You're A Million Ways To Be Cruel - NÃO CONCLUÍDA
13 Blood Ritual
Notas iniciais
“Você é meu tipo de cara
Porque eu gosto do seu estilo
E você parece tão terrível quanto eu
E eu não me importo se você é indelicado
Porque você me lembra eu
(...)
E cabeças rolarão
Enquanto isso tem um efeito ruim
Em você e eu”
(My Kind Of Guy – Kaiser Chiefs)
*
Depois da Armada ser desfeita, Hogwarts mergulhou em uma frágil paz. Os alunos, por mais insatisfeitos que estivessem com Dolores Umbrigde, obedeciam cada norma presente. Se até o próprio Harry Potter foi pego e punido, quem eram eles para tentar burlar as regras?
O quarto mês do ano se abriu cheio de expectativas para o estanho casal Granger e Malfoy. Quando abril os olhos e se deu conta de que era primeiro de abril, Hermione quase quis cantar de alegria. Dali a alguns dias ela seria tão pura quanto Draco.
Levantou-se e dirigiu-se ao banheiro para realizar sua higiene matinal, estava com a cabeça longe, pensando no quanto a vida seria divertida a partir dos próximos dias. Estava tão distraída que não notou o nervosismo nas colegas de quarto.
Saiu do Salão Comunal e caminhou em direção ao seu lugar de desjejum.
*
Mais uma vez, naquela semana, Draco conferia os ingredientes para o ritual. Era bem conveniente que o primeiro dia de abril tenha caído em uma quarta feira, fazendo o primeiro sábado do mês estar muito próximo. Talvez não tão próximo quanto gostaria, mas o suficiente para fazer ondular em seus estômago a tão conhecida ansiedade.
Os ingredientes para a tal magia, eram muito raros e de natureza quase angelical. Tinham que ser virgens e de propriedades mágicas, por isso nada poderia faltar e tudo deveria estar em absoluta ordem, para quando o dia 04 chegasse.
Ajeitou a gravata do uniforme e fitou-se no espelho. Estava tudo em ordem, deu um sorriso mínimo para a própria imagem e logo desceu para tomar sua primeira refeição.
*
Todos os estudantes normais de Hogwarts, estavam nervosos. Afinal assim que engolissem o último gole de suco e saboreassem o último pedaço de torta de amoras, estariam prontos para realizar a segunda parte dos N.O.M’s. Prontos em teoria, pois ninguém ali achava ser capaz de estar pronta para fazer a prova que selaria parte da sua vida como bruxo.
Granger e Malfoy estavam tão alheios a esse fato que foi uma surpresa quando todos os alunos ficaram confinados no Saguão Principal e depois chamados de volta para o Salão e este totalmente transformados em uma exemplar e terrível sala de testes.
Fazendo fila, todos foram orientados em seus devidos lugares e reapresentado as normas de testes. Bruxos do ministério se encontravam observando os alunos nervosos, que foram incentivados a começarem o teste.
Passados duas horas de total tortura para a maioria, Hermione entregou o seu e se retirou. Umbrigde lhe lançou um olhar de descrença, antes que pudesse virar ás costas, e esta revidou a altura. Fora de sala, só ficou a esperar Draco. E este não a decepcionou, 40minutos depois também estava do lado de fora.
– Você lembrava desse teste? – Foi a primeira coisa que ele disse ao se aproximar.
– Para ser sincera, não – Deu de ombros e continuou – Mas não é nada que não tenha me preparado no decorrer do ano.
– Minha garota – Ele disse com malícia e em tom de zombaria. Quando o garoto se aproximou para tentar capturar seus lábios, eles ouviram gritarias.
Draco se afastou automaticamente dela e ambos voltaram seus olhos para a origem do barulho. Não demorou muito para o corredor ser tomado por diversos alunos que gritavam e berravam eufóricos. Fogos de artifícios, bombinhas e todos as bugigangas Weasley’s se espalhavam pelo corredor, tornando tudo coloridos e com luzes que cegavam que olhasse direto. As placas com os Atos quebraram-se ao caírem no chão, os testes voavam em formas de bolas amassadas ou até de aviãozinho. Dolores gritava e esperneava sem parar e logo atrás dela Fred e George, voando em suas vassouras roubadas, vinham rindo e atirando feitiços na velha.
