Your Queen

2 Capitulo 1 - Contatos


Notas iniciais
Olá pessoal! A quanto tempo não apareço por aqui. Desculpem realmente se fiz vocês esperaram, mas e que depois de eu postar o primeiro capitulo minha inspiração foi embora sem me avisar e ainda junto veio as provas e listar da minha faculdade. Mas resolvi continuar a escrever depois da leitora Valarie Lockwood ter comentado. Esse simples comentários sem muitas palavras me fez realmente ver que havia pessoas interessadas em ler a minha fic. Obrigada Valarie Lockwood você fez eu me esforçar e fazer minha imaginação voltar um pouco. Você me motivou muito. Vou tentar postar toda semana, mas e bem capaz que não irei conseguir. Minha faculdade não e fácil e depende muito de mim. Bom sem mais demoras ai vai mais um capitulo. Não saiu tão bom quanto esperava, mas prometo que tentarei me dedicar mais aos capítulos. Boa leitura! Deixem um comentário, quem sabe assim minha inspiração resolva voltar completamente, pois uma motivação ajuda muito.

Capitulo 1 – Contatos

Ainda olhava Esther diabolicamente. Está me olhando sem expressão, parecia nem respirar.

— Niamh!?

— A quanto tempo. – falei me aproximando e mexendo nos objetos que estavam mais próximos a mim.

— Sentiu a minha falta? – Perguntei debochadamente.

— Como? – Ela perguntou me olhando amedrontada. Ela sabia do que era capaz.

— Como? – A imitei rindo e me sentando em uma cadeira que havia mais à frente. Me sentei graciosamente e cruzei as minhas pernas.

— Podemos dizer que você caiu em meu plano perfeitamente. – Disse cinicamente – Você acreditou mesmo que eu a ajudaria? Só usei você querida, eu não tinha tanto poder do outro lado para poder voltar já que eu nem podia ver o meu corpo, então precisava de alguém que quisesse voltar e usar sua magia para me trazer de volta a vida.

— Sua... – começou a dizer Esther com raiva. Mas a interrompi.

— Sem xingamentos querida Esther. – Me levantei e me aproximei mais dela – Você sabe que não gosto de me aborrecer.

— O que você quer? – Perguntou ela se aproximando de mim e parando a alguns metros de mim.

— O que eu quero? – Repeti em voz alta me levantando. Passei por ela indo até seu filho que me analisava com o olhar.

— Não encoste nele! – Vociferou ela quando suspendia a mão para tocar o rosto do vampiro.

— Ou o que? – Perguntei já tocando o seu rosto. Ele fechou os olhos sentindo o meu toque.

– Não dê ouvidos a sua mãe maluca. – Disse acariciando seu rosto – Não se lembre, pois, e isso que irá trazer seu descontrole. Não lembrar e a melhor coisa, pois não vemos nossos demônios. E esses demônios e que fazem você se recair.

Meu corpo formigou e então me virei ficando de frente para Esther.

— Seu poder me faz cocegas. – Disse rindo.

— Saia daqui! – Rosnou Esther.

— Vou sair. Mas antes vou impedi-la de cometer mais um erro.

Esther começou a segurar o pescoço tentando respirar.

— O que está fazendo comigo?

— Não entre na minha frente. – Disse me aproximando dela – Se não... – sussurrei – Eu te mato e faço com que nunca mais volte.

Esther caiu no chão desacordada. Sorri contente. Me virei para seu filho, este me olhava surpreso.

— Me chamo Niamh.

Me dirigi até o boneco que o frendia e o puxei. O vampiro livre, sem pensar duas vezes puxou as correntes, estas se quebraram como se fosse uma linha de costura que o prendesse.

— Acho bom se apressar. – Aconselhei me dirigindo a saída – Pois não o salvarei novamente.

Dei uma piscada em sua direção e logo sai dali. Precisava me estabelecer na nova cidade e acostumar com os novos costumes. Não seria difícil, pois já via tudo, mas agora era oficialmente real. E mais do que nunca precisa procura-las e atrai-las para aquela cidade, para a minha diversão começar.

Três dias haviam se passado. Já havia me estabelecido em um quarto de um hotel no French Quarter e fiquei observando a guerra entre vampiros, lobos e bruxas. Fiquei mais no anonimato. Tinha ainda que terminar de bolar o meu plano, mas não aguentava mais ficar presa dentro do quarto do hotel só esquematizando meus planos. Eu queria me divertir e não tinha nada melhor e mais prazeroso aterrorizar as bruxas, principalmente Esther.

Esta tomava bastante cuidado. Sei que ela tentou me localizar, mas seu conhecimento e escasso em comparação ao meu. E eu já havia me precavido com outros feitiços. Sei que ela sabia do feitiço que havia me aprisionado e sei que ela tentaria usá-lo novamente.

Me levantei da poltrona em que estava e tampei com um quadro a parede onde havia os meus planos, logo em seguida me dirigindo para o banheiro. Tomei um banho, me sequei e vesti uma calça preta, com uma blusa e jaqueta de mesma cor. Calcei as minhas botas de cano curto também preta e deixei meus cabelos negros soltos. Peguei o meu celular e coloquei no bolso interno da jaqueta. Estava aprendendo ainda a mexer e precisava de contatos para começar a botar meu plano em pratica e a melhor forma de se conseguir contatos e aliados e os procurando.

