Perto do meio-dia, fizeram uma pausa para almoçar. A morena achou que acabaria sozinha, mas se enganou terrivelmente. De uma forma bizarra, o loiro a acompanhou até o terraço do colégio e se sentou ao seu lado no chão, silencioso, com o roteiro no colo, e os hashis em mãos.

— Você já não leu isso, tipo, um milhão de vezes? — questionou em algum momento, provando do oniguiri que trouxera de casa.

— E o que mais temos para fazer?

— Não sei. — fingiu pensar. — Hm... conversar como pessoas normais, talvez? — questionou, debochada.

Ele a encarou.

— Sobre o que quer falar, Hyuuga?