Yu-Gi-Oh! Rise - Bonds
1 Um novo brilho
Notas iniciais
O sol invadia o quarto verde pelas frestas das cortinas, eram por volta de 7:00 da manhã, já era possível escutar diversos pássaros cantando, ainda sim em sua cama o jovem ainda estava com o travesseiro em seu rosto, tapando seus cabelos negros e azuis, mas já era a hora de começar mais um dia.
Ainda sonolento, Cayel Fujiwara levantou-se resmungando, por que havia ido dormir tarde na noite passada, entretanto não teve muito tempo para seus lamentos de cansaço, ao desbloquear seu celular via uma mensagem em destaque, era de sua amiga Susie.
“Cayel, cadê você? Combinamos de nos encontrar aqui já tem 30 minutos, ACORDA LOGO E VEM PARA CÁ!” Enviado por: Susie
Cayel — Ah…merda! — Mais rápido que um relâmpago, o rapaz levantou de sua cama, já procurando em seu guarda-roupas pelo uniforme escolar.
Vestindo-se o mais rápido que conseguia, jogou seu baralho e seu celular dentro do primeiro bolso de mochila, calçou seus sapatos e saiu correndo pela porta da frente, tão rápido que sequer conseguiu pegar algo para comer em casa.
. . .
Uma bela corrida depois, Cayel estava ofegante mas havia chego em seu destino, parou na frente de sua escola para ver que ainda não havia ninguém lá, muito para sua surpresa.
Cayel — Ué…Cadê todo mundo? Já começaram as aulas? — Ele olhou ao redor, em todos os cantos que podia, não havia sequer uma alma penada ali — (Mas…e a mensagem da Susie?).
? — Olha só, funcionou — Disse uma voz feminina, não muito distante, se aproximando pela rua.
Cayel — Susie? O que está acontecendo aqui? Cadê todo mundo? Eu vi a sua mensagem e sai correndo.
Susie — Se você fosse um pouquinho mais atento, talvez tivesse prestado atenção nas horas antes de ter lido a minha mensagem.
Cayel — Calma lá, então eu não tô atrasado?
Susie — Pelo amor de deus Cayel… — A jovem moça então se aproximou, mostrando-se em seu uniforme, Seus cabelos avermelhados como as pétalas de uma rosa, e seus olhos azuis como turquesa — Bota a cabeça para funcionar por um só momento, esqueceu o cérebro em casa também?
Cayel — Para ser sincero eu não sei se eu coloquei na mochila, não deu tempo nem de pegar o lanche — O rapaz abriu o bolso da sua mochila, vendo as coisas que tinha colocado lá.
Susie — Como você consegue ser tão besta? Impressionante… — Ela suspirou — Eu mandei a mensagem justamente pra te fazer chegar aqui mais cedo, porque do jeito que você é eu não duvidaria que se esqueceria do que combinamos ontem se eu não te mandasse aquela mensagem.
Cayel ficou em silêncio por alguns momentos
Susie — Cayel . . .Você não esqueceu, não é? — Ela perguntou novamente
Cayel — Então…digamos…teoricamente, que eu tenha esquecido, o que acontece?
Susie — EU TE FALEI MIL E UMA VEZES PARA LEMBRAR, COMO VOCÊ CONSEGUE TER UMA MEMÓRIA DE PEIXE DOURADO DESSAS?
Cayel — C-Calma lá…é logico que eu lembro, como eu disse essa foi só uma pergunta teórica, oras. — Ele tentou se evadir da bronca.
Susie — Era para você trazer o meu deck, que eu “deixei” com você, e com isso quero dizer que você não devolveu o meu deck desde que eu te emprestei ele semana passada, e com emprestei eu quero dizer que você pegou ele sem pedir permissão por que não sabia onde tinha colocado o seu! Será que isso refrescou a sua memória o suficiente? — Disse a garota, brava.
Cayel — Agora que você explicou, sim, mas…
Susie — Mas o que?
