Yu-Gi-Oh! Rise - Bonds
12 Bonus - Anotações do autor
Rise é uma história que tenho muito orgulho de escrever, e de finalmente ver se concretizar como um todo.
Foi a primeira história que escrevi aqui, assim como a primeira história que finalizei, tenho enorme carinho pelos personagens que criei lá em 2020, e hoje, 3 anos depois, me encontro aqui novamente, fazendo uma homenagem.
Rise Retale, ou RR se for para abreviar, é isso, uma homenagem à história original, sendo contada novamente nos dias de hoje, depois de anos de experiência e mudanças.
Só que mais do que apenas um conto do que já foi, acabou se tornando um novo conto, a cada capítulo que eu escrevia.
Para começar, o fato interessante é que além de homenagem, Rise Retale foi idealizada para tapar um buraco, uma vez que eu, por volta de junho de 2022, estava me dedicando a uma nova história.
Acabou que essa história, Yu-Gi-Oh! AVRA, ficou no papel, e Rise Retale se tornou a história principal que andei escrevendo nesses um ano e meio.
E aqui estou hoje, com o primeiro volume finalmente terminado, e inúmeras anotações que gostaria de compartilhar, referentes ao que foi escrever essa história.
Mas apenas um detalhe, existem anotações que eu não poderei comentar ainda, visto que são referentes a coisas que ainda vão acontecer, essas então vão ficar para os próximos volumes.
Então sem mais pestanejar, vamos começar do começo.
. . .
Cap I — Um novo brilho
Segundo minhas próprias palavras em algumas notas que deixei para trás:
“Eu não consigo mesmo me afastar de escrever histórias, só não consigo passar do começo quando escrevo algo novo, mas reescrever o que já tenho, ah rapa”
E o dito, foi feito, com o primeiro capítulo
Eu tinha o material original, aberto, e estava basicamente reescrevendo os acontecimentos, adicionando detalhes aqui e ali, mas em essência, tudo que aconteceu no primeiro capítulo de Rise aconteceu em Rise Retale
Quer ver?
Um trecho do início do capítulo 13, conhecido como De volta ao costume, de Rise:
“Cayel acorda novamente,estava em sua casa,tudo parecia normal,achava que tudo tinha sido um sonho,então o mesmo se levantava da cama com apenas fragmentos de memoria do que havia acontecido lá,não conseguindo conectar tudo,pegava seu deck de duelo e se arrumava pra escola,era a hora de voltar a vida normal
Cayel: Que sonho longo e estranho...parecia tão real,que coisa,me sinto um pouco cansado mas deve ser porque dormi demais
-Cayel seguia caminhando de sua casa até a escola
Cayel: Me lembro de pouca coisa,mas até minha casa tava diferente,quem diria,eu quase confundi -Cayel ria”
E agora do capítulo 1 de RR, Um novo brilho:
“O sol invadia o quarto verde pelas frestas das cortinas, eram por volta de 7:00 da manhã, já era possível escutar diversos pássaros cantando, ainda sim em sua cama o jovem ainda estava com o travesseiro em seu rosto, tapando seus cabelos negros e azuis, mas já era a hora de começar mais um dia.
Ainda sonolento, Cayel Fujiwara levantou-se resmungando, por que havia ido dormir tarde na noite passada, entretanto não teve muito tempo para seus lamentos de cansaço, ao desbloquear seu celular via uma mensagem em destaque, era de sua amiga Susie.
“Cayel, cadê você? Combinamos de nos encontrar aqui já tem 30 minutos, ACORDA LOGO E VEM PARA CÁ!” Enviado por: Susie
Cayel — Ah…merda! — Mais rápido que um relâmpago, o rapaz levantou de sua cama, já procurando em seu guarda-roupas pelo uniforme escolar.
Vestindo-se o mais rápido que conseguia, jogou seu baralho e seu celular dentro do primeiro bolso de mochila, calçou seus sapatos e saiu correndo pela porta da frente, tão rápido que sequer conseguiu pegar algo para comer em casa.”
Detalhe que acho que essa é a única vez até este momento que Cayel realmente xingou, de certo modo.
Mas como podem ver, os dois capítulos começam do mesmo jeito, Cayel acorda e tem de ir pra escola…chocante não?
Entretanto, tem mais
“ Isac: Eai Cayel
Susie: Olha só, que cara é essa,parece até que viu um fantasma
Cayel: Oi gente,é foi mal pela cara,eu tive um sono agitado e um sonho bem estranho hoje -Colocava a mão atrás da cabeça e sorria meio sem jeito
Susie: Hum,se você diz
Isac: Anda Cayel,a gente não tem tempo a perder
Cayel: O que a gente tem que fazer mesmo?
Isac: Você prometeu me ajudar a organizar meu deck e side deck hoje,temos a classe de exames de duelo daqui a pouco,e da ultima vez não foi uma experiência tão boa
Cayel: Ah,ok foi mal,vamos olhar essas cartinhas — Sentava ao lado de Isac pra olhar o baralho dele
Susie: Não esquece de olhar as armadilhas dessa vez,você tinha acabado esquecendo da ultima vez
Isac: Sim, não da pra deixar meu baralho sem armadilhas
Cayel: Um...você está rodando um deck de Synchro? Junk Synchro...
Isac: Sim,synchros são o mais novo tipo de carta,lançaram esse ano antes das aulas começaram,você tambem está assim como eu
Cayel: Isso é verdade, mas falando de invocações novas, eu tinha inventado uma nova no meu sonho ou alguma coisa assim
Isac: Ela fazia sentido?
Cayel: Bem,parecia synchro
Susie: Acabamos de aprender sobre synchros e você ja ta ai inventando coisas na sua cabeça, da ultima vez foi a mesma coisa sem sentido com os monstros de fusão quando eramos pequenos
Cayel: Vai que um dia eu acerto
Isac: Ok....eu consegui arrumar tudo certinho,deck e side deck estão prontos,espero conseguir usar o monstro as dessa vez,Junk Warrior
Susie: Bem,tambem quero ver o quão rápido consigo chamar meu Black Rose Dragon
Cayel: Hum...eu só vou duelar mesmo,tenho que rever meus Blackwings
Susie: Só vê se não demora muito,não temos tanto tempo depois disso pra lanchar mesmo
Cayel: Relaxa,só preciso ver uma coisa ou duas,podem ir pegando seus lanches -Tirava as cartas da mochila e olhava suas cartas abertas,notava tambem uma carta solta no fundo da mochila,estava virada pra baixo,ele pegava ela para olhar mas o sol começou a refletir horrores em seus olhos,então ele não conseguia ver nada,em seguida era puxado pela gola da camisa por Susie
Susie: Pronto,ja deu tempo de ver tudo,a gente ainda tem que comer esqueceu?
Cayel: Aaaa,calma ai minhas cartas -Ele juntava todas rapidamente e colocava no bolso
Cayel: Você nem me deu tempo de olhar direito
Susie: Você queria olhar o basico,ja conseguiu fazer isso,agora anda,a gente ta te esperando pra comer e eu ja estou com fome
-Cayel era puxado pra mesa por Susie,lá estava Isac,ele tirava seu lanche da mochila,assim como Susie
Cayel: Fazer o que,vou ter que olhar na hora -Olhava a mochila e puxava um lanche de la de dentro
Cayel: Maravilha,sanduiche de geleia
Susie: Não sei como você gosta disso
Cayel: Qual é,é docinho,você não gosta de doce é?
Isac: Não é tão ruim,você devia experimentar Susie
Susie: Nem morta
Cayel: Então lá vai — Cayel tirava um pedaço de sanduiche e jogava na boca dela enquanto ela mastigava o lanche
Cayel: Strike
Susie: Seu...imbecil — Ela levantava da mesa e ia correndo atrás de Cayel
Cayel: Pronto agora você experimentou -Ria enquanto saia correndo com seu lanche pelo refeitorio
Isac: Vocês dois não conseguem ficar sem brigar mesmo -Comia seu lanche”
E agora um trecho do capítulo de RR
“E assim passaram-se os horários, pouco a pouco, as graduais atividades, leituras no livro e anotações no caderno logo chegavam a seu fim, os alunos eram liberados para seu momento de intervalo, e como sempre o grupinho de amigos aproveitava o momento para passarem seu tempo juntos.
Cayel chegava ao refeitório depois de quase todo mundo, isso por que havia caído no sono no finalzinho da aula, com sua mochila nas costas foi se aproximando da mesa onde estavam sentados Isac e Susie, que conversavam tranquilamente.
Isac — Demorou em cara.
Cayel — Nem me fala, era aula de geografia, não deu pra aguentar esse último horário — Ele bocejou em seguida
Susie — Você precisa pelo menos tentar, esse é o ensino médio Cayel, tem que se dedicar um pouco mais não acha?
Cayel — Não vou dizer que você está errada, mas por mais que eu tente tem horas que não dá, além do que, algum dia eu estarei lá pilotando minha própria D-Wheel, você sabe que existem diversas seletivas prestes a acontecer, e eu morreria para passar em uma delas.
Susie — Eu sinceramente acho que deveria olhar melhor as suas prioridades, mas cada um é cada um, mesmo se eu falar por 15 minutos eu sei que isso não vai entrar na sua cabeça.
Cayel — Ainda bem que você me conhece tão bem assim.
Susie — Isso não foi nem de longe um elogio… — Ela balançou a cabeça
Isac — Acho que ele não vai mudar nunca mesmo, nem adianta Susie, e se mudasse eu acharia muito estranho, já imaginou ele todo responsável? Ia ser muito estranho.
Susie — Para falar a verdade eu acho que seria maravilhoso, quem sabe assim ele não me fizesse menos raiva.
Isac — Então…é melhor deixar isso para lá, esquece.
Susie — Agora você já tem a minha curiosidade, anda, fala logo.
Isac — Não é nada não, não precisa se preocupar.
Susie — Justo quando o assunto é a minha raiva você vai fazer um comentário e no meio dele decide que não quer mais? É isso?
Cayel — Desse jeito você vai deixar ele com medo, pega leve, porque você tá tão preocupada com isso afinal?
Susie — O ensino médio é a última oportunidade que a gente tem de aproveitar a vida escolar, então eu quero fazer valer a pena.
Cayel — Mas isso não é problema, posso te garantir que teremos anos memoráveis, como sempre tivemos antes, é ou não é Isac?
Isac — Pode ter certeza disso
Susie — (Memoráveis…isso eles realmente foram, mas eu não quero mais ficar me vendo como só essa garota que fica perto dos únicos outros dois garotos que conhece e que vive sendo barulhenta…talvez isso ainda não tenha entrado na mente de vocês)
Cayel — E…porcaria, não tem lanche mesmo — O rapaz vasculhou os bolsos da sua mochila, na esperança de encontrar algo para comer.
Isac — Tem certeza? Podia jurar que tinha sobrado algumas coisas aí quando fomos na mercearia, talvez você só deva ter que arredar algum lixo para o lado para encontrar.
Cayel — Do que está falando, não tem lixo nenhum na minha mochila.
Susie — Então o que é aquela embalagem de biscoito que eu estou vendo saindo pelo feixe?
Cayel — Isso é…da semana passada.
Susie — Você deveria seriamente limpar isso, é anti-higiênico, sabia? Não sei como seus cadernos não mancham aí dentro.