Sai nas ruas movimentadas de New Orleans e segui o caminho que havia feito a três dias atrás. O cemitério Lafayette estava movimentado no dia em que acordei, vários lobos andavam por todo o cemitério e tive um pouco de dificuldade de passar por eles. Não queria confusão agora e principalmente criar inimizade entre mim e as bestas.

Adentrei o covil da cobra mãe, mas este estava vazio. Então me sentei e esperei e comecei a olhar os objetos em volta. Havia vários objetos negros, mas um me chamou a atenção, uma ampulheta. Me levantei e fui até ela.

— Se eu fosse você não tocava nisto! – Ouvi uma voz masculina atrás de mim.

Me virei com meu melhor sorriso debochado.

— Outro bebê da cobra mãe Mikaelson. – Debochei.

— E você? – Perguntou se aproximando.

— Isso não vem ao caso. Vim realmente ter uma conversinha com sua querida mamãe. Ela está?

— No momento ela está ocupada cuidando do bem da nossa família.

— Bem da nossa família. – O imitei.

Me aproximei do filho mais velho de Esther e com apenas um estralar de dedos o fiz desmaiar.

Sai do cemitério contrariada, precisa da cobra mãe para o início dos meus planos.

As ruas de New Orleans ainda estavam movimentadas e a música tocava alto. A música foi uma das coisas que mais me chamou a atenção, ela deixava a cidade alegre com suas canções animadas, mas também a deixava triste quando era tocada músicas tristes. Aquela cidade era encantada e isso também me fascinava. Enquanto estive do outro lado eu via essas ruas, mas a energia que sinto agora não era igual, a magia e o encantamento eram outros.

Virei na esquina e dei de cara com um bar chamado Rousseeau, era um dos mais movimentados do bairro. Iria me virar para continuar seguindo a rua em que estava, mas algo me puxava para lá, minha cabeça falava para eu sair dali, mas meu coração queria que eu fosse. Dei um suspiro e resolvi entrar.

O Rousseau estava lotado. Pessoas riam, bebiam e conversavam feliz totalmente alheias ao que ocorria a suas voltas, não tinham noção do perigo, pois logo que entrei identifiquei vários lobos ali dentro.

O ambiente era agradável, mas sombrio. Seus moveis eram negros bem lustrados. Eu podia sentir o cheiro do lustra moveis. Além de ter uma visão melhor do que a dos humanos, minha audição e olfato também eram melhores, mas não tão bom quanto ao dos vampiros.

Quando me sentei tocava uma música que por incrível que pareça havia ouvido em uma rádio a poucas horas e havia me apaixonado. Arsonist’s Lullabye só não me recordava a banda que tocava essa música.

Me dirigi ao balcão e me sentei em uma das cadeiras que estavam vazias e logo pedi uma doze de Whisky, outra coisa que havia me apaixonado.

Fechei meus olhos levando o copo aos lábios e tomando um pequeno gole da bebida e apreciando à música. Parecia que estava em outro mundo enquanto fazia aquele gesto. Mas quando abri meus olhos o vi me olhando fixamente do outro lado da bancada. Sorri maliciosamente e levantei meu copo. No segundo seguinte ele estava sentado ao meu lado.

— Olha quem está aqui. – Disse, logo em seguida tomando toda a bebida de meu copo de uma vez – O filho encrencado de Esther.

— Oh! Eu mesmo! – Disse ele entrando na brincadeira.

— Posso saber o nome do filho encrencado? – Perguntei.

— Elijah.- Respondeu pegando em minha mão e dando um beijo nas costas da mesma.

Com aquele gesto a mulher durona que estava ali se evaporou. Fiquei sem graça e corei, coisa que eu nem imaginava que poderia fazer novamente. E como se uma força sobrenatural puxasse meus olhos para os deles eu olhei, me perdendo na imensidão e escuridão de seus olhos e neles eu pude ver a menina que fora um dia. A menina inocente, ingênua e sonhadora. E não pude segura-la dentro de mim. Com um simples olhar ele tirou aquela menininha de dentro das quatro paredes que a aprisionava. O que estava acontecendo comigo? Me perguntei.

— Niamh.

— Sinto que vamos nos dar bem Niamh.

Desviei o olhar e aprisionei a menininha novamente dentro da caixinha de concreto que criei dentro de mim. Respirei fundo e pedi mais uma doze de Whisky.

— Então...-começou ele – Onde esteve esse tempo inteiro?

— Me adaptando a essa nova vida.

Ele me olhou confuso.

— Não sou dessa década e nem desse século. – dei uma pausa bebendo mais um pouco do meu Whisky recém colocado – Sou de um tempo longínquo.

— E o que faz aqui agora?

— Tentando concertar o estrago que cometi a muito tempo.

Ele me olhou curioso. E eu vi uma brecha para que eu pudesse colocar meu plano em pratica sem precisar de Esther.

— Quer conhecer a minha história Elijah?

Olhei novamente em seus olhos castanhos e me perdi novamente. E naquela hora eu sabia que estava completamente perdida.

Notas finais
E ai o que acharam? Próximo capitulo vamos saber mais sobre nossa querida Niamh. Comentem. Até a próxima.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.