Cayel — Então…se eu teoricamente te disser que… — Ele mal teve tempo de terminar de falar antes de ter sua fala interrompida.
Susie — COMO QUE EU VOU DUELAR SEU MEU DECK CAYEL? ME EXPLICA — A essa altura ela já estava bastante exaltada, e com razão.
Cayel — Não precisa gritar tanto assim, minha orelha vai arder desse jeito.
Susie — Eu estou me controlando muito para não te dar um tapa para ver se eu não acordo a sua cabeça, você não faz nem ideia.
? — Começaram logo cedo pelo visto…o que você fez para deixar ela uma fera assim? — Um outro rapaz se aproximou, esse era um pouco menor, tinha cabelo em um meio termo entre curto e longo, usava um óculos redondo, este era Isac.
Cayel — Me dá uma ajudinha aqui Isac, o dia mal começou e ela já quer meu couro.
Susie — Esse cabeça de mexilhão esqueceu o meu baralho, que ele pegou de mim sem sequer pedir minha permissão.
Isac — Ah…então é sobre isso — O rapaz começou a mexer em sua mochila — Eu sabia na hora que tinha visto suas cartas na casa dele que tinha algo errado…aqui, pega — Isac retirou o baralho de Susie de sua mochila, entregando para ela.
Susie — Obrigado, mas…você foi na casa dele? — Perguntou ela
Isac — Ficamos assistindo alguns filmes ontem lá, então acabei dormindo por lá mesmo.
Cayel — Então por que você chegou depois de mim?
Isac — Por que você acordou uns 15 minutos mais cedo e saiu como um furacão.
Cayel — Certo certo…faz sentido.
Susie — Bom saber que ao menos um de vocês dois ainda tem cabeça…
Acontece que Cayel, Susie e Isac eram amigos desde pequenos, bem pequenos mesmo.
Cayel e Susie se conheceram quando tinham pouco mais de 3 anos de idade, visto que sempre iam brincar no mesmo parque, e foi lá mesmo que alguns anos depois se encontraram com Isac, que havia recém movido para a cidade.
Sendo amigos bem próximos, frequentaram o ensino fundamental todo juntos e também cresceram sempre com a companhia um do outro, e quem os via quando crianças não imaginava que fossem acabar assim.
Susie quando pequena era um amor de criança, especialmente com seus colegas, agora já quase na flor da idade adulta, tinha um temperamento bem mais forte, quem sabe não foram as inúmeras vezes que Cayel tenha tirado sua paciência ao longo dos anos
Isac cresceu um rapaz inteligente, podia ser considerado o cérebro de todo o grupo a essa altura.
E o Cayel…bem, é o Cayel…acho que toda regra tem a sua exceção
Passados bons minutos, boa parte dos alunos se reuniram na frente dos portões da escola, esperando ansiosamente pelo primeiro dia de aula do ano, alguns como o grupo de amigos eram calouros, enquanto outros já eram do segundo ano ou estavam em seu ano de formatura.
Isac — Hey Cayel.
Cayel — O que foi Isac?
Isac — Vai me ajudar a arrumar o meu baralho hoje? — Perguntou o rapaz.
Cayel — Precisa da minha ajuda para isso?
Isac — Considerando que da última vez que você olhou para ele você disse “Acho que o seu baralho não está tão bom assim” e depois caiu no sono em menos de cinco minutos, achei que tivesse deixado isso para o dia de hoje.
Cayel — Ah, nesse caso sem problemas então.
Isac — Eu achei que era só exagero da Susie, mas você parece mesmo que esqueceu de tudo da noite pro dia, por acaso você bateu a cabeça enquanto dormia?
Cayel — Óbvio que não, e você sabe como a Susie é exagerada, minha cabeça demora um pouco para voltar a funcionar já que eu tive que sair correndo de casa.
Susie — Por acaso posso saber quem é que você está chamando de exagerada? — Ela estava bem atrás dele, ouvindo tudo que ele dizia.
Cayel — N-Nada não, não é ninguém.