Isac — Bem, essa é uma boa pergunta, isso e como nenhum guaxinim apareceu até hoje aí dentro.
Cayel — Isso já é difamação, só está um pouquinho suja, nada de mais.
Susie — Para ser sincera eu não ficaria surpresa se você encontrasse teias de aranha aí dentro.
Cayel — Não se preocupe, eu vou limpar ela…
Isac — Você vai? — Perguntou o rapaz surpreso
Cayel — Eventualmente…
Susie — Então já sabemos que a resposta é não.
Cayel — É impressionante como vocês não colaboram nem um segundo
Isac — Na verdade, agora que o tópico foi para manchas, onde foi que você guardou o seu baralho?
Cayel — No mesmo bolso onde eu guardo meus cadernos, por que?
Isac — Ou você é extremamente sortudo, ou tem algum tipo de magia negra nessa sua mochila, eu nunca vi suas cartas manchadas ou amassadas.
Cayel — É que tudo aqui dentro convive em perfeito equilíbrio.
Isac — Desse jeito vai acabar virando um ecossistema, isso sim.
Cayel — Será que dá pra parar de falar da minha mochila e irmos para outro tópico? Obrigado.
Susie partiu um pedaço de seu lanche, e ofereceu para Cayel
Susie — Aqui, para você não ficar com fome.
Cayel — Obrigado — Ele rapidamente colocou tudo na boca.
Susie — Meu…eu não sei o que eu estava esperando — Novamente, desapontada.
Cayel -~ Delícia — Falou de boca cheia — Não pensei que gostasse de geleia de morango.
Susie — Com o tempo a gente acaba desenvolvendo gostos para novas coisas, normal.
Isac — Saindo do tópico de comida e indo para o de duelos então, será que vamos enfrentar alunos de outros anos ou só do nosso?
Cayel — Não acho que faça muita diferença, mas devem ser dos nossos anos.
Susie — Tirando o fato de que algumas pessoas que saem daqui já estão com o pé praticamente dentro de uma Academia Superior de Duelos, imagina.
Cayel — E por acaso nós não estamos no nível deles? — Perguntou, um pouco indignado.
Susie — Bem, estamos ao menos em níveis parecidos já que não faz muito tempo que os Synchros saíram, mas eles sabem usar as cartas deles direito.
Isac — Desse jeito você nos ofende, sabia?
Susie — Não é minha intenção, mas umas aulinhas não fariam mal, fora que boa parte das cartas de vocês são fracas.
Isac — Vou fazer de conta que meus Synchrons não ouviram isso.
Susie — Não é querendo me gabar, mas entre meu Black Rose, seu Junk Warrior e os passarinhos do Cayel, não é preciso pensar muito para saber quem vence.
Cayel — Passarinhos? Poxa vida Susie, hoje você está irritada com alguma coisa? Achei que você gostasse dos meus Blackwings, e para sua informação eu tenho um monstro Synchro de nível 10.
Susie — E eu com um nível 7 tiro ele de campo, o que você tem além disso?
Ele ficou em silêncio, pensando.
Cayel — Eu vou ficar em silêncio mas isso não significa que você tenha vencido essa discussão…fora que se for por questão de similaridade, você e seu Black Rose tem muito mais em comum do que eu e meus Blackwings.
Susie — Ah é? E por que? — Ela havia ficado um pouco curiosa
Cayel — Para começar Black Rose tem espinhos que machucam para caramba, igual aos seus tapas, e parece que está sempre irritado… — E mais uma vez ele foi interrompido
Susie — Se você não quiser tomar um tapa aqui eu acho bom que cale a boca agora mesmo, onde já se viu falar de uma dama assim?
Cayel — Mas você…
Isac — Cayel pelo amor de deus pensa bem no que você vai falar antes de você falar
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Cayel — Eu vou ficar calado novamente, mas não pense que foi por essa razão.
Susie — Você me tira do sério…aproveita e arruma logo esse baralho de uma vez, não quero perder tempo indo para a aula de duelos, ok?
Isac — O meu já está prontinho pra duelar.
Cayel — Mas eu não ia te ajudar a arrumar ele?
Isac — A Susie já ajudou, você acabou demorando bastante.
Cayel — Tá tá tá, tá bom, deixa eu arrumar o meu baralho aqui então. . .Ok, talvez demore um pouquinho, eu não consigo ver nem metade das cartas.
Susie mais uma vez suspirou, desapontada.
Susie — Não sei vocês, mas eu vou indo então, vejo vocês lá, ok? — Susie se levantou da mesa, caminhando para a saída do refeitório
Isac — Não quero deixar uma impressão ruim no primeiro dia também, não demora muito Cayel — Isac foi logo atrás de Susie.
Cayel — E me largaram sozinho aqui…bando de apressados — Cayel voltou a fuçar em sua mochila, reunindo as cartas que ia encontrando e montando em seu baralho.”
Detalhe que esse trecho é a versão original do capítulo, antes de ter algumas mudanças feitas, então aproveitem o material secreto.
Mas basicamente, mesmo acontecimento, contado de outra forma.
Esse padrão se manteve até o segundo capítulo, que é o último a ter essência total da história original, ainda que com seus próprios toques.
E por falar nele.
Cap II — Atinja os céus, alcem voo Blackwings
Pra ser bem honesto, este é um dos meus títulos de capítulo favoritos, só perde pra O Mago das Engrenagens e O conto de uma rosa negra.
Esse capítulo pega gancho diretamente do primeiro, e é o único capítulo que faz isso, onde um acaba, o outro começa logo em seguida
Isso acontecia muito na história original.
Neste capítulos somos introduzidos a Yuca, colega e futuro rival de Cayel, ainda que só tenham tido dois duelos
Não vou dizer que os duelos são 100% iguais, eu até queria fazer isso, mas um pequeno detalhe me impediu
E esse detalhe é a carta brilhante misteriosa, que na história original já aparece logo de cara, mas aqui ficou sendo um mistério (e ainda é) após 12 capítulos.
Tirando isso, o que mudou mais foi o estabelecimento dessa pequena rivalidade entre os dois ao fim do duelo, tudo com muita esportividade.
Cap III — Sintonize! Duelo em duplas
Assim que o segundo capítulo foi terminado, eu fiz algumas anotações de como deveriam ser as coisas nos capítulos futuros, para separar os acontecimentos em mini arcos dentro da história.
E por falar em arco, do capítulo I até o III é composto um arco, chamado Bem Vindos Duelistas.
Enfim, olhemos essas anotações
—
Personagens
Cayel — A carta do Stardust ainda não está teoricamente na mão dele, então até lá ela só fica observando e julgando o rapaz, isso tudo vai mudar quando ele duelar contra o "rare hunter" que roubar o Black Rose Dragon
Susie — Seu desenvolvimento vai começar mais após o retorno da carta roubada, enquanto isso ela apenas duela e continua com sua postura rigida
Isac — Isac vai ter alguns duelos de destaque, um em dupla com o Cayel, de preferência no terceiro ou quarto capítulo e um duelo próprio contra algum outro Rare Hunter, ou o mesmo inclusive
Yuca — Vai ter sua posição como rival no momento, não vai ter muitas aparições importantes, exceto revelando quem está com o Black Rose e aparecendo no duelo para auxiliar o Cayel
Enredo
O pequeno plot dos rare hunters começa a partir do capítulo 4, estendendo-se até o capítulo 8 possivelmente, neste momento vai ser a aparição do Stardust Dragon
Após esse micro arco, teremos um capítulo de "finalização" sendo dividido em 2 ou 3 partes, onde ocorre o sequestro e a chantagem e a eventual busca pelo Stardust, após essa "finalização" teremos a apresentação de Gen, que escutou rumores sobre o Stardust Dragon, rola um time skip já que decidiu manter a poeira baixa por um tempo e assim que todo o tempo passa ele tenta atrair Cayel para o lado deles através de um evento de inscrição para se tornar um duelista de velocidade
Depois desse momento teremos a apresentação de May, a construção do primeiro Duel Runner do Cayel, e o começo dos Riding duels, sendo um bom momento para inaugurar o volume 3 assim que tudo começar a se consolidar, com mais 2 integrantes da turma se tornando riding duelists também
—
É, bastante coisa, mas vamos começar com os personagens
Como dá pra ver, o sumido Stardust Dragon era pra ter feito uma aparição, ainda que mais tardia do que na história original, uma vez que o material original estava sendo transcrito para cá, e ele incluía essa pequena confusão com ladrões de cartas
A Susie só ficaria de boa, sem muita ação neste começo, enquanto o Isac teria seu duelo em duplas (que aconteceu no capítulo) e um duelo contra um destes Rare Hunters, logo no capítulo seguinte
E o Yuca, bem, as anotações falam por si mesmas.
Quanto ao enredo, dá pra ver como esse primeiro volume ia ficar ocupado só com esse pedaço da história, que acontece em cinco capítulos na trama original, e iriam virar oito.
Teríamos nomes conhecidos, como o vilão Gen, que estaria de volta, e May…que apareceria no terceiro volume? Que?
Então, aqui vai mais história.
Rise Retale teria quatro volumes, o primeiro deles sendo chamado de Just an Apprentice, que ficaria responsável por contar a trama dos primeiros 12 capítulos de Rise, esse volume já tinha até uma capa (que eu infelizmente não consigo mostrar aqui no Spirit)
Acontece que, no começo, estava até fluindo, inclusive consigo pegar alguns trechos desses capítulos (já excluidos) para demonstrar
Esse capítulo começou a ser escrito em 2021, mas só foi ser terminado em julho de 2022, e todo o segmento foi cancelado em agosto de 2022
Então, para que essa sabedoria não fique perdida no tempo, aqui estão os trechos dos capítulos I e II do que seria o segmento cancelado, em Rise:
Capítulos
Um convite bem vindo
- Uma velha fita é inserida em um aparelho de videocassete, conectado a uma televisão grande, apoiada na parede, um alguém se assenta em sua cadeira, preparando-se para dar play no conteúdo da fita.
Um vídeo então começou a ser reproduzido, neste, um jovem estava a frente do que parecia ser uma câmera, usava óculos de armação quadrada, tinha cabelos azuis e olhos em cor de âmbar.
? — Olá! Eu me chamo Cayel Fujiwara, tenho 16 anos. Estou enviando esse vídeo como uma forma de participar do sorteio que vocês aí na King of Games estão fazendo. Pois bem, eu sou um grande fã de Phariah, assisti todos os duelos, tenho pôsteres de todos os campeonatos que já participou, e quando fiquei sabendo que você estava fazendo esse concurso eu sequer pensei duas vezes, graças a você eu me tornei um grande entusiasta de Duel Monsters, inclusive tenho aqui comigo meu próprio deck que montei sozinho, então eu gostaria muito de participar nesse seu torneio, para poder ter a chance de me tornar seu aprendiz, seria o maior sonho que eu poderia realizar…pronto, agora é só enviar. . . — A reprodução do vídeo se encerrou.
Ao lado de seu assento, aquele que ali estava sentado pegou uma folha de papel e uma caneta tinteiro, colocando-as em cima da pequena mesa à sua frente, logo mais começando a redigir algumas frases.
? — Caro Cayel, seria um prazer receber um fã como você em meu torneio, aqui você irá encontrar muitos desafiantes e poderá amadurecer como um duelista, espero vê-lo aqui, assinado Phariah — Pegou aquele papeu e dobrou-o com cuidado, colocando em um envelope, fechando e carimbando em seguida.