Hermione e Draco mantiveram-se neutros durante a confusão, mas apreciavam o espetáculo. Parecia tudo uma grande brincadeira, até que juntos os gêmeos lançaram um feitiço que fez com que um pântano tomasse conta de metade do Saguão e do Salão Principal inteiro, nessa hora os menos aventureiros resolveram se retirar. Draco e Hermione também saíram e foram ter em um lugar longe da barulheira.
*
Estavam na torre de Astronomia, e já era tarde da noite. Marcaram de se encontrar ali, depois que os ânimos da escola se acalmaram. Hermione chegara primeiro e estava a observar as estrelas, através do telescópio, quando seu companheiro chegou.
– Demorei? – Ele perguntou de forma sussurrada ao pé do ouvido dela. Como era treinada, Hermione ouviu a sua chegada, mas não imaginara a proximidade, e por isso ele notou quando ela se arrepiou.
– Nenhum pouco, pelo menos não o suficiente para eu notar – Ela falou tentando conter a respiração.
Ela, então, abandonou o telescópio e virou-se para ele. Sua expressão estava entre divertida e maliciosa, um sorriso de canto brincava nos lábios dele e uma batida errática fez seu coração pular. As mãos dela foram para as dele e entrelaçaram-se os dedos. Impaciente, ele inclinou-se e devorou seus lábios sedento. As línguas se encontraram rapidamente explorando a boca um do outro e misturando seus gostos. Logo, Draco soltou a mão dela e a empurrou com força para parede, fazendo chocar seus quadris. Hermione gemeu de dor, mas nada no mundo a faria parar agora. Não quando podia sentir o gosto cítrico e mentolado dele, o seu perfume de pinho, sua quentura descomunal lhe entorpecendo. E para ele era a mesma coisa, só existia ela ocupando os seus cinco sentidos.
Quando o ar faltou, suas bocas se separaram ofegantes. Quando conseguiu recuperar o folego, ele disse:
– Está quase tudo pronto para sábado.
– Quase? – Sua voz transparecendo incredulidade. E ele sorriu.
– Precisamos de uma banheira de prata, nunca usada. Tick está providenciando isso e trará até nós quando eu chamar.
– Uma banheira de prata só pra mim? Que chique. – Ela ironizou e ele revirou os olhos. – Que outros ingredientes têm?
– Saberá no dia. – Ficaram alguns minutos em silêncio, ambos imaginando como seria o ritual e as consequências caso desse errado. – Acho melhor irmos.
– Tudo bem – Ela se aproximou e mordeu com força o lábio dele – Quando você vai me comer? – Ele gemeu de leve e a apertou mais contra si.
– Assim que você sair daquela banheira, viva e de sangue puro. Se não estiver muito cansada, claro.
– Não vou me importar, vou ter energia suficiente. – Sorriu provocativa e ele a beijou mais uma vez.
*
A saída dos irmãos Weasley’s foi o tópico de conversas durante o resto as semana. E como esse fato atrapalhou os últimos testes, esse fora remarcado para o fim do mês, deixando alguns alunos mais aliviados.
O primeiro fim de semana do mês chegou, e com ele mais uma visita ao povoado. Hermione não quis ir e pensou em encontrar Draco e ficar com ele, pois estava muito nervosa. Era uma mistura de medo, ansiedade e felicidade que deixava um rastro quente em suas veias e a fazia ficar elétrica. Porém não achou Draco em canto algum e ficou cansada de procurar.
O castelo parecia quase deserto, pois os professores também estavam para o povoado e além disso a euforia de Hermione não parecia passar de forma alguma, precisava tirar uma parte disso de dentro de si.
Sem raciocinar muito, a garota sentou-se ali mesmo no corredor e passou a mão provocativamente entre as suas pernas. Começou a acariciar-se e imaginou que Draco o fazia. Logo sua calcinha umedeceu-se e ela levou seus dedos atrevidos até o seu ponto de prazer. Imaginando o que faria com Draco, dali a algumas horas, masturbou-se furiosamente. Suas pernas se tremiam involuntárias e seu corpo se remexia no ritmo alucinado de seus dedos. Eram atos totalmente involuntários, reações animalescas típicas. Minutos depois ela alcançou o tão desejado orgasmo. Seus olhos se fecharam deleitosos e seus músculos relaxaram, sua mão pendeu para o lado e um sorriso brotou em sua face.