Susie — Você não perde por esperar Cayel…continue brincando.
Cayel — (Isso aqui parece uma zona de guerra, isso sim. . .)
Por fim, com os portões abertos, os inúmeros alunos adentraram para dentro da escola, era finalmente o horário de começar de vez as aulas.
O cronograma de aulas era bem linear, as aulas eram compostas de 5 horários de aulas convencionais e um último horário prático de duelos, isso de segunda a sexta feira.
Todo duelo contava pontos para os alunos, visto que esta também é uma disciplina no currículo escolar, e não poderia ser diferente visto a cidade onde a escola se encontra, Neo Domino City, a metrópole que respirava duelos, lar de diversos dos melhores duelistas que podia se encontrar ao redor do mundo.
A cidade encontrava-se em constante onda de progresso desde que havia ocorrido a união e reforma do distrito Satelite a pouco mais de uma década, junto disso diversas evoluções no mundo de duelo vieram sofrendo mudanças, a mais significativa delas foi fora dos campos convencionais, mas sim sobre rodas nos Riding Duels, duelos cheios de adrenalinas feitos em veículos conhecidos como D-Wheels ou Duel Runners.
Nesse mundo de novos duelos existiam novas cartas e regras, tudo para tornar a competição ainda mais eletrizante de se assistir, e ocorre que não só havia grande públicos para esse tipo de duelo, como também muitos aspirantes, e para aqueles quais os duelos convencionais pareciam sem graça, era o novo caminho a se seguir.
. . .
E assim passaram-se os horários, pouco a pouco, as graduais atividades, leituras no livro e anotações no caderno logo chegavam a seu fim, os alunos eram liberados para seu momento de intervalo, e como sempre o grupinho de amigos aproveitava o momento para passarem seu tempo juntos.
Cayel chegava ao refeitório depois de quase todo mundo, isso por que havia caído no sono no finalzinho da aula, com sua mochila nas costas foi se aproximando da mesa onde estavam sentados Isac e Susie, que conversavam tranquilamente.
Isac — Demorou em cara.
Cayel — Nem me fala, era aula de geografia, não deu pra aguentar esse último horário — Ele bocejou em seguida
Susie — Você precisa pelo menos tentar, esse é o ensino médio Cayel, tem que se dedicar um pouco mais não acha?
Cayel — Não vou dizer que você está errada, mas por mais que eu tente tem horas que não dá, além do que, algum dia eu estarei lá pilotando minha própria D-Wheel, você sabe que existem diversas seletivas prestes a acontecer, e eu morreria para passar em uma delas.
Susie — Eu sinceramente acho que deveria olhar melhor as suas prioridades, mas cada um é cada um, mesmo se eu falar por 15 minutos eu sei que isso não vai entrar na sua cabeça.
Cayel — Ainda bem que você me conhece tão bem assim.
Susie — Isso não foi nem de longe um elogio… — Ela balançou a cabeça
Isac — Acho que ele não vai mudar nunca mesmo, nem adianta Susie, e se mudasse eu acharia muito estranho, já imaginou ele todo responsável? Ia ser muito estranho.
Susie — Para falar a verdade eu acho que seria maravilhoso, quem sabe assim ele não me fizesse menos raiva.
Isac — Então…é melhor deixar isso para lá, esquece.
Susie — Agora você já tem a minha curiosidade, anda, fala logo.
Isac — Não é nada não, não precisa se preocupar.
Susie — Justo quando o assunto é a minha raiva você vai fazer um comentário e no meio dele decide que não quer mais? É isso?
Cayel — Desse jeito você vai deixar ele com medo, pega leve, porque você tá tão preocupada com isso afinal?
Susie — O ensino médio é a última oportunidade que a gente tem de aproveitar a vida escolar, então eu quero fazer valer a pena.
Cayel — Mas isso não é problema, posso te garantir que teremos anos memoráveis, como sempre tivemos antes, é ou não é Isac?