Phariah — Um fã de carteirinha, fico sempre tão feliz de encontrar um…
Phariah é o atual campeão de Duel Monsters, o denominado rei dos jogos, junto da corporação que cuida dos assuntos do jogo de cartas Duel Monsters, corporação K.O.G, ele está organizando um torneio para decidir quem seria seu primeiro aprendiz no mundo dos duelos.
Ficou naquela sala assistindo a cada um dos vídeos dos candidatos, escrevendo cartas de convites para aqueles que ele gostava, era uma pessoa tranquila e um excelente jogador.
Phariah — Estou quase terminando por hoje, fico feliz em ver tantos candidatos!
E assim prosseguiu, bem antes do sol nascer, isolado em seu privado e quieto quarto pessoal…
. . . . . .
O sol já raiava pelo céu, os horários de aula haviam acabado, era o início das férias de verão. Por isso, Cayel chegou extremamente animado em sua residência, mal entrava em casa e já olhava sua correspondência, ansioso para ver se havia algo para ele
Cayel — Vejamos… — ele começou a olhar as correspondências — Catálogo de perfumes...não — ele jogou o envelope para trás e passou para o próximo — panfletos… — ainda nada — não sei o que é isso… — Até que finalmente… — Achei! Uma carta de envelope preto e letras vermelhas, que bela! — Ele a abriu com todo cuidado.
Cayel — Caro Cayel, seria um prazer receber um fã como você em meu torneio, aqui você irá encontrar muitos desafiantes e amadurecer como um duelista, espero vê-lo aqui, assinado Phariah...Eu não posso acreditar...eu entrei! — O ânimo logo tomava conta de seu corpo — Eu mal posso acreditar, eu consegui!! — Ele olhava a parte de trás do envelope — Seu transporte será realizado em breve…aguarde nossa equipe… — Ele pensou por um momento — e se eles já tiverem passado? QUANDO FOI QUE EU RECEBI ESSA CARTA?
Para não entrar em desespero, decidiu respirar fundo.
Cayel — Eu apenas não vou acreditar que eles passaram…acho bom arrumar minhas coisas se essa for a ocasião, e que seja rápido — Ele prontamente subiu para seu quarto, pegou sua mochila e foi juntando as roupas de suas gavetas, junto de outras coisas como escova de dentes e desodorante, e o mais importante, seu deck, deck este que havia montado sozinho e tinha muito orgulho disso. — Mal posso acreditar que realmente vai acontecer…
Pode ficar algumas boas horas se aprofundando em suas doces fantasias e tudo mais que sua mente pode imaginar naquele momento, sua viagem apenas foi interrompida quando alguém bateu à porta.
Cayel — Já?! Ao menos não perdi o transporte. Já estou descendo! — Ele fechou a mochila e rapidamente desceu as escadas, chegando lá embaixo avistou dois rapazes de terno, junto de um ônibus de transporte, estacionado ao lado de sua casa.
Batendo seus olhos dentro do ônibus pode ver que já haviam outras pessoas, que ele presumiu serem todos participantes rivais
Segurança — Serviço de transporte da KOG, você está pronto para partir?
Cayel — Pode apostar que sim — Ele deu um passo confiante para fora da porta, entrando no ônibus, pegou um dos poucos lugares vazios no fundo do veículo. Alguns dos participantes trocavam suas experiências em conversas, outros ficavam mais quietos, e tinham até aqueles que haviam adormecido no meio do caminho, sem sombra de dúvidas aquilo era algo diferente, e era hora de começar a pensar competitivamente.
O ônibus partiu da casa de Cayel, seguindo sua viagem, a próxima parada era o porto de carga de Neo Domino, local de partida para a renomada ilha do reino dos duelistas, um local bem exótico e memorável para ser utilizado no concurso.
Foi uma boa e tranquila hora de viagem até que finalmente pudessem chegar ao seu destino.
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Chegando ao porto hora de descer e ficar de cara com o mar, havia um grande navio à espera de todos, com um grande número de pessoas reunidas ao redor de um palco. Não querendo demorar muito, Cayel pegou sua mochila e se aproximou do local.
Sequer precisou esperar muito tempo para ver pra que servia aquele palco, Phariah em pessoa subiu ao palco, com um microfone em mãos, só de estar ali já havia valido a pena, ele não podia se sentir mais alegre
Phariah — Saudações duelistas — Ele acenou para todos que estavam ali — Estão animados? — Essa foi a deixa para diversos assobios e gritos da plateia — Muito bem, cada um de vocês foi selecionado manualmente para esse torneio privado que estou organizando. Desde que me tornei o Rei dos Jogos pude perceber que existe em todo duelista um potencial adormecido esperando pela tutela correta, com isso decidi realizar essa competição para que possam se descobrir e se impor em seus duelos, e para aquele que for condecorado o vencedor, farei o meu pupilo pessoal.
Cayel — (É ele mesmo…sequer dá pra acreditar que eu estou aqui! Caramba…eu vou fazer de tudo para virar o seu pupilo!) — Pensou o rapaz, eufórico
Phariah — Por fins de segurança, cada um de vocês receberá um disco de duelo de uso exclusivo para a ilha onde estão prestes a ir, permitindo rastreamento fácil e contabilização de pontos, pontos esses que são obtidos através de duelos, duelos simples valem um ponto, duelos em dupla valem dois, só que vocês também podem apostar mais pontos, e graças a isso temos diferentes fases de pontuação. São quatro fases, a primeira se encerra quando 40 participantes atingirem 5 pontos, a segunda quando 20 atingirem 10 pontos, a terceira quando 10 atingirem 15 pontos e por fim a última quando 5 atingirem 20 pontos. Ao fim da última fase, aquele que não for derrotado será declarado o vencedor. Acredito que com isso tenham informações suficientes para prosseguirem, vejo vocês em breve em seus dormitórios, desejo a todos muita habilidade, pois nem só de sorte vive o duelista.
Com isso ele saiu do palco, em direção ao transporte particular que lhe esperava, o discurso havia surtido um efeito imediato e uma euforia enorme, eram mais de 200 participantes e apenas 40 passariam pela primeira fase
Cayel encheu-se de motivação, colocando sua mochila em suas costas e já partindo em direção ao navio como os muitos outros, era hora de começar sua própria aventura.
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É Hora do Duelo!
Após muitas horas de viagem de navio, finalmente era hora de desembarcar na prestigiosa ilha conhecida como Reino dos Duelistas, neste local ocorreram muitas batalhas lendárias entre do tipo que você escuta histórias sobre toda vez, duelos improváveis, reviravoltas eletrizantes, pisar nesta ilha era como ter uma dose injetada de nostalgia para algo que sequer havia vivido.
Ao parar no porto da ilha, Cayel desceu de seu navio, vendo que no local já haviam desembarcado a maioria dos duelistas que vieram nas outras embarcações, uma breve caminhada de pouco mais de 10 minutos e todos já se encontravam separados em seus diferentes dormitórios.
Estes dormitórios haviam sido construídos para comportar todos os 200 participantes, cada um contava com 10 quartos e 4 camas em cada quarto, totalizando 5 diferentes dormitórios.
Assim que chegaram em seus quartos cada um encontrou sobre suas designadas camas um bracelete escuro, com espaço suficiente para acomodar um deck, que continha uma carta de instruções do lado que dizia:
“Sejam bem vindos duelistas, acima de suas camas encontram-se seus braceletes de duelo, assim que os colocarem em seus braços será solicitado que vocês escolham seu monstro avatar, como uma forma de registro para o torneio.
Para utilizarem seus discos de duelo bastará que ambos os duelistas gritem a palavra Duelo enquanto estiverem próximos o suficiente para iniciar a sequência de batalha, fiquem preparados pois os duelos serão liberados a partir das 20:00, deem seu melhor em busca da classificação da primeira etapa, vejo vocês em breve
Assinado: Phariah”
Com isso em mente, Cayel colocou seu baralho na pulseira, onde uma interface digital se abriu.
Tendo acesso a todas as suas cartas, decidiu usar seu Obnoxious Celtic Guard como avatar, visto que esta havia sido a primeira carta que havia ganho quando começou a montar seu próprio baralho.
Como todo fã e aspirante de monstros de duelo, se imergir no mundo dos jogos era um sonho que apenas precisava de um pouco de incentivo para se tornar realidade, depois de assistir diversos jogos de seu duelista favorito, que por coincidência era o rei dos jogos, ele decidiu tomar seu primeiro passo e ir atrás de seus sonhos.
Havia montado este deck sem a ajuda de ninguém e até o dado momento não havia tido a oportunidade de testar seu próprio baralho em um duelo real, havia baseado-se em um de seus arquétipos favoritos, um dia usado por Phariah em seus tempos de jovem, o Silent Swordsman.
Essa era sua primeira e melhor oportunidade de mostrar que ele também podia ser um duelista, e que estava determinado a buscar o seu sonho e se tornar o primeiro pupilo do rei dos jogos.
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Algumas horas se passaram, os duelistas já estavam completamente espalhados, contando os últimos segundos antes de suas pulseiras de duelo serem liberadas, era possível escutar murmúrios vindos das árvores, quem sabe não fossem duelistas próximos.
Cayel — (Essa é a hora, o momento que tanto esperei, ainda não acredito que estou aqui…mas agora tudo que eu preciso são os 5 pontos, com tantas pessoas por aqui não deve ser difícil, o problema é que serão apenas 40, quantos já não devem estar esperando por aí? Deveria ter conversado mais com os outros dentro do dormitório)
Em meio a seus próprios pensamentos, foi interrompido por um outro alguém que ali se aproximou
? — Hey, garoto — Disse uma voz feminina, vinda das sombras das árvores.
Cayel deu uma boa olhada para os lados, não tentando encontrar a voz, mas sim verificando se não estava falando com um outro alguém.
Cayel — Falou comigo? — Perguntou o rapaz, confuso
? — Acho que não tem mais ninguém aqui, ao menos não que eu saiba. — Ela também parou para olhar os seus arredores — É, só você mesmo.
Cayel — Bem, por que me chamou? — Continuou o rapaz
? — Faltam pouco menos de 20 segundos para liberarem os duelos e você é o primeiro duelista à minha frente, acho que isso já explica bastante coisa.
Cayel — Explica sim…mas fico surpreso que tenha sido o primeiro duelista quem viu, parece que tem bastante nas proximidades do dormitório.
? — Acabei saindo um pouco mais tarde que os outros, mas não tinha ninguém na porta, mas acho que isso não faz muita diferença agora, mas diga-me, aceita o desafio? — Perguntou a garota
Cayel — Pode apostar que sim.
E assim eles trocaram olhares, vendo os últimos tiques do relógio antes do momento marcado…
3
2
1
E assim que viraram as 20:00
Cayel & ? — Duelo!
8000 LP 8000
Seus braceletes se ativaram, o metal altamente flexível se remodelou em um disco de duelo completo, com seus respectivos visores e hologramas, aquela era realmente uma tecnologia de ponta vinda da corporação KOG.
Cada um deles então puxou 5 cartas de seus baralhos.
? — Damas começam — Exclamou a garota — Eu invoco Destiny Hero — Drilldark em modo de ataque (Dark — Warrior — 4 — Efeito — 1600/1200), em seguida eu ativo o seu efeito, quando invocado ele me permite fazer a invocação especial de outro Destiny Hero de minha mão, venha Destiny Hero — Celestial, em modo de ataque (Dark — Warrior — 4 — Efeito — 1600/1400), por enquanto é isso, eu encerro meu turno — 3 Cards Remaining.
