Notas iniciais
+ Com quem vocês acham que ela devia perder a virgindade? Respondam. Aqui vai um cap Cobrina, o próximo é narrado pelo Pedro!

(POV – Cobra)

– Mó tempo feio, hein, cara? – comentou Thawick, numa sexta-feira à tarde, meio com cara de chuva– Bom pra ficar em casa, com a namorada... a amiga da Thayná ta querendo conhecer o ‘grande melhor amigo do namorado da amiga’ e ela é bem gostosa, cara.

Ri, se ao menos eu tivesse com vontade de fazer alguma coisa que não envolvesse matar o Pedro ou comer... digo, ficar com a Karina só pra mim, quem sabe eu fosse conhecer a tal ‘gostosa’.

– Acho que não to muito no clima, cara – comentei, sabendo que ele me acharia o maior viado do mundo – Tenho que fazer umas paradas aí.

– O que pode ser mais importante do que comer uma gostosa? – perguntou indignado.

Nessa hora, percebo alguém entrando no QG, uma alguém loira, com olhos azuis e um shortinho colado. Linda.

– Oi, K. Que surpresa.

– Ah, entendi. Tu não é lerdo nem nada, hein?! – dá pra acreditar no idiota? – Fui!

Ela deu um sorrisinho sem graça na minha direção, e eu não sabia dizer se por causa do que o Thawick disse ou se por outro motivo. De repente me lembrei que eu tava puto com ela. Não, com ela não, com o babaca do Pedro.

‘Mas se ele tocou nela, ela deixou. A K poderia simplesmente espancá-lo’ ah mais que legal cérebro, sempre com comentários úteis.

– Em que posso te ajudar? – perguntei, virando de costas, não querendo que ela visse minha expressão.

– Eu... preciso te perguntar uma coisa, Cobra. Sabe, sobre... — a cada palavra, a voz dela ficava cada vez mais baixa, como se tivesse com muita vergonha.

– K? – me virei, a olhando. Apoiei meu corpo em cima do balcão e toquei no rosto dela para que olhasse pra mim – O que foi?

Ela me olhou, aquele azul lindo que eu tanto amava....

– Eu só queria saber porque... porque você me mandou aquela mensagem ontem, sabe? – e então ela continuou, após um período de silêncio da minha parte, só que dessa vez falou tudo muito rápido – Porque você perguntou aquilo sobre o Pê... se ele havia tocado em mim. Na verdade, eu só queria saber... me desculpa por ter sido grossa, eu não queria ter dito aquilo, eu apenas fiquei sem saber o que.... – ela se confundia mais a cada frase.

– K, tudo bem eu só não... olha pra mim – eu pedi, segurando a mãozinha dela entre as minhas .

Assim que ela fez o que eu pedi, eu colei meus lábios nos dela. Ela tentou se afastar, devido ao susto, mas eu a segurei pela nuca, e colei meu rosto ao dela. Ela entreabriu os lábios para tomar ar, e eu gemi de encontro à aqueles lábios macios. Era desconfortável porque eu queria agarrar ela mas o balcão entre nós dificultava, numa total irreflexão, eu desci minhas mãos e espalmei na bunda dela, a puxando por cima do balcão, ao conseguir colá-la sentada, com as pernas abertas ao redor do meu quadril, eu finalmente desgrudei da boca dela.

–Eu não suporto a idéia de outro tocando em você. Principalmente ele – eu sussurrei, sentindo a pele dela se arrepiar – Fica comigo, K.

Ela deu um pequeno gemido, mas que foi o suficiente para me fazer voltar a beijá-la com o mesmo tesão. Ela encaixou as pernas ao redor do meu corpo e eu pude pegá-la no colo, e a levar pra minha cama. Coisa que eu devia ter feito há muito tempo.

Eu a deitei na cama, ficando por cima dela. A cada beijo que eu dava, ela ficava mais ‘solta’ .. mal podia esperar para senti-la. E tem uma coisa que eu preciso desesperadamente fazer. Levantei a blusa dela, junto com o sutiã, expondo seus seios e aproveitando pra chupá-los o máximo que conseguia, era tão gostoso vê-la sentir tanto prazer e saber que eu era a causa.