Passado a sensação, ela se levantou ainda trôpega e ficou imaginando que com Draco, aquilo seria infinitamente melhor.
*
A noite já caia lá fora, a lua estava levantando-se lentamente e o garoto de cabelos louros nem se importava em transitar ainda cedo pelos corredores, carregando uma enorme mochila. Chegou até o banheiro dos monitores e lacrou a porta com um feitiço que permitiria apenas a entrada de Hermione. Deixou a mochila em um canto e tratou de abrir a claraboia do local. A lua passaria por ali, vermelha como sangue, dentro de duas horas e eles já deviam estar prontos, apenas esperando pelos oito minutos de passagem, onde tudo aconteceria.
– TICK! – Ele chamou ao vento. Demorou mais do que o normal, mas logo o elfo apareceu e ao seu lado uma enorme banheira prata – Você conseguiu!
– Sim mestre Malfoy. Não há nada que você peça a Tick, que Tick não consiga – O elfo fez uma reverência totalmente emocionado e cheio de orgulho por agradar seu mestre.
– Pode ir Tick, logo você vai ter dois senhores – Com mais uma reverência, Tick se desfez em fumaça em pleno ar.
A banheira era linda, toda feita de prata, com pés em formato de dragão e grande o suficiente para que Hermione pudesse mergulhar. Voltou-se para a mochila e tirou de lá tudo o que iria precisar. Nem bem terminara com isso, e Hermione apareceu, com um vestido negro e curto, destacando a sua pele pálida.
– Belo vestido – Ele elogiou – Mas você precisa ficar nua para fazer o ritual.
– Sinto que vai haver uma parte que ficarei inconsciente e você vai abusar de mim – Ela deu um sorriso malicioso.
– Não, eu não curto necrofilia. – Ele deu de ombros e ela se aproximou para beijá-lo. – Finalmente, eu vou poder desfilar com você por ai.
– Quero ver a cara de Pansy e Astória.
– Devia se preocupar com seus sogros, isso sim – Ela fez uma careta, mas logo sorriu. Afinal ela agora adora desafios. — Temos que começar.
– Então vamos logo com isso.
Os dois se separaram e Hermione passou a despir-se. O garoto não conseguiu conter seus olhos e simplesmente engolia a menina com os olhos. As curvas mais acentuadas dela, os seios maiores, ela tinha se transformado sob seus olhos atentos. Agora era quase uma mulher.
Ele mandou-a entrar na banheira, ainda vazia, e assim ela fez.
– Primeiro ingrediente: agua pura de um riacho encantado – Tirou então uma pequena cornucópia e ao virar de cabeça para baixo, agua límpida e gelada começou a encher a banheira.
Esse foi o mais difícil de se achar, visto que quase todos os rios e riachos eram poluídos por homens ou usados para rituais demoníacos onde sempre havia derramamento de sangue.
Hermione sentiu sua pele congelar junto a agua, mas era tão fresco e bom que ela não se importou.
– Segundo item, um litro de sangue de filhote de unicórnio. – E ali estava uma parte do motivo para esse ritual ser magia negra, quem em sã consciência mataria uma ser tão puro?
Draco abriu uma garrafa e despejou o viscoso e prateado sangue do animal. Este se misturou a agua pura e ganhou uma tonalidade meio dourada. Agora a agua estava em temperatura morna, e a menina sentiu-se tão aconchegada que se fecha-se os olhos seria capaz de dormir.
– Terceiro ingrediente, sague bruxo puro, para purificar o malucado. – Hermione olhou para ele em alarme – Estou fazendo isso por nós, e não é preciso muito, todo nascido trouxa têm sangue mágico nas veias só preciso dar o que seja suficiente para limpar o seu.
Draco pegou uma adaga transparente, parecia feita de vidro, mas a garota notou que era afiada então só podia ser diamante. Ele fechou os olhos e respirou fundo, antes de afundar a lamina na própria carne. Trincou os dentes para não gemer e abriu um corte fundo por todo o seu antebraço. O sangue caiu em gotas até a banheira e continuou a gotejar, até a mistura ficar vermelho sangue. Dessa vez a sensação da agua era irritante, era como se mini fadas mordentes invisíveis mordessem a pele dela, repuxando algo de dentro de si.