Cayel — Tudo bem, é meu turno, eu compro — Ele puxou sua sexta carta — (Muito bom, vamos lá) Eu invoco Obnoxious Celtic Guard em modo de ataque (Earth — Warrior — 4 — Efeito — 1400/1200) em seguida vou equipa-lo com a minha magia de equipamento Divine Sword — Phoenix Blade, o que aumenta os pontos de ataque dele em 300 pontos, subindo para um total de 1700.
? — (Cartas de equipamento, não achei que teria outra pessoa usando-as aqui)
Cayel — Batalha, Celtic Guard ataque o Celestial dela, Investida da Guarda Celta
? — Eu ativo um efeito rápido da minha mão, descartando Elemental Hero — Honest Neos eu aumento os pontos de ataque do meu Celestial em 2500 pontos até o fim do turno, subindo para 4100, sinto muito rapazinho, mas esse ataque não vai passar.
Cayel — O efeito do meu Celtic Guard é ativado, ele não pode ser destruído por monstros com mais de 1900 pontos de ataque.
? — Mas você ainda sofre o prejuízo
Cayel 5600 LP
Cayel — Eu encerro o meu turno por aqui — 4 Cards Remaining.
? — Tudo bem, é meu turno, eu compro — 4 Cards Remaining — Eu invoco Vision Hero Vyon em modo de ataque (Dark — Warrior — 4 — Efeito — 1000/1200) em seguida eu ativo seu primeiro efeito e envio Destiny Hero — Malicious para o meu cemitério, e agora eu vou ativar o segundo efeito de Vyon, banindo Honest Neos do meu cemitério eu adiciono a minha mão a magia Polimerização.
Cayel — (Uau, pelo visto quer trazer uma visão para o campo)
? — Para completar, eu ativo Polimerização de minha mão e fundo ambos Drilldark e Celestial para invocar Destiny Hero — Dystopia em modo de ataque (Dark — Warrior — 8 — Efeito — Fusão — 2800/2400), como ele foi invocado especialmente eu ativo o efeito dele, eu escolho meu Drilldark no cemitério e você sofre danos iguais aos pontos de ataque dele, totalizando 1600.
Cayel 4000 LP
? — Agora eu parto para minha fase de batalha, Dystopia ataque o Celtic Guard dele.
Cayel — Novamente o efeito dele se ativa, ele não é destruído em batalha por monstros com mais de 1900 pontos de ataque.
Cayel 2900 LP
? — Esse vai ser o fim do meu turno. — 2 Cards Remaining
Cayel — É minha vez, eu compro! — 5 Cards Remaining — (Isso deve ajudar um pouco, mas não vai me salvar para sempre, preciso do LV3, de resto não consigo partir para o ataque) Eu ativo mais uma magia de equipamento, Noble Arms Caliburn e a equipo a meu Celtic Guard, ele ganha 500 pontos de ataque, subindo para 2200. Assim também ativo o segundo efeito dessa magia de equipamento, recuperando 500 pontos de vida.
Cayel 3400 LP
Cayel — Batalha, Celtic Guard ataque o Vision Hero dela!
? 6800 LP
? — (Parece que ele está ficando um pouco empolgado com isso tudo, por que eu não poderia também?)
Cayel — Eu encerro o meu turno por aqui — 3 Cards Remaining
? — Beleza, é meu turno, eu puxo! — 3 Cards Remaining — Eu ativo a magia Destiny Draw, enviando Destiny Hero — Dreamer de minha mão para o cemitério eu compro duas cartas — 3 Cards Remaining — Agora eu ativo a magia Allure of Darkness e compro mais duas cartas e bano Elemental Hero — Shadow Mist de minha mão, e agora para sua surpresa eu também vou ativar uma magia de equipamento, é a minha cópia de Divine Sword — Phoenix Blade, eu equipo ela ao meu Dystopia subindo os pontos de ataque dele para 3100 pontos.
Cayel — (Se continuar desse jeito eu não vou aguentar mais do que 3 turnos, preciso de alguma coisa e rápido)
? — E agora eu vou ativar o segundo efeito do meu Dystopia
Cayel — Segundo?!
? — Se o ataque dele está diferente do que é originalmente, eu posso destruir uma carta em campo, e eu escolho seu Guardião Celta, em compensação o ataque dele retorna ao normal.
Cayel — (Esse efeito é perigoso…mas eu também posso usar ele a meu favor)
? — Batalha, Dystopia ataque-o diretamente.
Cayel — Abrir carta armadilha, Mirror Force, todos os seus monstros em modo de ataque são destruídos e o seu ataque não causa dano algum.
? — Precavido, bem, não sobrou muito que eu possa fazer agora, eu encerro o meu turno — 2 Cards Remaining
Cayel — Beleza, é minha vez, eu compro — 4 Cards Remaining — (Isso!) — Eu ativo a magia Monster Reborn, vou usar ela para invocar especialmente seu Dystopia no meu campo em modo de ataque! (Dark — Warrior — 8 — Efeito — Fusão — 2800/2400) Agora Dystopia, realize um ataque direto.
? 4000 LP
? — Você está mesmo curtindo esse duelo — Disse a garota.
Cayel — É o meu primeiro duelo, acho que seria difícil não estar gostando dele — Respondeu o garoto, com um sorriso confiante
? — Tudo bem então, vou entrar na sua onda também.
Cayel — Beleza! Eu baixo uma carta e ativo a magia de equipamento Fighting Spirit, equipo ela em Dystopia e encerro meu turno. — 2 Cards Remaining.
? — É meu turno, eu puxo! — 3 Cards Remaining — Eu ativo o efeito de Destiny Hero — Malicious no meu cemitério, banindo ele eu invoco outra cópia para o campo em modo de ataque (Dark — Warrior — 6 — Efeito — 800/800) agora eu vou ativar uma magia rápida de minha mão, Mask Change, com ela eu seleciono meu Malicious e invoco outro herói fusão especialmente do meu Extra Deck.
Cayel — Eu ativo minha carta armadilha em resposta, Dark Bribe, o efeito da sua magia é negado mas você compra uma carta.
? — (Pelo que vi somente agora aquela sua carta de equipamento aumentou os pontos de ataque do meu Dystopia, planeja usar meu próprio efeito contra mim…inteligente da sua parte) Isso não é problema, por que eu tenho uma segunda cópia de Mask Change aqui na minha mão, eu ativo-a e seleciono meu Malicious Novamente.
Cayel — Eu ativo o efeito rápido de Dystopia, como o ataque dele agora está em 3100 eu posso destruir uma carta sua, e eu vou destruir seu Malicious, direto para o cemitério.
? — (Te peguei) Vamos ver qual a sua resposta para isso, eu ativo a magia Allure of Darkness e compro mais duas cartas e bano a segunda cópia de Vision Hero Vyon da minha mão, por fim ativo novamente o efeito de Malicious no cemitério para invocar uma terceira cópia dele de meu baralho (Dark — Warrior — 6 — Efeito — 800/800), e como ainda tenho a minha invocaçãpo normal, eu invoco Destiny Hero — Drilldark em modo de ataque (Dark — Warrior — 4 — Efeito — 1600/1200), mas não acabou aqui, eu baixo uma carta, e a agora como não tenho mais cartas em minha mão, posso ativar o efeito de Celestial no meu cemitério, banindo ele e a outra cópia de Drilldark que possuo eu compro mais duas cartas.
Cayel — Eu sequer sabia que era possível realizar uma jogada desse nível, uau.
? — A surpresa está só começando, não se preocupe — 2 Cards Remaining — Se quer usar meu monstro contra mim, eu sei exatamente como derrota-lo, eu ativo a magia Polimerization e fundo meu Malicious e meu Drilldark em campo para invocar especialmente Vision Hero Adoration em modo de ataque (Dark — Warrior — 8 — Efeito — Fusão — 2800/2100), por fim, banindo Malicious e a ultima cópia de Drilldark do meu cemitério eu adiciono Divine Sword — Phoenix Blade de volta a minha mão, e vou equipa-la a meu monstro, subindos seus pontos de ataque para 3100.
Cayel — (Caramba, que jogada incrível!) — Ele estava muito impressionado com tudo aquilo que via, essa era a adrenalina do duelo correndo em suas veias.
? — Batalha! Adoration ataque Dystopia e destrua-o!
Cayel — Eu ativo o efeito de Fighting Spirit, em vez de destruir o monstro é ela quem sera enviada para o cemitério em seu lugar.
? — Conseguiu mais um turno, eu encerro a minha vez aqui.
Cayel — Beleza, é tudo ou nada, vamos lá, eu compro! — (Isso…vai me servir muito bem, mas não agora, preciso que ela não tenha absolutamente nada em sua mão para ao menos ter certeza) Eu encerro meu turno.
? — (E ai se foi a sua chance) — Tudo bem, eu puxo! — 2 Cards Remaining — Beleza, aqui vou eu novamente, eu ativo a magia Destiny Draw virada em meu campo e envio meu Disk Commander para o cemitério, comprando mais duas cartas. . . (É…acho que o resultado não foi o dos melhores essa vez…) Eu passo para minha fase de batalha, Adoration, destrua Dystopia!
Cayel 2800 LP
? — Encerro meu turno por aqui, é sua vez
Cayel — Beleza, é meu turno
Tinham algumas mudanças de nomes, especialmente do Phariah, que antes era chamado de Prom, mas esses também eram, assim como os capítulos I e II são representativos dos capítulos 13 e 14 de Rise, releituras dos primeiros dois capítulos desse volume.
Antes mesmo de cancelar o volume, estava pensando em publicar ele em meio aos outros, já que ele compunha um pedacinho de história do final da trama…mas acabou completamente cancelado
Agora falando do capítulo em sí, era pra ser só mais um duelo, pra melhorar a sinergia de Cayel e Isac, mas acabou evoluindo em algo diferente.
Pode se chamar de uma metamorfose ambulante, e essa foi uma das poucas vezes em que a trama se reinventou enquanto eu escrevia
Os gêmeos Aria e Ardan foram introduzidos, e o que eram pra ser só dois personagens de fundo acabaram se tornando figuras únicas, que voltaram depois inclusive.
Aria é a irmã arrogante, mandona e super confiante, enquanto Ardan é calmo e bem gente fina
A dualidade desses dois ofereceu um desafio interessante para que Cayel e Isac pudessem se reinventar, e unir forças para vencerem seu primeiro duelo juntos
E eles acabaram entrando pro repertório de personagens que eu agora tenho muito afeto sobre.
Ainda verão mais deles, podem ter certeza.
Cap IV — O conto de uma rosa negra
Cara…que capítulo confuso…mas ao mesmo tempo, que capítulo fenomenal!
Esse capítulo marcou a quebra de uma das maldições que eu tinha com a escrita, que era a maldição do quinto capítulo, onde sempre nos capítulos de número 5 ocorria uma mudança drástica no enredo.
Dessa vez foi no quarto mesmo.
