dormitório?
- Não, aqui não é a floresta. — respondeu a garota, com toda a ternura de amigos possível.
Beg estendeu as mãos e tocou no rosto da garota. Sim, Rosa não ligava para aquilo. Estava até acostumada, afinal, o garoto era cego, e um dos melhores amigos de Syd. Após, o jovem passou as mãos nos cabelos longos da menina.
- Rosa! — exclamou Beg — Que bom te encontrar por aqui!
- Eu sei, e você teve uma sorte grande, sabia? — falou Rosa, piscando o olho, ignorando o fato do mesmo ser cego.
- Ah, sim... — respondeu — Achava que estava indo para meu dormitório, mas, podia ter morrido aqui!
- Venha, eu te levo até lá! — falou a menina
- Ok, obrigado. — falou ele
Ambos foram conversando no caminho. Rosa achava que Beg tinha de comprar um cão guia, pois, aquela vara, não era muito útil com pessoas e \"costas\" oceânicas.
- Ei, Beg... — falou Rosa — Por que trancar-se no seu quarto em plena manhã de Sábado?
- Ah, tenho curso de inglês e de piano. — disse ele — Meus pais são tão frescos... Como se já não bastasse eu saber tocar violão...
- Nossa! Falta só você dizer que é formado em vários cursos de informática! — falou Rosa, brincando
- Infelizmente, sim! — disse ele — Cego, e ainda por cima um Nerd...
Rosa parou por alguns segundos, e Beg, como segurava no braço da mesma, acabou parando. Puxa, que pais legais que o jovem tinha! Só queriam mesmo era lhe dar educação. E mesmo assim, o que tem o mesmo ser cego. Afinal, seu irmão era paralítico e vivia muito bem a vida.
- Bem, você acabou de falar a pior besteira de sua vida. — falou Rosa
- Hã? — indagou Beg, meio inocente
- Seus pais são super legais. . . Eles só querem lhe dar educação, para que você sobreviva no mundo de hoje!
- Mas isso só me deixa sobrecarregado! Faz idéia de como é difícil isso?
- Sim, eu faço Beg! — gritou Rosa, já nervosa — Quem acha que sempre incentivou Syd?
O menino calou-se por alguns segundos. Rosa tinha razão. Não havia motivos para ter falado tantas besteiras. Só agora, podia entender que seus pais só queriam o melhor para ele. Mesmo assim. . . Rosa nunca saberia como é ruim ter deficiência.
- Beg, todos somos iguais, mas todos somos diferentes. — falou ela
- Como assim? — indagou a si e a jovem
- Olhe bem... Todos têm direito de gostar do que queremos... Somos diferentes... Não é?
- Sim, somos! — falou ele
- Mas você é cego, meu irmão paralítico... E mesmo assim, vivem a vida normal, não é?
- Sim, é verdade... — respondeu meio cabisbaixo
- Então pronto... Todos levamos uma vida em sociedade iguais!
Percebeu que na pele de Rosa, além de ter de levar sua própria, ela acabava tendo de levar a do irmão. Beg estava impressionado com a lição que aquela menina de cabelos rubros lhe dera.Continuaram a caminhada, e logo após, já estavam no dormitório. Lá, o professor de piano já esperava Beg, que se desculpou pelo pequeno atraso. Rosa, antes de ir embora, convidou o jovem a participar de duelos que ela, Syd, Frank, Linda e etc faziam a noite. Feliz ele aceitou.
Após jantarem, os quatro se dirigiram a beira da praia, onde os duelos sempre ocorriam. Linda tocava um violão e cantava, e Frank levava refrigerante. Rose e Syd os Sandwich, e como Beg não levou nada, ficou meio envergonhado, mas os outros nem ligaram. Parecia e era, um lual.
- Vamos lá, Rosa! — falou Linda, chamando a outra para duelar
- Aposto que eu te derroto fácil! — falou Rosa
As duas começaram a duelar. No final, Linda ganhou em um incrível movimento de sorte. Beg sentia a brisa bater em seu rosto. Syd não queria duelar aquele dia, só ouvir e contar histórias mesmo.
- Hey, Beg! — chamou Frank
- Ah, sim. . . — respondeu — Frank não é?
- Isso mesmo! — confirmou — Vamos duelar!
- Ah. . . Bem. . . — Beg ficou vermelho — Hun. . . Ok.
Ambos pegaram seus baralhos. O disco de Frank era roxo, e o de Beg, laranja. O duelista psíquico deduzia que o baralho deveria ser alguma coisa haver com o deserto. Provavelmente era um deck Rock.