Isac — Pode ter certeza disso
Susie — (Memoráveis…isso eles realmente foram, mas eu não quero mais ficar me vendo como só essa garota que fica perto dos únicos outros dois garotos que conhece e que vive sendo barulhenta…talvez isso ainda não tenha entrado na mente de vocês)
Cayel — E…porcaria, não tem lanche mesmo — O rapaz vasculhou os bolsos da sua mochila, na esperança de encontrar algo para comer.
Isac — Tem certeza? Podia jurar que tinha sobrado algumas coisas aí quando fomos na mercearia, talvez você só deva ter que arredar algum lixo para o lado para encontrar.
Cayel — Do que está falando, não tem lixo nenhum na minha mochila.
Susie — Então o que é aquela embalagem de biscoito que eu estou vendo saindo pelo feixe?
Cayel — Isso é…da semana passada.
Susie — Você deveria seriamente limpar isso, é anti-higiênico, sabia? Não sei como seus cadernos não mancham aí dentro.
Isac — Bem, essa é uma boa pergunta, isso e como nenhum guaxinim apareceu até hoje aí dentro.
Cayel — Isso já é difamação, só está um pouquinho suja, nada de mais.
Susie — Para ser sincera eu não ficaria surpresa se você encontrasse teias de aranha aí dentro.
Cayel — Não se preocupe, eu vou limpar ela…
Isac — Você vai? — Perguntou o rapaz surpreso
Cayel — Eventualmente…
Susie — Então já sabemos que a resposta é não.
Cayel — É impressionante como vocês não colaboram nem um segundo
Isac — Na verdade, agora que o tópico foi para manchas, onde foi que você guardou o seu baralho?
Cayel — No mesmo bolso onde eu guardo meus cadernos, por que?
Isac — Ou você é extremamente sortudo, ou tem algum tipo de magia negra nessa sua mochila, eu nunca vi suas cartas manchadas ou amassadas.
Cayel — É que tudo aqui dentro convive em perfeito equilíbrio.
Isac — Desse jeito vai acabar virando um ecossistema, isso sim.
Cayel — Será que dá pra parar de falar da minha mochila e irmos para outro tópico? Obrigado.
Susie partiu um pedaço de seu lanche, e ofereceu para Cayel
Susie — Aqui, para você não ficar com fome.
Cayel — Obrigado — Ele rapidamente colocou tudo na boca.
Susie — Meu…eu não sei o que eu estava esperando — Novamente, desapontada.
Cayel -~ Delícia — Falou de boca cheia — Não pensei que gostasse de geleia de morango.
Susie — Com o tempo a gente acaba desenvolvendo gostos para novas coisas, normal.
Isac — Saindo do tópico de comida e indo para o de duelos então, será que vamos enfrentar alunos de outros anos ou só do nosso?
Cayel — Não acho que faça muita diferença, mas devem ser dos nossos anos.
Susie — Tirando o fato de que algumas pessoas que saem daqui já estão com o pé praticamente dentro de uma Academia Superior de Duelos, imagina.
Cayel — E por acaso nós não estamos no nível deles? — Perguntou, um pouco indignado.
Susie — Bem, estamos ao menos em níveis parecidos já que não faz muito tempo que os Synchros saíram, mas eles sabem usar as cartas deles direito.
Isac — Desse jeito você nos ofende, sabia?
Susie — Não é minha intenção, mas umas aulinhas não fariam mal, fora que boa parte das cartas de vocês são fracas.
Isac — Vou fazer de conta que meus Synchrons não ouviram isso.
Susie — Não é querendo me gabar, mas entre meu Black Rose, seu Junk Warrior e os passarinhos do Cayel, não é preciso pensar muito para saber quem vence.
Cayel — Passarinhos? Poxa vida Susie, hoje você está irritada com alguma coisa? Achei que você gostasse dos meus Blackwings, e para sua informação eu tenho um monstro Synchro muito bom.
Susie — E eu tenho um melhor ainda, o que você tem além disso?
Ele ficou em silêncio, pensando.