Essas eram as anotações que eu tinha antes de começar a escrever o quarto capítulo:
Algum capítulo que seja apenas um sonho, quem como uma prequel ou uma nova leitura do contos e visões, onde ao invés do que mais anseiam acontecer, vai ser justamente o contrário, mas que dessa vez não vai revelar vilão nenhum
Ideia bem maluca, pode ser só um sonho doido da Susie para character development também
O resto eu não posso revelar ainda, mas em tese era isso, para ser uma releitura do que foi o capítulo Viagem, Sonhos e Visões da trama original, responsável por prosseguir a história.
Acontece que aqui começaram a surgir algumas ideias, do que poderia ser esse sonho, no início seria para todos, depois se tornou exclusivo da Susie…e por fim começou a se desenvolver no que se tornou
Pra começar, o nome do capítulo sequer era o mesmo, era Controle as Chamas Negras, e era bem focado na Susie, iniciando tudo aquilo que seria o arco dos Rare Hunters
E sobre o sonho? Também era drasticamente diferente, vejam só como era durante essa época:
—
Em sua casa, Susie deixou sua mochila no quarto, deitando-se em sua cama para tirar um breve cochilo, ainda que o dia tivesse sido bem calmo e tranquilo, se sentia cansada, quase exausta. Fechou seus olhos e aconchegou-se em meio a seu travesseiro, adormecendo em pouco tempo
A leve brisa que vinha com o vento refrescou seu quarto, acompanhando-a em seus sonhos
Era como uma visita ao antigo distrito de satélite, o céu acinzentado, coberto pelos fumos das fábricas e indústrias que ainda operavam naquele lugar
Sentada no porto, à beira do mar, tendo uma clara vista de todo o oceano infinito que cercava o horizonte em sua frente, tinha seu disco de duelo em seu braço, sentia a brisa fresca do mar em seu rosto.
Não era um local qual havia visto antes, ao menos não tão calmo ou tão próximo, em meio a calmaria pode escutar alguns sons não muito distantes, eram sons familiares que poderia reconhecer até uma milha de distância, aqueles eram sons de um duelo acontecendo.
Levantou-se animada, caminhando em direção ao som, era como uma doce melodia que atraia seus ouvidos, um efeito de atração. Ao se aproximar o suficiente viu um grupo de crianças pequenas brincando e se divertindo com o duelo, perguntou então se podia se juntar a eles e logo mais já estavam todos duelando ali.
Conforme o jogo fluiu, em seu campo já tinha todos os materiais para fazer uma de suas novas jogadas assinatura, e logo que pensou nela vieram novamente os arrepios, ainda mais intensos que da última vez
os círculos de sincronização se fecharam e surgiu o grandioso Black Rose Dragon, seu tamanho ameaçador acompanhado de ondas de ventania, que traziam até mesmo a água do mar em seu meio, a presença de seu monstro ás lhe trazia satisfação, as crianças observavam o monstro com encanto em seus olhos
Assim que ordenou o ataque de seu monstro entretanto, viu as coisas saírem de controle, ao invés de seguir as instruções, pareceu que havia ficado descontrolado, seu rugido ficou mais alto, ensurdecedor, seus espinhos negros balançavam violentamente para todos os lados, consigo traziam uma ventania ainda mais violenta, acompanhada de uma chuva, como se todo o céu se fechasse, os olhares de encanto logo se transoformaram em puro terror.
O grande e imponente dragão abriu sua boca, preparando-se para liberar suas labaredas negras naquele lugar, era uma mistura de medo e emoção estar perto daquela criatura, todo o brilho e calor das chamas emergentes enchia seus olhos, preenchendo toda sua visão com um clarão
. . .
Quase em um pulo, Susie se levantou assustada, olhando ao seus arredores, sua janela estava aberta, ventos rápidos invadiam o quarto junto da chuva que caía durante a madrugada.
Susie — Por quanto tempo eu dormi? — Levantou-se para olhar o relógio, eram quase duas horas da manhã — Eu estava me sentindo tão exausta, mas não acredito que dormi tanto tempo assim…esse sonho pareceu tão rápido e confuso.
Fechou sua janela e desceu em direção a cozinha para se alimentar, ainda se lembrando de cada detalhe do sonho vívido
Susie — Acho que isso tudo tenha acontecido só por causa daquele comentário que Cayel fez mais cedo, por algum motivo devo ter ficado com aquilo na cabeça quando fui dormir — Ela se sentou à mesa — Mas ver Black Rose descontrolado daquele jeito…me deixou um pouco preocupada — Ela tomou um copo de água — Ainda bem que é só uma carta, e isso foi só um sonho
A chuva continuou a cair, conforme a madrugada passou
. . .
Quando a chuva cessou, já era manhã, algumas poucas gotas ainda caiam aqui ou ali, mas o sol já cobria o céu com seu brilho alaranjado
Sábado costumava ser o dia de organizar as tarefas de escola e arrumar a casa, o que normalmente inclui algumas tarefas como varrer os cômodos, tirar a poeira e organizar as roupas, nada muito complicado
Quanto às tarefas de escola, nada muito difícil, deixava apenas aquelas tarefas que não conseguia realizar na escola para fazer ao longo do fim de semana, e ainda sim algumas eram coisas mínimas que não teve o tempo de terminar.
Por fim se via sem nada para fazer, pouco havia começado a tarde de seu fim de semana.
Sentou-se no sofá e suspirou aliviada, todas suas tarefas feitas, já havia almoçado, ia ligar a televisão para ver se algo estava passando em algum dos diversos canais, mas decidiu apenas se sentar um pouco, aproveitando o conforto.
Susie — Tudo feito, que satisfatório — Apoiou sua cabeça sob uma das almofadas do sofá, ficando a observar o teto — Os meninos disseram sobre os duelos na escola, será que eles vão? — Ficou então pensando por alguns momentos — Do jeito que o Cayel é, não duvido que ele ainda esteja dormindo até agora, e se ele não for o Isac também não deve ir…ia ser meio chato, mas acho que não tenho nada melhor para fazer mesmo, mas eu só vou mais tarde, quero descansar mais um pouco agora.
Cobriu seu rosto com uma das almofadas e relaxou o corpo, tirando um breve descanso, queria esperar que o sol ficasse mais baixo para não sofrer tanto com o calor, então um cochilo era a melhor maneira de deixar o tempo passar.
Aproveitava o momento de descanso para voltar a pensar no sonho que teve mais cedo, tentando encontrar algum sentido nele, ou quem sabe até mesmo continua-lo, tudo parecia extremamente desconexo, jamais havia visitado ou visto Satelite, ou sequer uma daquelas crianças que agora mal se lembrava o rosto, por fim tinha Black Rose, um monstro projetado por hologramas não devia ser capaz de realizar algo daquela magnitude.
Era louco o suficiente para ser apenas um sonho maluco, mas ao mesmo tempo também era real o suficiente para despertar curiosidade.
Sem achar muitas respostas, Levantou-se algumas horas depois, tratou de tomar um refrescante banho, vestir roupas confortáveis e pegar seu disco de duelo e seu baralho, saindo pela porta da frente de sua casa em direção ao ginásio da escola.
Ainda que não fosse completamente fanática por duelos, Susie se via em um local confortável onde poderia ter um bom futuro a sua frente, nem que fosse apenas para ir para uma academia superior de duelos e se formar como professora.
Não era a maior fã de adrenalina, então apenas fazia questão de pensar em duelos convencionais, nada de duelos de velocidade como Cayel.
O ensino médio seria porta para muitas e diferentes experiências, teria bastante tempo para decidir o que gostaria de fazer no futuro.
. . .
Chegando na escola, os portões estavam abertos para todos que eventualmente fossem comparecer, boa parte de todas as salas estavam fechadas e trancadas, afinal não havia motivo para não deixá-las assim.
Quando adentrou o ginásio, viu que estava bem vazio, tinham três duplas apenas duelando, eram todos alunos que não conhecia, então assumiu que fossem de classes mais altas. Sentou-se na arquibancada e ficou esperando algum dos duelos acabar para que pudesse desafiar alguém.
Não muito tempo se passou até que mais alguém entrou no ginásio, era mais um jovem adulto, possivelmente de outra turma, logo mais foi para a arquibancada, próximo a Susie.
? — Está esperando algum duelo acabar? — Perguntou o rapaz alto e de curtos cabelos castanho escuro
Susie — Até o momento, sim — Respondeu ela
? — Nesse caso, aceitaria um duelo? — O rapaz mostrou o disco em seu braço — A não ser que há tenha algum adversário lhe esperando.
Susie — Nao tenho nenhum, então acho que vou aceitar o desafio
? — Beleza, te espero no campo então — O rapaz foi descendo a arquibancada, indo em direção a uma quadra vazia, Susie logo mais fez o mesmo, indo até o rapaz
Ativaram seus discos de duelo, lá o aparelho mostrava o nome de seu adversário, identificado como Kaid, seus decks foram embaralhados e puxaram suas 5 cartas, apenas esperando a jogada da moeda virtual
Ela seria a primeira a jogar, ele o segundo, com isso estava oficialmente iniciado o duelo
Susie vs Kaid
4000 LP 4000
Susie — Certo, é meu turno
—
Drasticamente diferente, não?
Cerca de um dia depois que eu havia chegado nesse ponto, as coisas começaram a alterar drasticamente, e cerca de 7 dias depois, a versão que conhecemos hoje veio à tona, com o belíssimo nome que tem hoje.
E olha, tem muitas anotações que eu queria poder compartilhar agora, que dizem respeito só a esse conto e a história de Sarthus, Cylia e Iriko…mas eu não posso, por que são referentes a coisas que ainda podem (ou não) acontecer em volumes futuros.
Mas acreditem, até chegar na versão final para publicar esse capítulo, e ainda hoje, já foram feitas tantas alterações, ideias novas…caramba é muita, muita coisa…
Acontece que esse capítulo também inaugura um novo arco, intitulado de Veloz como um fantasma, que estarei comentando mais para frente…ou agora, nesse caso
Capítulo V — Subindo o Nível
Esse capítulo…sofreu muitas mudanças…muitas ao ponto de ter sido completamente reescrito umas três ou quatro vezes, quando já estava completo
E pra começar, ele nem tinha um nome, era um capítulo completamente novo
Não que o capítulo IV não tenha sido, mas ele já tinha sido parcialmente planejado, e ainda cumpriu em partes a promessa inicial
Já esse aqui, era um tiro no escuro
Era uma adaptação sendo feita enquanto era escrito
Eram ideias novas florescendo na trama
Segundo minhas prórpias anotações nesse período inicial:
Pontos de interesse:
Apresentação de algum perigo menor, ou construção menor
Focado no Cayel inteiramente e no Stardust Dragon
Ideia — Abordagem do WRGP e a pseudos presentação da Illiaster, algo como uma apresentação dos duelistas, nisso pode ocorrer um acidente em uma exibição (highway duel) e no meio disso Cayel fica em perigo, e o causador deste acidente vai esbarrar com ele, falando alguma frase de efeito como "Ainda não é sua hora, garoto" e ele vai parar no hospital ou coisa assim, uma inversão dos acontecimentos do sequestro da primeira história, e nesse acidente teremos algum sonho sobre o Stardust, o que finalmente vai desperta-lo
É, Illiaster, eles fariam uma aparição…mas já que estão sendo falados aqui, é sinal de que ficaram de lado
Remanescentes ficaram, entretanto, o que explica a aparição daquelas três figuras no começo desse capítulo…que meio que só ficaram sendo três figuras até então, mas o momento deles vai chegar.