- Meu turno! — falou Beg — Eu invoco um monstro em modo de defesa de face para baixo e três cartas invertidas. Termino meu turno.
- Ok! — falou Frank, animando-se — Eu invoco meu Krebons! E depois, eu uso Heavy Storm!
- Ativar Dark Bribe!
Quando Frank ativou Heavy Storm, a carta mágica foi negada pela armadilha Dark Bribe, que o permitiu comprar uma carta do deck.
- Agora, eu ataco seu monstro! — disse Frank, com a pulga atrás da orelha
- Ativar \"Ordeal Of A Traveler\"! — Beg sorriu — Escolha uma carta de minha mão!
Agora o Yellow Rá estava em um momento de vida ou morte. A carta Ordeal Of A Traveler faria com que ele escolhesse uma carta da mão de Beg. Após, deveria escolher se a carta era um monstro, uma mágica ou armadilha. Se acertasse, poderia continuar o ataque normalmente, senão, o monstro iria voltar para a mão dele.
- Eu escolho a da direita. — falou Frank, preocupado — Ela é um monstro.
- Errou Frank! — falou Beg — Ela é a carta mágica de campo \"Canyon\".
- Argh. . . — falou frustrado, voltando o monstro para mão — Termino meu turno.
Agora Beg estava no domínio. Poderia ser simplesmente um ataque direto. Puxou uma carta para a mão, ativou a carta Canyon e após, invocou uma \"Grave Ohja\" em modo de ataque. Logicamente, atacou o LP de Frank diretamente.
Frank: 6400
Beg: 8000
- Termino meu turno! — falou Beg, sorrindo
- Arh. . . — bufou Frank — Eu invoco meu Power Injector e ativo o efeito dele! Pago 600 de meus LPs para aumentar o ataque de todos meus monstros Psychic de face pra cima em 500!
Frank: 5800
Beg: 8000
- Power Injector, acabe com o monstro Facedown! — disse Frank, já se restabelecendo
- Ativar Magic Cylinder! — respondeu Beg, rindo
Ótimo, perfeito! Era só o que faltava para deixar a auto-estima de Frank muito baixa. Agora ele iria tomar 1800 de dano, ao invés do oponente. O seu ataque tinha voltado para si próprio.
Frank: 4000
Beg: 8000
- Jogo uma carta Facedown e termino meu turno. — falou Frank, triste
- Ok! Meu turno! — disse Beg, já cantando a vitória
O menino cego comprou uma carta. Após, ativou Mystical Space Typhoon, destruindo a Negate Attack que estava Facedown no campo do oponente. Depois, inverteu o Golem Sentry, que quando é invertido, volta um monstro no campo para a mão do dono. Voltou o Power Injector de Frank, que ficou sem defesas. Graças ao efeito do Grave Ohja, Frank havia perdido mais 300 LPs pois uma carta tinha dado Flip.
Frank: 3700
Beg: 8000
- Eu sacrifico meu Golem Sentry para invocar meu Hieracosphinx! Agora ataco você diretamente com meus dois monstros e você simplesmente perde. — disse Beg, sorrindo
- Bahhhhh. . . — reclamou Frank, enquanto seus pontos zeravam
Frank: 0000
Beg: 8000
As garotas ficaram boquiabertas. Syd nem falou nada, já conhecia o amigo que tinha. Após o duelo, ficaram debatendo alguns assuntos.
- Poxa, Beg! Nem sabia que um deck de Rock era tão bom. — comentou Rosa
- Sim, é um baralho com bons suportes que poucos usam. — respondeu
- Mesmo assim, que ótimo duelo! — falou Rosa, ainda impressionada
- Mas minha mão também não veio muito boa. — falou Frank, tentando justificar-se
- É, He He. — disse Beg, ainda meio tímido
- Ei, desculpe perguntar, Beg, mas como sabe qual carta é qual? — indagou Linda
- Ah, que isso! — ele respondeu — Eu passo nelas perfume, para poder reconhecer-las.
E a conversa continuou até altas horas da noite, até que Syd, Beg e Linda foram voltar para o dormitório onde ficavam. Rosa e Frank foram mais tarde, pois estavam namorando. Mesmo assim, foi uma noite que Beg nunca iria esquecer. E lá, Rosa e Linda faziam um novo amigo, assim como Frank.
Continua. . .
Notas finais
Po gente, só uma Review não faz o dedo cair! Além de você ganhar pontos com isso.
Pessoas malvadas D=
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