Cayel — Eu vou ficar em silêncio mas isso não significa que você tenha vencido essa discussão…fora que se for por questão de similaridade, você e seu Black Rose tem muito mais em comum do que eu e meus Blackwings.
Susie — Ah é? E por que? — Ela havia ficado um pouco curiosa
Cayel — Para começar Black Rose tem espinhos que machucam para caramba, igual aos seus tapas, e parece que está sempre irritado… — E mais uma vez ele foi interrompido
Susie — Se você não quiser tomar um tapa aqui eu acho bom que cale a boca agora mesmo, onde já se viu falar de uma dama assim?
Cayel — Mas você…
Isac — Cayel pelo amor de deus pensa bem no que você vai falar antes de você falar
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Cayel — Eu vou ficar calado novamente, mas não pense que foi por essa razão.
Susie — Você me tira do sério…aproveita e arruma logo esse baralho de uma vez, não quero perder tempo indo para a aula de duelos, ok?
Isac — O meu já está prontinho pra duelar.
Cayel — Mas eu não ia te ajudar a arrumar ele?
Isac — A Susie já ajudou, você acabou demorando bastante.
Cayel — Tá tá tá, tá bom, deixa eu arrumar o meu baralho aqui então. . .Ok, talvez demore um pouquinho, eu não consigo ver nem metade das cartas.
Susie mais uma vez suspirou, desapontada.
Susie — Não sei vocês, mas eu vou indo então, vejo vocês lá, ok? — Susie se levantou da mesa, caminhando para a saída do refeitório
Isac — Não quero deixar uma impressão ruim no primeiro dia também, não demora muito Cayel — Isac foi logo atrás de Susie.
Cayel — E me largaram sozinho aqui…bando de apressados — Cayel voltou a fuçar em sua mochila, reunindo as cartas que ia encontrando e montando em seu baralho.
Após alguns poucos minutos, o baralho estava completo, tudo prontinho para o duelo.
Cayel — Perfeito, agora é só ver se eu realmente não esqueci nada aqui — Em uma última olhada em sua mochila, viu lá no fundo algo que reluzia bastante e tinha um formato bem semelhante ao de uma carta. Assim que foi retirar a carta para dar uma olhada, o sinal do intervalo tocou, ele apenas jogou a carta em meio às outras e guardou no bolso, fechando a mochila a caminho do ginásio de duelos.
Chegando ao ginásio, se organizou em meio aos outros alunos que já faziam fila, sendo a grande maioria dos outros primeiros anos da instituição.
O espaço era bem grande, comportando diversos campos pequenos de duelo, tinha um palanque principal, visto que o espaço também era usado para anúncios escolares, tudo muito bem organizado e conservado, parecia novinho em folha.
? — Aparente todos já devem estar aqui a essa altura, serei o instrutor de duelo de vocês, me chamem pelo nome de Xanvier. Nessa disciplina serão cobrados de vocês todos os fundamentos básicos de um duelo na forma de desafios constantes, sejam estes um contra um ou em duplas, então é bom que já estejam avisados desde o princípio, assim sendo, todos peguem seus discos de duelo e iniciem-os, teremos nosso primeiro duelo agora. Aqueles quem eu disser o nome, organizem-se em uma quadra e podem começar seus duelos.
Com uma lista de chamada em mãos, foi chamando os nomes em duplas, enquanto riscava aqueles que já haviam ido na prancheta
Xanvier — Cayel Fujiwara e Yuca Inuya, campo número 25
Cayel — Beleza, hora do duelo! — O rapaz foi andando até o campo de duelo em que fora designado, esperando por ele estava seu adversário, de curtos cabelos vermelhos escuros e afiados olhos castanhos.
Yuca — Eai, preparado pra duelar?
Cayel — Eu nasci preparado, vamos nessa! — Disse confiante
Yuca — Beleza, você quem manda — Respondeu o garoto.
Cada um deles colocou seus decks em seus respectivos discos, iniciando a sequência de batalha.
Cayel e Yuca — Duelo!
Continua. . .
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