E novamente vemos mais uma menção ao Stardust Dragon, que andou meio sumido…e continuou sumido até então, era para ele ter sido inserido bem cedo na trama, mas acabou que foi deixado de lado, e virou poeira estelar, literalmente
Muitas das coisas introduzidas nesse capítulo sofreram consequências dessa metamorfose ambulante, que acabou por alterar coisas em capítulos mais a frente que acabou tornando esse meio perdido no tempo
Para começar as mudanças, temos dois times que acabaram não se apresentando durante a abertura do WRGP, então por que não conhecemos eles um pouquinho?
—
- Senhoras e senhores, estamos de volta para nossa apresentação dos times dessa edição do WRGP, já tivemos a honra de receber aqui os últimos campeões do torneio, o time NWS, assim como os vice campeões do time USD, mas agora é hora de apresentarmos alguns competidores novos que estão fazendo sua estreia nessa edição, primeiramente temos mais uma equipe do continente europeu, vinda diretamente da Inglaterra, sejam bem vindos time Royal Queen Knights! (RQK)
Da baia 3, saíram três motos em altíssima velocidade, todas tinham uma mesma pintura em comum, aço polido reluzente, que dava impressão de ser feito do mesmo material que as antigas armaduras medievais
- O capitão do time, diretamente do país fundador da equipe, dêem boas vindas para Kavan Middleton!
Acelerando mais sua moto, Kavan ativou um dispositivo em sua moto, que começou a soltar uma fumaça prateada de seu escapamento
Kavan — Domino City, viemos aqui para mostrar o poder de nosso duelo real para todos, garanto que irão gostar
Altair -~Depois eu que sou o exibido — Resmungou o rapaz, no palco
- Em seguida, também da Inglaterra, a duelista de aço, bicampeã do circuito amador de duelos de velocidade, recebam com uma salva de palmas Amery Eirnwood!
A segunda moto por sua vez, realizou os mesmos procedimentos, liberando a nuvem de fumaça prateada atrás de sua moto
Amery — Esse será o palco do nosso espetáculo, vamos com tudo, para cima de todos!
Por fim, o terceiro integrante, mas não menos importante, ex campeão da liga profissional de duelos júnior, norueguês naturalizado na terra da rainha, seja bem vindo Flynn Thomas!
Para completar o trio, acionou o dispositivo de fumaça de sua moto, deixando os três duelistas lado a lado em alta velocidade, como se tecessem um desenho pela pista com suas nuvens de fumaça
Flynn — Viemos trazer a experiência diretamente dos campos de duelo para uma nova era de Riding Duels, é hora da evolução!
Elisa — Parece que esses estão bem mais animados
Nick — Considerando o histórico de cada um, fico surpreso como conseguiram reunir esses talentos em um time assim, só fico em dúvida do capitão, não parece ter feito algo tão grande quanto os outros dois
Tristan — Essa gente jovem é cheia de truques na manga
- Por favor dirijam-se a nosso palco central para suas apresentações formais
Após a volta de exibição, estacionaram suas D-Wheels ao lado das demais, subindo no palco como um trio e pegando o microfone do apresentador
Kavan — Muito obrigado por todo esse público, independente de onde estejam assistindo, aqui na plateia ou de outro país, apreciamos sua atenção e a chance de participar nesse grandioso evento — O alto rapaz de cabelos ruivos, porte atlético, pele branca e jovem, em seus 21 anos, terminou sua breve frase e passou o microfone para sua colega de equipe
Amery — Somos uma equipe formada por novas energias, uma nova chama que veio para trazer o título para nossa pátria e trazer orgulho para todos — Completou a jovem garota de 20 anos, de longos cabelos loiros, pele clara, altura mediana e corpo atlético, por fim passou o microfone ao último integrante de seu time
Flynn — É uma honra poder duelar em outro cenário tão diferente, e espero que aqui possa dar o meu melhor, para que todos possam ver a próxima evolução do mundo dos duelos! — Disse por fim, inspirado, em seus 19 anos, o rapaz de cabelos e olhos castanhos e pele branca estava pronto para a competição
Nick — Isso aqui ficou parecendo comercial de desodorante…
Elisa — É apenas esse excesso de confiança, veremos se irá se manter assim que a competição começar — Comentou com deboche, usando de seu sotaque francês
- Gostaria que ficassem aqui ao lado enquanto chamamos nosso próximo time de duelistas
O trio então se juntou onde estavam as outras demais equipes, mas não quiseram fazer nenhum comentário ou começar nenhuma conversa, quem sabe não estivessem mesmo tão determinados assim
- Nosso próximo time vem aqui do nosso país, novos participantes dessa competição que conseguiram a vaga na disputa do circuito Ásia Oceania, e ainda sim a equipe vencedora une elementos de todos os países participantes, com sua primeira participação aqui no WRGP, sejam bem vindos time Overdrive Astros (OA)
Da baía quatro, mais três motos saíram em alta velocidade, com uma pintura branca reluzente e diversas estrelas pela lataria, mostravam toda sua velocidade e habilidade na volta de demonstração ao redor do estádio
- Na frente temos a capitã da equipe, jovem talento e prodígio dos Riding Duels, uma das grandes promessas para essa nova geração de duelistas, dêem as boas vindas para Saiki Koyhara!
—
Acabou que os Overdrive Astros foram removidos logo na próxima edição do capítulo, um dia depois.
Mas esse evento era para ter sido grande…muito grande
O trecho que eu vou colocar aqui embaixo existiu por 1 dia e 10 horas, antes de ser completamente alterado
Senhoras e senhores, espero que aproveitem a leitura:
- Senhoras e senhores, estamos de volta para nossa apresentação dos times dessa edição do WRGP, já tivemos a honra de receber aqui os últimos campeões do torneio, o time NWS, assim como os vice campeões do time USD, mas agora é hora de apresentarmos alguns competidores novos que estão fazendo sua estreia nessa edição, três novos times estarão participando pela primeira vez do nosso WRGP! — Ele cativou a plateia novamente, levando todos a euforia
Mas algo diferente se escondia em outro local
Enquanto toda a plateia distraída, esperando o anúncio da próxima equipe, havia um alguém nos interiores do estádio, alguém que não devia estar ali
? — (O show de verdade está apenas começando…) — A figura que se encontrava nos interiores do estádio, próximo a porta que dava acesso direto a quinta baía do estádio, que ainda estava vazia, sem piloto algum, a figura subiu em seu veículo que estava estacionado ali e abriu a porta da quinta baía, acelerando para entrar na pista do estádio…e não demorou muito para que percebessem o veículo ali
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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!- Dêem as boas vindas ao time… — Neste momento, notou a moto em alta velocidade na pista — …ao que parece um outro competidor não identificado entrou na pista, vamos precisar da segurança na pista para escoltá-lo para fora, aguardem um pouco — Disse o apresentador ao microfone, e logo após isso aquela D-Wheel acelerou ainda mais
- Deve ser algum fã maluco, não é muito difícil achar alguém assim hoje em dia — A platéia começou a comentar na estranha ocasião
Cayel — (Não…essa D-Wheel dele é muito diferente, não parece algo que nenhum Speed Duelist que já vi tenha) — O rapaz pensou, enquanto via aquele veículo se movendo em alta velocidade pelo circuito, aquele veículo não parecia pertencer a nenhum time, era aerodinâmica e extremamente veloz, mais do que qualquer outra d-wheel que havia sequer sido usada por duelistas profissionais, pintada completamente de preto
? — (É hora…da minha vingança) — De sua moto, saiu uma estranha onda, sequer deu tempo de perceber de onde, uma interferência eletromagnética que desligou todos os equipamentos do estádio, luzes, telões, tudo
Sua moto, escura como a noite, o estádio inteiro sem luzes, tudo que dava para escutar era os sons dos ventos cortantes de sua moto, atravessando o estádio, quase imperceptível, como se fosse…
Um fantasma
O barulho dos pneus havia parado, ao que aparentava a moto havia reduzido sua velocidade e parado, o que não conseguiam ver entretanto era que ela estava virada bem de frente para o palco onde se reuniam os times, com todos os duelistas ali, perdidos no escuro
Um novo brilho despertou de toda aquela escuridão, vinha do mesmo veículo, mas não parecia algo bom
Sua aparência lembrava a de uma esfera de energia que estava em processo de carga, a cada momento que passava seu tamanho aumentava, e um barulho formidável acompanhava seu crescimento, como um sinal de perigo para aqueles que estavam em sua frente
? — Veremos se irão brilhar com as estrelas do norte, duelistas de velocidade
Tristan — Saiam daqui agora!
E então veio o disparo
. . .
Rápidas e consecutivas explosões saíram do palco, a força combinada da esfera de energia com a explosão das D-wheels que estavam estacionadas ali, a explosão iluminou completamente o estádio escuro, e levou o público ao desespero, que começou a correr em direção às saídas
? — E agora vem o segundo ato — Não demoraram nem alguns segundos para que forças de segurança entrassem em peso no estádio pela baia que ele mesmo havia aberto, com suas sirenes e faróis ligados, todos cercando a figura misteriosa e o seu veículo
- Desça da moto com as mãos para cima agora, você está cercado! — Disseram os seguranças, com armas e luzes apontadas para o piloto, que vestia uma roupa da mesma cor de sua moto, negra como a penumbra noturna
? — Bela entrada, profissional, mas só se esqueceram de um detalhe senhores policiais — Esta fala deixou todos os agentes de segurança confusos — Essa é a minha casa
E com um ronco arrasador de sua moto ligando novamente, começou a cantar seus pneus, produzindo uma intensa nuvem de fumaça, acompanhada de cortinas de fumaça auxiliares que saiam de sua moto, assim como o último time que havia se apresentado trouxe
- Temos autorização, atirem! — Uma chuva de tiros foi disparada no meio da nuvem de fumaça crescente, que se misturava entre fumaça da explosão, dos pneus e da cortina de fumaça auxiliar, por um breve momento não conseguiam mais escutar o som do motor
? — (Seja como o vento…que corta todo o horizonte) — De toda aquela fumaça sua moto saiu como um raio, pulando através da nuvem de fumaça em direção ao local por onde havia entrado, assim que passava pela porta, está se fechava, como uma tranca de emergência
A essa altura praticamente todos os espectadores haviam saído do estádio, estavam do lado de fora chamando por ajuda, enquanto esperavam socorro
As chamas da explosão, a fumaça, tudo continuava se espalhando rapidamente, com toda aquela escuridão não dava para saber como estavam os duelistas que estavam perto da explosão
E são nesses momentos que o instinto pode falar mais alto
Mas como toda regra tem sua exceção, ali estava ela…praticamente todos haviam saído do estádio, mas não todos
Descendo em direção a pista veio correndo Cayel, o rapaz pulou a grade de proteção e foi correndo em direção ao palco, guiando-se apenas pelo brilho das chamas
Ele sabia que alguém ali poderia estar gravemente ferido, e que até a chegada do socorro, poderia ser tarde
Quando havia corrido o suficiente para chegar perto do que havia testado do palco, pode ver com seus próprios olhos a cena, aquela explosão havia nocauteado a todos
Já tossindo por conta da fumaça, teve de agir rápido, chegou perto de Altair, que era aquele que estava mais próximo e tentou acorda-lo, sacudindo seu corpo
Cayel — Acorda…Acorda anda — Estava dando o seu melhor, mesmo com a dificuldade de respirar, e seus esforços deram certo, o rapaz logo mais acordou, assustado e confuso
Altair — Garoto, o que você está fazendo aqui? Vai chamar alguém para ajudar
Cayel — Eles já chamaram lá fora, só que vocês estão muito perto…das chamas…precisam sair daqui — Entre cada frase, tossia bastante por estar inalando cada vez mais fumaça, portanto decidiu tirar a blusa que havia vindo e colocou ela cobrindo seu rosto, como uma máscara
Altair — Tá…aguentem aí — Com um pouco de dificuldade e ainda bem desnorteado da explosão, conseguiu se levantar, e ter a visão de todo o cenário — Tente acordar aquele cara ali, eu vou tentar acordar Elisa e leva-la para longe dessa fumaça enquanto isso, se não conseguir iremos tentar com outra pessoa — Disse, se referindo a Tristan
Cayel foi até ele, e tentou acordar o rapaz, mas dessa vez não houve sucesso, no momento da explosão ele era um dos que estavam mais próximos, não estava consciente
Cayel — Ele não responde, eu vou tentar os outros três
Altair — Tá bom, toma cuidado com essas chamas! — Altair então foi até Elisa, começando a sacudi-la de leve — Hey, Elisa, tá me ouvindo?