– Assim... ta tão gostoso, Cobra – ela passou a mão no meu cabelo, puxando um pouco quando eu finalmente cheguei onde queria. Puxei seu shorts pra baixo e comecei a passar minha língua por cima da calcinha – Tira... por favor... eu quero mais.

Dei um riso baixo quando empurrei com os dedos o pano da calcinha dela. Ela era lisa, pequena e bem rosadinha. Não perdi tempo e comecei a passar a língua em seu clitóris, puxando devagar os grandes lábios.

Ela gemia baixinho, me deixando cada vez mais duro com aquela cena toda. Quando eu podia imaginar que ela me deixaria fazer aquilo? Karina me surpreendia a cada dia.

Sentir o mel que escorre de dentro dela é a melhor sensação... imagina estar dentro? Coloquei dois dedos dentro dela, e senti ela apertar a força com que puxava meu cabelo, e fechar as pernas no meu rosto.

– Assim não... assim dói....

– Calma, K... você vai gostar... eu prometo, tá? – eu disse, ela me olhou confusa durante alguns segundos e me permitiu abrir as pernas dela novamente. Eu estava agachando na frente dela, com a cara lá, provando a coisa mais doce que eu conseguia imaginar. Ela era tão gostosinha... a cada gemido que ela dava, me fazia querer chupá-la mais e mais. Eu fazia isso enquanto enfiava dois dedos dentro dela, chegou um ponto em que ela não reclamava mais e eu finalmente podia aproveitar aquilo.

Foi delicioso quando ela gozou na minha boca, me permitindo beber todo aquele líquido. Assim que ela terminou eu me joguei por cima do corpo dela, e a beijei na boca. Ela tentou afastar, mas no fim acabou deixando.

– Viu que gosto bom que você tem? – perguntei, pressionando minha ereção em cima dela. Ela ficou vermelha.

– Cobra...

– Shiiiii. Fica quietinha – eu não queria que nada estragasse aquele momento, então fiquei em cima dela, ouvindo as batidas aceleradas do coração da minha menina até que se acalmassem.

Você não tem chance nenhuma, Pedro.

Pensei enquanto ela aconchegava no corpo no meu, suspirando de satisfação.

Apesar de eu não estar sexualmente aliviado, a sensação de ela estar me fazia sentir bem demais.

Passados alguns instantes, o barulho de chuva se fez presente.

– É só uma garoa, K... relaxa.

– Eu... eu sei. Mas meu pai pode ficar preocupado comigo. Quando eu saiu sem avisar ninguém sempre sobre pra Bete, não quero que ela tenha que mentir por minha causa.

– Ela sabe que você ta aqui? Comigo? –perguntei, tentando não parecer tão bobo apaixonado.

– Mais ou menos... ela meio que sabe. Mas eu não confirmo nada.

– Por quê, K? É tão ruim assim estar comigo?

Ela sorriu e me deu um selinho, fazendo meu estúpido coração esquentar de satisfação.

– Não... mas meu pai ficaria muito bolado se descobrisse sobre a gente..

Receba, Ricardo Cobreloa.

– Eu sei – falei, sem deixá-la perceber o quanto fiquei chateado – Então... a gente se vê depois? – perguntei, com alguma esperança.

– Claro.

Ela colocava a roupa no lugar enquanto eu me levantar e dava a mão pra ela. Ao chegar na porta de vidro, ela se virou pra mim com aquele sorriso de lado de uma certa música idiota.

– Cobra? Eu adorei... aquilo. Obrigada. – eu quase ri da inocência dela, como se falasse de um presente, de uma coisa material. Ela se levantou na pontinha dos pés e me deu um beijo suave.

Ela se virou pra ir embora, mas eu a puxei pela cintura com força, sussurrando em seu ouvido “De nada. Foi um prazer te chupar” e a vi ir pra correndo, mais corada que nunca.

Notas finais
+ Respondam!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.