O louro largou a adaga e pegou a varinha para fechar o corte. Amarrou umas bandagens por cima da cicatriz, pois ainda doía. Olhou para Hermione e viu a cara de dor que ela fazia.
– Está sentindo? Como se agua puxasse algo de suas veias, não é? – Ela só assentiu temendo que se abrisse a boca, fosse gritar. – O quarto passo, é abrir um meio de seu sangue sair para poder se purificar. – Ele pegou a adaga novamente e ela soube o que viria a seguir.
Sem delicadeza alguma, ele puxou o braço dela e imitou o corte que fez a ai próprio. Ela gemeu de dor e fechou os olhos. Assim que o corte foi feito ele devolveu o braço dela a agua e Hermione sentiu desfalecer. Sentiu seu sangue sair em jorro pela abertura e se misturar a agua, fazendo ela empretecer.
– Só mais alguns minutos – Draco murmurou e na hora exata a lua se fez presente pela abertura, lançado raios vermelhos em direção a Hermione.
A agua na banheira começou a borbulhar rapidamente. Fumaça branco perolado saia, como se fosse uma enorme poção de gente. Draco respirou fundo e começou a cantar o feitiço em galês antigo.
“Yr wyf yn puro eich gwaed
Gan fod fy mhen fy hun yn.
Mae hynny’n cael ei reborn yn y
Bywyd glân a phur fel fi.*”
(*Seu sangue eu purifico.
Como o meu próprio o é.
Que renasça nessa vida limpa e pura como eu.)
Hermione já estava inconsciente e pálida e o canto de Draco se espalhava por todo o cômodo. A mistura assumia outra tonalidade, voltando a ser vermelho sangue. Durante os oito minutos, nada no cenário mudou, até a lua passar e seguir seu curso natural. Draco parou o cântico e passou a observar, aflito, Hermione. Segundos depois a agua voltou a agitar-se em forma de redemoinho e uma luz dourada brilhou no braço cortado de Hermione. Era como se o sangue perdido tivesse voltando mais claro para ela, isso demorou minutos. Minutos de puro estresse para ele, que mordeu forte o lábio, provocando um corte. A garota ficou mais corada e agua passou a voltar a seu estado natural, pura e límpida como agua do primeiro ingrediente. Logo só havia uma garota desacordada mergulhada em agua.
– Hermione? – Ele chamou se aproximando. Era impressão dele, ou ela parecia ainda mais branca? – Hermione?
– Sim? – Ela falou sonolenta e ainda de olhos fechados, Draco respirou aliviado.
– Você está bem?
– Me sinto bem — Ela finalmente abriu os olhos e o fitou. Eles eram os mesmos olhos castanhos, porém com matizes mais claras, quase amareladas.
– Seus olhos... – Ele começou – Estão mais claros. – Ela sorriu.
– Imaginei que sim. Meus olhos são irrigados com sague, sabe? Todos são. Se meu sangue é puro agora, então é normal mudar alguma coisa.
– Consegue se levantar? – Ela assentiu e se ergueu, ele manteve sua mão apoiando-a pois ela ainda estava zonza.
Hermione saiu da banheira molhada e com frio, porém estava viva e feliz. Tirou as bandagens do braço de Draco e avaliou.
– Porquê a cicatriz não sumiu?
– Não vai sumir, é uma lamina mágica. – Ela olhou para o próprio braço e viu o corte extenso igualzinho o do namorado.
– A maioria dos casais tem uma tatoo igual, a gente têm um corte feito por uma lamina mágica para a realização de um ritual das trevas. – Ele gargalhou.
– Então já que somos um casal, devíamos consumar esse fato. – Ela deu um gritinho de antecipação e mesmo fraca jogou-se pare ele.
Draco beijou-a vorazmente, finalmente aliviado por saber que iriam até ao fim. Empurrou-a para o chão gelado e montou em cima dela, fazendo-a sentir todo o seu peso. Ela gemeu, mas não reclamou. As mãos dele se espalmaram pelas pernas dela, apressadas e furiosas. Ela enlaçou as pernas no quadril dele e esfregou-se em sua ereção crescente. As mãos subiram para os seios e os beijos desceram pelo pescoço alvo dela. Hermione realmente estava fraca por causa do feitiço, mas mesmo com os dedos trêmulos, conseguiu tirar a blusa dele e explorar suas costas e abdômen. Draco sentiu o sexo dela úmido e quente e resolveu testá-la, afundou de uma vez dois dedos em sua cavidade.