Elisa — Urgh………o que aconteceu? Minha cabeça está a doer tanto… — Disse ela em meio a uma voz fraca
Altair — Escuta, preciso que você tente se levantar, tem um fogo se espalhando perto de nós, tem que sair daqui de perto
Elisa — Fogo? Por…por que tem fogo?
Altair — Eu não sei ao certo, alguém explodiu alguma coisa muito perto de nós, mas agora não é tempo para conversa, consegue se levantar?
A essa altura, Cayel estava tentando acordar Axel, que também estava no epicentro da explosão, sem sucesso
Cayel — Ele também não responde!
Altair — Droga!
Elisa — Eu consigo me levantar…só me dê um momento — Ela começou a se apoiar em seus braços, virando-se de lado
Altair — Eu já volto, vou ajudar o garoto a tirar os rapazes de perto do fogo — Altair então foi correndo até Cayel, que ainda estava do lado de Axel — Consegue pegar as pernas dele?
Cayel — Consigo sim
Altair — Eu vou pegar os braços e vamos carregar ele para o outro lado da pista, no 3 ... 1 ... 2 ... 3!
Com o esforço de ambos, levantaram Axel, carregando ele para longe das chamas e deixando ele deitado virado para o lado
Elisa — Tirem Tristan e Daniel dai…eu vou pegar o Nick e tirar ele daqui
A fumaça só tornava toda a tarefa mais difícil, Cayel que havia respirado a maior quantidade mal conseguia respirar direito, ficava tossindo bastante
Altair — Vamos lá ajudar eles, se aquilo incendiar mais D-Wheels vai acontecer outra explosão grande
Cayel — Tá…então vamos rápido
Eles voltaram em ritmo acelerado, gastando o pouco oxigênio que tinham correndo contra o tempo, primeiro levaram Tristan para longe da fumaça e da explosão, onde estaria seguro até a chegada do resgate
Elisa havia conseguido retirar o Nick de perto das chamas, faltando agora apenas Daniel
Cayel foi o primeiro a chegar perto de Daniel, Altair havia ficado com Elisa vendo o estado dos outros duelistas, já que alguns estavam consideravelmente feriados, mas as coisas não estavam muito boas para o garoto também
Tendo inalado muita fumaça, estava praticamente a ponto de ficar sem ar, mas tentou puxar o último duelista que estava nocauteado pela explosão, conseguiu arrastá-lo o suficiente para longe das chamas antes que elas atingissem a segunda fileira de motos, só que aquele já era seu limite
Cayel — Hey…temos que…sair daqui
—
É…a coisa estava em outro nível…
Nosso querido Speed Ghost era realmente uma ameaça, e Cayel tinha se metido em problemas, problemas sérios
Depois dessa edição, que estava viva só por algumas horas, foi hora de reescrever o capítulo, para o que veio a ser, com o Cayel em casa, vendo a cerimônia ao invés de estar no estádio e participar daquela coisa toda.
Nesse meio tempo, comecei a pensar em como seriam as coisas para os próximos volumes, seus focos, seus arcos, e disso sairam algumas anotações a respeito deles
Houveram muitas…muitas…muitas mudanças só nesses planejamentos futuros, então irei compartilhar o mais “precoce” deles, e ir comentando mais a respeito conforme avançamos nos capítulos.
Cap VII — Enfrentando Fantasmas
Com seus disco em mãos e com May pilotando, eles vão até a rodovia de duelos de Domino City, onde o Speed Ghost estará esperando por seus adversários, esse é o momento do confronto que tanto esperou, é hora de descobrir quem é o fantasma da velocidade
Cap VIII — Abra asas para o vento! Uma oportunidade única
Tendo sua performance da noite passada transmitida ao vivo na internet, a habilidade de Cayel desperta interesse em uma jovem e recém formada equipe de Riding Duels, que oferece o rapaz uma chance de finalmente realizar seu sonho, tirar sua licença de duelista e entrar em um grande campeonato, mas para isso terá que enfrentar seu primeiro Riding Duel contra uma equipe rival
Cap IX — 110%
Esquente os motores e acelere ao máximo, o duelo entre times continua, esse é o momento qual Cayel tanto esperou, seu primeiro Riding Duel e a chance de garantir a vitória do seu time e ficar um passo mais perto de sua licença, será que ele vai conseguir
Cap X — Duelista Licenciado, um novo mar de possibilidades
Finalmente Cayel agora é um duelista licenciado, e faz parte oficialmente de um time, o que poderia ser melhor que isso? Todos os amigos se reúnem na oficina de May para comemorar e conversar sobre o futuro.
Cap XI — Em busca de novas experiências
Depois de tanto considerar e ser incentivada, Susie sente na pele como é ter o vento contra seu corpo, encarando o horizonte…mas é bom que esteja preparada, por que um duelo surpresa vai acontecer nessa viagem
Cap XII — Presságio
Uma madrugada fria, uma noite chuvosa, não aparenta ser nada mais do que uma oportunidade para descansar, entretanto a mente de Cayel se encontra inquieta, uma estranha voz em sua cabeça junto de um sentimento estranho lhe guiam para uma região remota de Domino CIty, onde um novo perigo acaba de nascer…mas seria tudo apenas um sonho?
E sabe o mais impressionante? Antes mesmo de começar a escrever o sexto capítulo, houveram mais mudanças nesse mesmo cronograma, mudanças drásticas.
Cap VII — Uma história que precede você
Susie tem ficado mais quieta ultimamente, em sua cabeça constantemente ficam passando fragmentos do último sonho que teve, qual não consegue se esquecer, e tentando desvendar o seu significado, ela vai acabar descobrindo ainda mais coisas que sobre essa estranha memória
Cap VIII — Enfrentando Fantasmas
Com seus disco em mãos e com May pilotando, eles vão até a rodovia de duelos de Domino City, onde o Speed Ghost estará esperando por seus adversários, esse é o momento do confronto que tanto esperou, é hora de descobrir quem é o fantasma da velocidade
Cap IX — 15 minutos de fama
As notícias do garoto que desafiou o Speed Ghost se espalharam rapidamente por todos lugares, incluindo sua escola. Sabendo de seu ciclo de amigos, alguns alunos do terceiro ano decidem ir atrás de Cayel, a fim de darem um fim a seus 15 minutos de fama
Cap X — Nivelando o jogo
O duelo injusto foi uma das jogadas covardes do grupo de alunos que haviam ido atrás de Cayel, eles não esperavam entretanto que o rapaz teria seu próprio reforço, um amigo e um rival, é hora de unirem suas forças, Cayel e Yuca
Cap XI — Você e eu
Duas almas que se complementam, as penas de uma asa negra que encontraram sua Rosa Negra, mas que de ti foi tirada pelo medo do desconhecido. O banho carmesim que amaldiçoou a Rosa Negra impedindo de descansar em paz esperou centenários, mas finalmente era hora de se reencontrarem
Cap XII — Um horizonte de possibilidades
Cap XII.I — Revolução Synchro
Cap XII.II — Em busca de novas experiências
Isso em questão de uma semana, e ainda sim houveram mais mudanças, essas agora pouco mais de 8 horas após as que acabei de colocar ai em cima
Cap VII — Enfrentando Fantasmas
Com seus disco em mãos e com May pilotando, eles vão até a rodovia de duelos de Domino City, onde o Speed Ghost estará esperando por seus adversários, esse é o momento do confronto que tanto esperou, é hora de descobrir quem é o fantasma da velocidade
Cap VIII — 15 minutos de fama
As notícias do garoto que desafiou o Speed Ghost se espalharam rapidamente por todos lugares, incluindo sua escola. Sabendo de seu ciclo de amigos, alguns alunos do terceiro ano decidem ir atrás de Cayel, a fim de darem um fim a seus 15 minutos de fama
Cap IX — Nivelando o jogo
O duelo injusto foi uma das jogadas covardes do grupo de alunos que haviam ido atrás de Cayel, eles não esperavam entretanto que o rapaz teria seu próprio reforço, um amigo e um rival, é hora de unirem suas forças, Cayel e Yuca
Cap X — A Rosa e o Pássaro
A muitos centenários é contada uma antiga história, um conto de amor impossível de um pássaro que se apaixonou por uma rosa espinhenta, mas que jamais conseguia levá-la para si graças aos seus espinhos perfurantes, mas o que poucos sabem é que essa história realmente aconteceu, mas não da maneira que se espera.
Cap XI — Um horizonte de possibilidades
Finalmente os frutos de sua ousadia batem a porta, Cayel recebe um convite de uma equipe de duelos que está procurando um novo membro, devido a sua ousadia e performance contra o Speed Ghost eles gostariam de realizar um teste com o rapaz, que poderá abrir as portas para sua carreira profissional de uma vez por todas
Cap XII — Abrace o vento, busque o horizonte!
Estes são os turnos finais do duelo do rapaz, que está sendo levado até seu limite, será seu desejo intenso e vontade de vencer suficientes para levarem-no a vitória?
Essas foram as últimas mudanças feitas em 2022.
Cap VI — O Mago das Engrenagens
Marcos “May” Zeyher é um habilidoso mecânico que constrói suas próprias D-Wheels sobre encomenda, ainda que não saiba quem é o Speed Ghost, ele acaba entrando nas buscas devido a seu interesse por um veículo tão rápido quanto esse
Detalhe legal, a partir desse capítulo, todos os capítulos tem mini sinopses.
Esse capítulo aqui já estava consolidado, já que era confirmado que ele tinha que conhecer o May para que pudesse ter seu duelo contra o Speed Ghost.
Então sem muitas mudanças drásticas ou coisa do tipo, do jeito que foi escrito inicialmente foi o jeito que ele se tornou.
Sobre o May, ele é um personagem também da trama original, que vem para ser mais uma figurinha carimbada na história.
Ainda sim, esse capítulo ficou mais de um ano em produção.
Sim, um ano, 12 meses.
Cap VII — A Rosa e o Pássaro
A muitos centenários é contada uma antiga história, um conto de amor impossível de um pássaro que se apaixonou por uma rosa espinhenta, mas que jamais conseguia levá-la para si graças aos seus espinhos perfurantes, mas o que poucos sabem é que essa história realmente aconteceu, mas não da maneira que se espera.
Olha, agora eu vou ter muita coisa pra falar, porque esse capítulo foi difícil de sair.
Para começar, não haveria um segundo capítulo focado somente na Susie, até mais ou menos o segundo volume, lá pro final, então no lugar dele, em um primeiro momento, teriamos esse capítulo aqui.
Cap VII — Enfrentando Fantasmas
Com seus disco em mãos e com May pilotando, eles vão até a rodovia de duelos de Domino City, onde o Speed Ghost estará esperando por seus adversários, esse é o momento do confronto que tanto esperou, é hora de descobrir quem é o fantasma da velocidade
É, o Speed Ghost ia ser parte de um duelo de velocidade.
Não só isso, como esse capítulo também fazia referência a um outro capítulo da história original, chamado Enfrentando seus próprios fantasmas.
E aqui, novamente, já houveram mais mudanças naquele cronograma de capítulos, e o capítulo 7 acabou caminhando um pouco na direção do que foi publicado, exceto que o nome agora era outro.
Cap VII — Uma história que precede você
Susie tem ficado mais quieta ultimamente, em sua cabeça constantemente ficam passando fragmentos do último sonho que teve, qual não consegue se esquecer, e tentando desvendar o seu significado, ela vai acabar descobrindo ainda mais coisas que sobre essa estranha memória
Aqui, 90% da ideia do capítulo já estava feita, mas antes que ele fosse produzido (antes mesmo do sexto capítulo ser produzido na verdade), ele foi parar como o capítulo de número 10, depois voltou para o sétimo, e no fim das contas tivemos a Rosa e o Pássaro que conhecemos.
É uma continuação do estranho conto de Cylia e Sarthus, que fornece muitas informações para olhos bem atentos, e pra ser bem sincero eu gostei de ir além e ter que bolar todo esse conto fictício.
Cap VIII — Uma mente vazia é uma oficina de duelos.
Esse aqui…é meio que uma ovelha negra, por que eu não sabia o que fazer com esse capítulo.
Sim, foi um momento de bloqueio criativo, por isso que ele é tão…peculiar.
Eu não tinha ideia de como eu poderia prosseguir, uma vez que o antigo planejamento sobre o duelo com o Speed Ghost começou a parecer mais e mais surreal do que eu queria que fosse.
Então no fim, acabei escrevendo esse capítulo sem nenhum parâmetro, para ver se conseguiria fluir algumas ideias e conseguir prosseguir a história.
Honestamente, ele é tão estranho, que sendo ou não canônico literalmente não faz diferença alguma.
É realmente algo a parte…uma anomalia de certo modo.
Esse capítulo e o anterior foram escritos praticamente simultaneamente, uma vez que A Rosa e o Pássaro viria depois do capítulo 7, para inaugurar um arco novo, e com ele mais capítulos planejados que nunca se tornaram realidade
Cap VIII — A Rosa e o Pássaro
A muitos centenários é contada uma antiga história, um conto de amor impossível de um pássaro que se apaixonou por uma rosa espinhenta, mas que jamais conseguia levá-la para si graças aos seus espinhos perfurantes, mas o que poucos sabem é que essa história realmente aconteceu, mas não da maneira que se espera.
Arco: Baixem as máscaras!
Cap IX — Enfrentando Fantasmas
Com seus disco em mãos e com May pilotando, eles vão até a rodovia de duelos de Domino City, onde o Speed Ghost estará esperando por seus adversários, esse é o momento do confronto que tanto esperou, é hora de descobrir quem é o fantasma da velocidade
Cap X — Um jogo armado
A cidade ainda estava em êxtase com o Speed Ghost, e como de costume os rumores se espalharam como água. Um desses rumores falava a respeito de mais duelistas fantasmas, que pegavam as cartas mais valiosas dos duelistas que derrotavam. Acontece que um desses supostos duelistas ficou sabendo do Dragão da Rosa Negra de Susie, e vai fazer de tudo para obter sua carta.
Cap XI — Uma questão de respeito
Após a derrota de Susie, Cayel fica extremamente irritado com o esquema fajuto que estão usando para tirar as cartas dos duelistas, ele promete que irá recuperar a carta de Susie e descobrir quem está por trás desse esquema. Após alguns dias de procura, Cayel finalmente consegue uma pista quente, que o leva diretamente a um dos envolvidos, mas para convencê-lo a jogar, deve apostar todo seu baralho.
Cap XII — Nivelando o jogo
O duelo injusto foi uma jogada suja utilizada pelo duelista rival, que tornou aquele duelo em um jogo três contra um, Cayel não tinha como segurar o duelo por muito tempo, mas um inesperado reforço chega para ajudar. Agora com a ajuda de Yuca, é hora de nivelar o jogo e obter a carta de Susie de volta!
Cap XIII — Queda das máscaras
Com a ajuda de Yuca, a turma consegue descobrir quem está por trás do esquema de roubo de cartas, entretanto apenas duelar não será suficiente para expor e por fim a prática injusta, é hora de por um plano em ação e fazer as máscaras caírem.
—
A respeito do capítulo VII em si, que acabou virando o capítulo VIII.
O que já estava escrito foi reaproveitado para o começo de A Rosa e o Pássaro, mas a sinopse era sobre outra coisa.
Cap VII — Desejo de uma asa-negra
O que era para ser mais um dia comum na vida dos estudantes acaba se tornando um pesadelo, no caminho de volta da escola, a tarde, um acidente de trânsito ocorre, com Cayel se jogando para empurrar Susie para longe.
Desacordado, Cayel começa a sonhar, um estranho sonho que serviria para trazer mais dúvidas do que respostas.
—
Cap IX — Frente a frente, como rivais
Finalmente chegaram os exames escolares, e é hora de cada um mostrar seus talentos na prova de duelos, os mais diferentes desafiantes tem que usar todas suas habilidades para vencer seus oponentes.
E nesse vai e vem, a história ainda estava meio perdida, com ideias novas e antigas, com muitos pontos conflitantes entre elas.
Estava ativamente tentando traçar os planos para encerrar o volume.
O problema foi que para traçar esses planos, eu demorei 4 meses.
E não, não esperei 4 meses para decidir, dia após dia eu tentava conciliar ideias sobre como fazer as coisas prosseguirem
E só depois de quatro meses e muitas, mas muitas ideias malucas, que eu finalmente consegui tornar esse capítulo realidade
Logo após o último capítulo, que já teve seus problemas, esse era o planejamento até o fim do capítulo
Cap IX — É hora do duelo!
Finalmente chegaram os exames escolares, e é hora de cada um mostrar seus talentos na prova de duelos, os mais diferentes desafiantes tem que usar todas suas habilidades para vencer seus oponentes.
Cap XI — De olho no futuro
É hora de pensar em responsabilidades, planos e objetivos, a turma tira uma boa tarde para discutir tudo isso, afinal, as seletivas de duelo finalmente serão abertas nos próximos meses, é a chance de ouro que Cayel esperava.
Cap XII — Enfrentando fantasmas
Com a duel runner de May finalmente pronta, ele e May decidem sair à noite para realizar o impossível, sentir o vento no rosto e tentar a sorte contra o misterioso Speed Ghost, neste duelo ele consegue finalmente invocar o monstro que tanto esperava!
Cap XIII — Assim como o vento
O resultado do duelo se pagou, a braveza e habilidade do rapaz lhe renderam entrevistas e fama, agora tinha em suas mãos a oportunidade que tanto esperou, um convite para se tornar um Riding Duelist, mas fora de Neo Domino
Tirou o dia então para ficar com seus amigos, visitou aqueles quem conheceu e se despediu de todos, prometendo que um dia retornaria para vê-los novamente
Dá para ver como as coisas foram bruscamente rearranjadas, mas que o final estava um pouco similar ao que acabou acontecendo definitivamente.
Como dá para ver, o plano era ter um capítulo focado em duelos, já que fazia um bom tempo (4 capítulos) que ninguém tinha duelado.
E não, eu não vou contar o duelo do capítulo VIII como duelo.
Então foi hora de colocar os gigantes para batalharem, e fazer um duelo digno, ou melhor, três duelos.
Cayel vs Yuca, Susie vs Aria e Isac vs Ardan
De certo modo, cada um ali é uma contraparte de seu adversário, e ainda que eu estivesse indeciso sobre quem era rival de quem, acabou dando certo.
Tanto que Cayel tem dois rivais, o que ele considera seu rival, Yuca, e a quem ele é considerado um rival, Aria.
E depois de 4 meses, saiu esse grande capítulo, que serviu para dar uma elevada na moral e partir pros finalmentes
Cap X — Rota de Colisão
Com a duel runner de May finalmente pronta, May faz um convite irresistível para Cayel, decidem sair à noite para sentir o vento no rosto, mas o destino tinha outros planos para a noite de hoje
Olha, metaforicamente e literalmente, esse capítulo foi o que o título sugere, uma rota de colisão.
Não era para este ter sido o capítulo de número dez, éramos para ter tido outro capítulo antes, que coincidentemente não está nos planejamentos que eu apresentei aí em cima
Dá pra ver que pula do 9 para o 11.
Também por isso o capítulo demorou um mês para sair.
E foi ele que definitivamente selou o fim do primeiro volume.
Depois de tantos altos e baixos, chegou esse momento em que eu decidi apresentar os finalmentes em formato completamente narrativo.
Os últimos dois capítulos se tratam apenas de narração, o começo do fim, e o final por si só.
A rota de colisão que nos levou ao final desse maravilhoso volume.
Cap XI — Ventos de mudança e Cap XII — Para os que deixamos para trás
Após o acidente, restou muito o que se considerar, restou muito o que se pensar. Cayel encontra-se contra a parede, infelizmente há de partir, pelo seu próprio bem.
É hora de se despedir de seus velhos amigos.
A despedida nunca é doce, pelo contrário é bem amarga, e assim que o último ônibus parte é hora de encarar a nova realidade.
A cidade só progresso fica para trás, sem mais poder ser acompanhada, seus amigos continuarão com suas vidas, e esse fica apenas sendo mais uma despedida, para aqueles que deixamos para trás.
Esses dois capítulos viraram um só, que foi o Ventos de Mudança
É um capítulo somente de despedidas, com Cayel passando de lugar em lugar para se despedir de seus amigos, e nem assim conseguiu se despedir de todos
É tudo bem sentimental, inclusive para mim, que tive que escrever
Mas daqui pra frente, como o título sugere, são ventos de mudança.
Eu tirarei alguns meses para poder concretizar o segundo volume, isso inclui o começo definitivo dos planejamentos, enredo, personagens, acontecimentos, etc.
É capaz que fique por um tempo sem postar histórias, talvez pegue alguns dos meus materiais antigos e tente repostá-los, ou venha alguma ideia pra ajudar enquanto só fico planejando.
Mas por enquanto é isso
O amargo gosto da despedida
E o feliz sentimento de ter finalizado esse volume, no natal ainda.
Entendo que esse formato ficou bem confuso, são literalmente as minhas anotações, jogadas aqui em formato de texto, e ainda sim tiveram muitas coisas que não pude falar.
Aguardo vocês em uma próxima história.
Obrigado por ler Yu-Gi-Oh! Rise — Volume 1 Bonds
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Yu-Gi-Oh! Rise — Volume 2 — Winds of Change
Em breve
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