– Aah – Ela gritou alto.
– Geme pra mim, docinho. – Ele disse rouco ao ouvido dela, e suas costas arquearam de prazer em resposta.
Os dedos dele entraram e saíram dela sem pudor ou delicadeza, Hermione gemia como uma cadela no cio, sem se importar com quem poderia ouvir. A boca dele no seio dela, era mais um ponto para o orgasmo que se formava no ventre da menina. Ele sugou mais forte o bico e meteu mais fundo seus dedos e Hermione finalmente viu estrelas, gemendo languidamente no enorme banheiro.
A respiração dela se acelerou e seus olhos se fecharam para ela se recuperar. Draco saiu de cima dela e retirou o restos de sua roupa, ficando inteiramente nu. Ela abriu os olhos apenas para vislumbra-lo por uns segundos, pois ele já estava em cima dela novamente.
– Eu disse que você estaria fraca. – Ele sorriu travesso – Está quase dormindo por causa de um orgasmo.
– Faça o que quiser comigo e faça logo, antes que eu apague – Ela resmungou sonolenta.
E sem esperar consentimento algum, ela afundou o seu membro nela. O grito de dor dela foi agonizado.
– O que foi isso? – Ele disse surpreso.
– Você é mais grosso que seus dedos e eu não transo a quase um ano – Ela falou meio irritada e ele apenas gargalhou.
– Desculpe, mas vou fazer isso do meu jeito.
E começou a bombear forte dentro dela, sem se importar com as caretas de dor que ela vazia. Mas minutos depois o prazer que vinha com a dor era maior e ela passou a se esfregar mais rápido nele. Auxiliado pelos quadris dela, ele se encaixava cada vez mais fundo, naquela apertada e quente gruta. O pênis dele se abria ainda mais a cada movimento, esfolando o clitóris dela a cada encaixada, Hermione era jogada para as estrelas e voltava. As unhas longas dela passaram a apertar a bunda dele, enquanto a boca do garoto se ocupava com os seios dela. Logo a fricção dos corpos ficou intensa demais e Hermione se concentrou e apenas movimentar o quadril e atingir seu orgasmo. As estocadas do louro aumentaram até ele gozar forte dentro dela, ao sentir o néctar dentro de si Hermione jogou o pescoço para trás e gemeu alto atingindo seu orgasmo.
O rosto dos dois era de puro deleite. Draco deixou-se cair sobre ela, com a boca sobre o delicado pescoço e assim podia sentir a pulsação dela. Hermione abriu os olhos e sorriu satisfeita:
– Isso com certeza foi melhor que me masturbar no corredor.
– Você se masturbou no corredor? – A voz dele tingida de incredulidade.
– Sim. – Ela riu sapeca.
– Bom saber que posso te foder no corredor. – Ela sorriu para ele e começou a acariciar seus cabelos platinados. Draco ficou meio incomodado com o carinho depois de ter sido bruto com ela. – Foi mal se te machuquei, não pude controlar.
– Draco – Ela riu – Não me importo com a sua falta de delicadeza, eu também não sou muito assim. A nova eu não é. – E ela deu de ombros.
Ele levantou o rosto e a beijou na boca. Suas línguas se enrolaram preguiçosamente, acariciando-se e depois brigando, até ela terminar mordendo os lábios dele.
– Viu, nada de delicadeza. – Ela falou fazendo-o rir. – Amanhã vai ser ótimo, não vai?
– Se ótimo você quer dizer com um monte de ótarios fazendo perguntas idiotas e apontando para nós nos corredores, então vai ser ótimo.
– Pense pelo lado bom. A cara de tacho de Potter e dos Wealey’s. A cara de trouxa de Parkinson e Greengrass. – Aproximou-se do ouvido dele e disse baixinho – E poder me foder a vontade.
– Pensando por esse lado... – Ele sorriu travesso, antes de puxá-la para baixo e encaixar-se novamente nela. – Espero que esteja pronto para um segundo round.
– Terceiro, quarto... Até eu cair inconsciente.
Trocaram mais um sorriso safado, antes dele passar a se movimentar avidamente, enchendo o ambiente com um sinfonia caótica de corpos batendo, beijos estalados e gemidos animais.
Fale com o autor